sábado, 12 de setembro de 2026

AO RELENTO...

 


Estirei-me nos varais, 

preso a grampos 

em manhã de Sol, 

quando a umidade 

confisca vestes.


Balancei ao vento 

meus alentos, 

atentos, 

cinzentos.


Disfarcei-me 

em cores, 

ocultei 

pudores, 

odores...


Perguntava 

quando 

encerrava

o desterro 

para gavetas 

de espera.


Reuso 

de gostos 

e momentos, 

caminhos, 

segmentos, 

expressos 

sentimentos 

confusos,

opostos...


Queria ser o vento, 

invisível,  

sem direção...

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AO RELENTO...

  Estirei-me nos varais,  preso a grampos  em manhã de Sol,  quando a umidade  confisca vestes. Balancei ao vento  meus alentos,  atentos,  ...