quarta-feira, 18 de maio de 2011

Itaquerão com dinheiro do contribuínte?

Os contribuíntes brasileiros são torcedores de todos os times de futebol, portanto não fica bem dar dinheiro do BNDS ou isenções fiscais, como foi o caso da Prefeitura para se ver erguido o estádio de um time de futebol.

O time, no caso o Corinthians, foi indicado pelo presidente da CBF para ser o que deveria receber a partida inaugural do Campeonato mundial de Futebol da FIFA.

Ocorre que o Corinthians têm a Fazendinha, que não é utilizada nem para campeonato paulista, e precisa de outro estádio.

O Ex-prefeito Jânio Quadros havia doado o terreno do Itaquerão, com a condição de que fossem feitas obras no local até o início.

Como as obras não foram realizadas, este fato gerou, ao longo do tempo impostos com a prefeitura de São Paulo.

Em acordo com a Prefeitura, transformaram a dívida em contrapartida da parte do Corinthians, tendo o Ministério Público participado. São 12 milhões em atividades ou obras nesta compensação.

O estádio inicialmente orçado em mais de R$600.000.000,00, já ultrapassa a casa de um bilhão de reais.

Vejam materia obtida na Folha

Corinthians pede ajuda por estádio, mas SP recusa



O Corinthians e a Odebrecht, empreiteira contratada para construir o Itaquerão, pediram ajuda ao governo de São Paulo para concluir a conta da obra da arena. E ouviram um "não" como resposta.

A reportagem assinada por Martín Fernandez e Bernardo Itri, publicada nesta quarta-feira pela Folha, mostra que além do impasse sobre financiamento, divergências políticas também travam a definição sobre o futuro estádio do Corinthians. A íntegra do texto está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.

O argumento do governo é de que o Estado não vai investir num estádio que, quando pronto, terá uso privado, e que seu papel é investir em obras no entorno. Também sugeriu ao clube que procure o governo federal. Afinal, foi o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entendem integrantes do governo, quem deu o empurrão inicial para que o estádio em Itaquera fosse construído.

Porém a disputa não se resume ao conflito entre governo paulista e União. O Palácio dos Bandeirantes reclama de "fogo amigo" por parte da prefeitura.

Brasília já é apontada como favorita para substituir São Paulo como a sede da abertura da Copa-2014.

A Copa das Confederações de 2013, evento-teste da Fifa para a Copa do Mundo de 2014, será aberta em Brasília.

São Paulo também era a primeira opção da Fifa para abrir essa competição, mas ficou de fora do programa do campeonato por causa do atraso para erguer seu estádio.




terça-feira, 17 de maio de 2011

Egito: 8 milhões de cristãos coptas exigem liberdade de culto

Egito: gesto do governo com minoria cristã


Primeiro-ministro anuncia lei unificada sobre lugares de culto

terça-feira, 17 de maio de 2011 (ZENIT.org) - No Egito, o último ato de violência anticristã, que ocorreu no sábado, 7 de maio, com um saldo trágico de pelo menos 15 mortos e 200 feridos, fez soar o alarme nos organismos governamentais. Preocupado com a estabilidade do país, o primeiro-ministro, Essam Sharaf, parece determinado a levar a sério a situação da minoria cristã mais numerosa do Oriente Médio. Cerca de 8 milhões de coptas, que constituem 10% da população egípcia, se sentem cidadãos de "segunda classe" no seu próprio país e são forçados a sofrer várias formas de discriminação, sutil ou direta.

Basta pouco para acender o pavio. Isso é demonstrado pelo ataque feito na noite de sábado 14 a domingo 15 de maio, por uma multidão enfurecida, armada com paus e coquetéis molotov, contra os participantes - a maioria coptas - em frente ao edifício da televisão do Estado, no coração da cidade do Cairo, para protestar contra a violência sectária. Segundo dados divulgados pela emissora estatal, divulgados pela CNN (15 de maio), o balanço provisório é de pelo menos dois mortos e mais de 60 feridos. O que provocou o confronto parece ser uma luta que ficou fora de controle, causada pela recusa dos manifestantes de deixar um carro passar.

Como relatou o jornal Al-Ahram (11 de maio), o primeiro-ministro Sharaf, que, após o banho de sangue no bairro Imbaba, do Cairo, tinha adiado uma visita a Bahrein e aos Emirados Árabes, anunciou na última quarta-feira que seu executivo vai preparar uma lei unificada sobre a construção de locais de culto, que deverá entrar em vigor no curso de um mês. Sharaf também anunciou a criação de uma Comissão Nacional de Justiça, que será responsável pela elaboração da lei. O dever da comissão será também preparar uma lei para combater a discriminação e a crescente violência sectária.

Como recorda o jornal, um código unificado para a construção de mesquitas e igrejas é, há anos, uma das principais demandas da comunidade copta. As regras em vigor, que datam de 1934 e impõem severas restrições, seja para construir novas igrejas, seja para a manutenção dos já existentes, são, de fato, uma fonte de discriminação. De acordo com um relatório do governo, o país tem apenas 2 mil igrejas e, no entanto, 93 mil mesquitas. A questão das licenças de construção também foi fonte de inúmeros episódios de violência (também por oficiais) contra mosteiros coptas ou contra lugares de culto cristão.

Nos últimos meses, diversos mosteiros foram atacados pelo exército, que visava derrubar os muros de proteção considerados "abusivos" e construídos pelos monges para proteger-se dos grupos de vândalos que tentam se aproveitar do estado de insegurança geral que domina o Egito pós-Mubarak. Um dos complexos monásticos que está na mira dos militares por ser "abusivo" é o Deir Anba Bishoy, um dos quatro grandes mosteiros coptas que permanecem até hoje no deserto de Wadi el-Natroun, na província de Al Buhayrah, ao nordeste do Cairo. No final de fevereiro, as forças armadas egípcias realizaram dois ataques do complexo de San Bishoy (ZENIT, 25 de fevereiro de 2011).

Também para os salafistas e outros grupos fundamentalistas, a emissão de licenças de construção é uma desculpa fácil para atacar a comunidade cristã. Com o objetivo de impedir o início das obras de reforma do edifício, que foi danificado pelas fortes chuvas do inverno passado, um grupo de muçulmanos ocupou, por exemplo, a igreja de São João Amado, no último dia 5 de abril, na aldeia de Kamad - perto Samalout, na província de Minya (ZENIT, 14 de abril de 2011).

O primeiro-ministro Sharaf, que se reuniu na quarta-feira passada com uma delegação de manifestantes coptas, também anunciou a reabertura de todas as igrejas fechadas por falta de licenças e autorizações. Será reconstruída ou reformada, além disso, a igreja da Virgem Maria, que foi seriamente danificada durante os acontecimentos de sábado passado, no bairro de Imbaba. Para evitar futuros ataques, o governo também está discutindo a proibição de manifestações em locais de culto e o uso de slogans religiosos nas campanhas eleitorais.

A questão mais espinhosa é saber se as boas intenções do primeiro-ministro egípcio são suficientes para transmitir um pouco de serenidade e pôr fim aos repetidos episódios de violência anticristã. Como demonstrado por um artigo publicado em 11 de maio por Compass Direct News, está pesando negativamente sobre as relações interconfessionais o que poderia ser definido como "a versão egípcia" da infame lei do Paquistão sobre a blasfêmia. Trata-se do artigo 98 (f) do Código Penal egípcio, conhecido na área jurídica como a acusação de "insultar a religião".

Como explica Compass, em sentido estrito, o artigo em questão não é uma lei sobre a blasfêmia. Mas tem um impacto devastador: quem viola o artigo 98 (f) é acusado de "difamação de uma religião celestial"; não se arrisca a receber a pena de morte, mas sim cinco anos de prisão. "Quem usa a religião - diz o texto - para promover ideologias extremistas através da palavra falada, escrita ou de qualquer outro modo, a fim de criar discriminação, sedição ou insulto de uma religião celeste ou de seus seguidores, ou de prejudicar a unidade nacional, será punido com seis meses a cinco anos de prisão ou uma multa de 500 libras egípcias."

A acusação de difamação das religiões é usada, por exemplo, para silenciar os jornalistas, intelectuais e estudiosos que defendem ou divulgam opiniões "não-ortodoxas" sobre o Islã, como o caso do conhecido escritor e teólogo Nasr Hamed Abu Zaid. Acusado por expoentes da Universidade de Al-Azhar - o mais famoso centro do islamismo sunita - de difamar o Islã em sua hermenêutica histórica do Alcorão, o teólogo foi condenado em 1995 por "apostasia". Depois disso, Abu Zaid conseguiu fugir do Egito e se mudou para a Holanda, onde lecionou na Universidade de Leiden e de Utrecht.

Uma segunda categoria que enfrenta a escuridão da lei é composta por convertidos do islamismo. Segundo Paul Marshall, do Center for Religious Freedom, do Hudson Institute - um grupo de pensadores "think tank" americanos, fundado em 1961 -, converter-se quase sempre significa ter problemas com a lei e sofrer a acusação de insultar a religião islâmica: quem opta por Cristo abandona o Islã e, de alguma forma, transmite a mensagem de que se trata de uma religião "má" (Compass Direct News, 11 de maio).

Um convertido que sofreu na carne os efeitos do artigo 98 (f) é Ashraf Thabet, de 45 anos, de Port Said. Depois de sua conversão ao cristianismo, produzida após um problema econômico, Thabet, que trabalhava no setor de importação, acabou no centro das atenções da temida State Security Intelligence (SSI). Preso em sua casa, na frente de sua família, em 22 de março de 2010, Thabet passou 132 dias na prisão em isolamento, mas nunca foi levado a julgamento.

Infelizmente, a aplicação da lei é "one-way". As autoridades se mantêm em silêncio quando se difama religiões minoritárias. Como observa Marshall, especialmente quando se trata de seguidores de religiões "não reveladas", como os baha'is e zoroastristas, não param os insultos. Outra minoria denegrida livremente é a judia. "Na prática - diz o pesquisador do Instituto Hudson -, você pode insultar os judeus à vontade, mesmo nos meios de comunicação estatais."

Para Sharaf, o caminho parece ser longo e difícil. Analistas afirmam que o maior obstáculo, talvez insuperável, no caminho da normalização das relações entre as religiões, é o controverso artigo 2 da Constituição egípcia, que declara que a lei islâmica - xaria - é a principal fonte de todas as leis. Na verdade, no referendo de 19 de março passado, venceu a proposta de uma reforma constitucional "light", deixando intactos o artigo 2 e a lei sobre a difamação.
 
Isto significa que a revolução egípcia foi contra Mubarak, mas tudo leva a crer que não se mudará muita coisa, e em termos de liberdade religiosa a discriminação continuará.
 
Quem disse que o movimento dos "jovens" era democrático? Estão enganados, sendo mais provável o recrudecimento do fundamentalismo religioso e a perseguição, como está sendo a extinção dos cristãos no Iraque, por causa da invasão norteamericana.
 
Tanto no Iraque quanto no Egito, os cristãos vivem lá há mais tempo que o islã.

Uma camareira e uma doméstica derrubam Dominique Strauss e Arnold Schwarzenegger


O homem luta com a sua razão contra as investidas dos instintos, e no caso deste artigo, contra o crisopígeo, o fauno, o instinto sexual.

É impressionante observar  pessoas ilustres, de repente, desmascaradas por deslises absolutamente ridículos.

Arnold Schwarzenegger passou alguns anos papando a empregada doméstica de sua casa, entre a saída e a entrada da esposa, durante o período em que já era político e exercia o mandato de governador.

Separou-se agora, que termina seu mandato, e numa atitude de coragem admite a sua paternidade e assume a filha. Separou-se da esposa, mas teve a dignidade de , embora tarde, assumir o que fez.

Pior foi o ataque do Sr. Dominique Strauss à camareira de um Hotel, revelando que a mulher foi obrigada a fazer coisas que não queria.
Dilma quando chamou o Sr. Palocci, já havia sido alertada por este blog que teria problemas pela frente, pois trazer o Sr. Palocci era trazer para o governo uma bomba relógio. E esta história tinha também rolos do tipo Berlusconi, de encontros de políticos com mulheres.

Estamos vivendo uma época de grande deterioração de valores. Tudo é permitido, cometer um deslize, dar uma escapadinha, enganar o seu parceiro ou parceira, está se tornando natural. É a chamada permissividade

Situações como estas estão sendo ofertadas a cada um de nós no dia-a-dia da vida. Exigem abertura e maturidade, reconhecimento dos erros e correção.

Ninguém escapa destas investidas, que podem comprometer a sua própria vida.

Vimos o caso Neymar também dentro desta perspectiva. Falamos de uso do poder do cargo, ou econômico para subjugar outras pessoas, e neste caso, mulheres, de condição social inferior.

É um subproduto da exploração sócio-econômica dos mais pobres. Porque não foram cantar a rainha da Inglaterra?

Porque ocorrem estes escândalos? Ocorrem porque a família perdeu grande parte de seus valores.

Desde o final da segunda guerra a família vem perdendo a batalha em defesa dos valores básicos do ser humano, isto é, não prejudicar outros por atitudes ou ações nossas.

Não quero ser piegas, mas apenas mostrar que princípios elementares de convivência, tipo respeito e valorização do próximo estão sendo desconsiderados.

Deixo dois artigos para vocês referentes a estes casos

Após separação, jornal publica que ator teve um caso há mais de dez anos


Arnold Schwarzenegger é fotografado com a filha Christina, nessa segunda-feira (16), em Los Angeles


Arnold Schwarzenegger admitiu ter uma filha fora do casamento. A mãe da criança seria uma funcionária de longa data que trabalhou na casa do ator por mais de 20 anos, mas que se aposentou em janeiro.


Segundo o tabloide britânico "Daily Mail", o caso aconteceu há mais de dez anos mas o ator só revelou que tinha um filho fora do casamento para sua ex-mulher, Maria Shriver, no início deste ano, quando o casal anunciou a separação.

Em um comunicado enviado ao jornal "LA Times", Schwarzenegger, que possui quatro filhos com a ex-mulher, afirmou que "depois de deixar o cargo de governador da Califórnia, contei para minha mulher sobre esse fato, que aconteceu há uma década", escreveu.

"Entendo e mereço o sentimento de raiva e desapontamento de minha família e amigos. Não tem desculpas e eu assumo toda a responsabilidade pelo mal que causei. Eu pedi desculpas a Maria, aos meus filhos e família. Estou realmente arrependido", continuou.(IG)




Diretor do FMI é indiciado por tentar estuprar camareira



New York (EUA) - O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, possível candidato à presidência francesa, foi indiciado por agressão sexual e tentativa de estupro contra uma camareira poucas horas depois de ser detido em um aeroporto de Nova York.

Strauss-Kahn, 62 anos, "foi indiciado por agressão sexual, cárcere privado e tentativa de estupro de uma mulher de 32 anos em um quarto de hotel em Nova York", anunciou neste domingo Ryan Sesa, porta-voz da polícia do Harlem (norte de Manhattan).

A suposta vítima já fez a identificação formal de Strauss-Kahn na delegacia, informou um oficial da polícia de Nova York.

O advogado de Strauss-Khan em Washington, William Taylor, afirmou que o cliente vai se declarar inocente. "Está bem, e vamos com ele ao tribunal mais tarde" neste domingo.

A funcionária do hotel Sofitel de Nova York afirma que Strauss-Kahn saiu nu do banheiro quando ela trabalhava e a agrediu. Segundo seu relato, publicado pela imprensa americana, a mulher entrou no quarto do diretor do FMI por acreditar que estava desocupado. autor. Eduardo Carvalho





La commune de París 1871 - 140 anos de memória





140 anos da primeira experiência de revolução socialista no mundo, a Comuna de Paris, derrotada pelo exército prussiano, em ajuda à burguesia francesa que perdera Paris para os comunards.



Foi a primeira vez que os pobres, os deserdados, os esquecidos, os explorados assaltaram o poder e o tomaram. Nossas homenagens aos pequenos que pensaram grande

Hesíodo - Trabalhos e Dias


Poeta do Séc VII aC, que junto com Homero foram poetas que semearam a terra por onde nasceu a Filosofia grega.

Ótimo é aquele que de si mesmo conhece todas as coisas; Bom, o que escuta os conselhor dos homens judiciosos. Mas o que por si não pensa, nem acolhe a sabedoria alheia, Esse é, em verdade, um homem inteiramente inútil.



Justiça brasileira age de acordo com os interesses estrangeiros

Condenar os dois pilotos do jato Legacy a prestar serviços humanitários em instituições dos EUA é um afronte às dezenas de famílias que perderam seus 154 parentes no vôo 1907 da Gol, em 2006.

A justiça do Mato Grosso praticamente absolveu os dois.

Estes pilotos foram liberados para sair do Brasil para o seu país, e de lá participaram do julgamento. De antemão sabia-se que nada aconteceria com eles.

Quando conseguiram chegar nos EUA, eles foram recebidos com tapetes vermelhos na descida do seu avião, como se não tivessem feito nada, e escapado de um lugar perigoso.

Enquanto isto, Ricardo Costa, um brasileiro, está preso há dois anos nos EUA, sem prova de crime cometido. Já mostramos em dois artigos a situação deste nosso compatriota, que tem fiança estipulada em 75 milhões de dólares, acreditam?

Já o caso Battisti, o STF faz exatamente o que o atual fascista Berlusconi deseja, isto é criar uma situação de debate público sobre o acusado, para esconder sua relação com prostituição de menores.

Lá a delação premiada foi usada para condenar o italiano, onde um se protege culpando o outro. E chamam a isto de justiça.

Desconsiderou o ex-Ministro da Justiça, e atual Governador do RGS, desconsiderou o parecer do Ex-Presidente Lula, mas atendeu à Mídia e ao fascismo italiano

A justiça continua valendo somente para os chamados 3Ps, numa profunda discriminação de classe.

Orquestra Sinfônica Brasileira em processo de Globalização

O internacional maestro Roberto Minczuk está conseguindo seu intento de demitir por justa causa 33 músicos da Orquestra Sinfônica "Brasileira".

Já estão abertas as inscrições para as vagas, tendo 250 candidatos estrangeiros.
 
No início do ano decidiram fazer cortes porque possivelmente havia um problema de verbas, na instituição.

A saída "honrosa" foi estabelecer uma avaliação de desepenho para definir os cortados.

Como o assunto veio a público, e o instrumento de avaliação identificado como sendo para demissão, recebeu pronta rejeição dos músicos.

O maestro agiu sem ética, ao usar um instrumento de avaliação do trabalho, voltado para a valorização dos profissionais, e medir a produtividade individual.

Nunca deve ser usado uma única vez, e com o objetivo de demitir.

A Fundação da OSB ao agir desta forma, junto com o maestro Roberto Minczuk, gerou um grande mal estar, provocando a recusa de vários músicos em participar do matadouro de avaliação.

A situação evoluiu ao ponto de se chegar a um impasse: ou fica o maestro Roberto Minczuk ou ficam os 33 músicos.

A Fundação mantendo seu objetivo inicial, decidiu segurar o maestro e demitir os músicos.

Agora a OSB fará apresentações nos EUA e Europa, ao mesmo tempo em que seleciona candidatos.

Propomos um boicote à OSB, pois música erudita não usa partitura nazista.

Já a batuta, bem, ela está sendo usada menos para reger, e mais para bater, infelizmente.

PORQUÊS

Porque esvoaçam os brilhos que descansam no olhos? Os ninhos que se ocultam na boca, chocam verdades? Não eclodem? As sombras disfarçadas pe...