O que vem depois
não serão orações.
Orações são agora.
A conta não fecha.
Há um débito permante,
impagável...
Não sei o tanto
que me preparei,
e neste caso talvez,
tenha ficado
em meio do caminho.
Misturei tantas ações no mundo,
impregnei-me das cascas e das duras raízes, impossível sair incólume.
Ser um eremita?
Quem sabe...
O rompimento é ácido e doloroso.
Faço um diálogo metafórico,
alimentando na realidade
dos símbolos disponíveis.
Retiro de todos os ambientes
que se apresentam
a explicação de minhas dúvidas.
Complexo demais
para a lógica de nosso tempo
As conclusões
não confesso a ninguém,
seria considerado louco varrido.
O que vem depois
tem múltipla linguagem,
e nesta, estou como um aprendiz
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