Não sei o que é terminar...
Talvez nunca saiba,
nunca termine...
percorrer constante,
plenitude inconstante.
Meio sorriso,
meio choro,
meias conquistas,
meios fracassos,
objetivos sempre intermediários...
um horizonte à perder de vista.
Sou uma tênue linha
que se basta em caminhar,
com ansiedade
permanentemente
suspensa.
durmo desperto
acordo sonolento,
assédios opostos,
conflitos compostos...
mal faço o bem,
bem faço o mal,
nada completo,
nada encerrado.
Quem sabe um beijo
retido nos sonhos,
quem sabe um abraço
esquecido na frieza,
tragam um fim imediato,
e possa dizer enfim de algo:
Terminei !
Sinto-me realizado.
O hoje...sim o hoje
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