Recolho experiências
como quem sempre nasce.
Tudo que é novo
vai sendo guardado
no alforje do coração.
Gera domínio do tempo,
novidades enfraquecidas
no longo convívio.
Trazem lágrimas e dores,
esperanças, sorrisos,
e acasos.
Nunca tem a palavra final,
continua ensinando.
Recolho experiências
como quem morre aos poucos,
quem quer saber(? )
permanecem guardadas...
O mundo corre
sem memórias.
esbarra-se
na mesma
e repetida maré,
lua nova,
oculta.
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