sábado, 30 de maio de 2015

Robbie Dupree - "Steal Away" - HQ Audio)))

Uma reflexão como é vista a Trindade nos dias de hoje.

Catequese com Adultos: os riscos no discurso trinitário
Falar do Deus Trindade requer, antes de tudo, o obséquio da fé.
Por Diac. José Barbosa de Miranda
Brasília, 29 de Maio de 2015 (ZENIT.org)
No artigo anterior comentávamos sobre a Solenidade do Pentecostes, quando vimos no discurso de Pedro a manifestação publica da Igreja, restabelecendo a unidade perdida na torre de Babel, mas, pela ação do Espírito Santo, todos se entendem, têm os canais para possuir a vida eterna pela conversão e remissão. Agora, depois do milagre de Pentecostes, a Igreja nos apresenta a Solenidade da Santíssima Trindade. É um mistério que nem o grande Santo Agostinho conseguiu entender, aceitando a linguagem da fé, crendo no Deus Uno e Trino.
O DISCURSO TRINITÁRIO, NO MUNDO MODERNO, PODE NOS LEVAR A TRÊS RISCOS
O primeiro é querer atualizar o dogma trinitário no conceito sócio-antropológico, levando-o ao questionamento homem-homem e reduzindo a divindade na dimensão puramente humana (antropológica), esquecendo-se da sua origem transcendente para um reducionismo de Deus. Esse raciocínio parte da humanização do Filho desvinculando-o da sua origem divina. Por exemplo: na cruz só ficou o homem, separando as duas naturezas do Filho para sacrificar somente a humana. Mas, como as Pessoas trinitárias são um só Deus, com a mesma essência e mesma substância, não somos capazes de compreender o mistério que não foi revelado pelo Filho, por isso “O sofrimento do Pai corresponde ao sofrimento do Filho, ‘que me amou e entregou a si mesmo por mim’ (Gl 2,20). Deus sofre na cruz como Pai que oferece, como Filho que se oferece, como Espírito que é o amor permanente de Jesus sofredor. A cruz é a história do amor trinitário de Deus pelo mundo: um amor que não se limita a suportar o sofrimento, mas o escolhe”[1].
Sabemos que o mistério trinitário não se encaixa na inteligência do homem, pois Deus não é criação humana, se assim o fosse seria uma invenção humana como são os ídolos.
O segundo risco, predominante em alguns seguimentos cristãos hodiernos, é o de isolar as Pessoas Trinitárias: a era do Pai, a do Filho e a do Espírito Santo. Alguém já disse: “estamos vivendo o tempo do Espírito Santo”. Quebra-se a unidade para reforçar a mensagem reducionista. Uns querem desassociar a ação trinitária para reforçar o sectarismo pentecostal e chegam a pinçar o Espirito Santo da unidade Trindade. Alguns já desejaram crucificar o Espírito Santo no lugar de Jesus.  
A dificuldade de se falar sobre a Trindade não está na Teologia Dogmática, mas nos “exegetas dos últimos tempos”.
Não podemos querer que o Deus Trino desça a nós para esquadrinhá-lo à nossa inteligência, mas que a nossa compreensão seja emoldurada a Ele. O dogma contém a unidade nas Pessoas que está além da nossa razão, embora a razão nos ajude a procurá-Lo. “O dogma contém o mistério de Deus e se fosse interpretado só com a razão seria necessariamente profanado”[2].
É por isso que a razão se escandaliza diante da unidade na Trindade. O mistério é o desenvolvimento histórico da economia trinitária para ser proclamado com o obséquio da fé.
O terceiro risco está na linguagem. Os símbolos usados na linguagem nem sempre refletem o que designam. É a pobreza da linguagem humana para se referir a Deus. Daí se apodera da filosofia para querer explicar o mistério trinitário que nem Cristo nem os apóstolos dele se preocuparam; “Nem Jesus nem os apóstolos apresentaram uma doutrina com formulação clara da distinção das Três Pessoas na unidade da Natureza Única de Deus. Aliás, nem mesmo as palavras como ‘pessoa’, ‘substância’ ou ‘natureza’ são usadas nem pelo divino Mestre nem por seus discípulos imediatos”[3].

AS DIFICULDADES PARA ENTENDER DEUS-PAI NA UNIDADE TRINITÁRIA
Sem entrar nos conceitos bíblicos sobre a paternidade de Deus, hoje a dificuldade se baseia principalmente:
  1. Referência na unidade familiar que se desintegra com os apelos hodiernos: questionamento da autoridade paterna; a renúncia da paternidade que gera mas não assume; a disputa de espaços e poder no núcleo familiar. O mal hodierno que deseja mudar o princípio criativo de Deus, descaracterizando a união paterna-materna com missões específicas[4].
  2. As feridas sociais: marginalização dos pobres; exclusão racial; abandono de órfãos; trabalhos escravos, exploração infantil.
  3. Má distribuição de rendas: concentração de riquezas e poder; ampliação de grupos que nada têm para a sua sobrevivência. Dir-se-ia que a dificuldade para compreender Deus-Pai está na família. Há uma cultura atéia que se quer implantar: destrói-se a família para destruir Deus.

Falar de Deus Trindade requer, antes de tudo, o obséquio da fé. A dimensão do amor de Deus exige do homem e da mulher um desapego e renúncia dos conceitos mal elaborados. O que vemos hoje são imagens ofuscadas como árvores que se movem. Precisamos dos ícones para auxiliar a comunicação, mas não colocá-los como verdades conclusivas.

UMA CONCLUSÃO DE SÃO TOMÁS DE AQUINO
No homem podemos considerar três coisas: existe em sua natureza, no seu intelecto, no seu amor, mas não constituem algo único porque seu entender não é seu ser nem seu amar e nele subsiste apenas a natureza humana. Em Deus, todavia, são o mesmo o ser, o inteligir e o amar. Deus existe em sua natureza, em seu intelecto, em seu amor como uno, mas cada um é subsistente em si mesmo. Assim, em Deus há três pessoas, a saber, o Pai, e o Filho e o Espírito Santo, mas formam uma unidade de amor, de ser, de inteligência[5].
Isto requer de nossa inteligência aceitar que o Pai, o Filho, o Espirito Santo são três pessoas que subsistem em si mesmo, com sua essência divina e com subsistência completa. Nada há que acrescentar.
           

“Charlie Charlie” – O Sim e o Não de uma prática bem real e oculta de “invocar os espíritos.”


Brincadeira, mito ou lenda à parte, o que deve nos alertar é a proximidade com o ocultismo, espiritismo e outras vertentes de invocação de mortos, espíritos e demônios.
Por Fabiano Farias de Medeiros
Horizonte, 29 de Maio de 2015 
Nestes últimos dias as redes sociais exponenciaram a “brincadeira” denominada “Charlie, Charlie” que consiste em um jogo no qual dois lápis são colocados em uma cruz sobre um papel, e escreve-se sim “e” não ” em cada aresta do cruzamento e “convida-se” através de uma invocação, o “Charlie”, um suposto espírito mexicano a responder se está ali ou não. Não são poucos os relatos de experiências com esta “brincadeira”, desde situações sérias até situações humorísticas que está ganhando proporção dia após dia. Somente a hashtag #CharlieCharlieChallenge foi usada por 2 milhões de pessoas nos últimos dois dias.
Segundo a BBC News, que investigou o caso da brincadeira e sua invocação demoníaca e a ligação com a cultura mexicana, não há registros desta prática no folclore mexicano. Segundo Maria Elena Navez da BBC, “Não há nenhum demônio chamado ‘Charlie’ no México”. Segunda ela,  “Lendas mexicanas muitas vezes vêm de histórias antigas dos Aztecas e Maias, ou a partir das muitas crenças que começaram a circular durante a conquista espanhola. Na mitologia mexicana pode encontrar deuses com nomes como ‘Tlaltecuhtli’ ou ‘Tezcatlipoca” na língua Nahuatl.”
Outra explicação possível seria um vídeo publicado em 6 de junho de 2014 no Canal YouTube que mostra a invocação de espíritos através do uso de lápis de uma forma diferente da “brincadeira” atual – O vídeo pode ser visto neste link: Jugando Charlie Charlie
Relata-se também que a “brincadeira” seria uma versão simplificada do Ouija ou Tábua Ouija, criada para ser usada como método da necromancia ou comunicação com espíritos, que é realizada usando superfície plana com letras, números ou outros símbolos em que se coloca um indicador móvel e é proveniente dos Estados Unidos no ano 1848. No Brasil realiza-se esta mesma prática, sendo conhecida como “brincadeira ou jogo do copo”. 
Brincadeira, mito ou lenda à parte, o que deve nos alertar é a proximidade com o ocultismo, espiritismo e outras vertentes de invocação de mortos, espíritos e demônios. O que é uma “brincadeira” simples pode tornar-se uma grande e escancarada porta para outras práticas. Segundo o exorcista espanhol Jose Antonio Fortea em entrevista à ACI Prensa, o famoso #CharlieCharlieChallenge envolve a prática bem real e oculta de “invocar os espíritos.”
Numa entrevista a 27 de Maio - CONFIRA AQUI – , ele avisou que “alguns espíritos que estão na raiz desta prática vão meter-se com alguns dos que jogam o jogo.” Apesar de o sacerdote afirmar que os jogadores “não ficarão necessariamente possuídos”, o espírito foi invocado e “permanecerá perto durante algum tempo.” Pe. Fortea também avisou que jogar o jogo “vai fazer com que outros espíritos comecem a entrar numa comunicação mais frequente.” “Por isso a pessoa pode mesmo sofrer consequências piores do demônio,” disse ele.
Conclui-se que a “brincadeira”, assim como qualquer outra prática que envolva estes fatores sobrenaturais de invocação de espíritos e demônios é muito perigoso. Segundo o Dr. Valter Cascioli, psiquiatra e porta-voz da Associação Internacional de Exorcistas (AIE), em recente conferência foi constatado que “um número cada vez maior de bispos e cardeais pediu para participar na conferência devido a um aumento da atividade demoníaca.” Segundo ele – “Estas práticas, de certo modo, abrem o caminho para a singular atividade demoníaca. Certamente, o número de pessoas que se dirigem a essas práticas com graves danos sociais, psicológicos, espirituais e morais está em constante aumento e isso nos preocupa porque, consequentemente, temos também um singular aumento da atividade demoníaca, de modo particular, perseguições, obsessões e, sobretudo, possessões diabólicas.” 
Relatou também que as causas do aumento destas atividades pode ser atribuído à falta de fé cada vez maior entre as pessoas, juntamente com o aumento da curiosidade em participar de tais atos. E ainda alertou: “Está-se a tornar numa emergência pastoral,” disse Cascioli à CNA. “De momento o número de perturbações de actividade demoníaca extraordinária está a crescer.”
Não podemos discorrer do combate espiritual que vivemos. A isso São Tomás de Aquino já nos alertava: “O combate em si mesmo procede da maldade dos demônios, que por inveja se esforçam para impedir o progresso dos homens e por soberba usurpam a semelhança do poder divino…”
Sabemos também que vivemos em tempos onde a proliferação de uma não aceitação ou desconhecimento das realidades espirituais é exacerbada. Haja vista que muitos católicos desconhecem a realidade dos “Novíssimos” e por vezes custam a acreditar na existência do demônio. SObre isso o Papa Francisco já havia exortado: “Fizeram crer a esta geração – a tantas outras – que o diabo era um mito, uma figura, uma ideia, ideia do mal, mas o diabo existe e nós temos de lutar contra ele”, declarou, em homilia na capela da Casa de Santa Marta.  Papa Francisco também alertou sobre o perigo do contato com o demônio: “Com o príncipe deste mundo não se pode dialogar, que isso esteja claro!” remarcou, e assinalou que “o diálogo vem da caridade, do amor. Mas com esse príncipe é impossível dialogar: só podemos responder com a Palavra de Deus que nos defende”. 
Unamo-nos em oração e revestidos da armadura de Deus, possamos rezar a oração que o Papa Leão XIII nos deixou: 
São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combatesede o nosso refúgio contra as maldades e ciladas do demônio. Ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos, e vós, príncipe da milícia celeste, pela virtude divina, precipitai no inferno a satanás e aos outros espíritos malignos, que andam pelo mundo para perder as almas. Amém”.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

FERRAMENTAS
TIPOGRAFIA
Os protestos do Dia Nacional de Paralisação e Mobilizações está tomando as ruas do país contra o PL da terceirização e a retirada de direitos da classe trabalhadora. Desde a manhã desta sexta-feira (29), em diversos estados, se realizam atos, caminhadas e manifestações. Confira as fotos das atividades realizadas até agora:
Bahia

 Itabuna
 
Amazonas

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Congo: episcopado de Buvaku denuncia o sequestro de um bispo


Em um panorama de máfia econômica e política, avança o jihadismo na região do maciço de Ruwenzori.
Por Redação
Roma, 26 de Maio de 2015 
O jihadismo ameaça cada vez mais a África central. De acordo com a mensagem da Assembleia Episcopal Provincial de Buvaku, na República Democrática do Congo, os "três maiores perigos" são "um clima de genocídio, um foco de fundamentalismo jihadista e um processo de balcanização".

Os bispos denunciaram a presença de "inumeráveis grupos armados" que estão perpetrando crimes contra a humanidade, inclusive os mais cruéis: da mutilação de crianças ao aborto forçado. Particularmente no maciço de Ruwenzori, estão se espalhando muitos "grupos que insuflam o espírito jihadista em seus recrutas, treinados para o terrorismo internacional".
Os jovens afetados são de várias nacionalidades, incluindo os próprios congoleses, "enganados por recrutadores inescrupulosos que prometem bolsas de estudo no Oriente Médio, na Europa e no Canadá. É preciso esperar que esta situação piore para que amanhã a comunidade internacional faça cair um dilúvio de fogo sobre a região a pretexto de combater o jihadismo?", interrogam os bispos.

Os grupos terroristas contam com "um contexto de máfia econômica e política, alimentada pela pilhagem em larga escala dos abundantes recursos minerais, florestais, animais e petrolíferos", acrescentam os prelados.

Uma das consequências da escalada jihadista são os sequestros de homens da Igreja: dom Placide Lubamba, bispo de Kasongo, foi sequestrado em 12 de maio em Lulingu-Shabunda. Os bispos da província de Buvaku, além de denunciarem este rapto, se disseram igualmente "indignados com o silêncio sobre os três padres assuncionistas raptados em 19 de outubro de 2012" e indagaram se "eles estão vivos ou mortos".

Afirmando a sua "dificuldade em entender as ambiguidades, as tergiversações e os paradoxos" do seu governo, os bispos lançam um apelo ao Estado congolês e à comunidade internacional para intervir e proteger as populações locais.

terça-feira, 26 de maio de 2015

O Pó das Estradas


Antes que eu morra,
deixo o testamento 
de minhas humanas

futilidades.

Para o comerciante, o lojista, 
deixo a esperança
de hoje ser um dia melhor.
Quantas constantes lamúrias 
provém deste setor,
que até acredito,
depois desconsidero.

Ao industrial 
fica a humanidade
que perdeu-se
no perfeccionismo,
excesso de críticas
aos colaboradores,
os operários,
e a fé no sucesso.

Aos banqueiros
deixo a justiça divina
esquecida
atrás das prestações
atrasadas.

Aos que vivem de aluguel
o suor do meu trabalho
para que
se reedifiquem
de sua sobrevivência
preguiçosa.
Sobrevivam por vocês mesmos!

Aos mendigos
entrego o conforto
de ser,
a somar-se
`a sua dificuldade
de ter.

Aos ricos
fica minha auto-crítica
sabendo da dificuldade
que terão
em assimilá-la
eles tão exigentes
com os outros.

Ao povo proponho
a destruição dos líderes.
Que seja ele mesmo
seu único porta voz,
para quebra das idolatrias.

Aos pecadores
largo um pedaço
de meu coração perdido
e muitas súplicas
de perdão
porque sou também
um destes.

Aos políticos
não deixo nada.
Já têm tudo o que precisam.

Aos juízes
fica minha
auto condenação
que se vejam
diante do espelho
da vida,
cheios de vaidades.

Para a esposa
a minha permanência
como prêmio indigno
por ter me suportado
e a alegria da convivência.

Para as amantes
talvez nem as lembranças
fiquem como consolo,
perdidas no tempo,
mas aí estão.

Para os filhos
o ímpeto pela vida
como exemplo
do que não fui
em tudo 
que poderia.

Aos amigos
deixo a verdade
de meus erros.
Quem sabe poderão
enfim compreender-me
sem deixarem de me amar.

A todos deixo o Pó,
do que realmente fui e serei
espremido ao lado
de uma estrada,
num trajeto
que leva a lugar nenhum
deste planeta,
preparando
um salvo-conduto
difícil de justificar-se.

Disto afirmo e atesto.
João Paulo Naves Fernandes. 
26/05/2015

segunda-feira, 4 de maio de 2015

AUSÊNCIA




Os dias passam...
Vem uma manhã
            uma tarde
                  anoitece.

aguardo...

Passam vagarosamente

e aguardo...

Vejo horizontes
que esperam
um esforço coletivo
que leva séculos
para parir

aguardo...

Qual a velocidade
de meus sonhos
mortos no tempo.

Passam
e parece
que não passam...

Pasmo
imóvel
observo
este devir
que não vai...

como se tudo
fosse uma foto
fóssil
paralítica.

Expectador
de mim
disfarçado
de presente...

João Paulo Naves Fernandes​.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Insatisfeito.

Ei você!

Veja,
estou aqui.

Venha,
preciso de ti.

Sinto-me
só,
sem alguém
com quem
possa
compartilhar
o meu
nada.

Apenas
a tua
presença
silenciosa
eu 
preciso.

Agora,
já.

Não demore
não ignore
vire o rosto
disfarce.
porque
estou
olhando
e percebo.

Por favor
venha.

Estou carente
de ti e de tudo.

Não irás
 resolver
minha
angústia
infinita
de gente,
mas
ajudarás
a suportar
este instante
de agonia
de alma
oculta
por trás
dos olhos.

Desperte
o seu coração
para mim,
imploro,
porque
tenho 
uma sede
insaciável
de companhia.

Se vejo
dentro
de mim,
uma imensidão
de espaços
vazios
que
era 
para
estar
ocupada

Até 
meus 
versos
aproveitam
linhas
inteiras
e não
se 
satisfazem.


Viva o trabalhador!!!! Viva São José Operário!!!

1886 - Dia da Solidariedade Internacional dos Trabalhadores 
 
Começa greve de 800 mil em Chicago, EUA, pela jornada de 8 h. Dia 4, choque com a polícia deixa 38 mortos. Militantes são presos, acusados de atirarem bombas. Um se suicida na prisão, 4 são enforcados em 11/11/1887. A 14/7/1889 o 1º Congresso da Internacional Socialista fixa o dia como uma espécie de greve geral internacional pela jornada de 8 horas.
1916: capa
do jornal 
A
Lanterna