Vou me espreguiçar nas letras.
Ah...
que meus pensamentos
se remexem todos,
estão fora,
ainda não chegaram.
Vou bocejar
meu desdém
à consciência...
com ela...
a poesia
espreguiçada.
Haja paciência.
Vou morder tua boca a qualquer hora, segurar as palavras nas línguas mortas. Abracar tuas costas nuas, órfãs, pagãs. Afagar suas coxa...
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