segunda-feira, 13 de setembro de 2010
O DILEMA DA CLASSE MÉDIA PAULISTA
Andando por Sampa, percebo que quase nenhum carro tem adesivo do seu candidato para Presidente da República, ou para Governador do Estado.
E fico a pensar, mas porquê não estão colocando adesivos nos carros? Antigamente todos andavam garbosos, e cheios de vaidade por ter seu candidato, mas agora não. Porquê? Há uma decepção aí.
E não é sómente neste aspecto, mas há um silêncio estranho acompanhando a tradicional classe média paulistana, que mostra uma frustração com o resultado das pesquisas, estranhando o crescimento de Dilma. pPor isso, praticamente não discute as eleições. É como se não houvesse eleições, estão com vergonha.
Concluo que a classe média está com uma grande dúvida na mente. Ela não tem mais certeza em votar e Serra, e começa a se estrememecer com Geraldo Alkmin.
É porque o fenômeno Lula vem rompendo a influência que estes setores exerciam sobre as camadas mais pobres da população, e que se interagiam com ela, influenciando por extensão toda a periferia. Mas a sociedade paulistana é agora independente.
Posso estar errado, mas está surgindo um voto classista em São Paulo.
Ele já foi notado nas eleições presidenciais de Lula, num passado recente, e agora, ainda que sob influência da figura carismática de Lula, mais do que uma consciência política, este voto identifica um candidato como dos ricos, e outra como dos pobres, ou do povo.
Na atual eleição, em São Paulo, há um certo enjôo pela administração tucana, sempre com o mesmo discurso, enquanto se assiste uma realidade nova que não está sendo atendida. É aquele mal estar anterior ao vômito, por ter comido sempre da mesma coisa. Ficou sem sabor
O metrô, por exemplo, não dá para se falar em novos trens, ou na ampliação da rede, enquanto todos os passageiros se apertam diariamente nos trens apertados e sabem muito bem que o metrô, em algumas linhas está superado, não atende mais a demanda, e precisa ser modificado.
Não é mais uma questão de ampliação mas de reformulação.
Este discurso não entra no coração dos passageiros. E o Serra fazendo campanha andando de metrô, não combina com a realidade
Já o aspecto hipocondríaco, como lembrou Plínio, de só falar na saúde do país, uma coisa é o discurso, outro é o que a população vê e sofre diariamente, tentando ser atendida, marcar consulta, e ser tratada na rede hospitalar de São Paulo, que também está esgotadíssima.
O discurso de reformular a saúde no país pára na realidade paulistana.
Denunciam as estradas do país, mas todos sabem quanto custa viajar nas estradas paulistanas.
Dizem que a educação no país está ruim, mas as escolas, a situação dos professores do estado, enfim a realidade é outra daquela do discurso, pondo por terra, por si só, a propaganda eleitoral.
Não sensibiliza nem em São Paulo, quanto mais no Brasil.
A classe média paulista percebe que o Brasil pensa diferente dela, que São Paulo não acompanha o restante do país.
Por fim, para seu espanto nota que até em seu terreiro está perdendo para a Dilma.
Aí o bicho pegou. Esta semi-elite, ou sub-ricos emplumados entrou em parafuso, e está com duas dúvidas:
1) Votar em alguém que está perdendo e está desesperado? As denúncias não mudaram as intenções de voto da população, que vê isto como um jogo eleitoral de quem está perdendo, fazendo até um efeito boomerang contrário, de reforço de opinião de voto.
2) Votar em alguém que já conheço e tem o mesmo discurso, que não inovou, manteve-se fechado em seu gabinete? É "puro sangue", é verdade, mas não sensibiliza, e tem um aspecto antigo de gestão. Vê que São Paulo não usufruiu do desenvolvimento como nos outros estados, e sente um certo prejuízo nisto, um mea culpa.
Por isso a classe média está silenciosa, sem convicção. Quer o Serra, mas não tem prazer em apoiá-lo mais. Não quer Dilma, mas já a vê como vitoriosa.
Este dilema vai cair até o dia 3 e outubro, porque as pesquisas mostrarão um crescimento do voto classista em São Paulo, e inversamente assistirá também um segundo turno que porá em cheque 18 anos de gestão unilateral tucânica
DEBATE:MARINA SE ALIA A SERRA
No debate promovido esta noite pela Rede TV foi interessante notar que a candidata Marina acaba de sepultar as últimas heranças que possuía com o Governo Lula, e somou-se a Serra no mesmo discurso desesperado, esquecendo-se de suas preocupações ecológicas.
Ela quer um segundo turno, do qual ela não tem a mínima chance de chegar. Então, defende um segundo turno com Serra.
Marina, ao visitar a represa de guarapiranga durante esta campanha, foi perguntada pelos repórteres sobre o que ela faria para preservar a represa da invasão populacional em suas márgens, pois via-se o esgoto escorrendo para a represa.
Como tinham moradores do local ouvindo a entrevista, ela foi evasiva, afirmando ser necessário dar uma solução, mas respeitando o direito da população ribeirinha, isto é, não falou nada.
Fez exatamente o que os tucanos tem feito nestes18 anos, nada pelo represa, Por aí se vê que a bonitinha afirma a defesa do ecossistema quando é em análise geral, mas é só aparecer um problema concreto e, o discurso é outro.
Enganou bem por um tempo, mas agora, mostrou a verdadeira face, de tornar a questão ambiental uma perfumaria para chegar a outros resultados. Está deixando despertar a besta fera golpista, animal de difícil extinção
O Serra está atirando para todo lado, mas como o estilo tem um quê social e pedante, o povão logo vê que é uma jogada, nem precisa a Dilma ficar brava.
Resta dizer que a candidata Dilma se saiu muito bem, com equilíbrio e tranquilidade.
Minha sensibilidade é de que, à partir de agora a Diferença de Dilma aumentará, pois o povo não quer mais ver baixaria na TV, e atrasar a sua novela, porque para ver porcaria, vai ver a novela, que é mais realista.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
ERRADICAR A POBREZA
Esta é uma das propostas e Dilma. Diria que provavelmente, é a proposta mais ousada da candidata, E DAS CANDIDATURAS. Não ouvi, nem vi os outros candidatos colocarem uma proposta semelhante.
O Serra está muito preocupado com o sigilo fiscal de sua filha, que foi violado, e imagino não pensou em algo semelhante.
Marina tem preocupações mais ecológicas, e Plínio está em Liliput.
Mas se somos verdadeiramente desejosos em transformar o nosso querido Brasil, há de se começar pela erradicação da pobreza.
Que grande desafio está colocado para Dilma. E ela não fugiu da questão, mas apresenta uma proposta de solução. Vejamos primeiro o quadro de pobreza no país, que é interessante:
Segundo o Ipea, a diminuição da pobreza no Brasil é desigual
RIO DE JANEIRO - Embora os índices de pobreza no Brasil tenham experimentado queda mais acelerada nos últimos anos, a melhoria das condições econômicas da população desde o Plano Real não teve uma distribuição uniforme entre as regiões do País. É o que indica o trabalho "Dimensão, evolução e projeção da pobreza por região e por Estado no Brasil", do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado.
A taxa de pobreza absoluta caiu 33,6% entre 1995 e 2008 em todo o País
Mas redução foi de apenas 12,7% na região Centro-Oeste.
A taxa de pobreza extrema, cuja média nacional caiu 49,8% no período
Mas foi reduzida em apenas 22,8% na Região Norte.
Já a Região Sul teve queda de 47,1% da pobreza absoluta e 59,6% da extrema.
Segundo o Ipea, os dados mostram que a redução da pobreza não tem uma relação direta apenas com o crescimento econômico.
ex:
A região Centro-Oeste, que teve a menor queda na proporção de brasileiros com renda per capita abaixo de meio salário mínimo (pobreza absoluta), registrou no período estudado a melhor média do País de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) por habitante: média de crescimento anual de 5,3%.
Por outro lado, o Sul reduziu a pobreza em maior proporção, mesmo tendo registrado o menor ritmo de crescimento do PIB por habitante entre as regiões: 2,3% anuais. O órgão sugere a combinação entre crescimento e políticas públicas voltadas para o combate à pobreza.
Projeção
O Paraná pode ser o primeiro a erradicar a pobreza
De acordo com as projeções do Ipea com base no ritmo da redução da pobreza no governo Lula (2003-2008), o Paraná poderá se tornar o primeiro Estado brasileiro a erradicar a pobreza absoluta já em 2013.
A mesma condição já poderia ser alcançada no ano seguinte por São Paulo.
Em 2015, a pobreza estaria eliminada no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Distrito Federal.
Onde encontraremos dificuldade na erradicação da pobreza
Já entre os Estados em que o desafio é maior para que a média nacional da taxa de pobreza absoluta fique em 4% da população em 2016, como projeta o estudo, estão Alagoas, Maranhão, Pernambuco, Paraíba e Piauí. Nesses Estados, a taxa de pobreza absoluta ainda estava acima de 50% da população em 2008.
Pobreza extrema só em 2016
Já a pobreza extrema, que caracteriza a miséria de famílias com rendimento per capita abaixo de um quarto de salário mínimo, será eliminada em todo o País até 2016, segundo o Ipea. O estudo prevê que os estados de Santa Catarina e Paraná superarão essa condição já em 2012.
No ano seguinte, atingiriam o mesmo objetivo Goiás, Espírito Santo e Minas Gerais. Em 2014, a miséria seria eliminada em Estados como São Paulo e Mato Grosso. "Mas para que essa projeção se torne realidade, os Estados terão de apresentar ritmos diferenciados de redução da miséria, uma vez que registram enorme assimetrias de taxas atuais de pobrezas extremas, como se pode observar entre Alagoas (32,3%) e Santa Catarina (2,8%)", diz um trecho do estudo.
Como se vê não é uma questão somente eleitoral, mas de um grande processo de luta e de esforços concentrados em vários setores da economia, combinando ações que reverterão nesta grande conquista.
Entretanto, não podemos deixar que as trevas retornem e apaguem este sonho. Por isto estas eleições tem grande importância a vitória de Dilma
VAMOS SONHAR E VAMOS BUSCAR ATINGIR ESTA VITÓRIA DE TODO UM POVO
UM POVO QUE ESTUDA, TRABALHA, MORA, SE ALIMENTA, AMA
UM POVO BRASILEIRO
Enquete sobre o sigilo na Receita
A band News está aplicando uma enquete no site http://www.bandnews.com.br/, para saber se houve motivação política na quebra de sigilo dos dados cadastrados na Receita Federal. Sabem qual´foi a resposta do internauta até 19:20 hs de 10.09.2010?
70 % acham que não há motivação política
30 % acham que há motivação política.
Podemos concluir algo com tudo isto:
Grande parte do público está fazendo uma leitura isenta destes acontecimentos, sabendo diferenciar difamação do fato.
Uma parcela considera haver motivação política.
Os que acham não haver motivação política devem ter um opinião contrária sobre a forma como estão procurando impor uma conotação política para o caso, pois mantem suas opiniões firmes, apesar da mídia.
Os que acham haver motivação política, esqueceram-se de pensar em propostas de governo e mergulharam no denuncismo
Marina está chateada por não ter uma partezinha nesta refrega, pois não decola, nem sai da escola, e fala igualzinho a Serra, usando o mesmo denuncismo. É o plano B, ou plano verde, que nunca amadurece.
Dilma, agora ganha uma neta, e distensiona num momento de tensão. Será que o Serra telefonou para a candidata dando-lhe os parabéns, ou a quebra do sigilo, quebrou-lhe também os bons costumes?
70 % acham que não há motivação política
30 % acham que há motivação política.
Podemos concluir algo com tudo isto:
Grande parte do público está fazendo uma leitura isenta destes acontecimentos, sabendo diferenciar difamação do fato.
Uma parcela considera haver motivação política.
Os que acham não haver motivação política devem ter um opinião contrária sobre a forma como estão procurando impor uma conotação política para o caso, pois mantem suas opiniões firmes, apesar da mídia.
Os que acham haver motivação política, esqueceram-se de pensar em propostas de governo e mergulharam no denuncismo
Marina está chateada por não ter uma partezinha nesta refrega, pois não decola, nem sai da escola, e fala igualzinho a Serra, usando o mesmo denuncismo. É o plano B, ou plano verde, que nunca amadurece.
Dilma, agora ganha uma neta, e distensiona num momento de tensão. Será que o Serra telefonou para a candidata dando-lhe os parabéns, ou a quebra do sigilo, quebrou-lhe também os bons costumes?
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
SEM O FANATISMO RELIGIOSO
FINALMENTE, EM MEIO A TANTAS PESSOAS USANDO DA IGREJA PARA DENEGRIR A CANDIDATA DILMA, UMA PEQUENA VOZ SERENA, ABERTA E SIMPLES, SEM PRECONCEITO E CHEIA DE VERDADE. É A VOZ DE DOM ODILO, QUE DESARMA OS FANÁTICOS, QUE USAM DA RELIGIÃO PARA DESTILAR SEU ÓDIO E RANCOR.
Votar bem é contribuir para que o Brasil vá bem, diz cardeal
D. Odilo Scherer: escolher cidadãos dignos, probos e capazes
SÃO PAULO, quinta-feira, 9 de setembro de 2010 (ZENIT.org) – “As próximas eleições são uma ocasião para a participação consciente de todos nas decisões sobre os rumos do Brasil nos próximos anos. Votar bem é contribuir com a própria parte para que o Brasil vá bem”, afirma o arcebispo de São Paulo.
O cardeal Odilo Scherer – em artigo na edição desta semana do jornal O São Paulo – destaca o tema das eleições de 3 de outubro no Brasil.
Segundo o arcebispo, votar bem “ainda não é tudo”. “Mas deixando de fazer as escolhas certas agora, estaremos colaborando para que o Brasil seja mal governado, leis injustas e desajeitadas sejam aprovadas, a riqueza nacional seja administrada mal, ou até desviada de sua legítima destinação e o atraso de vida se prolongue por mais tempo”.
“Os cidadãos têm força política e é do povo que o poder político emana. Na democracia, são os cidadãos que escolhem quem faz leis e governa. Por isso, o exercício desse poder, pelo voto, é importante para o País. Por sua vez, quem for eleito deve exercer o poder político como um serviço ao País e ao povo, de quem recebeu o mandato.”
O cardeal explica que por isso “é bom verificar se os candidatos estão comprometidos com as grandes questões, que requerem ações decididas dos governantes e legisladores, como a superação da pobreza, a promoção de uma economia voltada para a criação de postos de trabalho e a melhor distribuição da renda, a educação de qualidade, saúde, moradia, saneamento básico para todos, respeito à vida e defesa do meio ambiente”.
Governar bem – afirma Dom Odilo – “é governar para todos, e não apenas para grupos, que se beneficiam do governante ou legislador para alcançar ou proteger seus interesses particulares”.
De acordo com o arcebispo, político bom “está comprometido com o bem comum, que se expressa na liberdade, justiça e solidariedade social, segurança pública e cultura da paz, no pleno respeito à dignidade da pessoa e seus fundamentais direitos, em especial, na inviolabilidade da vida humana desde a concepção até à morte natural”.
“São valores são fundamentais e irrenunciáveis para o convívio social. Isso também requer a promoção de condições econômicas para a satisfação das necessidades básicas e a vida digna da população, bem como o reconhecimento da legítima posse de bens, preservada a dimensão social da propriedade.”
As eleições são “o momento bom para escolher cidadãos dignos, probos e capazes de governar e legislar com sabedoria e prudência; momento também de não conferir esta responsabilidade pública tão importante a cidadãos que não tenham ‘ficha limpa’”.
“Isso requer um esforço dos eleitores para conhecer os candidatos e para não votar de maneira inconsequente. Alguém entregaria as chaves de sua casa a um zelador não-confiável? Ou a senha do cofre a um ladrão comprovado?”, questiona o arcebispo.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
O DNA de "Zé" Carlos de Lacerda Serra
Filme antigo. "Forças Ocultas" dizia Jânio Quadros. 4o Poder , ou seria a Ditadura da Mídia.
Por causa desta elite preconceituosa e cheia de boca suja, Getúlio Vargas suicidou-se. Agora descobrimos quão gratuitamente esta "oposição", que bem poderia ser chamada de "Elites destronadas" estão desesperadas por continuarem fora do poder, desde que um peão arrancou-lhes do conforto secular em que se locupletavam em vantagens pessoais.
É preciso lembrar que o golpe de 64 começou com campanhas como esta? Que eles estão propagando que a democracia está correndo risco? Risco para quem? Para eles, logicamente.
Mas fica o convite para que os militares fiquem assanhados novamente com o poder. Esta é a elite golpista, que joga no lixo as conquistas alcançadas até agora, para atingir seu objetivo de dominação pura e simples e exclusão do povo nas ações de governo.
Inventam encontros com sindicalistas, não se sabe de onde? Fazem caminhadas meticulosamente preparadas para não dar com os burros n`água, e passar a impressão de que são do povo, mas não dá, porque a linguagem, o estilo, as palavras revelam o DNA elitista, como diz o PSTU, burguês.
Sinto-me indignado com Dilma e com Lula, sem ser direção de nada, mas como simples blogueiro, como se eu mesmo estivesse sendo atingido.
Dá vontade de organizar um boicote à grande imprensa, um boicote de um dia, pra cada veículo de comunicação.
Dá vontade de sair nas ruas gritando e denunciando estes caluniadores golpistas, alto e bom tom, para que o povo se revolte comigo e varra de vez esta escória do mapa eleitoral (sic)
sábado, 4 de setembro de 2010
NETINHO ESTÁ BEM EM UBATUBA
Passando o feriado de 7 de setembro em Ubatuba, percebo, conversando com o povo nas ruas como cresceu a candidatura do Netinho.
Parece que "pegou liga", isto é o povão percebeu que ele tem a mesma raíz. Parafraseando o negão, "não é legal?"
Nossa alegria aqui, minha e de Meg, minha esposa foi muito grande. Lá pelas tantas passou um carro de som com a canção completa do Netinho e Mercadante.
Acho que ninguém tira dele esta vitória. Estou no maior astral...
ESPERA INDEFINIDA
A cama está a espera... reluto. Uma ânsia indefinida mantém os olhos abertos. Um examinar tudo permeia o silêncio. Todos dormem... tamb...
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O caso da advogada Mércia Nakashima está bastante esclarecido, mas onde está o truculento Mizael Bispo, ex namorado da Pobre Mércia. Estar...
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julho 23, 2024 A verdade dói, quisera não dizê-la. Calar-me? Não posso, a maioria não suporta. A verdade exclui seus defensores, mata-...
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Sou pequeno... tenho apenas duas mãos... mal comportam meu sofrimento. Diante do mundo, o que penso é um grande nada enigma disfarçado...







