Vou debruçar
minha verdade
no silêncio noturno,
quando todos dormem...
Esperanças aguardam,
estenuadas,
o alvorecer longínquo.
Abro portas,
não encontro
o que procuro.
Fecho as portas,
novamente
e tranco.
Deixo descansar,
inerte,
os aposentos
mais um tempo.
Tenho a sensação
de ser observado
nos detalhes,
em meio
às grandes estruturas,
pesam
Será assim
o sentido de tudo?
Um abrir, ajeitar coisas, e fechar?
Detalhes diante das estruturas?
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