segunda-feira, 2 de novembro de 2026

VAZANTE

 


Quantos de mim se perdem, 

e tenho que buscar-me de volta.


Quantas correções me faço,  

como a um estrangeiro, 

quando me desfaço?


Quantas 

despedidas 

latentes, 

semeio, 

não crescem, 

não colhem 

soltas em mim?


Vã vontade,

sórdida razão, 

porque então 

não deixar vazar 

o ribeirão(?)

rompe barreiras 

como um fim...

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  Quantos de mim se perdem,  e tenho que buscar-me de volta. Quantas correções me faço,   como a um estrangeiro,  quando me desfaço? Quantas...