Ontem, 16 de agosto de 2026 começou oficialmente no Brasil a campanha eleitoral, para presidente, 2/3, governadores, senadores, deputados federais e estaduais.
No Brasil, o processo eleitoral no país, desde a redemocratização, vem passando por sucessivos reduções de prazos de propaganda e cerceamentos de direitos.
Lembro-me da alegria das primeiras eleições gerais pós ditadura, a festa que era fazer campanha nas ruas da cidade de São Paulo, o que não dizer das outras capitais e cidades por este país afora. Sem contar que, salvo engano, duravam 3 meses as campanhas. Colocar cartazes dos postes e paredes, até pichar os muros em lugares estratégicos, ir ao centro da cidade e fazer pequenos comícios sem sermos molestados, tudo isto acontecia
Com bons argumentos ou não, o fato é que chegamos hoje a um período eleitoral, com toda sorte de critérios que, ora disciplinam uma aparente igualdade de direitos, ora dificultam o eleitor às informações.
Outro fato muito importante é o ressurgimento de um nazi fascismo de cara nova na cena política mundial.
Até então, este grupo estava proscrito da vida pública, por seu caráter eminentemente antidemocrático, autoritário, violento e racista.
Criam mitos que fanatizam as pessoas a ponto de considerarem estes como deuses, e os seguem cegamente.
Tornam o ódio algo natural e constante. Perseguem os democratas, socialistas, comunistas e massificam grandes parcelas da população, com suas propagandas massificadoras.
Por aqui, no país, um clã fanático assenhoreou-se desta parcela da população, apesar do surgimento de outros fanáticos que disputam a liderança deste setor.
Atualmente ele conseguiram dividir ao meio a opinião pública do país, e são potencialmente, fortes o suficiente, a vencerem as eleições a presidente.
O surgimento do extremismo de direita no mundo tem relação direta da mudança de um mundo unipolar para outro multipolar, onde o unipolar recorre ao fanatismo como meio e tentativa de sobrevivência.
Nós sabemos que a multipolaridade está se impondo, não importam as radicais expressões de neofascismo que surgem por aí.
A multipolaridade será a futura realidade do mundo. Isto não quer dizer que não acontecerão retrocessos, pode muito bem acontecer.
Não está afastada a possibilidade de guerra mundial, uma vez que forem se multiplicando as guerras regionais, típicas de um mundo com bombas atômicas.
O sistema estará frágil no quesito guerra ao comércio marítimo. O fechamento de mares sob influência deste ou daquele pode desencadear um generalização da guerra.
O próprio EUA, ao reeditar a doutrina Monroe, mostra seu sinal de fragilidade, porque expressa aquilo que está perdendo, que é sua influência comercial para a China dentro da AL já bem fascista, mas que não rompe com os chineses, porque o comércio determina como a realidade deve ser.
Bem, o Brasil tem um papel muito importante para a sobrevivência de uma AL autônoma. Lula represente esta ideia.
Já o clã pensa em submissão e alinhamento automático, nem que isto reduza o comercio do país, como acabamos de ver com seu apoio às taxações dos EUA a nós.
É como vemos neste momento a situação
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