Enchi um pote
com poemas
fermentados
nas dores.
Quem bebe
sofre de amores
paridos nas esquinas
onde as dúvidas
penduram saias
manchadas de sangue...
Gritei
o coito
atrasado,
balbuciando
palavras
proibidas,
inibidas
nos versos,
depois,
dormi
satisfeito