sábado, 7 de julho de 2012

Nasce no Egito a "Irmandade Cristã"


União das minorias é alternativa ao extremismo
Valentina Colombo
Sexta-feira, 6 de julho de 2012 (ZENIT.org ) - Como lema, "O amor pelo Egito é a solução", e como logotipo, dois ramos de oliveira que se cruzam, em vez de duas espadas. Em outras palavras, a Irmandade Cristã no lugar da Irmandade Muçulmana. É uma ideia que tem circulado há vários anos, ficou mais forte no período pós-revolucionário e está prestes a se tornar realidade, após a eleição para presidente de Mohammed Morsi, que parece ter marcado o fim do sonho de um estado livre no Egito.
E é justamente este o principal motivo que levou Michel Fahmy, Amir Iyad e Mamduh Nakhla a lançar um movimento que deverá agir nos âmbitos político, social e judiciário em favor dos cristãos do país.
Amir Ayad declarou ao jornal al-Yom al-Sabi’ que um dos primeiros passos será “unir as vozes e apoiar a presença dos coptas, a língua copta de forma oficial, porque, depois da queda do estado civil, foram derrotadas as correntes civis que não conseguiram se opor ao avanço religioso ao poder e surgiram movimentos extremistas, como a Associação para a Promoção do Bem e para a Proibição do Mal. Acreditamos que os egípcios têm todas as ferramentas e o direito de formar estruturas para se contraporem a esses eventos”.
A escolha do nome é significativa. A idéia é imitar o método de ação da Irmandade Muçulmana, em particular a ideia de começar de baixo e ser um movimento popular.
Ayad também deixou bem destacadas as diferenças. A Irmandade Cristã se propõe a combater o flagelo do analfabetismo, da ignorância e da pobreza, mas pretende ainda melhorar a economia egípcia através do turismo e, sobretudo, lutar contra a intolerância e em prol do mais alto valor da cidadania.
Apesar de ser um movimento com raízes e valores religiosos, portanto, os “Irmãos Cristãos” põem em primeiro lugar o fato de pertencerem a uma nação em cujo seio não deve haver nenhuma discriminação por motivos religiosos.
Dois outros pontos que a Irmandade Muçulmana esclareceu têm relação com o seu financiamento, que virá dos próprios membros, e com a sua orientação, que não terá um "líder supremo", em contraste com a Irmandade Muçulmana.
Os Irmãos Cristãos também explicaram que não possuem nenhuma ligação oficial com a Igreja Copta e ressaltaram que, para eles, a igreja é simplesmente o lugar onde vão orar.
Este esclarecimento não é casual. Poucos dias depois da eleição do novo presidente egípcio, o papa copta Anba Pacômio visitou Mohammed Morsi acompanhado de uma delegação, confirmando a política oficial da Igreja Copta de colaborar com quem quer que esteja no poder, na esperança de sobreviver. Neste contexto, a Igreja Copta mostrou muita desconfiança na “estreia política” de uma nova estrutura de matriz religiosa.
Para dissipar qualquer dúvida, os próprios fundadores da Irmandade se definem como ativistas que lutarão em todas as frentes para que os coptas, e não apenas eles, se tornem cidadãos egípcios de pleno direito e não sejam engolidos pela onda de integralismo islâmico que conquistou o cargo supremo do país.
Sua intenção é estabelecer uma rede de pessoas que, antes de pensar nas eleições e no poder, se ocupem do bem-estar dos cidadãos e coibam todas as formas de intolerância e de violência.
Seria desejável, neste sentido, uma aliança ou, pelo menos, uma ação conjunta com o grupo da "Terceira Opção", composta por partidos liberais e laicos que, no último 23 de junho, anunciaram que adotarão uma postura em prol de um Estado civil e moderno. Igualmente desejável seria a colaboração com as associações femininas que todos os dias combatem a crescente discriminação contra as mulheres no Egito.
É importante a lúcida declaração de Michel Fahmi ao canal de televisão por satélite Al Arabiya: “A nossa ação pretende ajudar os egípcios, muçulmanos e cristãos, a desenvolver as qualidades que os levem a ser cidadãos ativos. Por exemplo, 34% das famílias egípcias é mantida pelo trabalho das mulheres. Por este motivo, o empoderamento das mulheres é de extrema importância”.
Como escreveu faz alguns meses o intelectual copta Kamal Ghobrial, “se as minorias de coptas, leigos, liberais e mulheres se unissem numa frente comum, virariam maioria. E o extremismo islâmico talvez acabasse relegado a um canto”.
Para conseguir este cenário, as minorias precisam deixar de lado os egos e ideologias que sempre as caracterizaram. Os Irmãos Cristãos parecem ter começado com boas intenções. Esperamos que eles saibam catalisar os coptas e dialogar construtivamente com os outros, especialmente com as vítimas do extremismo islâmico.
(Trad.ZENIT)

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Crise de alimentos assola a África ocidental

Enquanto as armas são produzidas e a morte atinge os inocentes nas guerras...
Dezoito milhões de pessoas em risco
Quinta-feira, 5 de julho de 2012 (ZENIT.org) - Mais de 18 milhões de pessoas da região do Sahel, na África Ocidental, não têm alimentos suficientes, de acordo com a nova e alarmante denúncia da Caritas Internacional.
Uma colheita fraca no ano passado e os altos preços dos alimentos provocaram uma profunda crise que atinge Níger, Mali, Mauritânia, Chade, Senegal, partes da Nigéria e a Gâmbia.
A Caritas advertiu já no começo do ano que uma ação urgente era necessária para salvar vidas e garantir o desenvolvimento futuro. O momento agora se torna crítico: acabaram as reservas de alimentos e as populações locais estão há meses sem ter o que comer.
Através de um vídeo, a equipe da Caritas na região informa em especial sobre a situação no Níger, um dos países mais castigados pela falta de comida.
(Trad.ZENIT)

quinta-feira, 5 de julho de 2012

A vitória do Corinthians e a moribunda do Incor

Ontem aconteceram-me dois fatos aparentemente isolados, mas que tinham tudo a ver um com o outro.

Saíra do serviço para visitar meu irmão no Incor, pois ele havia sido internado com problemas no coração.

É uma situação que ele administra já há alguns anos: às vezes está tudo bem, às vezes existe alguma descompensação que precisa ser corrigida. Vai administrando.

Tenho uma resistência natural às reclamações quanto aos serviços prestados nos hospitais. Faço parte do grupo que espera para ver melhor o cenário, e então faz as correções devidas.

Falta-me até um pouco de paciência com os reclamões, que querem que tudo lhes seja entregue na hora, na qualidade e como esperam.

Chegar ao Incor foi complicado pois era dia da final do Corinthians com o Boca Juniors, e a multidão de "loucos" (como se torcer para o Corinthians fosse loucura - é apenas uma torcida) estava nas ruas congestionando tudo.

Demorou mas cheguei ao Incor. Meu irmão aguardava-me, até insistira  pela minha presença.

Passei uma hora com ele, sua esposa, mais o outro paciente do quarto, uma vez que era quarto com dois pacientes. Muita discussão sobre tudo e pouca espiritualidade sobre a vida, como deveria ser para alguém enfermo.

Bem, eu tenho 12 ANOS de Pastoral de Saúde, da Igreja, no HC, mas não dissera isto para as enfermeiras porque achei que não era necessário.

Na saída, despedi-me das enfermeiras e depois de sair, voltei para  dizer-lhes que pertencia à Pastoral do HC.

Foi quando um jovem casal, mais outras enfermeiras vieram rápido para pedir-me que os acompanhasse até a UTI, pois procuravam por alguém há horas.

Durante o trajeto disseram-me que a mãe estava desenganada, com poucas horas de vida, e queriam que fizesse a  Unção dos Enfermos sobre ela. Acontece que esta é uma função sacerdotal, e nós leigos podemos fazer apenas e tão somente quando faltar o padre.

Assim sendo fiz a Unção dos Enfermos sobre ela, já na UTI.

Esta senhora, que não me ocorre mais o nome tivera um derrame irreversível.

Arrumamos óleo e fizemos o perdão completo de seus pecados, diante de Deus.

Voltei cheio de alegria por ter visto como Deus me usara para preparar a vinda de uma filha dEle.

No meio do caminho me dei conta da conturbada situação das ruas, com gente violente e disposta a tudo.

Percebi como era mais grandioso o que fizera em relação a um torneio como o da Libertadores, e tive pena do povo, envolto em tantas coisas sem importância, diante de um vida frágil.

Somos frágeis e transitórios.

Amém

Situação da Igreja Católica no mundo

Retirei do zenit
Aumenta o número de sacerdotes no mundo
BRASÍLIA, quarta-feira, 04 de julho de 2012(ZENIT.org) – Censo Anual realizado pelo Centro de Estatística e Investigações Sociais (CERIS), divulgado recentemente pela CNBB, mostra um crescimento considerável em relação às vocações sacerdotais e religiosas, confirmando no Brasil a tendência do aumento do número de sacerdotes diocesanos e religiosos no mundo que começou em 2000 e continuou em 2010.
O Censo Anual de realizado pelo CERIS — entidade brasileira de pesquisa religiosa fundada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) - revelou uma “Igreja Viva”. É o que afirma a análise sociológica da evolução numérica da presença da Igreja no Brasil, feita pelo sociólogo Padre José Carlos Pereira, colaborador do CERIS.
A distribuição de padres por habitantes é um dos fatores levantados pela pesquisa. Em 2000 eram 16.772 padres. Em 2010 chegou a 22.119 padres. Em 2000 havia pouco mais de 169 milhões de habitantes e para cada sacerdote eram 10.123,97 habitantes. Dez anos depois havia aproximadamente 190 milhões de habitantes e cada padre teria o número de 8.624,97 habitantes.
Conforme o Anuário Pontifício 2012, entregue ao Santo Padre Bento XVI em março deste ano, a tendência de crescimento no número de sacerdotes no mundo começou em 2000 e continuou em 2010, ano em que foram contados 412.236 padres, dos quais 277.009 diocesanos e 135.227 do clero regular; em 2009 eram 410.593, sendo 275.542 diocesanos e 135.051 religiosos.
No total, o clero aumentou entre 2009 e 2010 em 1.643 padres. Os aumentos foram registrados na Ásia (1.695), África (761), Oceania (52) e América (40), enquanto a queda afetou a Europa (905 sacerdotes a menos).
Os dados estatísticos se referem a 2010 e fornecem uma análise sintética das principais dinâmicas da Igreja católica nas 2.966 circunscrições eclesiásticas do planeta.
A concentração do clero por regiões brasileiras, segundo a pesquisa do CERIS, mostrou que havia uma concentração maior na região sudeste em detrimento das outras regiões. Do total de padres no país a região sudeste concentrava quase metade dos sacerdotes, com 45%. O sul ficava com um quarto da população de padres, 25%, o nordeste 16%, o centro-oeste apenas 9%. Já o norte seria a região com menos padres, apenas 3%.
O quadro geral no Brasil “mostra uma vitalidade da religião católica, por meio de um borbulhar de novas modalidades, ou novas formas de viver a fé católica, por meio das novas comunidades, novos movimentos eclesiais e da volta às origens dos ideais das primeiras comunidades cristãs, que tem refletido outro quadro estatístico, que é da evolução do número de presbíteros entre os anos de 1970 e 2010, conforme vemos na atual planilha do CERIS.Isso indica um retorno ao catolicismo dos afastados, mas também uma identificação maior daqueles que já praticavam o catolicismo, mas não se sentiam muito firmes, identificados com a doutrina católica”, destaca a análise.
O Censo Demográfico 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que os católicos permanecem sendo maioria, embora haja uma maior diversidade religiosa da população brasileira. Os dados mostram que 64,6% da população professa a fé católica, havendo 72,2% de presença neste credo no Nordeste, 70,1% no Sul e 60,6% no Norte do país.
A análise mostra que outros 22,2% da população são compostos por evangélicos, 8% por pessoas que se declaram sem religião, 3% por outros credos e 2% por espíritas.
MEM

terça-feira, 3 de julho de 2012

Testes apontam possibilidade de envenenamento na morte de Arafat

3 DE JULHO DE 2012 - 18H45 

Iasser Arafat continha grandes quantidades de polônio em seu corpo no período que antecedeu a sua morte. Esta é a conclusão do teste realizado por um laboratório suíço, a pedido da agência de notícias Al-Jazira, nos pertences pessoais utilizados pelo líder palestino durante o período que esteve internado em um hospital francês.


Os objetos foram doados pela viúva de Arafat e possuíam vestígios de sangue, suor, saliva e urina.

“Eu posso confirmar para você que nós medimos uma inexplicável e elevada quantidade de polônio 210 nos pertences do Sr. Arafat que continham resíduos de fluídos biológicos”, disse François Bochud, diretor do instituto dono do laboratório.

Testes conduzimos durante um período de três meses, entre março e junho deste ano, concluíram que a maioria do polônio encontrado – entre 60% e 80%, dependendo da amostra – não tinha origem natural, ou seja, foram produzidos artificialmente.

O líder palestino faleceu em 2004, após 13 dias internado em um hospital militar em Paris, na França. Em novembro de 2010, um de seus seguranças, Imad Abu Zaki, que trabalhou para Arafat de 1988 até o seu falecimento, afirmou que ele morreu envenenado, mas não por uma substância letal colocada em sua comida.

Em 2006, o agente russo Alexander Litvinenko morreu após ter sido exposto a grandes quantidades da mesma substância encontrada nos pertences de Arafat. Após investigações de uma corte britânica, foi revelado que ele foi envenenado em um restaurante japonês de Londres.

Do Portal Vermelho, com agências

domingo, 1 de julho de 2012

Adultério e apedrejamento: um caso no Sudão


Anulada uma sentença de morte graças à mobilização familiar e internacional
Por Valentina Colombo
27 de junho de 2012 (ZENIT.org) – Nomen omen,  diziam os latinos. O nome árabe Intisar significa "Vitória" e na verdade a sudanês Intisar Sharif Abdallah obteve uma vitória contra uma sentença de morte por apedrejamento.
No dia 13 de Maio desse ano, o juiz Sami Ibrahim Shabo do tribunal penal de Omdurman, no Sudão, a tinha condenado segundo o artigo 146 do código penal, segundo o qual: "quem for culpado de adultério deverá ser punido da seguinte forma: a. apedrejamento, se a pessoa ofendida está casada; b. cem açoites, se a pessoa ofendida não está casada".
A acusação contra Intisar era a de ter tido um relacionamento extraconjugal e de ter ficado grávida. Inicialmente, a mulher não foi considerada culpada, mas o tribunal admitiu a culpa da jovem de 20 anos sudanesa após intimidações verbais e físicas por parte do irmão.
Obviamente, a acusação estava dirigida apenas contra Intisar e não contra o homem que tinha cometido adultério com ela, imediatamente absolvido. A jovem foi presa com o seu filho recém nascido. Como se tudo isso não bastasse, a mulher não gozou da assistência legal durante todo o processo judicial.
Felizmente, alguns membros de sua família apresentaram um recurso no Tribunal de Apelações de Ombada e, graças também à mobilização internacional, no passado dia 21 de junho chegou-se à revogação da sentença que violava claramente os padrões internacionais.
Intisar não foi a primeira mulher condenada ao apedrejamento em um país islâmico e, infelizmente, não será a última.
Quais são as origens desta prescrição islâmica? O adultério é punido no Alcorão com cem açoites para o homem e para a mulher (XXIV, 2) e só então terá como sanção legal o apedrejamento.
Se o Alcorão exige quatro testemunhas do ato de adultério, ainda mais para o ato de penetração, antes de autorizar a punição, a prática subseqüente será mais descuidada e consentirá a sentença de morte até mesmo se a mulher só for suspeita pelo seu marido ou irmão.
Basta ler alguns artigos do código penal em vigor na República Islâmica do Irã para perceber a atrocidade do presente parecer. O artigo 63 define o adultério como "o relacionamento, inclusive anal, entre um homem e uma mulher que estão proibidos um para o outro, a menos que não seja um ato involuntário."
De acordo com o artigo 64, "o adultério é punível quando o adúltero/a é um adulto/a e plenamente consciente e ciente da ilicitude da própria ação." As regras relativas à prova de adultério no tribunal mostram que as mulheres, como no caso de Intisar, são mais facilmente perseguidas do que os homens.
Para piorar a situação, o artigo 74 estabelece que "o adultério só pode ser provado pelo testemunho de quatro homens honestos ou de três homens e duas mulheres”, conforme  a regra da lei islâmica, que o testemunho de um homem corresponde ao de duas mulheres.
Infelizmente, o apedrejamento ainda é maneira punitiva legal no Afeganistão, Irã, Nigéria (em cerca de um terço dos 36 estados), Paquistão, Arábia Saudita, Sudão e Emirados Árabes Unidos. No Irã o apedrejamento está até mesmo previsto pelo código penal e executado pela justiça estadual, enquanto que no Paquistão e Iraque, a punição é realizada preferencialmente no âmbito familiar.
Na Nigéria, é famoso o caso de Amina Lawal, e nos Emirados Árabes Unidos, depois de protestos e campanhas internacionais, alguns apedrejamentos foram, felizmente, suspensos. Sempre na Nigéria em 2005 foi condenado ao apedrejamento um homem por ter tido relações homossexuais.
Alguns anos atrás a página Women Living under Muslim laws (www.wluml.org) lançou uma campanha global para deter a morte e apedrejamento das mulheres. No documento oficial está escrito: "a morte de mulheres, sob qualquer pretexto, é inaceitável. E é, entre outras coisas, uma violação grave da lei internacional sobre os direitos humanos "(www.stop-stoning.com).
A essas vozes foram acrescentadas as de muitos intelectuais liberais, como por exemplo o da Tunísia Lafif Lakhdar, que lutam para obter a abolição dos castigos corporais islâmicos. Devemos prestar muita atenção para os que, por sua vez, no mundo islâmico, simplesmente pedem uma moratória dessas penas porque, de fato, a sua abolição significaria contrariar as opiniões dos doutores da lei islâmica.
As mulheres como Intisar e Amina serão salvas só por uma mobilização interna e externa que busque a abolição sem meias tintas das penas corporais previstas pela Sharia.
(Tradução do Espanhol por Thácio Siqueira)

Não omitir-se, pelo Brasil

O Brasil espera atitude do brasileiro. Ser mais solidário com os seus irmãos, e apoiar as transformações que estão ocorrendo em todo o território nacional. O nosso país está fazendo uma experiência de mudança que não pode ser interrompida por outros projetos, que restrinjam o alcance dos benefícios a uns poucos, como foi até uns 10 anos atrás.
Vivemos uma República Nova, com participação popular e este é um fator novo na nossa vida social. Novas camadas da população estão alçando a novas condições econômicas e participam do mercado de consumo ativamente.
Cada um de nós é chamado  exercer o seu papel cidadão com responsabilidade, para tornar a nação de una poucos em uma nação de todos.
Não pode ser uma nação de um só pensamento, deve ter a diversidade. Deve ser tolerante e democrática, preservando o seu novo caráter popular.
Toda ação exclusivista e elitista deve ser condenada em prol da maioria.
Em tudo deve haver amplitude.
Somos uma nação que tem característica pacíficas, o que é bom, embora em outras épocas isto tenha sido prejudicial, pois demorou-se muito para se erradicar o totalitarismo do Brasil, sacrificando gerações em lutas isoladas, até o dia que cresceu.
Vejo omissos praguejando escuridões para o futuro, o muitos esperançosos desdenhando as dificuldades.
Universidades abrem, a ciência desenvolve-se, empresas abrem e crescem.
Os sindicatos estão atuantes e lutam dentro dos marcos democráticos. As Forças Armadas estão zelosas com o estado de Direito.
Talvez não tenha visto época tão boa no país como esta.
Parabéns Brasil.

Alexandre de Moraes e a vinganca

 Todos temos pontos fracos, alguns mais, outros menos. Fraquezas que carregamos no decorrer da vida, às vezes, escondidas, outras vezes, bem...