Procuro
o belo
no sereno
sem flores,
a esperança,
na pressa
da multidão,
a paz
nos espasmos
da ordem.
Busco
a verdade
nas cheias
e vazantes,
a alegria
ao sair
de campos
minados,
a serenidade
nas grandes
derrotas.
Vasculho
por mim,
um nós
me abate.
Vou morder tua boca a qualquer hora, segurar as palavras nas línguas mortas. Abracar tuas costas nuas, órfãs, pagãs. Afagar suas coxa...
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