Nas sextas-feiras
o espírito corre
em parafuso.
Assoberba-se confuso
por cima
dos corpos
formas
maneiras.
Traz um desdém louco.
Linguajar rouco
de fim
de tempos
semanais,
como aniversários rápidos
da imaginação racional
desnudada.
Vou morder tua boca a qualquer hora, segurar as palavras nas línguas mortas. Abracar tuas costas nuas, órfãs, pagãs. Afagar suas coxa...
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