Petição contra lei anti-blasfêmia no Paquistão já conta com 3 mil assinaturas
PARIS, sexta-feira, 11 de junho de 2010 (ZENIT.org) – A seção francesa da associação eclesial Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) lançou uma campanha pela abolição da “Lei Anti-blasfêmia” no Paquistão, que favorece graves injustiças em nome da religião.
A iniciativa envolve uma petição que deverá ser encaminhada ao governo paquistanês, e já reuniu 3 mil assinaturas em apenas três dias, e propõe ainda uma corrente mundial de orações pelas vítimas.
A lei da blasfêmia pode condenar à morte qualquer pessoa que ofenda o Alcorão ou profeta Maomé. Em sua versão moderna, foi promulgada pelo então ditador do Paquistão Zia-ul-Haq, na década de 80. Desde então, tornou-se fonte de contínuas violências contra cristãos e fiéis de outras religiões minoritárias. Acusações muitas vezes falsas e motivadas por interesses pessoais – a acusação por uma única testemunha pode ser suficiente para a condenação - geram escândalos e impulsionam multidões a fazer justiça com as próprias mãos.
“A lei é ambígua: uma pessoa pode ser acusada sem provas. É utilizada muitas vezes por razões pessoais e para promover vinganças. Constitui uma autêntica violação dos direitos humanos”, explica Marc Fromager, responsável pela AIS na França.
“Tal lei, que deveria proteger o sagrado, é utilizada para oprimir e perseguir as minorias religiosas no Paquistão, entre elas os cristãos”, diz o bispo de Faisalabad, Dom Joseph Coutts.
A Comissão Nacional para os Direitos Humanos e outros grupos da sociedade civil, inclusive muçulmanos, contestam abertamente a lei.
“A lei da blasfêmia deve ser abolida o quanto antes. Ela ofende o Islã e é uma vergonha para o Paquistão”, declarou à Agência Fides Ashgar Ali Engineer, teólogo e jurista muçulmano de origem indiana, especialista em lei islâmica.
“Pedimos ao Governo do Paquistão a abolição imediata da lei sobre a blasfêmia, em particular do parágrafo 295 C do Código Penal, que prevê a pena de morte para os culpados; pedimos ao governo que garanta os direitos de todas as minorias religiosas do país”, indica o texto da petição.
A Comissão Justiça e Paz da Conferência dos Bispos Católicos calcula que entre 1986 e 2010, 993 pessoas foram vitimadas pela lei foi, das quais 120 eram cristãos.
É possível aderir à petição na página na web da AIS (em francês): http://www.aed-france.org/blaspheme/
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domingo, 13 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
BRASIL BATE RECORDE DE CRESCIMENTO, COMO A CHINA!!!
Os dados divulgados nesta terça-feira pelo IBGE, Instutito Brasileiro de Geografia e Estatística mostram um recorde histórico no crescimento do Produto interno Bruto brasileiro. Em comparação ao mesmo período do ano anterior, o crescimento foi de 9% no primeiro trimestre, o maior resultado da série histórica.
A maior alta foi na Indústria (4,2%), com Agropecuária (2,7%) e Serviços (1,9%) a seguir. A Despesa de Consumo das Famílias aumentou 1,5% e a Despesa de Consumo da Administração Pública 0,9%. No setor externo, tanto as Exportações de Bens e Serviços como as Importações de Bens e Serviços subiram: 1,7% e 13,1%, respectivamente.
A Indústria registrou o melhor desempenho (14,6%), com Serviços (5,9%) a seguir, sempre em relação ao primeiro trimestre de 2009. O volume do valor adicionado da Agropecuária cresceu 5,1%, após quatro trimestres consecutivos de queda nessa base de comparação.
Na Agropecuária, pesaram as estimativas de crescimento na produção da soja, do algodão e do milho (19,2%, 6,5% e 4,0%, respectivamente) para 2010 e que possuem safra relevante no trimestre. A produção da silvicultura e exploração florestal também teve bom desempenho no trimestre. Por outro lado, o arroz e o fumo, com safras significativas no período, têm estimativas de queda para 2010, de 9,7% e 8,9%, respectivamente.
Na atividade industrial, o destaque foi o crescimento de 17,2% do valor adicionado da Indústria da Transformação, influenciada pelo aumento da produção de máquinas e equipamentos; eletrodomésticos; indústria automotiva, incluindo peças e acessórios; metalurgia / siderurgia; indústria têxtil; produtos químicos e artigos de borracha e plástico. A Construção Civil cresceu 14,9% , beneficiada pelo aumento das operações de crédito para a habitação e pelo aumento de ocupações no setor.
De Brasília
Com informações do IBGE.
Gustavo Alves
A maior alta foi na Indústria (4,2%), com Agropecuária (2,7%) e Serviços (1,9%) a seguir. A Despesa de Consumo das Famílias aumentou 1,5% e a Despesa de Consumo da Administração Pública 0,9%. No setor externo, tanto as Exportações de Bens e Serviços como as Importações de Bens e Serviços subiram: 1,7% e 13,1%, respectivamente.
A Indústria registrou o melhor desempenho (14,6%), com Serviços (5,9%) a seguir, sempre em relação ao primeiro trimestre de 2009. O volume do valor adicionado da Agropecuária cresceu 5,1%, após quatro trimestres consecutivos de queda nessa base de comparação.
Na Agropecuária, pesaram as estimativas de crescimento na produção da soja, do algodão e do milho (19,2%, 6,5% e 4,0%, respectivamente) para 2010 e que possuem safra relevante no trimestre. A produção da silvicultura e exploração florestal também teve bom desempenho no trimestre. Por outro lado, o arroz e o fumo, com safras significativas no período, têm estimativas de queda para 2010, de 9,7% e 8,9%, respectivamente.
Na atividade industrial, o destaque foi o crescimento de 17,2% do valor adicionado da Indústria da Transformação, influenciada pelo aumento da produção de máquinas e equipamentos; eletrodomésticos; indústria automotiva, incluindo peças e acessórios; metalurgia / siderurgia; indústria têxtil; produtos químicos e artigos de borracha e plástico. A Construção Civil cresceu 14,9% , beneficiada pelo aumento das operações de crédito para a habitação e pelo aumento de ocupações no setor.
De Brasília
Com informações do IBGE.
Gustavo Alves
segunda-feira, 7 de junho de 2010
"O DEUS BOLA"
A bola é colocada
no centro do campo,
Reverência póstuma
a governos,
reivindicações populares
aspirações gerais.
Sob os pés
uma superação
de personagens
internacionais,
conflitos,
guerras,
num fraterno
moto-contínuo
de alegrias,
a pisar,
chutar
maus agouros,
agora derrotados.
Basta um pontapé
Inicial e,
tudo adquire
secundariedade.
Um corvo apita
Delimitando
Dois mundos:
O real,
a ser esquecido,
e o ideal,
cultuado
e desejado
ardentemente
Cores
distinguem-se
temporariamente:
times miscigenam-se
em confusão,
resistindo à divisão.
O Deus Bola
é incansável.
Seu desejo
De repouso,
redes suspensas,
é impedido
cá e lá,
vendaval
de impedimentos,
obstruções,
barreiras.
Se encontra
remanso,
prontamente
é recolocado
em posição
Original,
para recriar
a cerimônia
da esperança
da paz mundial,
sobre as mazelas
do mundo.
Poema de João Paulo Naves Fernandes, que lançará o seu quarto livro “Gota Serena”, na próxima Bienal do livro em São Paulo, pela Scortecci Editora. Este poema é dedicado a todos os jogadores, que inconscientemente, conseguem suspender tratados, conflitos, pela arte esportiva, pacífica, esperançosa.
Tel(11) 8938-5588
www.podasestradas.blogspot.com
no centro do campo,
Reverência póstuma
a governos,
reivindicações populares
aspirações gerais.
Sob os pés
uma superação
de personagens
internacionais,
conflitos,
guerras,
num fraterno
moto-contínuo
de alegrias,
a pisar,
chutar
maus agouros,
agora derrotados.
Basta um pontapé
Inicial e,
tudo adquire
secundariedade.
Um corvo apita
Delimitando
Dois mundos:
O real,
a ser esquecido,
e o ideal,
cultuado
e desejado
ardentemente
Cores
distinguem-se
temporariamente:
times miscigenam-se
em confusão,
resistindo à divisão.
O Deus Bola
é incansável.
Seu desejo
De repouso,
redes suspensas,
é impedido
cá e lá,
vendaval
de impedimentos,
obstruções,
barreiras.
Se encontra
remanso,
prontamente
é recolocado
em posição
Original,
para recriar
a cerimônia
da esperança
da paz mundial,
sobre as mazelas
do mundo.
Poema de João Paulo Naves Fernandes, que lançará o seu quarto livro “Gota Serena”, na próxima Bienal do livro em São Paulo, pela Scortecci Editora. Este poema é dedicado a todos os jogadores, que inconscientemente, conseguem suspender tratados, conflitos, pela arte esportiva, pacífica, esperançosa.
Tel(11) 8938-5588
www.podasestradas.blogspot.com
domingo, 6 de junho de 2010
VOCÊ CONSEGUE SER PRODUTIVO NESTA PRESSÃO TODA ?
Deixo este teste de resiliência para vocês se avaliarem como estão neste mundo globalizado. Abraço a todos
Ah, este material faz parte de meu treinamento em "ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS".
Atenção!!!
O mundo mudou, e quanto!!!
TESTE DE RESILIÊNCIA
01 Numa situação de estresse mantém a calma para resolver o problema?
02 Costuma desprezar as pessoas que não são importantes para você?
03 Procura harmonizar-se com as pessoas à sua volta?.
04 Valoriza datas comemorativas como o Natal, aniversários, etc.?
05 Analisa bem as situações e apenas depois toma decisões?
06 É extremamente crítico quando as coisas não saem ao seu agrado?
07 Numa festa que conhece poucas pessoas, você fica retraído?
08 Costuma protelar decisões de problemas desagradáveis?
09 Valoriza o senso de responsabilidade?
10 Conversa com as pessoas olhando nos olhos?
11 Costuma se lamentar quando não atinge seus objetivos?
12 Costuma examinar a reação das outras pessoas?
13 É questionador?
14 Procura sempre a perfeição nas suas tarefas?
15 Julga corretamente as pessoas e fatos?
16 É extremamente rigoroso com o fracasso das pessoas?
17 Tem receio em dizer o que está pensando?
18 Sempre arranja boas desculpas para seus fracassos?
19 Costumeiramente você expressa-se dizendo;”Você deve fazer isto”?
20 Cumpre rigorosamente os regulamentos?
21 Sabe lidar bem com as pessoas?
22 Esforça-se para contentar os outros?
23 Colhe várias informações e fatos e os analisa antes da tomada da decisão?
24 Evita o conflito com as pessoas que o cercam?
25 Numa situação de contrariedade, costuma questionar as pessoas antes de julgar?
26 Costuma resolver problemas sem a devida reflexão?
27 Costuma planejar antes de agir?
28 Não se emociona numa conversa triste?
29 Expressa com firmeza a sua opinião pessoal?
30 Conversa com facilidade com as pessoas
A – REATIVA –São os que não aceitam as adversidades e se revoltam contra ela. Em vez de assumir a responsabilidade por solucionar seus problemas, sempre encontram a quem culpar. Por isso estão constantemente reclamando co seu chefe, que é “um incompetente”, seus subordinados, “que fazem tudo errado”, dos colegas “que não colaboram”, da direção da empresa “que não toma as decisões certas”. Não importa que o problema seja exclusivamente deles, pois mesmo assim insistem em negá-lo ou jogá-lo nas costas de alguém. Tem a tendência de transferir a responsabilidade para os outros, perdendo áreas de sua própria competência.
B – PROATIVA – Em vez de curvar-se diante dos problemas, como os submissos, enfrentam a situação com a cabeça erguida. Diferentemente também dos reativos, que dispendem energia para reclamar da adversidade e procurar culpados, os proativos assumem as responsabilidades que lhes cabem e investem energia na solução da situação. Com estas atitudes, transformam dificuldades em oportunidades de aprendizado, desenvolvendo-se.
C- SUBMISSA – São os que se conformam passivamente com as intempéries da vida e renunciam ao sucesso. Se acomodam, como se sofressem de uma espécie de “Síndrome de Gabriela”, e dissesse:” Eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, e vou ser sempre assim”. Há também os que atribuem ao destino, “à vontade de Deus”, ao “Carma”, a responsabilidade pelo que estão vivendo e, assim, cruzam os braços, como se nada houvesse a fazer. Devemos aceitar as adversidades como fatos normais da vida, mas submeter-se é eximir-se de enfrentar uma adversidade. São um poço de lamentações.
Para completar o teste entre em contato comigo e passarei o material com o maior prazer.
Ah, este material faz parte de meu treinamento em "ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS".
Atenção!!!
O mundo mudou, e quanto!!!
TESTE DE RESILIÊNCIA
01 Numa situação de estresse mantém a calma para resolver o problema?
02 Costuma desprezar as pessoas que não são importantes para você?
03 Procura harmonizar-se com as pessoas à sua volta?.
04 Valoriza datas comemorativas como o Natal, aniversários, etc.?
05 Analisa bem as situações e apenas depois toma decisões?
06 É extremamente crítico quando as coisas não saem ao seu agrado?
07 Numa festa que conhece poucas pessoas, você fica retraído?
08 Costuma protelar decisões de problemas desagradáveis?
09 Valoriza o senso de responsabilidade?
10 Conversa com as pessoas olhando nos olhos?
11 Costuma se lamentar quando não atinge seus objetivos?
12 Costuma examinar a reação das outras pessoas?
13 É questionador?
14 Procura sempre a perfeição nas suas tarefas?
15 Julga corretamente as pessoas e fatos?
16 É extremamente rigoroso com o fracasso das pessoas?
17 Tem receio em dizer o que está pensando?
18 Sempre arranja boas desculpas para seus fracassos?
19 Costumeiramente você expressa-se dizendo;”Você deve fazer isto”?
20 Cumpre rigorosamente os regulamentos?
21 Sabe lidar bem com as pessoas?
22 Esforça-se para contentar os outros?
23 Colhe várias informações e fatos e os analisa antes da tomada da decisão?
24 Evita o conflito com as pessoas que o cercam?
25 Numa situação de contrariedade, costuma questionar as pessoas antes de julgar?
26 Costuma resolver problemas sem a devida reflexão?
27 Costuma planejar antes de agir?
28 Não se emociona numa conversa triste?
29 Expressa com firmeza a sua opinião pessoal?
30 Conversa com facilidade com as pessoas
A – REATIVA –São os que não aceitam as adversidades e se revoltam contra ela. Em vez de assumir a responsabilidade por solucionar seus problemas, sempre encontram a quem culpar. Por isso estão constantemente reclamando co seu chefe, que é “um incompetente”, seus subordinados, “que fazem tudo errado”, dos colegas “que não colaboram”, da direção da empresa “que não toma as decisões certas”. Não importa que o problema seja exclusivamente deles, pois mesmo assim insistem em negá-lo ou jogá-lo nas costas de alguém. Tem a tendência de transferir a responsabilidade para os outros, perdendo áreas de sua própria competência.
B – PROATIVA – Em vez de curvar-se diante dos problemas, como os submissos, enfrentam a situação com a cabeça erguida. Diferentemente também dos reativos, que dispendem energia para reclamar da adversidade e procurar culpados, os proativos assumem as responsabilidades que lhes cabem e investem energia na solução da situação. Com estas atitudes, transformam dificuldades em oportunidades de aprendizado, desenvolvendo-se.
C- SUBMISSA – São os que se conformam passivamente com as intempéries da vida e renunciam ao sucesso. Se acomodam, como se sofressem de uma espécie de “Síndrome de Gabriela”, e dissesse:” Eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, e vou ser sempre assim”. Há também os que atribuem ao destino, “à vontade de Deus”, ao “Carma”, a responsabilidade pelo que estão vivendo e, assim, cruzam os braços, como se nada houvesse a fazer. Devemos aceitar as adversidades como fatos normais da vida, mas submeter-se é eximir-se de enfrentar uma adversidade. São um poço de lamentações.
Para completar o teste entre em contato comigo e passarei o material com o maior prazer.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
LADAINHA DA HUMILDADE
Ó Jesus, manso e humilde de coração, ouvi-me.
Do desejo de ser estimado, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser amado, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser conhecido, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser honrado, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser louvado, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser preferido, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser consultado, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser aprovado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser humilhado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser desprezado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de sofrer repulsas, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser caluniado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser esquecido, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser ridicularizado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser infamado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser objeto de suspeita, livrai-me, ó Jesus.
Que os outros sejam amados mais do que eu, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
Que os outros sejam estimados mais do que eu, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
Que os outros possam elevar-se na opinião do mundo, e que eu possa ser diminuído, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
Que os outros possam ser escolhidos e eu posto de lado, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
Que os outros possam ser louvados e eu desprezado, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
Que os outros possam ser preferidos a mim em todas as coisas, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
Que os outros possam ser mais santos do que eu, embora me torne o mais santo quanto me for possível, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
Do desejo de ser estimado, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser amado, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser conhecido, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser honrado, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser louvado, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser preferido, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser consultado, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser aprovado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser humilhado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser desprezado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de sofrer repulsas, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser caluniado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser esquecido, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser ridicularizado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser infamado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser objeto de suspeita, livrai-me, ó Jesus.
Que os outros sejam amados mais do que eu, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
Que os outros sejam estimados mais do que eu, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
Que os outros possam elevar-se na opinião do mundo, e que eu possa ser diminuído, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
Que os outros possam ser escolhidos e eu posto de lado, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
Que os outros possam ser louvados e eu desprezado, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
Que os outros possam ser preferidos a mim em todas as coisas, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
Que os outros possam ser mais santos do que eu, embora me torne o mais santo quanto me for possível, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
terça-feira, 1 de junho de 2010
APÓS 30 ANOS SE REALIZA UM OUTRO CONCLAT
A classe trabalhadora brasileira viveu nesta terça-feira (1º de junho) um dos dias mais importantes de sua história. O Estádio do Pacaembu, em São Paulo, foi palco da segunda edição da Conclat, iniciativa resgatada pela CTB em seu Congresso de Fundação — em dezembro de 2007 — e agora concretizada por mais de 30 mil trabalhadores e trabalhadoras de todo o país.
Unidas, CTB, Força Sindical, Nova Central, CGTB e CUT demonstraram para a sociedade brasileira a capacidade de articulação das centrais sindicais do Brasil, ao organizar um evento da magnitude e importância da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora. A partir desse espírito unitário foi possível aprovar, em uma grande Assembleia, a Agenda da Classe Trabalhadora, com vistas a um projeto nacional de desenvolvimento com soberania e valorização do trabalho.
A CTB, desde seu Congresso de fundação, apostou na proposta de levar às outras centrais esse projeto, que só pôde se tornar realidade graças a um longo processo de unidade, que traduziu o novo momento vivido pelo sindicalismo no Brasil. Esse documento agora será entregue a todos os candidatos à Presidência da República e servirá como base para as próximas campanhas de luta da classe trabalhadora no país.
A Declaração Política do 2º Congresso da CTB, realizado em setembro de 2009, já adiantava como deveria ser o processo de constituição do evento realizado neste 1º de junho. “Para coroar o processo de unidade que já está em curso, a CTB propõe a realização de uma nova Conclat - Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, reunindo milhares de sindicalistas de todas as centrais e entidades sindicais, independentemente das posições políticas e ideológicas, sem discriminações. A Conclat vai elevar a um novo patamar o nível de intervenção e influência do sindicalismo e da classe trabalhadora na vida nacional”, dizia o texto.
Segundo o presidente da CTB, Wagner Gomes, depois da segunda edição da Conclat, o Brasil verá surgir um novo movimento sindical. “É uma vitória da unidade, independentemente de quem teve a iniciativa desta Conferência. Daqui para frente, a classe trabalhadora terá um papel mais elevado, e certamente influirá cada vez nas decisões políticas do país”, afirmou.
O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Alberto Broch, também destacou a unidade das centrais e “No Congresso da CTB eu já dizia que essa seria uma das melhores propostas surgidas no seio sindical ao longo dos últimos anos. É claro que seria necessário um amadurecimento de todas as centrais — e isso felizmente ocorreu”, comentou.
Seis eixos
A Agenda da Classe Trabalhadora, documento aprovado por unanimidade pelos cerca de 30 mil participantes da Conclat, contemplou seis eixos considerados estratégicos pelas cinco centrais e traduziu sua unidade de luta:
1. Crescimento com Distribuição de Renda e Fortalecimento do Mercado Interno;
2. Valorização do Trabalho Decente com Igualdade e Inclusão Social;
3. Estado como Promotor do Desenvolvimento Socioeconômico e Ambiental;
4. Democracia com Efetiva Participação Popular;
5. Soberania e Integração Internacional;
6. Direitos Sindicais e Negociação Coletiva.
O vice-presidente da CTB, Nivaldo Santana, já adiantava em recente artigo que o conteúdo da Agenda da Classe Trabalhadora indicaria o fim da era neoliberal para o país. “O conteúdo das propostas indica que a imensa maioria do sindicalismo nacional se posiciona contra o retrocesso neoliberal e em defesa da continuidade e aprofundamento das mudanças progressistas inauguradas com o governo do presidente Lula”, sustentou o dirigente.
Unidade
Os discursos dos cinco presidentes das centrais destacaram a unidade conquistada ao longo dos últimos meses, período em que se materializou o documento final da Conclat.
Antônio Neto, da CGTB, disse que essa união deve servir de exemplo para as próximas lutas do sindicalismo. “A grande virtude deste palanque é a unidade. Até 2002, estávamos na resistência e esta assembleia marca a maturidade das centrais. Organizadas, só temos a ganhar. Temos agora que seguir unidos para que sigamos avançando”, afirmou.
Para José Calixto Ramos, da Nova Central, essa unidade tem que ser traduzida em novas ações de luta. “Soubemos lidar com nossas diferenças para organizar este evento. Somente a unidade de ação trará resultados satisfatórios para a classe trabalhadora”, bradou.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, lembrou que, apesar da amplitude do documento elaborado pelas centrais (são 249 itens no total), prevaleceu a unidade em torno das causas mais importantes. “Nós já vínhamos buscando isso há muito tempo. Temos divergências, é claro, mas aprendemos a nos unir naquilo que é mais importante para os trabalhadores”, disse.
Artur Henrique, da CUT, lembrou que essa mesma unidade demonstrada na Conclat foi a responsável por conquistas recentes, como o reconhecimento das centrais e a política de valorização do salário mínimo. Segundo ele, esse mesmo esforço deve ser feito nas próximas eleições, no sentido de evitar qualquer retrocesso político para o país. “O desafio é muito grande, pois não podemos permitir a volta ao poder daqueles que trouxeram tanto atraso para o Brasil”, afirmou.
O presidente da CTB, em seu discurso, destacou o caráter histórico da Conclat e sustentou que a mesma unidade demonstrada pelas centrais deve servir de exemplo para um novo projeto nacional de desenvolvimento. “Estamos fazendo história e devemos ter consciência de que o destino do Brasil depende de nós. Os rumos políticos da nação podem ser mais ou menos progressistas dependendo da participação da classe trabalhadora nas batalhas em curso e, em especial, nas eleições de outubro, nas quais devemos nos empenhar de corpo e alma para eleger candidatos identificados e comprometidos com nossa agenda”, disse.
Wagner Gomes lembrou também que a responsabilidade dos trabalhadores e trabalhadoras é muito grande, bem como seus desafios. Mas mostrou-se otimista quanto ao futuro e também adiantou qual será a tarefa do movimento sindical para este ano: “Derrotamos o neoliberalismo nas urnas em 2002, voltamos a derrotá-lo em 2006 e vamos lhes impor uma nova derrota em outubro, barrando a possibilidade de retrocesso. É esta a nossa tarefa comum neste ano”.
ESPECIALISTAS REFLETEM SOBRE OS ANJOS
CAMPAGNA, segunda-feira, 31 de maio de 2010 (ZENIT.org). - A sexta edição do Encontro Nacional de Angeologia será realizada na cidade italiana de Campagna, nos dias 1º e 2 de junho, e terá como tema "Os Anjos dos Presbíteros e da Igreja".
Promovido e organizado pela Associação da Milícia de São Miguel Arcanjo, o evento contará com a presença de teólogos de renome internacional e intelectuais influentes, como o jornalista e escritor Renzo Allegri e o fundador da Milícia, Dom Giuseppe Del Ton.
O principal promotor da iniciativa é Marcello Stanzione, que refundou a Associação da Milícia de São Miguel Arcanjo em 2002.
Em uma entrevista concedida a ZENIT, Marcello afirma que "graças a Deus, a cada ano ganhamos força, e nos congressos anuais já contamos com mais de 200 pessoas. Cerca de 1.200 estão permanentemente conectadas ao nosso site na web".
"O Padre Pio dizia que era preciso difundir cada vez mais a devoção aos anjos", lembra.
"Meu interesse pelos anjos nasceu por acaso, há cerca de 20 anos - explica. Estava em peregrinação em São João Rotondo, hospedado na casa das Irmãs Pias Operárias de São José."
"Lá conheci uma senhora que tinha um livro, Orações aos anjos da guarda. O título despertou meu interesse, e então pedi o livro emprestado."
"A leitura me chocou profundamente, porque o texto relacionava a figura dos anjos a planetas e astros (...); era magia, não espiritualidade, uma publicação teologicamente incorreta, elaborada para atrair as pessoas."
A partir de então, Marcello passou a se dedicar ao estudo dos anjos no âmbito da teologia católica. "Sou um angeólogo autodidata, não tenho a formação de um teólogo dogmático."
"Sou um simples padre da roça", afirma, com sincera modéstia.
Anos e anos de estudos o levaram a compreender que a angeologia, ao lado da demonologia, é um assunto sério, que ocupou a elite intelectual da Igreja durante séculos. "Muitos hoje se esquecem que a angeologia constitui um ramo da teologia vinculada à demonologia. Não se pode falar no diabo sem conhecer os anjos."
Marcello é um defensor apaixonado do Anjo da Guarda - ou melhor, dos Anjos da Guarda, visto que alguns teólogos sustentam que cada pessoa conta com mais de uma para protegê-la. "Manifestam-se na interioridade. Nem todos têm o carisma do Padre Pio, de Natuza, de Santa Faustina ou de Santa Maria Francisca, que os viam e falavam com eles."
Enquanto fala, Marcello oferece um cartão. "É preciso que chegue até Sua Santidade Bento XVI. É um apelo pela instauração de um ano em honra de São Miguel Arcanjo e de restabelecer, após a Missa, a invocação de Leão XIII ao Príncipe das Milícias Celestes, recomendada também pelo Servo de Deus João Paulo II." E finalmente, Marcello se despede confiando-nos à sua proteção.
Promovido e organizado pela Associação da Milícia de São Miguel Arcanjo, o evento contará com a presença de teólogos de renome internacional e intelectuais influentes, como o jornalista e escritor Renzo Allegri e o fundador da Milícia, Dom Giuseppe Del Ton.
O principal promotor da iniciativa é Marcello Stanzione, que refundou a Associação da Milícia de São Miguel Arcanjo em 2002.
Em uma entrevista concedida a ZENIT, Marcello afirma que "graças a Deus, a cada ano ganhamos força, e nos congressos anuais já contamos com mais de 200 pessoas. Cerca de 1.200 estão permanentemente conectadas ao nosso site na web".
"O Padre Pio dizia que era preciso difundir cada vez mais a devoção aos anjos", lembra.
"Meu interesse pelos anjos nasceu por acaso, há cerca de 20 anos - explica. Estava em peregrinação em São João Rotondo, hospedado na casa das Irmãs Pias Operárias de São José."
"Lá conheci uma senhora que tinha um livro, Orações aos anjos da guarda. O título despertou meu interesse, e então pedi o livro emprestado."
"A leitura me chocou profundamente, porque o texto relacionava a figura dos anjos a planetas e astros (...); era magia, não espiritualidade, uma publicação teologicamente incorreta, elaborada para atrair as pessoas."
A partir de então, Marcello passou a se dedicar ao estudo dos anjos no âmbito da teologia católica. "Sou um angeólogo autodidata, não tenho a formação de um teólogo dogmático."
"Sou um simples padre da roça", afirma, com sincera modéstia.
Anos e anos de estudos o levaram a compreender que a angeologia, ao lado da demonologia, é um assunto sério, que ocupou a elite intelectual da Igreja durante séculos. "Muitos hoje se esquecem que a angeologia constitui um ramo da teologia vinculada à demonologia. Não se pode falar no diabo sem conhecer os anjos."
Marcello é um defensor apaixonado do Anjo da Guarda - ou melhor, dos Anjos da Guarda, visto que alguns teólogos sustentam que cada pessoa conta com mais de uma para protegê-la. "Manifestam-se na interioridade. Nem todos têm o carisma do Padre Pio, de Natuza, de Santa Faustina ou de Santa Maria Francisca, que os viam e falavam com eles."
Enquanto fala, Marcello oferece um cartão. "É preciso que chegue até Sua Santidade Bento XVI. É um apelo pela instauração de um ano em honra de São Miguel Arcanjo e de restabelecer, após a Missa, a invocação de Leão XIII ao Príncipe das Milícias Celestes, recomendada também pelo Servo de Deus João Paulo II." E finalmente, Marcello se despede confiando-nos à sua proteção.
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