terça-feira, 7 de junho de 2011

Centrais Sindicais começam as lutas em defesa do meio ambiente

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É uma grande notícia ver que o sindicalismo brasileiro está se despertando cada vez mais para a questão ambiental, pois percebem que edsta luta não está separada da luta dos pequenos agricultores.

A CTB, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil dá uma largada importante para resgatar esta bandeira das mãos das Ongs internacionais, financiadas pelos governos dos países desenvolveidos, para defender os seus interesses agrícolas contra o crescimento da agricultura brasileira.

Por muito tempo estas Ongs têm influenciado a opinião pública urbana contra os agricultores do campo deste nosso interiorzão, tornando-os vilões do desmatamento, enquanto posavam de Robin Hood das florestas.  Hoje já sabemos que estas Ongas, entre elas o Green Peace, são a ponta de lança dos interesses do império sobre o campo brasileiro, em políticas para destruir a produção agrícola brasileira, privilegiando os seus interesses agrícolas.

Parabéns à CTB e por extensão à Aldo Rebelo por ter posto a nú este arronjo internacional.

Um cristão é assassinado a cada cinco minutos


Vale a pena ler artigo que põe a nú a perseguição atual aos cristãos pelo mundo, e escondida debaixo do tapete, pela mídia.



Introvigne fala sobre diálogo inter-religioso em Budapeste


BUDAPESTE, segunda-feira, 6 de junho de 2011 (ZENIT.org) - A cada cinco minutos, um cristão morre assassinado em razão de sua fé: este é o arrepiante dado difundido pelo sociólogo Massimo Introvigne em sua intervenção na Conferência Internacional sobre Diálogo Inter-Religioso entre Cristãos, Judeus e Muçulmanos, realizada em Gödöllö (Budapeste), promovida pela presidência húngara da União Europeia.


Introvigne, representante da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE) para a luta contra a intolerância e a discriminação contra os cristãos, indicou que 105 mil deles são assassinados cada ano por sua fé, contando somente os verdadeiros martírios, os que são levados à morte pelo fato de serem cristãos, sem considerar as vítimas de guerras civis ou entre nações.


"Se não se gritam ao mundo estes números, se não se põe fim a este massacre, se não se reconhece que a perseguição dos cristãos é a primeira emergência mundial em matéria de violência e discriminação religiosa, o diálogo entre as religiões produzirá somente encontros muito bonitos, mas nenhum resultado concreto", declarou o especialista.


No encontro, participaram personalidades importantes, como o presidente dos bispos europeus, cardeal Péter Erdö; o custódio da Terra Santa, Pe. Pierbattista Pizzaballa; o presidente do Conselho Pontifício para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes, Dom Antonio Maria Vegliò; o arcebispo maronita de Beirute, Paul Matar; o "ministro de Assuntos Exteriores" da Igreja Ortodoxa Russa, metropolitano Hilarion; o representante do Conselho Judaico Europeu, Gusztav Zoltai; o da Organização da Conferência Islâmica, Ömür Orhunn; e o secretário-geral da Comissão para o diálogo islâmico-cristão no Líbano, Hares Chakib Chehab.


O diplomata egípcio Aly Mahmoud declarou que, no seu país, estão por chegar leis que protegerão as minorias cristãs, perseguindo como delito os discursos que incitam ao ódio e vetando as reuniões hostis no exterior das igrejas.


"Mas o perigo - destacou o cardeal Erdö - é que muitas comunidades cristãs no Oriente Médio morrem devido à emigração, porque os cristãos que se sentem ameaçados escaparão."


"Que a Europa se prepare para uma onda de imigração, desta vez de cristãos que fogem das perseguições", advertiu.


Por sua vez, o metropolitano Hilarion recordou que pelo menos um milhão de cristãos vítimas de perseguição no mundo são crianças.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

O Sudão se prepara para uma guerra de secessão


Faltando menos de 2 meses para a independência do sul do Sudão começa conflito armado que pode redundar em longa sengrenta guerra que tem motivos econômicos(petróleo e água), e religiosos(islamisto e cristianismo), como pano de fundo. Veja matéria obtida do Zenit


Cartum ocupa Abyei e há uma nova emergência humanitária


2 de junho de 2011 (ZENIT.org) - Num momento em que faltam menos de dois meses para o seu nascimento como estado independente, programado para 9 de julho, a sombra de um novo conflito armado se estende pelo sul do Sudão. O governo do norte, no dia 21 de maio, mandou seus tanques para Abyei e assumiu o controle da capital da disputada província que se encontra entre o norte e o sul. O movimento em Cartum provocou o protesto da comunidade internacional, que teme um retorno à guerra em escala mais ampla.


A tensão na região de Abyei, que possui estatuto especial, aumentou até o grau máximo, depois de um assalto realizado no dia 20 de maio contra um comboio militar de soldados de Cartum escoltado pelos capacetes azuis da Missão das Nações Unidas no Sudão (UNMIS). O norte acusou o sul do ataque, tese que não foi desmentida por fontes diplomáticas ocidentais. Segundo o New York Times (22 de maio), forças do sul realizaram ao menos duas emboscadas em maio contra militares do norte, provocando dezenas de vítimas.


Segundo o jornal, a resposta do norte ao último ataque parece ter sido “bem planejada”. Aviões de Cartum, que partiram da base de El Obied, que já teve um papel-chave na longa guerra civil entre o norte e o sul, bombardearam, na sexta-feira passada, pontos estratégicos na cidade e nos arredores, preparando o caminho para a chegada de tropas terrestres, que invadiram Abyei no dia seguinte, com dezenas de tanques e milhares de soldados.


Um segundo gesto de desafio foi lançado pelo governo do presidente sudanês Omar Hassan al-Bashir. É um decreto que põe fim à administração mista de Abyei, fruto do Comprenhensive Peace Agreement (CPA, ou Acordo Geral de Paz), firmado em janeiro de 2005, em Nairóbi, Quênia, entre o governo e os rebeldes do Exército Popular para a Libertação do Sudão (SPLA/M).


Enquanto a situação sobre o terreno foi definida como “instável e tensa” (The New York Times, 29 de maio) por um porta-voz da ONU em Abyei, Kouider Zerrouk, os últimos fatos confirmam o que já se sabia. Abyei é – como escreveu Irene Panozzo, estudiosa da Universidade de Durham – o “nervo descoberto” na relação entre o norte e o sul, “uma ferida que nunca cicatrizou totalmente” (La Repubblica, 28 de maio). A região de Abyei é rica em petróleo e em água.


A decisão do governo sudanês de tomar o controle de Abyei suscita suspeitas sobre as verdadeiras intenções do presidente al-Bashir, sobre quem ainda pesa uma ordem de prisão emitida pelo Tribunal Penal Internacional de Haia. Depois da invasão de Abyei, o homem forte do norte, que tinha assegurado há poucos meses à comunidade internacional que respeitaria o resultado do referendo (98,83% votaram pela independência), declarou no entanto que Cartum não tem nenhuma intenção de se retirar. “Abyei é território do norte do Sudão”, afirmou al-Bashir (The Washington Post, 27 de maio). Dado que os principais poços petrolíferos sudaneses (quase 80%) concentram-se no futuro Sudão do Sul, Cartum não quer perder também os recursos naturais de Abyei.


Enquanto isso, também foi claro um expoente do governo do sul do Sudão. “Sem Abyei não há diálogo sobre outras questões: não perderemos tempo discutindo a dívida externa, direitos de cidadania ou propriedade do petróleo”, afirmou o ministro para a Cooperação Regional, Deng Alor (Misna, 27 de maio).


Como era temido, a nova onda de violência criou a enésima emergência humanitária na região. Segundo o Departamento de Coordenação para os Assuntos Humanitários (OCHA, sigla em inglês) da ONU, a ofensiva de Cartum provocou a fuga de pelo menos 40.000 pessoas. Das imagens recolhidas pelo Satellite Sentinel Project (SSP), deduz-se que um terço das estruturas civis da cidade de Abyei foram reduzidas a cinzas. Também um ponto estratégico do sul da cidade foi destruído. A ONU fala de uma verdadeira “limpeza étnica patrocinada pelo Estado” (Agence France-Presse, 29 de maio).


(Paul De Maeyer)

quinta-feira, 2 de junho de 2011

A luta de Oscar contra o cancêr



Desta luta ninguém escapa.

A luta pela vida.

Mais do que uma partida de basquete.

Mais do que uma torcida para um time.

É o jogo da verdade, diante de Deus, quando somos colocados frente a frente com  a realidade da finitude da vida.

Não esperem chegar o dia para procurar a Deus.

Não desprezem as oportunidades de favorecer um encontro real com Jesus Cristo.

Procurar encontrar em cima da hora é mais difícil, por não saber se dispor para.

Pensem nisto.

Os Pentecostais defendem religiões?

Sempre fiquei encafifado ao ouvir de muitos irmãos, que se dizem evangélicos, que eles não eram religiosos.

Sim porque uma coisa era ter fé de Jesus Cristo, e outra, viver numa estrutura religiosa que pouco chega ao coração dos fiéis.

E olhavam para os católicos, como se estes fossem os religiosos.

Agora estou mais tranquilo, porque vejo um artigo no Destak onde os irmãos que se dizem evangélicos fazem uma passeata e concentração em frente ao congresso Nacional, contra a lei anti-homofobia.

O interessante é que nesta hora estes irmãos colocaram de lado estas críticas, e se autodenominaram religiosos.

Fica a pergunta: Afinal os evangélicos são ou não religiosos?

Ou são apenas de vez em quando, quando se apresentam para a sociedade?

Tenho para mim que a religião é necessária, ainda que não converta a pessoa de imediato.

Trata-se de possuir uma estrutura que dê base para a formação do fiel. A conversão vem com o tempo.

Quando algum grupo grupo fundamentalista diz ser contrário a religião, no fundo expressa sua falta de doutrina, de formação. A saída é criticar as religiões, e saem bonito com esta evasiva.

Não tem problema ser religioso.

O termo significa re-ligare.

Retornar a ligação, a chamada de Deus.

Está ressurgindo o movimento social em Sampa

Ferroviários, motoristas de ônibus, enfim aquilo que parecia estar dormindo está despertando.

A imprensa, como de costume apresenta o público insatisfeito por estar impossibilitado de chegar ao trabalho.

Ninguém, entretanto, entrevista os grevistas para ouvir suas reivindicações.

Também, é uma imprensa das elites. O negócio dela  é descer o pau nos trabalhadores.

Mas já dá para sentir que um novo sopro social está em curso, gostem ou não os mandatários.

Os trabalhadores têm no Pó das Estradas, um pequeno veículo `a sua disposição.

Viva os trabalhadores do Brasil!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Blatter entrega os anéis para preservar os dedos sobre o dindin


É uma piada ver este teatro da FIFA, diante do mundo, desmascarada, procurando posar-se de bela. Está na hora de uma lavagem intestinal deste escremento futebolístico milionário travestido de perfeito.

Roubaram, roubam e roubarão. Esta é a FIFA, entidade supra-nacional que se arvora o direito de se achar protegida contra tudo e todos.

Agora uma "eleição" de cartas marcassíssimas, com tudo preparado para extrair o didin de tudo o que uma Copa do Mundo proporciona: desde a porcentagem da construção de estádios "novos", e o descarte dos que estão prontos (se estiverem prontos devem ser novamente destruídos e reconstruídos), até os bilhetes de vendas, via empresas que estão administrando as vendas.

Por isso é importante o novo eterno presidente Blatter anunciar que está sanando a FIFA. É demais para a nossa ignorância, não acham?

Vão achar alguns pequenos desvios, e salvarão a todos os ladrões das federações, inclusive os nossos eternos presidentes da CBF.

CPI e cadeia para esta raça de usurpadores do poder imperial da bola. a patologia é grande e utiliza o nosso prazer de torcer por um clube de futebol. Mas ninguém se importa porque parece ser uma entidade que não tem a ver conosco, então...

Veja a saída espetacular pela direita, de "leão da montanha", do SR. Blatter, em matéria que li na Folha


O presidente da Fifa, Joseph Blatter, anunciou três propostas de reformas da entidade para tentar combater os escândalos de corrupção de seus cartolas. O mais relevante dos projetos é abrir a escolha da Copa do Mundo para todos os 208 representantes dos países, já que hoje essa decisão é restrita ao Comitê Executivo.


Outra proposta é também dar ao congresso da Fifa, com todos esses dirigentes, o direito de nomear o Comitê de Ética, que fiscalizará os membros da entidade. Foi esse grupo quem decidiu pela suspensão do opositor Mohammed bin Hammam, além de outros três membros do Comitê Executivo desde dezembro de 2010.

Atualmente, é o próprio Blatter quem escolhe esses membros, com aprovação do Comitê Executivo. Isso gerou questionamento de Bin Hammam de que o processo foi manipulado.

Uma terceira proposta do dirigente é criar um comitê para soluções de governança da Fifa. Seria composto por pessoas de dentro da entidade, personalidades, que lidariam com alegações e críticas contra a entidade.

"Entrou água no barco. O barco enfrenta dificuldade. Por isso, precisamos um líder. Eu quero fazer isso. Reformas serão feitas, não só ajustes, mas radicais. As reformas necessárias. Precisamos fazer algo porque não quero que, eu, que nós enfrentemos uma situação como essa sem dignidade', discurso Blatter em relação às denúncias de compra e vendas de votos na eleição da entidade e na escolha do Mundial.

A reforma mais relevante em relação à votação da Copa já era conhecida pois fora proposta por Blatter durante a campanha.

O total do pacote, no entanto, é bem mais tímido do que as mudanças feitas pelo COI após os casos de compra de votos na escolha de Salt Lake City para sede da Olimpíada de Inverno, que estourou em 1999. Na ocasião, houve expulsão de dez membros, mudança no sistema de votação das sedes e também na regulamentação do processo.

As propostas de Blatter foram apresentadas nesta quarta-feira, quando será realizada a eleição para a presidência da entidade. O suíço é o único candidato.

Agora vai ficar tudo resolvido, e poderão continuar as suas tramóias inteligentíssimas sobre a ingenuidade popular.

 

PORQUÊS

Porque esvoaçam os brilhos que descansam no olhos? Os ninhos que se ocultam na boca, chocam verdades? Não eclodem? As sombras disfarçadas pe...