quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

UM FIO DE SUBjETIVIDADE

 


Vejo meus tropeços repetirem-se 

nas gerações mais novas. 


Invade-me a melancolia do desavisar, 

tão vulgar, 

e tão necessário alertar, 

incapaz que sou.


As virtudes, 

que são poucas,  

não as vejo reconhecidas...

há um orgulho humano oculto, 

em esconder 

o que admiramos, 

pouco admitido, 

confronto de egos,

bem real.


O que se dá 

de ser sempre bem aceito, 

está em apresentar-nos medianos, 

nem altares, 

nem sarjetas.


Assim, 

não se sobressai, 

nem se contrai, 

permanece na média...


Fico na média persistência...

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