Tem gente junto à porta.
Não estão para conversas.
Estão sequiosos
pelos nossos bens.
Farão de tudo para obtê-los.
Não temos amigos a nos proteger, estão muito distantes
Nós mesmos nos encontramos divididos
Não demorarão muito tempo mais
a bater à porta..
Quando vierem mal cumprimentarão, estarão com as decisões nas mãos
São poderosos e arrancan à força
o que querem até obterem.
O prazo está se esgotando,
pois não esperarão mais .
Farão uma guerra,
desproporcional,
se necessário,
até extrairem
toda a riqueza
que desejam
É tarde demais
para preoararmos
a resistencia
Fica o dilema:
Entregamos os bens,
ou entregamos nossas vidas?
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