A noite descobre
os frágeis cristais
entranhados.
Ri das molduras expostas
no pavilhão das posturas.
Traz olhares agudos...
Um estranho passeia no silêncio,
esquivando-se.
Nada pergunta,
nada questiona...
quer passar
incólume.
Vive nas furtivas manhãs,
quando todos se esquecem.
Revelação esguia e rápida.
Faz troça
das grandes construções,
falsas engenharias.
Segue como se não existisse
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