quarta-feira, 26 de novembro de 2014

DESARME O CORAÇÃO


Por um momento
respire e pense 
nas dores
que se acumulam 
nele.

Toda sorte de dores
as justas e as injustas,
as pequenas e as grandes
as raras e as frequentes.

Permita que ele bata
naturalmente
sem a pressão
das angústias
raivas
tristezas
que se acumulam
e nem sempre 
sabemos.

Desarme.
Sei que às vezes
a morte torna-se 
uma solução.

Rejeite!
Porque há uma chance
na vida
para sermos bons

Depende exclusivamente
de mim
de você...
é intransferível.

João Paulo

Quênia: 28 pessoas são assassinadas por não saberem recitar o alcorão

Medidas de segurança contra milicianos islamistas são intensificadas, mas há temor na comunidade cristã

 25 de Novembro de 2014 (Zenit.org) - Neste dia 22 de novembro, 28 pessoas foram assassinadas a sangue frio por milicianos somalis Shabaab, que selecionaram as vítimas com base na sua crença religiosa e assassinaram os que não sabiam recitar um verso do alcorão.
A informação, veiculada hoje, é da agência de notícias Fides. Houve intensificação das medidas de segurança nas igrejas cristãs do Condado de Mandera, ao norte do Quênia e na fronteira com a Somália. Os fiéis da região estão apreensivos e com medo de participar dos cultos religiosos.
Diante de cada edifício de culto cristão, há hoje três agentes de guarda.
O bárbaro assassinato de inocentes está gerando grande impacto social, já que entre as vítimas havia 7 professores, além de médicos e policiais. Sua atuação profissional faz grande falta na localidade.
Em resposta ao atentado, as autoridades quenianas afirmaram ter realizado uma série de operações militares contra o Shabaab na Somália, nas quais teriam morrido 100 milicianos. O porta-voz dos extremistas somalis, no entanto, negou esta afirmação.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Paquistão: ameaças a parentes de casal assassinado em fornalha

Parentes do casal assassinado brutalmente sob a acusação de blasfêmia sofrem pressão para retirar as acusações
Por Redacao
21 de Novembro de 2014 (Zenit.org) - Não tem fim o pesadelo dos parentes do casal cristão assassinado brutalmente sob acusação de blasfêmia, na província de Punjab, Paquistão. "Estamos recebendo ameaças telefônicas para retirar as acusações", disse Shahbaz Masih, irmão Shehzad Masih, durante conferência de imprensa em Islamabad, à agência de notícias Mishná. "Para compensar foram oferecidas terras e dinheiro", diz ele. Por esta razão, os parentes exigem a proteção do governo.
As duas vítimas são Sehzad Masih e Shama Bibi, que estava grávida. Eles foram atacados por uma multidão e jogados em uma fornalha após um líder islâmico da cidade ter anunciado no alto-falante de uma mesquita, que os dois haviam cometido blasfêmia queimando páginas do Alcorão.
Até à data, registra-se mais de cem participantes no ataque, a polícia deteve 43. "Nós só queremos justiça através de investigações justas", disse Masih, que também pediu a formação de uma comissão judicial e uma equipe de investigação conjunta que inclua membros de minorias religiosas, a fim de obter resultados imparciais.
As demandas das famílias das duas vítimas parecem ecoar o clima que reina no país. Na quarta-feira Nazir S Bhatti, presidente do Pakistan Christian Congress (PCC), expressou profunda preocupação com as declarações de Ali Mohammad, líder do Paquistão Tehreek Insaf (PTI), que comentou sobre o assassinato do casal na televisão, ele chamou os cristãos de "kafir", ou seja, "infiéis". As comunidades cristãs do Paquistão solicitaram imediatamente o pedido de desculpas por parte de Ali Mohammad Imran Khan. Por enquanto, permanece o silêncio.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Vamos acabar de vez com este jeitinho brasileiro, ou universal


Sem propina, não se faz 

obra pública, alega advogado

Mário Oliveira, defensor do lobista Fernando

 Soares, diz que os pagamentos são rotineiros

O DIA

Fernando Baiano, que irá depor amanhã à PF, foi ontem ao IML para fazer exame de corpo de delito
Foto:  Geraldo Bubiak

Rio - Advogado do lobista Fernando Soares, conhecido como
Fernando Baiano, Mario de Oliveira Filho afirmou ontem que,
no Brasil, não se faz obra pública sem “acerto” e que quem
nega isso “desconhece a história do país’. Apontado como
operador do PMDB em esquema de desvio de recursos na
Petrobras, Fernando Baiano vai depor amanhã.
O lobista se entregou anteontem na sede da Polícia Federal
de Curitiba e é um dos 24 presos que tiveram a prisão decretada
 na sexta-feira pela Operação Lava Jato — 11 deles já foram
 liberados.
“O empresário, se porventura faz alguma composição ilícita
 com político para pagar alguma coisa, é porque se ele não fizer
 isso não tem obra. Pode pegar qualquer empreiteira e prefeitura
do interior do país. Se não fizer acerto, não coloca um
paralelepípedo no chão”, afirmou Oliveira Filho.
O advogado do lobista disse ainda que os empresários detidos
 na Operação Lava Jato são “vítimas da cultura política do país”.
Oliveira Filho negou, no entanto, que seu cliente tenha
intermediado pagamento de propina em obras da Petrobras.
A participação de Baiano foi citada em depoimentos feitos pelo
 doleiro Alberto Youssef e pelo ex-diretor da Petrobras Paulo
Roberto Costa. “Estão tratando ele como bode expiatório. Ele é
um empresário que descobre um problema de infraestrutura e vai
atrás da solução, vai atrás da empresa que tem a solução, recebendo
uma porcentagem absolutamente legítima disso”, justificou o advogado.
Segundo os depoimentos de Youssef e de Paulo Roberto Costa,
Fernando Baiano seria o operador do PMDB no esquema de corrupção
na Petrobras. Mas, de acordo com Oliveira Filho, Baiano não tem
 relações com o partido. “Dizem que ele é ligado ao PMDB.
Perguntei para ele, e ele disse que não conhece o Renan Calheiros,
que nunca viu e que não tem ligação nenhuma com o PMDB”, afirmou.
O advogado voltou a dizer que Baiano foi “surpreendido” com
o pedido de prisão decretado na sexta-feira. Segundo ele, seu
cliente tinha passagem marcada para Curitiba para depor na
Polícia Federal. “Ele abriu mão de depor no Rio, onde mora,
para vir a Curitiba esclarecer tudo. Estava colaborando com
a Justiça”, afirmou.
Polícia Federal ouve executivo da Camargo Corrêa
O vice-presidente da empreiteira Camargo Corrêa, Eduardo Leite,
poderá “colocar a mão à palmatória” em novo depoimento à Polícia
 Federal. A afirmação é de Cláudio Mariz de Oliveira, advogado de Leite.
Ao depor ontem pela manhã, o executivo da Camargo Corrêa
 respondeu apenas a questionamentos básicos sobre sua função
na empreiteira. Por orientação de seu advogado, ele não respondeu
as perguntas sobre contratos firmados entre a construtora e a Petrobras.
Anteontem, Sérgio Mendes, presidente da Mendes Júnior, confessou
à Polícia Federal que pagou R$ 8 milhões ao doleiro Alberto Yousseff,
 a mando do ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa.
Segundo Mariz de Oliveira, seu cliente não se <MC0>manifestou
porque não teve acesso ao teor das acusações. O advogado
observou, porém, que Leite poderá falar em novo depoimento,
depois que a defesa tiver acesso ao inquérito. “Vamos colaborar.
Vamos tomar conhecimento de todos os fatos e aí podemos
colaborar com um depoimento mais específico na sequência”,
disse o advogado.
Ele confirmou ter entrado com um pedido de liberdade para
seu cliente. “Nós já entramos com o pedido de Habeas Corpus.
Por enquanto, ele permanece preso”, disse. 

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Meditar sobre a conversão para não se tornar cristão morno, acomodado ou de aparência

Na missa em Santa Marta, o Papa, inspirado nas leituras de hoje, reflete sobre a conversão
Por Federico Cenci
ROMA, 18 de Novembro de 2014 (Zenit.org) - A advertência do Senhor aos cristãos de Laudiceia no Apocalipse de João ecoa através dos séculos e chega até nós. A conversão não é uma porta de entrada para a "espiritualidade da comodidade", mas um caminho que todo cristão deve percorrer diariamente para não cair na "tepidez". Caminho marcado pela adesão autêntica, que evita as "aparências" que caracterizavam Zaqueu antes do seu encontro com Jesus.
As leituras do dia inspiraram o Papa na homilia sobre o tema da conversão, definida como "graça" e "visita de Deus." Na primeira leitura - observou - o Senhor pede aos cristãos de Laucideia que se convertam porque vivem na "espiritualidade do conforto". Condição que semelhante à de muitos atualmente, que cumprem algumas ações de rotina e por isso acreditam que "não falta nada": "Eu vou à missa aos domingos, rezo algumas vezes, me sinto bem, estou na graça de Deus, sou rico" e "não preciso de nada".
Mas - advertiu o Papa – se trata de uma ilusão, porque "este estado de espírito é um estado de pecado". A eles, o Senhor "não poupa palavras" e, na verdade, diz: "Porque és morno, vou vomitar-te da minha boca". Eles são chamados à conversão, bem como "os cristãos de aparências". O Papa sublinhou que "as aparências são o sudário destes cristãos, que estão mortos."
Sudário que pode envolver cada um de nós, sem que percebamos. Por este motivo, o Papa nos convida a fazer algumas perguntas: “Sou vivo dentro, tenho uma vida espiritual? Sinto o Espírito Santo? Dou-lhe ouvidos? Ou... se parece que vai tudo bem, não me questiono? Tenho uma boa família, ninguém fala mal de mim, tenho tudo o que preciso, sou casado na Igreja... estou na graça de Deus, estou tranquilo. Então, devemos “procurar alguma coisa de vivo dentro, temos que nos converter: das aparências à realidade. Do torpor ao fervor”.
Caminho de conversão que Zaqueu percorreu, "um chefe dos publicanos e rico", que - como disse o Papa - "traiu seu país" porque "trabalhava para os estrangeiros, para os romanos". O Papa comparou a "muitos dirigentes que conhecemos: corruptos". Esses que "ao invés de servir ao povo, o explora para servir a si mesmos".
Zaqueu não era morno, mas uma pessoa "em estado de putrefação". Estado do qual ele foi capaz de se livrar graças à "semente da curiosidade" semeada nele pelo Espírito Santo. O Papa fez referência ao fato de que Zaqueu - como descrito no Evangelho de Lucas - subiu numa árvore para ver Jesus, que estava de passagem pela cidade de Jericó.
O Santo Padre destacou que Zaqueu "não teve vergonha", porque ele queria ver este "curador do qual falavam tão bem”. Sinal de que dentro dele "trabalhava o Espírito Santo”. Através desse "a Palavra de Deus entrou naquele coração e, com a palavra, a alegria". Daí a reflexão do Papa: "Os da comodidade e da aparência tinham esquecido o que era a alegria; e este corrupto a recebe imediatamente", assim "o coração muda, se converte". E Zaqueu promete devolver quatro vezes o que roubou.
Papa Francisco observou que "quando a conversão chega até o bolso, é certa". Uma vez que "todos" são "cristãos de coração" ou "cristãos de alma", mas "poucos" são "cristãos de bolso”. Zaqueu se tornou assim graças à "palavra autêntica" de Jesus.
Palavra que – destacou o Pontífice- "é capaz de mudar tudo", mas "nem sempre temos a coragem de crer na Palavra de Deus, de receber a Palavra que nos cura dentro". Por fim, o Papa convidou a pensarmos muito, “muito seriamente", nestas últimas semanas do ano litúrgico, sobre “a nossa conversão, para que possamos avançar no caminho da nossa vida cristã."

A economia nas Escrituras.

 Artigo de Gianfranco Ravasi
A economia é uma ciência humanística, sendo a regra de gestão (nómos) da casa (oíkos) pessoal, familiar e mundial. A koinonia, termo grego que indica a "comunhão fraterna" dos bens, uma espécie de "comunismo" ideal, modelado sobre a repartição dos pertences entre todos os membros da comunidade segundo critérios de igualdade absoluta.
A opinião é do cardeal italiano Gianfranco Ravasi, presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, em artigo publicado no jornal Il Sole 24 Ore, 17-11-2014. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Eis o texto.
Somos sobreviventes de uma fase em que o termo "finanças" tornou-se sinônimo de "economia" com uma operação reducionista de efeitos deletérios, destinada, em última instância, a confundir meios e fins, instrumento e projeto.
De fato, como se registra até em nível filológico, a economia é uma ciência humanística, sendo a regra de gestão (nómos) da casa (oíkos) pessoal, familiar e mundial. A consequência dessa finalidade que torna o horizonte da economia muito mais amplo do que a mera funcionalidade instrumental das finanças é o contato necessário com a antropologia, a ética e até mesmo com a religião.
Como escrevia Amartya Sen no seu famoso livro Etica ed economia (Ed. Laterza, 1988), "a separação da economia da ética é um empobrecimento da economia, cujo leito original deveria ser a filosofia moral, terreno em que muitos economistas temem avançar".
Com estatutos metodológicos diferentes e, portanto, com uma operacionalidade própria, economia e religião devem se pôr a partir de angulaturas diferentes a serviço da humanidade. Isso é o que é afirmado repetidamente nos documentos pontifícios mais recentes como a Caritas in veritate (2009), de Bento XVI, e a Evangelii gaudium (2013), do Papa Francisco, e é isso que é elaborado em vários ensaios de índole teológica.
O cristianismo, a esse respeito, está particularmente envolvido por causa da sua matriz estrutural que tem no seu centro a "encarnação" pela qual Deus e homem, em Cristo e na Igreja, são profundamente unidos por um projeto de justiça e de amor. Ele é denominado na linguagem simbólica bíblica de "o reino de Deus", uma categoria não teocrática, mas histórico-espiritual.
Por isso, como escrevia Chesterton sugestivamente, "toda a iconografia cristã representa os santos com os olhos abertos sobre o mundo, enquanto a iconografia budista representa cada ser com os olhos fechados" na contemplação interior.
O ponto de partida para a reflexão essencial que agora propomos nos é oferecido por dois livros interessantes, embora de recorte diferente. De um lado, colocamos um verdadeiro rastreio sistemático, histórico-crítico e hermenêutico da ética econômica própria das Sagradas Escrituras judaico-cristãs. Elas são analisadas nesse ensaio tanto em nível diacrônico – e, portanto, segundo um arco evolutivo que, do Israel bíblico, chega ao cristianismo judaico-cristão e paulino –, quanto em um olhar sincrônico final, em que se reúnem os nós permanentes da questão.
Eles dizem respeito ao juízo não unívoco sobre o bem-estar, a gratuidade do dom divino, a reciprocidade na caridade, a relação de cuidado com a criação e os seus bens, e o clássico tema da providência. Quem esboça esse desenho textual e sistemático é o professor de teologia e economia do Providence College (Rhode Island, EUA), Albino Barrera, que já tem às suas costas uma ampla bibliografia sobre o assunto.
De outro lado, remetemos a um texto mais móvel e direto: trata-se de um diálogo entre um renomado biblista envolvido em nível pastoral eclesial e de solidariedade internacional, Giuseppe Florio, e um importante e animado economista da universidade romana de Tor Vergata, Leonardo Becchetti.
Este último se expressou várias vezes, de modo incisivo e original, sobre o nexo entre ética e economia, não temendo avançar também no horizonte da felicidade entendida como porto não marginal da própria práxis socioeconômica.
O frescor do debate entre dois especialistas de disciplinas diferentes, mas não alheias entre si, torna esse texto muito agradável. Por sorte, não são poucos os economistas e os teólogos que, nesses últimos tempos, se assomam para além das suas cercas de fronteira para dialogar: gostaria apenas de assinalar a preciosa e sugestiva contribuição do economista Luigino Bruni, da Libera Università Maria Santissima Assunta (Lumsa), de Roma, sobre cuja pesquisa poderemos intervir no futuro.
Mas voltemos à nossa consideração de índole geral sobre as próprias fontes da fé cristã. Em nível estritamente histórico-crítico, muitos estudiosos se preocuparam em reconhecer as coordenadas socioeconômicas dentro das quais se desdobrou a história do Israel bíblico ou a do cristianismo, adotando esquemas interpretativos também heterogêneos (marxistas ou liberais). Lembramos apenas uma interessante Sociologia do cristianismo primitivo, publicada em 1979 pelo alemão Gerd Theissen (Ed. Queriniana, 1987).
Certamente, a Bíblia revela diversos modelos sociopolíticos ligados aos condicionamentos históricos e às várias reivindicações que se queria testemunhar. É o caso da experiência vivida pela comunidade cristã das origens e exaltado por Lucas nos Atos dos Apóstolos. Ela é definida como koinonia, termo grego que indica a "comunhão fraterna" dos bens, uma espécie de "comunismo" ideal, modelado sobre a repartição dos pertences entre todos os membros da comunidade segundo critérios de igualdade absoluta.
O ponto de referência era o apelo do livro bíblico do Deuteronômio: "Não haverá necessitados entre vocês" (15, 4); mas também o eram certas experiências de partilha dos bens presentes no judaísmo (a comunidade de Qumran, no Mar Morto) e no próprio mundo pagão (pitagóricos e estoicos). Justamente Friedrich Engels salientava que essa práxis hierosolimitana não era equiparável à proposta marxista, sendo diferentes as motivações de fundo.
Na base do projeto cristão – que, aliás, era possível em uma sociedade restrita e economicamente simplificada –, havia, de fato, a fé comum no mesmo Deus, cuja paternidade nos torna todos filhos seus e irmãos entre nós. Havia o reconhecimento da necessidade que todos têm da salvação, para a qual não existem privilegiados, e havia uma relativização dos bens materiais em relação ao valor supremo da justiça e do amor.
Sobre o tema da política e da economia, Cristo tinha reiterado, em nível geral, esses valores, sem propor modelos concretos. No entanto, ele tinha afirmado a distinção das esferas na célebre frase: "Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus" (cf. Mc 12, 13-17). Mas tinha lembrado, com o símbolo da "imagem" que, se é verdade que a moeda traz a "imagem" de César e, portanto, tem uma autonomia legítima própria, o homem é sempre "imagem" de Deus e não pode ser curvado ao serviço último da economia ou da política. Por isso, já os profetas haviam levantado bem alto a sua voz de protesto contra as injustiças, e assim também fizeram Cristo e a Igreja (veja-se o Apocalipse).
Em síntese, podemos adotar também para o cristianismo a concepção "simbólica" que tentar manter em diálogo ética e economia, mesmo na especificidade dos seus âmbitos, concepção formulada em nível geral por Gandhi: "O homem se destrói com a política sem princípios, com a riqueza sem trabalho, com a inteligência sem sabedoria, com os negócios sem moral, com a ciência sem humanidade, com a religião sem fé, com o amor sem o sacrifício de si mesmo".
·         Albino Barrera. Biblical Economic Ethics. Plymouth: Lexington Books, 354 páginas.
·         Leonardo Becchetti; Giuseppe Florio. Dio e mammona. Introdução de Mario Toso e Loretta Napoleoni. Roma: Ecra
·         (Edizioni del Credito Cooperativo), 144 páginas.
Para ler mais:


DÍVIDAS

   Os problemas  não adormecem,  estão dispostos                    nas prateleiras,  como integrantes  da familia: são mobílias,  vasos,  t...