A JMJ foi o contraponto de toda movimentação social que tem ocorrido no país. Desanuviou o ambiente bélico que estava se instalando e proporcionou uma bela reflexão sobre a vida a todos, inclusive e principalmente para a Igreja. É preciso sair da casca, da vida religiosa intrauterina, e ir ao encontro do necessitado. Não que a Igreja não faça isto. Mas é preciso bem mais. Também o papa deu uma lição de humildade a tantos sacerdotes que renovam o ano de seu carro, diante de fiéis menos agraciados. Enfim. Valeu mais pela lição interna que Francisco trouxe. Rompeu primeiro as amarradas de um papado prisioneiro dos hábitos seculares e introduziu, isto é, continuou o seu modo de viver de antes. Sampa tem frio menor, mas ainda cortante.
A bronco pneumonia do ex presidente
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