segunda-feira, 13 de junho de 2011

A desislamização da revolução dos jovens no Oriente médio

Muito interessante o estudo apresentado sobre as características das revoluções dos jovens no Oriente Médio, que pegou de surpresa tanto o islamismo fundamentalista, como o ocidente discriminador do islamismo.

Leia a matéria do Zenit


Jovens afastados do nacionalismo islâmico


 “O caos árabe: pesquisas e dissensão no Oriente Médio”


 13 de junho de 2011 (ZENIT.org) - Já não existe a lógica do dualismo da Guerra Fria, não existem os velhos esquemas pró ou contra o Ocidente, não há um movimento estruturado, mas uma geração de jovens conectados à internet após a “primavera árabe”, em que o lema “nós ou o caos” já não funciona, mas cujo resultado não se dá por descontado.


Estes foram alguns dos pontos tratados no último dia 10 de junho, durante a apresentação do livro “O caos árabe: pesquisas e dissensão no Oriente Médio”, escrito por Riccardo Cristiano, que contém uma coleção de artigos de jornalistas árabes publicados antes de que explodissem os protestos no norte da África e no Oriente Médio.


“O motivo que me levou a traduzir estes artigos – disse o autor – foi o de dar a possibilidade de transladar as observações dos países. As coisas mudaram. Esta visão mudou porque terminou a Guerra Fria”, ainda que o problema seja diferente e, ao contrário de Solidarność, “agora não falamos de uma organização, mas de um movimento de jovens”.


Atualmente já não existe “o esquema do 'bem contra o mal' – continuou -, não se pode continuar dizendo que se defendem os direitos dos palestinos negando os direitos dos árabes. Agora já não vale ser pró ou antiocidental para poder negar os direitos humanos, porque, antes de tudo, os jovens de hoje reivindicam seus próprios direitos”.


Riccardo Cristiano destacou depois que “é necessário evitar o erro de indicar uma discriminação só contra os cristãos, porque isso islamiza o problema”. De fato, “não se discrimina só os cristãos, mas todas as minorias”.


Ao tomar a palavra, Mario Giro, responsável para as relações internacionais de Sant'Egidio, presente no evento, afirmou que algo se rompeu e algo está nascendo: “Os jovens já não têm medo, querem seu futuro. Não é um complô político violento e por isso não se ouviram slogans contra os Estados Unidos, o Ocidente ou Israel”.


É uma situação em equilíbrio que o autor chama de “caos” e que reflete um mundo fossilizado, além de nos ensinar que tudo isso aconteceu “sem que nós, os europeus, tenhamos feito nada”. Porque “o Ocidente racionalizou com o medo dos soviéticos, depois dos islâmicos”.


O vaticanista Francesco Peloso também interveio na apresentação do livro, falando, no entanto, de uma tomada de posição prudente por parte da Santa Sé diante da guerra da Líbia e a primavera árabe, e se perguntou se houve uma falta de análise e de compreensão da complexidade dos fatos.


Em sua opinião, este livro “desislamiza um pouco a nossa visão. Ultimamente, algo está mudando, graças à visão de alguns episcopados locais, que dizem 'basta' aos regimes e governantes corruptos no poder. É um processo que ainda está em curso”, concluiu.

Clube da Esquina II - Flávio Venturini



Para contemplar a alma brasileira tão internacionalizada, esquecida de si, e ao mesmo tempo tão internacional, e cheia de si.
Para contemplar a alma internacional tão abrasileirada, esquecida de si, e ao mesmo tempo tão brasileira, e cheia de si

O que o sacrifício de Isaac tem a ver com nossas vidas nos dias atuais?




A passagem inicia-se no capítulo 22 de Gênesis. A descrição inicial segue o seguinte relato: Depois desses acontecimentos, sucedeu que Deus pôs Abraão à prova e lhe disse: “Abraão!”. Ele respondeu: “Eis-me aqui!”. Deus disse: “Toma teu filho, teu único, que amas, Isaac, e vai à terra de Moriá, e lá o oferecerás em holocausto sobre uma montanha que eu te indicarei”.


O sacrifício de Isaac vai, aparentemente, em direção contrária a todas as promessas feitas por Deus a Abraão.

Deus prometera uma terra, Canaã; prometera também fazer uma grande nação, à partir dele, Abraão.

Agora tudo isto parece ir por terra, e os sonhos de uma grande posteridade desaparecer. Afinal Isaac, é o seu filho legítimo, com Sara, nascido quando promessa, e não arrumando uma posteridade, como com  Ismael, filho de Abraão e a escrava Agar.

Isaac é o filho da promessa de Deus, maior do que a própria crença de Abraão e Sara, que buscaram “ajudar” a promessa com Agar, a escrava. Melhor seria dizer que não acreditaram que a promessa se cumpriria, ou também quiseram não deixar a promessa de Deus ficar sem resposta(?).

Abraão e Sara não haviam resistido mais de 10 anos de promessa feita por Deus, e decidiram realizar a promessa “ao seu jeito”, numa evidente manipulação dos desígnios divinos.

Abraão foi posto à prova por Deus. Devemos considerar o caminho de fé que temos, nem sempre tranqüilo, mas também sujeito a grandes obstáculos, que parecem comprometer todo o nosso projeto de vida.

É nestas ocasiões que teremos a oportunidade de mostrarmos até onde somos fiéis, e seguirmos caminhos difíceis, mantendo a esperança.

Sem reclamação ou murmúrio, logo pela manhã ele partiu a lenha do holocausto, selou o jumento e tomou consigo dois servos e seu filho Isaac. Prontidão na obediência diante do pedido de Deus, foi a maneira como Abraão respondeu.

Abraão tem diante de si a montanha. Sem esmorecer pede que os servos aguardem dizendo: “Eu e o menino iremos até lá, adoraremos e voltaremos a vós”

Abraão sabe que é de Isaac que lhe virá a descendência maior que a quantidade das estrelas do céu. Sabe que Deus lhe fez esta promessa. Então mesmo que ele faça o sacrifício, ele sabe que Deus tem o poder de preservar a Isaac.

Diante da pergunta do filho que vê o lenho e o fogo, mas não vê o cordeiro, Abraão responde cheio de fé: “É Deus quem proverá o cordeiro para o holocausto, meu filho”.

A fé de Abraão não mente. Ele tem um pensamento de que Deus lhe virá em socorro. Isto, no entanto, não lhe faz alterar o cortejo do sacrifício.

Ao chegar ao local, Abraão faz o cerimonial todo: constrói um altar, dispõe a lenha, amarra o filho Isaac, e o coloca sobre o altar em cima da lenha.

Tudo leva a crer que Abraão iria até o final do sacrifício, pois não teve sequer uma dúvida na ação.

Foi interrompido, entretanto, por um anjo de Deus, que o impede, reconhecendo sua fidelidade, que não recusara o seu único filho.

A passagem do sacrifício de Isaac nos traz uma reflexão sobre os caminhos da nossa fé no tempo de nossas vidas.

A fé é provada. Não há fé sem provas. Ela está em constante desenvolvimento e surgem circunstâncias que exigem de nós posicionamentos, que vão, aparentemente, na direção contrária do que sempre fizemos.

Surgem situações que confrontarão nossas próprias concepções de Deus, porque seu mistério insondável comporta caminhos nem sempre esperados e desejados.

Deus nos conhece até o mais fundo do nosso ser, mas deseja que nós nos conheçamos também.

Fé, que a epístola aos Hebreus dirá (Hb11,8-12) que Abraão foi servo obediente, que acreditou sem assistir as realizações de todas as promessas.

Também hoje Deus nos convida a sairmos de onde eswtamos, para alcançarmos um objetivo maior em nossas vidas.

Também hoje Ele nos desestabiliza do seio de nossos pais, para uma aventura, que por vezes é errante, mas que aos olhos da fé, desembocará naquele fim predito.

Também hoje esperaremos, e tentaremos dar uma solução caseira, ajustando Deus à nossa conveniência. Nos recuperaremos de nossas fraquezas e voltaremos ao caminho certo.

Atingiremos algumas destas promessas, outras, deixaremos para usufruto de nossa posteridade.

Este é o caminho da fé em Deus, perseverante, vencendo as nossas vacilações, e continuando.

(Trabalho que acabo de digitar para a matéria Pentatêuco)

Extremistas paquistaneses querem proibir a Bíblia

Mulheres crstãs são sequestradas, violadas, e obrigadas a se converterem e se casarem contra a sua vontade.

O assassinato de Bin Laden, a queima do Corão pelo pastor Teery Jones e a presença militar do Império evangélico, a Nova Babilônia, são a causa do acirramento de conflitos e aumento da perseguição aos cristãos no Paquistão.

Continuam os ataques contra os cristãos, especialmente no Punjab

Por Paul de Maeyer
 12 de junho de 2011 (ZENIT.org) - Abdul Rauf Faruqi, chefe do partido islamista radical JUI-S (Jamiat-Ulema-e-Islam, Sami-ul-Haq Group, uma cisão do JUI original), anunciou a apresentação de um recurso ao Tribunal Supremo do Paquistão pedindo a proibição da bíblia no país. A novidade foi divulgada em entrevista coletiva na mesquita Mazhid-e-Khizra, em Lahore, capital da tensa província do Punjab, em 31 de maio, conforme informações do diário paquistanês The News.


Para o líder do grupo fundamentalista, que é próximo dos movimentos jihadistas entre os quais se inclui o talibã, o livro sagrado do cristianismo deve ser considerado “blasfemo”, porque é contaminado de passagens ou “acréscimos” altamente ofensivos para os muçulmanos. Segundo Faruqi, os “acréscimos” em questão atribuem comportamentos imorais a vários profetas considerados santos pelo islã e constituem uma “corrupção” da versão original da bíblia.


O clérigo radical afirma que seus colegas ulemás (doutores muçulmanos) querem vingar a profanação do alcorão pelo pastor protestante norte-americano Terry Jones, mas sem queimar a bíblia. Depois de um breve “processo” e com ajuda de outro pastor, Jones queimou publicamente na Flórida, em 20 de março, um exemplar do alcorão, provocando uma onda de violentos protestos anticristãos no Paquistão.


“Mas sabemos o que diz a bíblia sobre os profetas do Antigo Testamento?”, indaga Faruqi, segundo o Pakistan Christian Post (3 de junho). “O que devemos fazer se os relatos da bíblia são levados ao tribunal e considerados blasfemos? Devemos queimar a bíblia e matar todos os cristãos que a leram?”.


The News pediu a opinião do mufti Mohammad Khan Qadri, chefe da organização Tahafuz Namus-e-Risalat Mahaz (TNRM, cabeça da aliança de vários grupos religiosos). Segundo o expoente muçulmano, não há dúvidas de que a bíblia sofreu muitos cortes, mas um enfrentamento aberto com o cristianismo não está nos interesses do islã, especialmente neste momento crucial.


As declarações do líder radical agitaram a comunidade cristã do país. Em entrevista à organização católica Ajuda à Igreja Necessitada (ACS), o bispo de Lahore, Dom Sebastian Shaw, falou das preocupações dos fiéis, ainda afetados pelos violentos protestos contra a queima do alcorão por Terry Jones. “As pessoas ficaram muito afetadas. Nós, cristãos, estamos no Paquistão e temos o direito de ter a nossa bíblia. É um texto divino muito antigo”.


Dom Shaw pediu calma aos fiéis para não caírem na provocação dos extremistas. “Oração e paciência. Nós temos a resposta, e a controvérsia se aplacará”, disse à comunidade.


Para o presidente da Comissão Justiça e Paz de Karachi, padre Saleh Diego, “a nossa resposta é afirmar a urgência do diálogo e do respeito a todos os símbolos religiosos e aos livros religiosos de todas as religiões”. “É um movimento que poderia alimentar o ódio religioso contra os cristãos. É uma ameaça à convivência pacífica, um ataque ao coração da nossa fé”, declarou à agência Fides (3 de junho), não escondendo certos temores. “Esses grupos radicais querem nos eliminar totalmente”.


Um novo informe, que confirma esta preocupação, foi publicado pelo Jinnah Institute, presidido por Sherry Rehman, a deputada muçulmana do Paquistan People's Party (PPP, no poder), considerada “digna de ser assassinada” pelo imã de uma das maiores mesquitas de Karachi por ter proposto, depois do caso de Asia Bibi, uma reforma da lei contra a blasfêmia. O estudo, A Question of Faith (Uma questão de fé), se baseia em entrevistas com mais de cem expoentes da sociedade civil, das organizações não governamentais e das minorias, e sugere que os cristãos já são “as primeiras vítimas das perseguições” e da “crescente violência” no país (Fides, 6 de junho).


O estudo apresenta ao governo um pacote de 23 recomendações, entre as quais a revisão ou mesmo a abolição da lei da blasfêmia, e a criação de um defensor cívico das minorias. “A condição dos cristãos piorou notavelmente” no Paquistão, afirma o estudo: eles se sentem “cidadãos de segunda classe” e “são discriminados em todos os setores da vida pública”.


O documento foi recebido com satisfação pela comunidade cristã. “Estamos totalmente de acordo e felizes de que um instituto desse nível e prestígio, expressão da intelectualidade muçulmana do país, aborde esses temas e fale da perseguição contra os cristãos”, afirmou a Fides o diretor das Obras Pontifícias Missionárias no Paquistão, padre Mario Rodrigues. “Não acho que o governo queira encarar seriamente o status das minorias religiosas”, continuou o sacerdote, “mas este informe pode fazê-lo se mexer de alguma forma, algo novo na opinião pública e na sociedade civil do Paquistão”.


Os ataques contra alvos cristãos e as agressões contra membros da minoria se tornaram rotina no país. Segundo o Compass Direct News (1º de junho), muçulmanos armados atacaram em 29 de maio, no povoado de Lakhoki Kahna, arredores de Lahore, a Numseoul Presbyterian Church, insultando os fiéis, destruindo um altar de vidro e profanando vários exemplares da bíblia e uma cruz.


Uma categoria concreta de cristãos acabou no ponto de mira dos muçulmanos: as mulheres. São muitíssimas as meninas cristãs pertencentes à comunidade cristã raptadas, violadas e obrigadas a se converter ao Islã e se casar com um muçulmano. Segundo conta Fides (27 de maio), no dia 24 de maio duas irmãs cristãs – Rebecca e Saima Masih – foram detidas na rua e raptadas no distrito de Jhung, próximo de Faisalabad. Depois de uma “conversão” ao Islã, uma das duas irmãs, Saima, foi entregue como esposa a um rico empresário muçulmano, Muhammad Waseem, o mesmo homem que no passado tinha declarado que queria se casar com as duas irmãs. Outro dramático caso de violência é o das duas enfermeiras do Fatima Memorial Hospital de Lahore, Nusrat Bibi e Muneeran Bibi. As duas foram acusadas injustamente de roubo e depois sequestradas e molestadas por quase 12 horas por um funcionário muçulmano em um quarto do hospital (Fides, 20 de maio).


O recente assassinato no Paquistão do fundador e ideólogo da Al Qaeda, Osama Bin Laden, agravou a situação. Segundo o padre Bonnie Mendes, da seção Ásia da Cáritas Internacional, “o Paquistão está nas mãos dos talebãs. Eles são cada vez mais fortes, inclusive depois da morte de Bin Laden”. “E desfrutam da aprovação de muitos segmentos da população: o cidadão comum está enfadado com o governo, com os EUA e com a OTAN, e isso favorece as ações dos grupos talebãs”.

A moda evangélica se rende ao mundo

Desconsiderar as palavras de Jesus que lembra que não é o que vem de fora que corroi o coração do homem, mas o que sai de dentro da pessoa,  estabelecendo leis morais que vão bem além das palavras dos evangelhos, foi uma norma do mundo evangélico no século XX.

Não há sequer uma citação de Jesus Cristo sobre que tipo de roupa usar, mas pastores e bispos foram estabelecendo regras ou leis internas que "policiavam" os fiéis nos cultos, e ai da mulher que colocasse uma manguinha mais curta ou deixasse o ombro de fora.

Arrisco-me a dizer que isto existe ainda hoje em muitas seitas que se multiplicam por estes rincões brasileiros, os novos donos da verdade, escondidas sob o manto de Cristo.

Atitude própria de quem não é do mundo e nem está no mundo, caracterizando religiões fechadas totalmente para quem não professe de suas fés, mesmo porque são várias, ainda que tenham Cristo como referência.

Numa linguagem popular, é o chamado clube do bolinha, aquele personagem de gibi infantil que construíra uma casa no alto de uma árvore, e convidava apenas os seus amigos para visitá-la.

As primeiras gerações de evangélicos foram mais rígidas quanto a usos e costumes porque mantinham uma convicção que vinculava fé e costumes à normas morais, mas as gerações seguintes, mais livres, foram sentindo as marcas das prisões ao se sujeitarem a estas normas.

Foram catolicizando-se, pois os católicos não consideram estas questões com a mesma rigidez, e usam as roupas que estão na moda .

Hoje, percebe-se cada vez mais, que ter uma fidelidade a Cristo não significa usar uma roupa X ou Y.

Isto está repercutindo na moda evangélica, e as confecções que fornecem roupas para este segmento, estão modernizando estas vestimentas, ou melhor mundanizando as roupas.

Isto é bom, e acaba com o machismo religioso, pois normalmente, estas normas servem mais para as mulheres aque para os homens.

Para encerrar meu comentário quero lembrar que uma característica marcante da Igreja primitiva, nos primeiros séculos do cristianismo, era a chamada inculturação, isto é, anunciar Jesus Cristo, sem modificar a cultura daqueles povos, por onde os discípulos passavam.

Foi esta inculturação que que contribuiu para o nome católico, universal.

Os que se chamam de "evangélicos, ao obrigar seus fiéis a usarem de um certo tipo de roupas, e de obrigá-los a este ou aquele hábito, acabaram retrocedendo do cristianismo para o judaísmo.

Assim mais correto seria dizer que estes, que mantém estes hábitos, são mais judaizantes que evangélicos, num caminho do pré-cristianismo.

Veja matéria que deixo, do IG

Simone Cunha, especial para o iG
13/06/2011 06:57




Exemplo da nova moda evangélica da confecção Kabene Jeans, uma das mais antigas do país


Para algumas mulheres, além do desejo de aceitação, da vaidade e do estilo, a hora de escolher o que tirar do guarda-roupa pela manhã leva em consideração ainda outros aspectos. Como, por exemplo, princípios morais e religiosos. É o caso, entre outros, de algumas mulheres evangélicas.


 Para quem as mulheres se vestem?


De acordo com a secretária-executiva da Alobrás (Associação de Lojistas do Brás) Inês Ferreira, o segmento da moda evangélica que vem se destacando por seu crescimento e renovação. São seis confecções apenas entre as associadas, embora ela ressalte que existem outras na região que não fazem parte da organização.


Inês diz que, antigamente, as consumidoras deste tipo de roupas reclamavam que as roupas eram muito sóbrias, formais e sempre voltadas apenas para um público mais velho – o que ela chama de “roupa de senhora”. Hoje, no entanto, a maioria das lojas tem estilistas próprios para adequar as tendências, mantendo a discrição que a religião exige.


“Tendências como cores, tecidos, texturas e formas podem ser seguidas, independentemente das restrições”, comenta Leca Calvi, professora de personal stylist da Escola de Moda Sigbol Fashion. Saias e vestidos são as peças mais procuradas,assim como blusas com mangas e sem decotes.


De acordo com Benicio Niza Sampaio, gerente da marca Kabene Jeans, há 15 anos nesse mercado, a procura é grande. “Temos uma estilista que acompanha as tendências – aviamento, cores, estampas, modelagem – e adapta ao estilo evangélico tradicional”, diz. Segundo ele, o comprimento da saia e as mangas das blusas são essenciais.


Para a consultora de moda Bia Kawasaki, o segredo é saber valorizar o belo. “Um cabelo bem cuidado, sapatos e acessórios bem coordenados, combinar perfeitamente cores e estampas. A moda é a exteriorização da personalidade”, define. “Muitas destas mulheres são muito mais modernas e sofisticadas que outras que, por não terem noção do ridículo estético, expõem suas imperfeições físicas e seu mau-gosto ao público em geral.


Já a professora da PUC Denise Bernuzzi defende que, ao investir neste estilo, a moda deu um passo importante. “É possível conciliar religiosidade e universo fashion. E quem lucrou com isso foram as mulheres”, avalia.





domingo, 12 de junho de 2011

Alguém se lembrou do povo de rua neste frio?

Pois é, deve estar muito difícil para este povo marginalizado, abandonado, povo que serve para projetos. Esperemos que Dilma avance neste objetivo de erradicação da pobreza extrema, mesmo que seja um sonho quixotesco. Importante é tentar o sonho imposssível. Pois saibam que o povo de rua sabe das propostas de Dilma e está de olho para ver o que irá acontecer. Eles estão com esperança. Nunca ninguém do poder se lembrou deles como este governo da Dilma.
Dilma, sua responsabilidade para com estes pequenos é imensa. Não esmoreça.

Governo Dilma lança campanha Brasil sem Miséria; veja o vídeo - Portal Vermelho

Governo Dilma lança campanha Brasil sem Miséria; veja o vídeo - Portal Vermelho

PORQUÊS

Porque esvoaçam os brilhos que descansam no olhos? Os ninhos que se ocultam na boca, chocam verdades? Não eclodem? As sombras disfarçadas pe...