domingo, 16 de agosto de 2026

QUANDO A VI NOVAMENTE

 


Quando a vi novamente, 

não era mais ela, 

era outra pessoa.


Bebera o licor das estruturas, 

as engrenagens impediam 

aproximar-me.


Quando a vi novamente, 

foi como se nunca 

nos conhecêssemos...


Aprendi a lição 

do tempo certo, 

a experiência pela metade,, 

as mudanças dos sonhos 

em pesadelos.


Como pude continuar sonhando?


Guardo muitos sonhos 

que foram destruídos...


Guardo-os como relíquias, 

sonhos enterrado para sempre, 

nunca descobertos.


Tenho também novos tempos abertos...


Neles cuido de não 

deixá-los passar, 

perdê-los também

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