Quantos de mim se perdem,
e tenho que buscar-me de volta.
Quantas correções me faço,
como a um estrangeiro,
quando me desfaço?
Quantas
despedidas
latentes,
semeio,
não crescem,
não colhem
soltas em mim?
Vã vontade,
sórdida razão,
porque então
não deixar vazar
o ribeirão(?)
rompe barreiras
como um fim...