O que se viu neste final de primeiro turno foi o surgimento dos "paladinos da moralidade"
aparecerem como se fossem os salvadores da pátria, contra os "comedores de criançinhas", que somos nós.
Lembro-me de que, com 14 anos de idade, fui dispensado do colégio porque estava acontecendo o golpe militar. Lá naquela época, já diziam que os comunistas comiam criancinhas. Ora, façam o favor de irem me procurar na esquina, para ver se me encontram.
Estas raposas velhas e carcomidas, diabólicas, de mente congelada, e entregues a um sentimento de raiva à vida, que não sabem nada sobre a vida, de repente querem dizer qUe são defensores da vida.
NÃO! E NÃO!
São exatamente o inverso, são defensores da morte
NECRÓFILOS como Hitler, vivem a praguejar contra o povo e seus representantes. Quantos eles já não assassinaram na história da humanidade. E aí estão novamente, desfilando de salvadores da pátria.
NÃO E NÃO
Estes restos de ser humanos, estes farsantes travestidos de anjos, jogaram o Brasil em décadas, décadas de ditadura militar, anulando, matando, e frustrando o país em sua trajetória histórica.
Agora é hora de responder a todo achincalhe, mandar e-mails para padres e bispos, pastores, seja quem for, que se achem porta vozes dos ricos.
Nenhuma carta sem resposta
Nenhuma falsidade sem resposta
SOU CATÓLICO E VOTO EM DILMA
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
PROTÓGENES É O ALVO, NO ATAQUE A TIRIRICA
Cada vez convenço-me mais de que o alvo principal do ataque é o Delegado Protógenes Queirós, que obteve quorum necessário para se eleger na coligação do palhaço Tiririca. Tenho pensado porquê estão tão interessados em cassar o Tiririca. Aí, lembro-me de que o delegado Protógenes que tem sido perseguido intermitentemente sem parar, pode ser a resposta. Um procurador de nome Maurício antônio Ribeiro Lopes está fazendo todo o tipo de tentativa de descredenciar Tiririca. Como grafólogo, a análise da criminalística, sobre a carta escrita pelo cômico, não permite afirmar categoricamente que o candidato é analfabeto. Portanto, estão querendo criar um fato do nada. Atenção a todos. Aí tem.... Aí tem uma tentativa de cassação branca. Olho aberto.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
SOU CATÓLICO, VOTO EM DILMA
Passo material que recebi de amigo católico que quer se distinguir desta grande influência anti povo, elitista que tomou conta de parte de bispos e clérigos de São Paulo, ao arrepio das declarações de nosso Cardeal Dom Odilo, que já havia exposto neste blog. É um testemunho pessoal de declaração de voto. Leiam.
Sou católico, voto em Dilma
Nasci e fui criado numa família de fortes raízes católicas. Meu pai foi Congregado Mariano e minha mãe era do Apostolado da Oração. Participei de grupo de jovens e por muitos anos fui catequista de primeira comunhão. Da mesma forma que recebi a herança da fé, a transmito para minhas filhas.
Aprendi, no seio da Igreja, que a política é a forma suprema da caridade. Um espaço de disputa de idéias de como promover o bem comum, ou seja, como distribuir o dinheiro que pertence ao povo.
Por muitos e muitos anos a hierarquia da Igreja esteve ao lado de determinadas idéias de como organizar a sociedade fortemente influenciada pela divisão de mundo entre capitalistas e comunistas dos anos cinqüenta a oitenta do século passado. Porém isso contrastava com a condição de penúria que o povo vivia, com a forte concentração de renda e o privilégio de alguns poucos.
O Espírito Santo soprou os ventos da renovação e a Igreja assumiu sua condição de profeta da esperança. E a Igreja fez a opção preferencial pelos pobres. Figuras como Dom Hélder Câmara, Dom Paulo Evaristo Arns, Dom Pedro Casaldáliga, Padre Josimo, Irmã Doroti Stang, e tantos outros arriscaram suas vidas e em alguns casos tombaram em defesa de um novo país, onde a justa e a fraternidade estivessem presentes.
Um país em que as pessoas não fossem presas ou torturadas por poder expressar suas idéias e tivessem condições de tomar café da manhã, almoçar e jantar. Que pudessem estudar, ter acesso a atendimento básico em saúde. Enfim, ter um mínimo para ter dignidade.
Essa introdução explica meu posicionamento político. Como disse, aprendi na Igreja que a política é a forma suprema da caridade, e o governante deve primar-se pela defesa intransigente da vida.
E o que é defender a vida no Brasil de hoje?
É continuar o processo de transformação social que o governo que se encerra iniciou, que introduziu milhões de pessoas nos estratos superiores da sociedade. É direcionar bilhões de reais para grandes obras que garantam o acesso a água tratada, coleta e tratamento de esgoto. É estimular os setores dinâmicos da economia para gerar milhões de empregos e distribuir renda para quem estava sem esperança e sem dignidade.
Porque ninguém aprende a pescar se não pode comer. Portanto é preciso dar o peixe da bolsa família e depois ensinar a usar a vara da pescaria, da educação e qualificação profissional. Quase toda nação desenvolvida teve em algum momento de sua história de fazer essa experiência.
Por isso voto em Dilma. Ela é a garantia que esse processo não será interrompido e que a construção do Brasil moderno e desenvolvido vai ter continuidade. No entanto sei que alguns temas tornam alguns cristãos, católicos e evangélicos, inseguros quanto aquilo que o governo da Dilma faria. É o caso do aborto e da liberdade religiosa.
Nos últimos dias muitos mitos e inverdades assolaram os ambientes religiosos afirmando que “Dilma é abortista” e que “fecharia igrejas” ou que “nem Jesus Cristo tiraria sua vitória nas eleições”. Alguns padres, pastores e até bispos chegaram a determinaram a seus fiéis que não votassem em Dilma.
Para isso retomo a máxima do Evangelho: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”.
A quem tem dúvida sobre o carater e o comprometimento de Dilma com a vida e com a continuidade da obra que o presidente Lula iniciou, proponho que ouça o que ela tem a dizer e decida por si mesmo, pois a democracia pressupõe a liberdade de decidir por si o que se deseja para a sociedade.
Dilma tem o mesmo comprometimento do presidente Lula no respeito a vida e a liberdade religiosa. O presidente Lula nunca propôs ao Congresso a legalização do aborto e retirou a menção a isso do Plano Nacional de Direitos Humanos (a última legislação do tema são protocolos assinados por José Serra quando era Ministro da Saúde e não acuso Serra de ser abortista, porque esse não é a discussão essencial da sociedade brasileira, pois é sabido por todas as forças políticas da ampla maioria contra o aborto e eutanásia e os movimentos que o defendem situam-se em segmentos específicos e minoritários).
A grande questão nesse segundo turno é como nós queremos o Estado brasileiro. Fazendo a opção preferencial pelos pobres mais pobres e destinando cada vez mais recursos para os “de baixo” , com obras, programas sociais, geração de emprego ou destinando os recursos para a defesa do sistema bancário, eliminação do risco dos grandes empresários e favorecimento dos grupos multinacionais. Essa é a verdadeira discussão que se esconde sob temas que forças conservadoras jogam para nos assustar e que de fato fazem diferença na vida das pessoas de bem.
Se concordar, subscreva e passe adiante.
Luiz Carlos de Lima
muriqui@ibest.com.br
Sou católico, voto em Dilma
Nasci e fui criado numa família de fortes raízes católicas. Meu pai foi Congregado Mariano e minha mãe era do Apostolado da Oração. Participei de grupo de jovens e por muitos anos fui catequista de primeira comunhão. Da mesma forma que recebi a herança da fé, a transmito para minhas filhas.
Aprendi, no seio da Igreja, que a política é a forma suprema da caridade. Um espaço de disputa de idéias de como promover o bem comum, ou seja, como distribuir o dinheiro que pertence ao povo.
Por muitos e muitos anos a hierarquia da Igreja esteve ao lado de determinadas idéias de como organizar a sociedade fortemente influenciada pela divisão de mundo entre capitalistas e comunistas dos anos cinqüenta a oitenta do século passado. Porém isso contrastava com a condição de penúria que o povo vivia, com a forte concentração de renda e o privilégio de alguns poucos.
O Espírito Santo soprou os ventos da renovação e a Igreja assumiu sua condição de profeta da esperança. E a Igreja fez a opção preferencial pelos pobres. Figuras como Dom Hélder Câmara, Dom Paulo Evaristo Arns, Dom Pedro Casaldáliga, Padre Josimo, Irmã Doroti Stang, e tantos outros arriscaram suas vidas e em alguns casos tombaram em defesa de um novo país, onde a justa e a fraternidade estivessem presentes.
Um país em que as pessoas não fossem presas ou torturadas por poder expressar suas idéias e tivessem condições de tomar café da manhã, almoçar e jantar. Que pudessem estudar, ter acesso a atendimento básico em saúde. Enfim, ter um mínimo para ter dignidade.
Essa introdução explica meu posicionamento político. Como disse, aprendi na Igreja que a política é a forma suprema da caridade, e o governante deve primar-se pela defesa intransigente da vida.
E o que é defender a vida no Brasil de hoje?
É continuar o processo de transformação social que o governo que se encerra iniciou, que introduziu milhões de pessoas nos estratos superiores da sociedade. É direcionar bilhões de reais para grandes obras que garantam o acesso a água tratada, coleta e tratamento de esgoto. É estimular os setores dinâmicos da economia para gerar milhões de empregos e distribuir renda para quem estava sem esperança e sem dignidade.
Porque ninguém aprende a pescar se não pode comer. Portanto é preciso dar o peixe da bolsa família e depois ensinar a usar a vara da pescaria, da educação e qualificação profissional. Quase toda nação desenvolvida teve em algum momento de sua história de fazer essa experiência.
Por isso voto em Dilma. Ela é a garantia que esse processo não será interrompido e que a construção do Brasil moderno e desenvolvido vai ter continuidade. No entanto sei que alguns temas tornam alguns cristãos, católicos e evangélicos, inseguros quanto aquilo que o governo da Dilma faria. É o caso do aborto e da liberdade religiosa.
Nos últimos dias muitos mitos e inverdades assolaram os ambientes religiosos afirmando que “Dilma é abortista” e que “fecharia igrejas” ou que “nem Jesus Cristo tiraria sua vitória nas eleições”. Alguns padres, pastores e até bispos chegaram a determinaram a seus fiéis que não votassem em Dilma.
Para isso retomo a máxima do Evangelho: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”.
A quem tem dúvida sobre o carater e o comprometimento de Dilma com a vida e com a continuidade da obra que o presidente Lula iniciou, proponho que ouça o que ela tem a dizer e decida por si mesmo, pois a democracia pressupõe a liberdade de decidir por si o que se deseja para a sociedade.
Dilma tem o mesmo comprometimento do presidente Lula no respeito a vida e a liberdade religiosa. O presidente Lula nunca propôs ao Congresso a legalização do aborto e retirou a menção a isso do Plano Nacional de Direitos Humanos (a última legislação do tema são protocolos assinados por José Serra quando era Ministro da Saúde e não acuso Serra de ser abortista, porque esse não é a discussão essencial da sociedade brasileira, pois é sabido por todas as forças políticas da ampla maioria contra o aborto e eutanásia e os movimentos que o defendem situam-se em segmentos específicos e minoritários).
A grande questão nesse segundo turno é como nós queremos o Estado brasileiro. Fazendo a opção preferencial pelos pobres mais pobres e destinando cada vez mais recursos para os “de baixo” , com obras, programas sociais, geração de emprego ou destinando os recursos para a defesa do sistema bancário, eliminação do risco dos grandes empresários e favorecimento dos grupos multinacionais. Essa é a verdadeira discussão que se esconde sob temas que forças conservadoras jogam para nos assustar e que de fato fazem diferença na vida das pessoas de bem.
Se concordar, subscreva e passe adiante.
Luiz Carlos de Lima
muriqui@ibest.com.br
TIRIRICA E OS LETRADOS
O cômico TIRIRICA acaba de virar a nova "revolta" da society, inconformada com esta democracia tão demodê, com cheiro de povo, estes "profissionais menores", como os cômicos, os cantores, os pagodeiros...por extensão várias profissões de nível médio.
Um dia destes em uma missa, no dia da eleição, o padre falou que não era bom votar em religiosos e cantores. Quanto aos religiosos estou de acordo, embora ache difícil se estabelecer critérios proibitivos desta participação.
Mas impedir cantores, então incluamos também os carpinteiros, e eliminamos qualquer possibilidade de Jesus Cristo se candidatar.
Por trás desta perseguição está uma velha concepção que diz que "somente os formados em curso superior é que podem ser políticos de verdade".
Velha, porque Abraham Lincon, Lula, mais recentemente Netinho, e outros já viveram e vivem este tipo de preconceito.
Velha, porque está fincada na política desde os primórdios da dominação das classes mais ricas, que deveriam ter a "verdadeira representatividade".
As experiências mostram que muitos letrados cometeram muitos erros em suas gestões tanto políticas, quanto profissionais, e nem por isso foram criminalizados em seus erros. Fernando Henrique privatizou a Petrobrás; perdão, vendeu as ações da Petrobrás na bolsa de Nova York e nada.
Muito pelo contrário, muitos continuam por aí com seus orgulhos e suas prepotências.
Por isso o TIRIRICA incomoda. Ele é um espelho real de nossa democracia, que ninguém quer ver, o lado jocoso, que desanca os grandes, com sua humorada presença, o lado do protesto primitivo, da política que aí está, distante do povo.
Se ele fizer o que prometeu, isto é contar o que os deputados fazem no congressso, terá feito um grande serviço, pois arrancaria muitas verdadeiras tiriricas de lá, que empesteiam, atravancam, imobilizam, prejudicam os direitos do povo, em seus lobby's, representando de fato setores financeiros, industriais, latifundiários, internacionais,etc....e não os pequenos, que estão à mercê dos poderosos.
Agora sobressai-se um Promotor, de nome Maurício A. R. Lopes, buscando escarafunchar a formação educacional do TIRIRICA.
À sombra da milhionária votação de TIRIRICA é fácil evidenciar-se.
Haverá de fato Espírito Republicano nesta intervenção? ou Projeção política no Ministério Público? ou Influência político partidária? Está movido de boas intenções? Espero que sim.
Penso comigo mesmo, o que é pior: um candidato como o TIRIRICA, que pode passar uma mensagem de despreparo, o que não é crime eleitoral? Ou alguém usar os estudos de outros, como se fosse dele, em seus próprios trabalhos?
Um pode ser desqualificado por baixo, porque é um palhaço; mas não pode também haver uma desqualificação por cima, ao se plagiar pensamentos e textos de outros?
Existem tantos por aí, que se utilizam de materiais de outros em seus próprios documentos e livros, tendo sido até processados por isso, sem que, no entanto, possam ser condenados por esta transgressão grave.
O fundamental não é a letra, mas a ética, a fidelidade aos interesses da maioria.
O fundamental que deve ser buscado no TIRIRICA não é se ele é semi alfabetizado, mas se ele tem ética e compromisso com estes milhões de votos. E isto ele terá como provar em seu mandato reconhecido por milhões de eleitores
A justiça brasileira, imperial e tardia, que se nega posicionar-se na definição dos fichas limpas, empurrou o problema para debaixo do tapete, pensando que nada aconteceria. Postergou, postergou, postergaou...
Agora existem vários candidatos que estão sub judice, sem que lhes sejam computados os votos, após participarem das eleições com direitos resguardados pela indefinição do judiciário. O pior que se poderia esperar era o judiciários subtrair os votos populares, tornando-se um super eleitor sobre nós. Uma ditadura judiciária. E como eles sonham
Tudo está aí, para ser visto.
O Judiciário, neste momento, se arvora a passar por cima do voto popular.
Talvez até a eleição de Geraldo Alckimin no primeiro turno possa estar também sub judice, pois o seu coeficiente acima de 50% pode ser menor do que os votos daqueles que se elegeram sub judice, por exemplo o Maluf. E aí?
Eta justiça tardia (eu não falei covarde).
OS EUA SÃO A BESTA DO APOCALÍPSE?
Hoje muitos enxergam a proximidade do apocalípse sobre a Terra, conforme escrito no último livro da Bíblia, através da dominação americana, principalmente, no que se refere ao governo mundial único, e a adoração do deus dinheiro.
Vale a pena ampliar a nota de dólar e analisar as explicações que estão abaixo.
Acima está a verdadeira simbologia do símbolo.
Uma pirâmide cujo cume (a elite) é esclarecida pelo olho da consciência que o vê tudo e domina uma base cega, feita de tijolos identicos (a população).
As duas menções em latim são muito significativas. "NOVUS ORDO SECLORUM" significa, "nova ordem para os séculos dos séculos". Em outros termos: Nova Ordem Mundial. E "ANNUIT CŒPTIS" significa : "nosso projecto será coroado de sucesso .
Franklin Roosevelt em 1933 ordenou que se introduzisse esse simbolo nas notas de 1 dólar.
Roosevelt foi presidente dos EUA, um dos 13 presidentes que eram Maçons.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
APURAÇÃO: MISTO DE DOR E ALEGRIA
Após meses de intensa campanha, com esforços e embates, chegamos ao fim do primeiro turno, com gosto de fim. Dizer sobre a vitória de Dilma é incontestável, sem que vejamos na candidata o gosto da vitória.
Dizer sobre os deputados e a senadora eleita pela amazônia é alegria, mas não eleger Netinho foi uma tristeza; com dizem os médicos, um mal súbito.
Assim é a democracia: caminhamos enquanto os outros também caminham.
Mas valem algumas reflexões livres, sem segundas intenções, mas com o zelo de querer melhorar(desculpem se não as faço a quatro paredes):
1) Deixamos a direita bater, sem responder, o que se explica pelo complexo de gigantismo, de se achar que, como vou ganhar, não é o caso de responder. Agora, no segundo turno, deve ser assim: bateu? levou!
2) Não usamos de esperteza, de encontrar os imensos erros cometidos na administração dos tucanos em São Paulo e utilizá-los para desmascarar as suas propostas para o país. Como podem propor coisas que eles não fazem em casa? Temos que denunciar tudo o que fazem de errado, e olhem que é muita coisa.
3) Entregamos a bandeira da democracia e do estado democrático nas mãos da direita, nós que efetivamente conquistamos a democracia, que a arrancamos das prisões e mortes, agora fomos considerados "golpistas", pelos golpistas. Temos que retomá-la porque é nossa.
4) Não ter acesso rápido e direto à campanha da Dilma, e deixá-la a resolver tudo em um petit comitê, foi tornando a candidata mais formal, um pedantismo, uma rouparia, uma linguagem extremamente muito técnica, que a foi distanciando da compreensão do povão, e deixando o molho para a bonitinha explorar. É preciso torná-la mais livre e acessível ao povo e aos jornalistas, sem medo de errar. Chega de tanta proteção. Será assim na Presidência? Já não basta o Serra fechado no Governo do Estado, sem se importar com o que acontecia fora? Queremos a Dilma livre das amarras dos assessores. Que eles não a sufoquem com suas idéias. Deixem a Dilma ser a Dilma, porque ela é mais do que estão fazendo com ela.
5) A questão da relação com as Igrejas é outro ponto obscuro. Parece que ninguém sabe rezar o Pai Nosso? Como puderam deixar a Dilma já no primeiro encontro com o Datena fazer aquelas considerações sobre religião que expressaram grande desconhecimento e, portanto, distanciamento. Depois, foram deixando a extrema direita, que se incrustra nas igrejas irem praguejando contra ela uma série de maldades, que foi pegando, pegando, e pegou. Tornaram a mulher a paladina do aborto, e do casamento gay. O pior é que sua assessoria nem se deu conta disto. Não havia nenhum centro de informações que pudesse ir pondo na mesa, em tempo real, todas estas mazelas, que seriam desativadas no ato. No fim, uma reunião com representantes das Igrejas cristãs, surtiu um efeito tardio e irreparável. Tenho dúvidas se este envenenamento poderá ser curado no segundo turno. Pelo menos, ela deve obrigatoriamente comparecer, com sinceridade de intenções, em cultos e missas. É o mínimo, porque se não sabem, as pessoas frequentam regularmente as igrejas.
6) Ir mais para a rua !. Como fazer um encerramento em São Paulo no Sambódromo. Faz na Sé, no Anhangabaú. Se não permitirem, vai assim mesmo! Tem que ir onde povo está e quebrar o paradigma de distanciamento pequeno burguês, dos seus assessores.
7) Deixe a campanha levá-la nos braços, em vez de controlá-la! Seja mais informal! Mais povão! Naturalmente.
8) Pouparam muito a bonitinha. Marina falou que quis e não ouviu o que não quis. Foi poupada, poupada, poupada. Até que pegou. Culpa de quem? Nossa. Era para bater também. Que negócio é esse de planejamento do século XXI? Eles mostraram algum? O que vi foi um interminável e constante comentário da bonitinha com os seus "lamentavelmente" "lamentavelmente", nunca seguidos de como deveria ser. Depois que ela se acostumou, bateu até no Serra, seu aliado. Como não se falou dela no ministério? Agora ela virou estrela, e pensa que é a tchan.
Bem vou ficando por aqui. Netinho tinha que ir ao debate, tinha que ter respondido às acusações de Aloísio, tinha que ter se separado da Marta, que estava separada dele, e quando viu que caía, foi buscá-lo. Netinho deu voto popular para Marta, mas Marta não transferiu votos da classe média para ele. Aliás, no dia da eleição vi um padre dizer na homilia que não se devia votar em religiosos e cantores. Por aí se vê o quanto o Netinho deixou que o queimassem sem responder à altura.
Estou desabafando de coração aberto porque queria a vitória do negão. Faria um imenso bem para a política de São Paulo. Faltou mais assessoramento.
Um abraço a todos.
Vamos vencer!
A crítica é boa para nos corrigir.
Vamos ganhar o segundo turno!
sábado, 2 de outubro de 2010
O DIA DA VERDADE
O DIA DA VERDADE
Muitos a proclamam
como única.
Outros dela se utilizam
para fins impróprios.
Alguns a seguem
em silêncio.
Ela aguarda
a oportunidade,
serena,
para colocar
as coisas
no devido
lugar.
Ao povo o que é do povo
.
Em nome do povo,
quantas mentiras
tão verdadeiras,
nublam olhos
enfraquecem mentes,
arrefecem convicções.
Ao povo o que é do povo.
Descobrir
em meio
ao palavreado difuso,
aquilo que permaneceu certo:
o prato de comida
a escola aberta,
o emprego,
a vida.
Porta que se abre,
nas muralhas
dos séculos.
Porta de bençãos
infinitas,
onde o amor
pode vicejar
Vejo crianças
brincando
sobre
o purismo
ideológico.
Estão sorrindo
porque,
unidas,
podem ser
felizes.
Alcançam
o amanhã
mais rapidamente,
seja ele
qual for.
Um raio divino
desperta
o gigante,
de seu
berço
explêndido.
Usa o povo,
o pequeno,
o esquecido
o abandonado,
o desterrado,
o indigente,
o drogado,
o analfabeto,
a viúva,
o órfão.
Declara
feriado da vitória,
confluência
de todos
num único
resultado.
Agora,
cessam
as palavras,
e emerge
o caminho,
onde todos
trilharão,
a gosto,
e a contra gosto.
Caminho certo.
A verdade possível,
entre as impossibilidades.
DÍVIDAS
Os problemas não adormecem, estão dispostos nas prateleiras, como integrantes da familia: são mobílias, vasos, t...
-
Esperam que eu traga a esperança? Não! Eu não tenho esta esperança que vocês esperam! A fé? Os descaminhos ao longo do tra...
-
Esta é a equipe da Pastoral da Saúde na Ortopedia. Aqui todos são estrelas de primeira grandeza. Alegres, dispostos, cheios de fé no próximo...


