segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

ANÔNIMO

  


Levo recordações 

entremeadas de amor, 

deixadas ao longo 

da estrada.


Fingem-se de presença, 

deitadas no tempo.


São beijos em suspensão, 

fugas sorrateiras, 

descobertas de verdades 

enterradas nas perseguições.


Tanta vida 

tornou tudo 

morte 

depois


Alimento o presente

com a força construida 

das orquídeas brancas 

não murcham, 

resistem


Resguardo o espaço 

da herança erigida 

na história anônima, 

sem exaltação, 

sem poder...


Conserva uma consumação,

sangue  branco da paz

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