Quando a vi novamente,
não era mais ela,
era outra pessoa.
Bebera o licor das estruturas,
as engrenagens impediam
aproximar-me.
Quando a vi novamente,
foi como se nunca
nos conhecêssemos...
Aprendi a lição
do tempo certo,
a experiência pela metade,,
as mudanças dos sonhos
em pesadelos.
Como pude continuar sonhando?
Guardo muitos sonhos
que foram destruídos...
Guardo-os como relíquias,
sonhos enterrado para sempre,
nunca descobertos.
Tenho também novos tempos abertos...
Neles cuido de não
deixá-los passar,
perdê-los também
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