quinta-feira, 3 de julho de 2014

França: Sim a proibição do véu integral


Tribunal Europeu de Direitos Humanos em Strasburgo: A lei que proíbe o véu islâmico integral na França não contraria os direitos humanos
Por Redacao
 02 de Julho de 2014 (Zenit.org) - O Tribunal Europeu de Direitos Humanos determinou legítima a decisão da França de proibir o véu integral no país, rejeitando o apelo de uma francesa que usava o niqab e a burca.
Na sentença, o Tribunal salienta que as autoridades, na definição da proibição do véu integral, tem "o objetivo legítimo de garantir as condições de convivência". Consequentemente, a lei que proíbe o véu, adotada na França no final de 2010, não é contrária à Convenção Europeia dos Direitos Humanos, nem infringe qualquer direito das mulheres muçulmanas ou o direito à liberdade de religião, nem o respeito pela vida privada.
Estrasburgo foi convidado a pronunciar-se sobre a interdição francesa introduzida no país há quatro anos, precisamente em 2010, quando pela primeira vez foi proibido o uso do véu integral em solo francês. Na época, uma cidadã francesa muçulmana, 24 anos, se rebelou contra a proibição do uso da burca recorrendo ao Tribunal. Agora, a decisão final sobre a legitimidade da lei que proíbe o uso da burca em locais públicos.
A lei prevê uma multa de 150 euros para as mulheres que escondem seus rostos, que pode chegar a 30 mil euros para quem obriga uma mulher a usar o véu contra sua vontade.

É possível ser homossexual, católico e casto?

Do 17 ao 20 de julho, um Congresso internacional promovido pelas Organizações católicas Courage e EnCourage na Villanova University, na Philadelphia, presidida pelo arcebispo Chaput
Por Franco Olearo
02 de Julho de 2014 (Zenit.org) - Talvez nem todos saibam que existem organizações católicas que oferecem apoio espiritual para aqueles que percebem uma atração por pessoas do mesmo sexo (ASS) de uma forma especificamente adaptada às suas necessidades.
Como evidenciado pelo Instrumentum Laboris preparado para o próximo Sínodo dos Bispos sobre a Família no parágrafo 118: "O grande desafio será o desenvolvimento de uma pastoral que consiga manter o equilíbrio certo entre a acolhida misericordiosa das pessoas e o acompanhamento gradual em direção a uma verdadeira maturidade humana e cristã".
Este será o tema principal do Congresso internacional das organizações Courage e EnCourage 2014, dedicado ao Papa Francisco. O Congresso acontecerá do 17 ao 20 de Julho na Villanova University, na Philadelphia, Pa, onde centenas de delegados de todo o mundo serão recebidos pelo arcebispo da cidade, Charles J. Chaput, que celebrará a missa de abertura.
Courage é o modelo de sucesso para a cura pastoral das pessoas homossexuais. É um serviço promovido pelo episcopado da Igreja Católica para toda a comunidade eclesial, que tem o objetivo de dar apoio moral e espiritual a todas aquelas pessoas que percebem a ASS e ao mesmo tempo desejam viver de acordo com os ensinamentos da Igreja Católica .
EnCourage é uma organização que se junta à anterior e que oferece assistência aos parentes, cônjuges e amigos de pessoas com atração pelo mesmo sexo. Os dois apostolados, em contínuo crescimento, já contam com uma presença estável em mais da metade das dioceses dos Estados Unidos e em quatorze países dos cinco continentes, incluindo o Brasil (www.couragebrasil.com). O congresso internacional, que acontece a cada ano, é um momento importante para ouvir novos testemunhos e aprofundar nos objetivos do apostolado à luz da experiência adquirida no campo desta fronteira da nova evangelização.
Courage nasceu em 1980, uma iniciativa do então Cardeal de Nova York, Terence Cooke, que confiou a gestão a um teólogo de moral de reconhecida fidelidade à mensagem de caridade e verdade da Igreja: pe. John Harvey dos Oblatos de São Francisco de Sales (1918 -2010). Courage é a única forma de pastoral para pessoas homossexuais oficialmente aprovada pelo Vaticano. Desde então, várias centenas de grupos começaram em todo o mundo e continuam a perseguir com coerência o espírito com o qual nasceu esta iniciativa.
A missão do Courage foi sintetizada em cinco objetivos, mas o primeiro é muito claro e determinante: viver castamente. Os membros sabem que só se encontra a paz e a graça necessária para viver uma vida casta cultivando uma forte espiritualidade por meio da oração e dos sacramentos. Os outros quatro objetivos se concentram coerentemente na ajuda recíproca, no desenvolver amizades castas e testemunhar a ação transformante da graça na vida de todos os dias. O programa inclui reuniões periódicas de partilha, sob a orientação de um padre que imita, pela mesma admissão do movimento, o método utilizado pelos Alcoólicos Anônimos. Isto é acompanhado por um caminho tradicional de catequese católica (oração, leituras espirituais, acesso aos sacramentos, meditações, obras de caridade), sob a direção espiritual de um sacerdote escolhido pelo ordinário.
As iniciativas Courage e EnCourage são especialmente importantes porque estão mostrando que é possível perceber uma ASS e, ao mesmo tempo, ser cristãos devotos. Courage não dá tratamentos terapêuticos mas um programa moral e espiritual que valoriza a vocação cristã da pessoa na sua integridade, e vai além da condição homossexual.
Se, em alguns aspectos, por causa dos muitos preconceitos e das muitas ideologias que foram construídas sobre o tema da homossexualidade, pode parecer insólito a situação de uma pessoa com ASS que seja ao mesmo tempo um católico sincero, os princípios que inspiram e justificam uma cura pastoral específica são simples.
A vocação à santidade, mesmo na vida cotidiana, solenemente reafirmada pelo Concílio Vaticano II, está presente em todos os batizados, sem exceção; o corpo não é algo que podemos modificar ou “orientável” à vontade: de acordo com o relato bíblico da criação, pertence à essência da criatura humana ter sido criada por Deus como Homem e como mulher. A diferença sexual não é um acidente, é constitutiva da pessoa; Todo batizado é chamado à castidade. Todos os crentes em Cristo são chamados a levar uma vida casta, em consonância com os seus particulares estados de vida. (CCC n. 2348)
Se estes são os princípios unificadores de todos os batizados, a especificidade de uma catequese para pessoas com ASS decorre do fato de encontrar-se diante de objetivos difíceis de serem perseguidos (mas possíveis com a Graça Divina) e com o compromisso de levar uma vida rica humanamente e espiritualmente.
Por estas razões, os membros dos vários grupos de Courage são incentivados a aprofundar seu discipulado cristão mediante uma intensa participação na vida sacramental da Igreja e a oferecer para os outros os serviços de testemunho, conselho e a comprometer-se em obras de caridade.
Um dos depoimentos no site de Courage explica como a decisão de aderir ao programa tenha surgido ao ver os outros participantes comprometidos como leitores da Palavra, ministros da Santa Comunhão, comungando diariamente, dedicados aos enfermos nos hospitais ou a distribuir comedia nas mesas dos pobres.
Entre os oradores previstos pelo programa deste ano estarão também pe. Paul Check, atual diretor internacional do Apostolado Courage; pe. James Brent, O.P. com a palestra “De um grau de glória ao outro: castidade como beleza espiritual”; convidada extraordinária Immaculée Ilibagiza, sobrevivente do genocídio em Ruanda, que vai contar a sua história de Fé, Esperança e Perdão; pe. Joseph Koterski, S.J. que falará do “Significado cristão da sexualidade humana”; o oratoriano Pe. Philip Bochanski, C.O., que vai falar sobre o exemplo dos mártires da Uganda em Namugongo; pe. Donald Timone, da diocese de Nova York, vai realizar uma conferência espiritual intitulada "Descer da montanha”; concluirá o ciclo das palestras o ex -protestantes que se converteu ao catolicismo, Andrew Comiskey, "Não julgar? Esclarecer o conceito do Novo Testamento de julgamento".
O congresso será a oportunidade também para a apresentação do documentário "Desire of the Everlasting Hills”, contendo os depoimentos de alguns membros, primeiro de uma série de subsídios em várias línguas, disponíveis proximamente para todas as dioceses que queiram promover este apostolado. (Trad.T.S.)

quarta-feira, 2 de julho de 2014

A capital paulista pode ficar sem água até novembro



A população de São Paulo pode se preparar para enfrentar uma das maiores crises hídricas da história. Novembro é o prazo dado pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) para que termine a água captada do “volume morto”, um reservatório emergencial colocado em atividade no dia 15 de maio.


Reprodução
A Sabesp já  pediu autorização para retirar mais 100 bilhões de litros da reserva profunda para evitar o racionamento de água generalizadoA Sabesp já  pediu autorização para retirar mais 100 bilhões de litros da reserva profunda para evitar o racionamento de água generalizado
O jornal Olho Crítico, uma publicação da CTB, denunciou essa situação em sua edição de junho, na matéria: Água em São Paulo pode durar até novembro. Na opinião do governador Geraldo Alckmin, a culpa é da população e do desperdício. Para especialistas, a situação é consequência da falta de investimentos do governo tucano no setor.

Pior cenário em 84 anos
Em crise, o Sistema Cantareira registrou em junho novo recorde negativo. Foi o mês mais seco do principal manancial paulista em 84 anos de medição, superando maio deste ano.

Com o mês mais seco de sua história, o Cantareira registrou em junho um déficit de 16,5 mil litros por segundo, o que representa uma redução de aproximadamente 43 bilhões de litros do sistema, ou 4,2 pontos porcentuais no nível de armazenamento. O recorde anterior era de maio, com vazão afluente de 7,3 mil litros por segundo. Ontem, o manancial estava com 20,6% da capacidade, segundo a Sabesp, já considerando os 182,5 bilhões do chamado "volume morto", reserva profunda.

No início do mês passado, a Sabesp informou ao comitê que no pior cenário de chuvas possível para os próximos meses essa parcela do "volume morto" do Cantareira pode acabar em 27 de outubro, um dia após o segundo turno das eleições a governador de São Paulo.
Diante dessa possibilidade, a companhia já solicitou à ANA e ao Daee autorização para retirar mais 100 bilhões de litros da reserva profunda para evitar o racionamento de água generalizado. O pedido divide os órgãos gestores.

O presidente da ANA, Vicente Andreu, já se manifestou contrário ao pleito da Sabesp, que comprometeria 70% dos de 400 bilhões de litros do "volume morto". A precaução deve-se ao fato de que a situação do Cantareira está pior do que o previsto no cenário mais pessimista da Sabesp, que considerou vazão afluente equivalente a 50% da mínima histórica.

A Sabesp afirma que foi obrigada pelo comitê "a apresentar projeções muito mais pessimistas". Mas reitera que o volume disponível no sistema é suficiente para manter o abastecimento sem rodízio oficial.


Fonte: CTB

Como o cristão deve ver a Copa do Mundo de Futebol

Quero falar com vocês o que se passa em meu coração. 
Considero que, apesar de apenas um time tornar-se Campeão nesta Copa das Copas (a maioria admite que é a melhor Copa que já aconteceu, mas como a Dilma havia usado este termo, há um preconceito), TODOS os times saíram vencedores, porque mostraram garra, amor à camisa e ao time, amizade entre os povos que aqui vieram, alegria. 

Surpreendentemente o mundo suspende os seus problemas e transfere para o futebol toda a realidade da vida. 

Ah, se os problemas do mundo pudessem ser resolvidos assim.


O futebol nos apresenta uma esperança de que isto pode ser possível: Chutar a bola ao gol, em vez de matar um irmão; disputar um escanteio no lugar de um bombardeio; marcar um gol e não ocupar um país, uma nação; quando a bola voltasse ao meio de campo, para reiniciar a partida, que todos estivessem perdoados e voltássemos novamente a ser alvos; o tiro de meta, e não o canhão, o impedimento em vez da traição. 


Assim queria tudo isto. 


Não importa, de fato, mais quem ganhará. Los hermanos? A Holanda? A Alemanha? O nosso Brasil?. 


Já alcançamos uma identidade mundial sem precedentes. 


A alegria do brasileiro contagiou a ferocidade do mundo. 


Mecânica Celeste que nos é oculta.

Saída de Joaquim Barbosa do STF

Joaquim Barbosa deixa o STF. 

Formou a imagem de que o STF era imundo e só ele prestava. 

Agora sai com o louro de incorrupto. 

Fica a impressão de que uma afirmação racial se sobrepôs ao equilíbrio e normas jurídicas. 

Lembra-me o livro de albert Memmi, "O Retrato do Colonizado Precedido pelo Retrato do Colonizador", onde ele mostra que a primeira reação do colonizado, em seu processo de libertação, era imitar o seu antigo colonizador. 

Parecido com isto vejo Joaquim Barbosa, meio se autoafirmando, acabando por fazer o serviço do dominador.

terça-feira, 1 de julho de 2014

PAPA DIZ QUE COMUNISTAS SÃO CRISTÃOS NÃO ASSUMIDOS

Pontífice defendeu que a pobreza está no centro 

do Evangelho; o comunismo teria se apropriado 

dessa bandeira no século XX

Reuters
O papa Francisco, cujas críticas ao capitalismo desenfreado
 levaram alguns a rotulá-lo como marxista, disse em uma 
entrevista publicada neste domingo (29) que comunistas tinham
 roubado a bandeira do cristianismo.
O pontífice, de 77 anos, deu uma entrevista ao Il Messaggero,
 um jornal de Roma, para marcar a festa de São Pedro e São Paulo, 
um feriado na cidade.
Ele foi questionado sobre um post no blog da revista Economist
que dizia que ele soava como um leninista quando criticou o capitalismo 
e pediu uma reforma econômica radical.
"Eu só posso dizer que os comunistas têm roubado a nossa bandeira.
 A bandeira dos pobres é cristã. A pobreza está no centro de o
 Evangelho", disse ele, citando passagens bíblicas sobre a 
necessidade de ajudar os pobres, os doentes e os necessitados.
"Os comunistas dizem que tudo isso é comunismo. Claro, vinte 
séculos mais tarde. Então, quando eles falam, pode-se dizer:
 'mas então você é cristão'", disse ele, rindo.
Desde sua eleição, em março de 2013, Francisco tem frequentemente
 atacado o sistema econômico global como sendo insensível 
aos pobres e não fazer o suficiente para compartilhar a riqueza
 com aqueles que mais precisam.
No início deste mês, ele criticou a riqueza feita a partir de 
especulação financeira como intolerável e disse que a 
especulação com commodities era um escândalo que 
comprometeu o acesso dos pobres aos alimentos.

A arte de dizer “não”


Às vezes não é fácil negar-se a algo sem parecer 

agressivo ou ferir os outros

© elwynn/SHUTTERSTOCK
30.06.2014 
Expressar-se da forma adequada e no momento oportuno:
 estas são as duas regras de ouro da assertividade,
uma habilidade que nos ajuda a expressar desacordos
 sem agredir os outros nem a nós mesmos.

A conduta assertiva oferece a possibilidade de ser
consequentes entre o pensamento e a ação, pois,
por meio dela, aprendemos a negociar, a
expressar-nos fracamente com boas maneiras,
a negar-nos diante de situações que não desejamos.

Também é próprio da conduta assertiva saber
identificar o momento mais propício para
defender os pensamentos pessoais, pois há
circunstâncias em que o melhor a se fazer é
permanecer em silêncio.

Nem passivos nem agressivos: assertivos

Dizer “sim” quando na verdade se quer dizer “não”,
deixar de dar opiniões para não gerar discussões,
 ou manifestar uma opinião de maneira inadequada
 são condutas que revelam ausência de assertividade.
 Portanto, existem dois extremos: a passividade
 e a agressividade.

A conduta passiva está ligada à baixa autoestima.
 Em geral, estas pessoas não estão satisfeitas
consigo mesmas e, por isso, não conseguem dizer
 aos outros o que pensam ou sentem. A insegurança,
a evasão para a tomada de decisões e o temor
 de assumir responsabilidades são as características
 predominantes.

Por outro lado, existe uma conduta com tendência
 à agressividade, na qual predomina um comportamento
 ofensivo que costuma ferir os outros. Esta situação,
 por razões óbvias, acaba afastando as pessoas,
mas também pode provocar agressividade nelas.
A manipulação e o desejo de conseguir o que se
quer para proveito pessoal, a qualquer custo, são
características próprias deste perfil. A dificuldade
 de autocontrole está na raiz do problema.

O meio-termo seria a assertividade, que desenvolve
 a capacidade de expressar livremente sentimentos,
 ideias, pontos de vida, instaurando o respeito
como ponto de partida, o que permite estabelecer
 relações sociais saudáveis e harmônicas.

Assertividade em nossas relações

Esta habilidade pode ser aplicada a diversos âmbitos
 da vida cotidiana:

Assertividade na educação dos filhos: consiste em
desenvolver a destreza para manter-se firmes diante
 das decisões ou ações educativas que se aplicam
 aos filhos, em especial aquelas que não são do seu agrado, como os limites, normas e consequências de um mau comportamento.

Igualmente, a autoridade assertiva se baseia na
capacidade de negar aos filhos o que possa prejudicar
 seu futuro próximo ou imediato, e – o mais importante –
manter-se nesta posição, apesar das caras feias
 ou tentativas de manipulação.

O bom exemplo dado pelos pais, bem como a
coerência entre o que dizem e fazem, são pontos
essenciais desta conduta. Ter autoridade sobre
os filhos, dar-lhes segurança e autonomia são
práticas assertivas.

Assertividade no casamento: a boa comunicação
entre o casal, a possibilidade de negociação entre
 os gostos individuais para torná-los coletivos, as
decisões conjuntas, a forma de dizer o que não
agrada o outro ou o que pode melhorar, assim como
elogiá-lo, são exemplos claros deassertividade na
 convivência dos cônjuges.

Assertividade no trabalho: dentro das organizações,
 é necessário desenvolver esta faculdade, tanto
nos altos níveis hierárquicos com relação aos mais
 baixos, quanto no sentido contrário. Buscar a
forma adequada de sugerir ao chefe algo que
poderia ser melhor ou propor-lhe novas ideias
fazem parte de uma comunicação assertiva.

Quanto ao trato dos chefes com relação aos
subordinados, precisa ser cálido, não grosseiro,
 e as funções devem ser transmitidas com
cordialidade e respeito.

Assertividade nas relações interpessoais (amizades):
 no caso dos adolescentes ou jovens, que sentem
 a pressão do grupo e a necessidade de
aprovação externa, a assertividade cumpre
 uma importante missão.

Muitas vezes, apesar de saber que usar drogas
ou ter uma vida promíscua são condutas prejudiciais,
 os adolescentes acabam cedendo devido à
incapacidade de expressar seus pontos de vista
 contrários à insinuação oferecida.

Portanto, dizer “não” nestas circunstâncias críticas
 faz que as pessoas tomem as melhores
decisões, em momentos que marcarão o
resto das suas vidas.

A assertividade pode ser aprendida e
desenvolvida, basta ter disposição para vivê-la
 na convivência diária, o que é uma condição
 irrevogável da humanidade.
sources: LaFamilia.info

TEMPOS REMOTOS

  Grandes eram as dificuldades no tempo em que o Brasil vivia uma ditadura. Hoje contarei um pequeno episódio que só minha esposa conhece, e...