Final de ano é assim mesmo, período de encontros, malgrado a difícil situação em que se encontra o nosso país. Nosso grupo é de 1970, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. A reunião deu-se no salão de festas do prédio do Guru, como era chamado o Mario. Naquele tempo reabrimos o CEUPES, Centro Acadêmico das Ciências Sociais. Tempo de ditadura, falta de liberdades. Conversamos sobre os velhos e os novos tempos, jogamos bola, com uma contusão no joelho Carlos Roberto Jordon. Eromar deve lançar um novo livro em março. Parece que chama-se O Língua, uma reflexão do Brasil no início de sua colonização, e a consequencia para os índios. Assim passamos a tarde. Franguinho na panela. Um domingo de paz e reencontro.
ESPERA INDEFINIDA
A cama está a espera... reluto. Uma ânsia indefinida mantém os olhos abertos. Um examinar tudo permeia o silêncio. Todos dormem... tamb...
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O caso da advogada Mércia Nakashima está bastante esclarecido, mas onde está o truculento Mizael Bispo, ex namorado da Pobre Mércia. Estar...
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julho 23, 2024 A verdade dói, quisera não dizê-la. Calar-me? Não posso, a maioria não suporta. A verdade exclui seus defensores, mata-...
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Sou pequeno... tenho apenas duas mãos... mal comportam meu sofrimento. Diante do mundo, o que penso é um grande nada enigma disfarçado...
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