Pular para o conteúdo principal

DEBATE:MARINA SE ALIA A SERRA



No debate promovido esta noite pela Rede TV foi interessante notar que a candidata Marina  acaba de sepultar as últimas heranças que possuía com o Governo Lula, e somou-se a Serra no mesmo discurso desesperado, esquecendo-se de suas preocupações ecológicas.

Ela quer um segundo turno, do qual ela não tem a mínima chance de chegar. Então, defende um segundo turno com Serra.

Marina, ao visitar a represa de guarapiranga durante esta campanha, foi perguntada pelos repórteres sobre o que ela faria para preservar a represa da invasão populacional em suas márgens, pois via-se o esgoto escorrendo para a represa.

Como tinham moradores do local ouvindo a entrevista, ela foi evasiva, afirmando ser necessário dar uma solução, mas respeitando o direito da população ribeirinha, isto é, não falou nada.

Fez exatamente o que os tucanos tem feito nestes18 anos, nada pelo represa, Por aí se vê que a bonitinha afirma a defesa do ecossistema quando é em análise geral, mas é só aparecer um problema concreto e, o discurso é outro.

Enganou bem por um tempo, mas agora, mostrou a verdadeira face, de tornar a questão ambiental uma perfumaria para chegar a outros resultados. Está deixando despertar a besta fera golpista, animal de difícil extinção

O Serra está atirando para todo lado, mas como o estilo tem um quê social e pedante, o povão logo vê que é uma jogada, nem precisa a Dilma ficar brava.

Resta dizer que a candidata Dilma se saiu muito bem, com equilíbrio e tranquilidade.

Minha sensibilidade é de que, à partir de agora a Diferença de Dilma aumentará, pois o povo não quer mais ver baixaria na TV, e atrasar a sua novela, porque para ver porcaria, vai ver a novela, que é mais realista.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Soneto de Dom Pedro Casaldáliga

Será uma paz armada, amigos, Será uma vida inteira este combate; Porque a cratera da ... carne só se cala Quando a morte fizer calar seus braseiros. Sem fogo no lar e com o sonho mudo, Sem filhos nos joelhos a quem beijar, Sentireis o gelo a cercar-vos E, muitas vezes, sereis beijados pela solidão. Não deveis ter um coração sem núpcias Deveis amar tudo, todos, todas Como discípulos D'Aquele que amou primeiro. Perdida para o Reino e conquistada, Será uma paz tão livre quanto armada, Será o Amor amado a corpo inteiro. Dom Pedro Casaldáliga

UM CORPO ESTENDIDO NO CHÃO

 Acabo de vir do Largo de Pinheiro. Ali, na Igreja de Nossa Senhora de M Montserrat, atravessa  a Cardeal Arcoverde que vai até a Rebouças,  na altura do Shopping Eldorado.   Bem, logo na esquina da igreja com a Cardeal,  hoje, 15/03/2024, um caminhão atropelou e matou um entregador de pão, de bike, que trabalhava numa padaria da região.  Ó corpo ficou estendido no chão,  coberto com uma manta de alumínio.   Um frentista do posto com quem conversei alegou que estes entregadores são muito abusados e que atravessam na frente dos carros,  arriscando-se diariamente. Perguntei-lhe, porque correm tanto? Logo alguém respondeu que eles tem um horário apertado para cumprir. Imagino como deve estar a cabeça do caminhoneiro, independente dele estar certo ou errado. Ele certamente deve estar sentindo -se angustiado.  E a vítima fatal, um jovem de uns 25 anos, trabalhador, dedicado,  talvez casado e com filhos. Como qualquer entregador, não tem direito algum.  Esta é minha cidade...esse o meu povo

Como devia estar a cabeça de Mário de Andrade ao escrever este poema?

Eu que moro na Lopes Chaves , esquina com Dr.Sérgio Meira, bebendo atrasado do ambiente onde Mário de andrade viveu, e cuja casa é hoje um centro cultural fechado e protegido a sete chaves (que ironia) por "representantes" da cultura, administrada pela prefeitura... Uma ocasião ali estive, e uma "proprietária da cultura" reclamou que no passado a Diretoria da UBE - União Brasileira de Escritores, da qual fiz parte,  ali se reunia, atrapalhando as atividades daquele centro(sic). Não importa, existem muitos parasitas agarrados nas secretarias e subsecretarias da vida, e quero distância desta inoperância. Prefiro ser excluído; é mais digno. Mas vamos ao importante. O que será que se passava na cabeça do grande poeta Mário de Andrade ao escrever "Quando eu morrer quero ficar". Seria um balanço de vida? Balanço literário? Seria a constatação da subdivisão da personalidade na pós modernidade, ele visionário modernista? Seria perceber São Paulo em tod