sábado, 30 de junho de 2012

Pedro morou em Roma e foi enterrado em Roma


Testemunhos literários e prova arqueológica
Mons. Vitaliano Mattioli*
CRATO, sexta-feira, 29 de junho de 2012 (ZENIT.org ) - A festa de S. Pedro nos coloca uma questão: Pedro morou em Roma, foi enterrado em Roma?
Resolver essa pergunta é importante porque este “morrer de Pedro em Roma e ser enterrado em Roma”, capital do Império Romano, sempre foi interpretado pela Igreja como uma vontade implícita de Cristo, fundador de Cristo, fundador da Igreja, que o Bispo de Roma deve ser considerado o sucessor de Pedro e o seu Vigário na terra.
Temos testemunhos literários que confirmam tudo isso:
1- A carta do Papa Clemente de Roma aos Coríntios (ano 96). Falando da perseguição de Nero, ano 64, escreve: "Lancemos os olhos sobre os excelentes apóstolos: Pedro foi para a glória que lhe era devida... A esses homens ... juntou-se grande multidão de eleitos que, em consequência da inveja, padeceram muitos ultrajes e torturas, deixando entre nós magnífico exemplo" (5,3-7; 6,1).
2- Ireneu (140-203),  Bispo de Lião-França, escreveu uma obra importante “Contra as Heresias”. Nesta nos confirma a chegada de Pedro a Roma: “À maior e mais antiga e conhecida por todos, à Igreja  fundada e constituída em Roma, pelos dois gloriosíssimos apóstolos  Pedro e Paulo” (III, 3, 2); “Os bem-aventurados apóstolos que fundaram e edificaram a Igreja romana transmitiram o governo episcopal a Lino” (III, 3, 3).
3- Tertuliano (160-250), no escrito “Sobre o Batimo”: Não há nenhuma diferença entre aqueles que João batizou no Jordão e aqueles que Pedro batizou no Tibre” (IV, 3).  O Tibre é o rio que atravessa Roma; de tal forma que Tertuliano confirma a presença de Pedro em Roma.
4- Eusébio de Cesaréia  (260-340), na sua “História Eclesiástica": “O  apostolo Pedro  na Judéia, empreendeu uma longa viagem além-mar... para o Ocidente, veio para Roma” (História , II, 14, 4-5).  “Nero foi também o primeiro de todos os inimigos de Deus, que teve a presunção  de matar os apóstolos. Com efeito conta-se  que sob o seu reinado Paulo foi decapitado em Roma.  E ali igualmente Pedro  foi crucificado. Confirmam tal asserção os nomes de Pedro e  de Paulo, até hoje atribuidos aos cemitérios da cidade” (História, II, 25, 5).
5- Ainda Eusébio  refere o testemunho do Presbítero Gaio (ano 199)  que viveu durante o pontificado do Papa Zefirino (199-217), no seu escrito contra Proclo, chefe da seita dos Montanistas: "Nós aqui em Roma temos algo melhor do que o túmulo de São Filipe. Possuímos os troféus dos apóstolos fundadores desta Igreja local. Vai à via Óstia e lá encontrareis o troféu de Paulo; vai ao Vaticano e lá vereis o troféu de Pedro" (História, II, 25, 6).
6- O mesmo Eusébio nos refere outros testemunhos. No livro II refere o testemunho de Dionísio bispo de Corinto (ano 170): "Tendo vindo ambos a Corinto, os dois apóstolos Pedro e Paulo nos formaram na doutrina evangélica. A seguir, indo para a Itália, eles vos transmitiram os mesmos ensinamentos e, por fim, sofreram o martírio na mesma ocasião" (História, II,25,8).
7- Orígenes, (185-253),  na obra Comentários ao Gênesis, terceiro livro  (conservado na História  de Eusébio, III,1, 2):  "Pedro, finalmente tendo ido para Roma, lá foi crucificado de cabeça para baixo, conforme ele mesmo desejara sofrer".
Além desses testemunhos, foram encontrados e decifrados grafites anônimos dos séculos II e III escritos sobre o túmulo de São Pedro localizado durante as escavações arqueológicas realizada debaixo da Basílica do Vaticano nas décadas de 50 e 60 (do séc. XX) que confirmam a sepultura do Apóstolo Pedro em Roma: "Pedro está aqui." (=Petros Eni) , "Pedro, pede a Cristo Jesus pelas almas dos santos cristãos sepultados junto do teu corpo", "Salve, Apóstolo!",  "Cristo e Pedro" , "Viva em Cristo e em Pedro",  "Vitória a Cristo, a Maria e a Pedro".
Em 1953 foi achado um antigo túmulo hebraico com a inscrição “Simão filho de Jonas”.
Provas arqueológicas.
Em 1939, o Papa Pio XII iniciou uma série de escavações debaixo da basílica de São Pedro. Nessas buscas descobriu-se, entre outros restos, o que se julga ser o túmulo de São Pedro.   A descoberta foi anunciada pelo Papa Pio XII  no Ano Santo ,  Radiomensagem de natal, 23 de dezembro de 1950:
"As escavações debaixo da  Confissão mesma, pelo menos enquanto se relacionam com a tumba do Apóstolo ... e seu exame científico, foram, durante este Ano jubilar, concluídas muito bem. Este resultado foi de suma riqueza e importância. Mas a questão essencial é esta: A tumba de São Pedro foi realmente achada? A tal pergunta a conclusão final dos trabalhos e dos estudos responde com um claríssimo Sim. A tumba do Príncipe dos Apóstolos foi encontrada. Uma segunda questão, subordinada à primeira, diz respeito às relíquias do Santo. Estas já foram descobertas? Na beira do túmulo foram encontrados restos de ossos humanos, que no entanto não é possível provar com certeza que pertencem aos restos mortais do Apóstolo. Isto deixa, portanto, intacta a realidade histórica da tumba. A cúpula gigantesca foi erguida justamente sobre o sepulcro do primeiro Bispo de Roma, do primeiro Papa; sepulcro originalmente muito humilde, mas sobre o qual a veneração dos séculos posteriores com maravilhosa sucessão de obras ergueu o maior templo do Cristandade".
Paulo VI continuou as escavações. A resposta positiva a apresentou na Audiência Geral da Quarta-feira, 26 de junho de 1968: “Uma segunda questão, subordinada à primeira, diz respeito às relíquias do Santo. Elas foram encontradas? A resposta então dada pelo venerável Pontífice foi duvidosa. Novas investigações pacientíssimas e precisas foram feitas mais tarde com resultados que Nós, confortados pelo juízo de prudentes e valiosas pessoas competentes, acreditamos que seja positivo: também as relíquias de São Pedro foram identificadas... Temos razão para acreditar que foram encontrados os poucos, mas sacrosantos restos mortais do Príncipe dos Apóstolos, de Simão, filho de Jonas, do Pescador chamado Pedro por Cristo, daquele que foi eleito pelo Senhor como fundamento da sua Igreja, e ao qual o Senhor confiou  as chaves supremas do seu reino, com a missão de apascentar e de reunir o seu rebanho, a humanidade redimida, até a sua última vinda gloriosa".
Os estudos continuaram. O mesmo Paulo VI, na Audiência Geral da quarta-feira, 28 de junho de 1978, voltou ao assunto: “Sim, a prova histórica, não somente da tumba, mas também dos seus veneradíssimos restos mortais, foi encontrada. Pedro está aqui, onde a análise documentária, arqueológica, cheia de indícios e lógica finalmente nos indica... Nós temos assim o consolo de ter um contato direto com a fonte da tradição apostólica romana mais segura, aquela que nos garante a presença física do Chefe do Colégio dos primeiros discípulos de Jesus Cristo em Roma”.
* Mons. Vitaliano Mattioli, nasceu em Roma em 1938, realizou estudos clássicos, filosóficos e jurídicos. Foi professor na Universidade Urbaniana e na Escola Clássica Apollinaire de Roma e Redator da revista "Palestra del Clero". Atualmente é missionário Fidei Donum na diocese de Crato, no Brasil.
(Tradução Thácio Siqueira)

quarta-feira, 27 de junho de 2012


27 DE JUNHO DE 2012 - 12H43 

Pesquisa revela extermínio de moradores de rua


Pesquisa do Movimento Nacional de Pessoas em Situação de Rua (MNPR) mostra que pelo menos 304 moradores de ruas foram assassinados no Brasil entre janeiro e junho deste ano. Na média, são quase duas pessoas por dia. O levantamento tem por base notícias publicadas em jornais. 


morador de rua
Pelo menos 304 moradores de rua foram assassinados este ano / Foto: CNBB
Segundo integrantes do movimento, os responsáveis pela maioria das mortes são policiais atuando como seguranças privados e grupos neonazistas. “Comerciantes pagam para policiais que trabalham como seguranças para fazer isso. Esse extermínio é fruto (...) de uma sociedade preconceituosa que insiste em dizer que todo morador de rua é usuário de drogas, vagabundo, bandido”, diz Anderson Miranda, presidente da entidade. 

Os líderes do movimento pedem a criação de políticas para combater o que chamam de “genocídio” e reclamam que as promessas feitas em março pelo Comitê Intersetorial de Monitoramento da População em Situação de Rua (CIMPR), coordenado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, não foram cumpridas. “As pessoas continuam morrendo e nada é feito”, afirma Miranda.

O coordenador do Comitê, Wellington Pantaleão, rebate as críticas afirmando que medidas importantes já foram tomadas. “Desenvolvemos a estratégia e oficiamos que cada estado destaque um promotor do Ministério Público e um defensor público para acompanhar os casos que tínhamos informação. Ao mesmo tempo, oficiamos as secretarias de segurança pública, de direitos humanos e as polícias para que os casos recebam a atenção devida”, aponta.

Segundo Pantaleão, um comitê de defensorias está sendo implantado para garantir a atuação em novos casos. Dessa forma, cada estado teria um promotor ou um defensor público de referência permanente. E a reunião de um grupo de trabalho que contará com a participação dos movimentos sociais está marcada para a primeira semana de julho. 

A ideia é que sejam discutidas formas de tornar a ação da polícia mais efetiva para a proteção da população de rua. Mas ele ressalta a dificuldade dos órgãos públicos em prevenir novos atentados: “Como se previne a violência contra crianças, idosos ou contra a população de rua? Só com muita educação em direitos humanos.”

Impunidade
Apesar de o MNPR apontar a atuação de grupos de extermínio, a maioria dos casos não tem inquérito aberto. Pantaleão e o defensor público Carlos Weis acreditam que isso é uma realidade não restrita apenas à população de rua. “Na verdade há um problema de investigação policial no Brasil como um todo. Somente os casos mais rumorosos têm atuação mais efetiva. Sem resolver isso não conseguimos combater a criminalidade”, acredita Weis. 

Miranda, no entanto, defende que é possível prevenir e punir os crimes se políticas intersetoriais forem adotadas. Para ele, municípios, estados e União deveriam trabalhar juntos. “Claro que não é o governo federal que cuida diretamente dessa questão, mas ele poderia não repassar verbas para cidades que não respeitem os direitos humanos dessa população. Nós estamos denunciando esse massacre e os governos não fazem nada”, enfatiza.

Fonte: Rede Brasil Atual

A tapioca da Iolanda

Na memória de minhas passagens pelo Brasil, passei alguns anos trabalhando em uma capital do Nordeste, que providencialmente evito citar para que os personagens não sejam localizados. Trabalhava em uma metalúrgica e morava a uns 4 quarteirões da praia, uma bela praia.
Como voltava a noitinha para o meu apê, só tinha tempo de ir fazer minha refeição em alguma lanchonete das imediações, e depois voltar para casa.
Acontece que em um destes dias, exatamente ao caminhar de volta, eis que fiquei na passagem de algumas prostitutas que faziam ponto na região. Curiosamente, ao lado delas, havia uma mulher fazendo tapioca na calçada.
Quando estava passando entre elas, eis que um mulherão colocou-se à minha frente impedindo minha passagem. Parei e fiquei observando. Ela disse:
- E aí, bigode! Quer comer minha tapioca.
A questão era que, quem me oferecia a tapioca não era a tapioqueira, mas uma daquelas mulheres que rodavam a bolsa no pedaço.
Passada a surpresa, respondi:
- Como, como sim. Só que tem uma coisa.
Ela respondeu:
O quê?
- Nós precisamos nos amar. Comer sua tapioca sem te amar não dá.
Surpresa, ela sorriu, e dali em diante tornamo-nos amigos, e por muito tempo nos encontrávamos e conversávamos sobre muitos assuntos.
Seu nome era Iolanda. Era uma mulher morena grande e vistosa, muito desejável pelos homens que por lá passavam. Era prostituta e vivia do dinheiro que ganhava. Tinha uma filha, e um cafetão que a explorava. Dizia-me ser de família de evangélicos e completava:
- Eles não sabem de nada.
Tenho minhas dúvidas...
Uma ocasião recebi na cidade uns amigos do Maranhão, terra por onde eu havia trabalhado antes. Na verdade uma família, onde estavam apenas o pai e dois filhos.
À noite convidei-os para jantar em um restaurante das imediações, e eis que estávamos na rua onde Iolanda fazia ponto. Não deu outra. Percebi logo que a Iolanda estava lá, andando de um lado para o outro. Dirigi-me até ela, com os meus convidados e parei. Ela veio até a janela do carro, pensando que fosse um "cliente". Cumprimentei-a e apresentei-os a ela.
Ela respondeu, meio sem jeito, e fomos embora.
No caminho, o meu amigo se disse surpreendido com aquele contato. E achou muito engraçada a minha amizade com ela, sem acreditar tanto nas minhas boas intenções.
Passados alguns dias, encontrando Iolanda novamente, ela disse que tinha ficado imensamente envergonhada com aquela cena.
Dias depois confidenciou-me o desejo de deixar aquela vida de prostituição.
Nunca mais vi Iolanda para conferir se era verdade.
Só sei que era uma grande amiga.
Nunca mais a vi.
À propósito, não comi a tapioca dela. Não era justo. Precisava amar.



segunda-feira, 25 de junho de 2012

Netinho retira candidatura e apoiará Haddad à Prefeitura de SP



Netinho está digerindo sua saída meio a contra-gosto. O fato é que sua candidatura não decolou como se esperava, enquanto Russomano subia e Haddad também. Além disso, Serra é um candidato nacional e sua candidatura tem implicações diretas na luta pela presidência da República, fato que coloca a eleição de São Paulo num patamar diferenciado, que reconheça o caráter polarizado na capital do capital. Netinho também estava muito estigmatizado pela classe média que iria usá-lo como saco de pancada da lei Maria da Penha, e de pagodeiro para incluir o tema da incompetência. Racismo, puro racismo, mas paciência, o negrão não deve perder o seu ânimo, mas ver que o pé de maracujá às vezes dá marimbondo.

Morre em Galápagos "Solitário Jorge", última tartaruga de sua espécie

Retirei do IG

Tartaruga gigante era símbolo de programa de criação em cativeiro no Equador



José Jácome/EFE
"Solitario Jorge", o último exemplar da subespécie Chelonoidis Abingdoni das Ilhas Galápagos

O "Solitário Jorge", último sobrevivente da subespécie Chelonoidis Abingdoni das tartarugas gigantes que dão nome às ilhas Galápagos, do Equador, foi encontrado morto neste domingo em seu curral, informou a Direção do Parque Nacional Galápagos (DPNG).
Um comunicado da DPNG assinala que o guarda do parque Fausto Llerena, que cuidava da tartaruga, descobriu esta manhã que ela não se movimentava e "ao verificar se deu conta que não tinha sinais vitais".
"O corpo do quelônio estava em uma posição como se tivesse indo para o bebedouro de água", detalhou a DPNG, ao apontar que as possíveis causas de sua morte, único sobrevivente da espécie da ilha Pinta, serão conhecidas após autópsia.
O corpo do "Solitário George" - cuja idade exata é desconhecida, mas "se estima que passasse dos cem anos", segundo a DPNG - está no momento em uma câmara frigorífica para evitar sua decomposição.
Esta tartaruga era oriunda da ilha Pinta, a mais setentrional das Galápagos, e foi resgatada em 1972 por um grupo de caçadores dedicados a erradicar as cabras, uma espécie introduzida pelo homem que dizimou o habitat e levou as tartarugas gigantes dessa ilha à beira da extinção.
Desde então, "Jorge" ou "George" tinha sido parte do programa de criação em cativeiro da DPNG.
Foram realizadas diferentes iniciativas para tentar reproduzi-lo, inicialmente com fêmeas da espécie do vulcão Wolf da ilha Isabela, com as quais conseguiu acasalar após 15 anos de convivência, mas os ovos não foram férteis.
Posteriormente foram colocadas em seu curral fêmeas da espécie da ilha Española, geneticamente mais próximas, com as quais estava até agora.
Edwin Naula, diretor da DPNG, mencionou que para no próximo mês será feita uma oficina internacional para elaborar a estratégia de manejo das populações de tartarugas para os próximos dez anos, com o propósito de conseguir sua restauração.
"A oficina será realizada em honra de 'Solitário George'", informou a DPNG, ao apontar que "seu legado será um maior esforço em pesquisa e gestão para restaurar a ilha Pinta e todas as outras povoações de tartarugas gigantes de Galápagos".
As Ilhas Galápagos devem seu nome às grandes tartarugas que a habitam e suas reservas terrestre e marinha contêm uma rica biodiversidade, considerada como um laboratório natural, que permitiu ao cientista britânico Charles Darwin desenvolver sua teoria sobre a evolução e seleção natural das espécies.
O arquipélago de Galápagos fica a cerca de mil quilômetros do litoral continental equatoriano e foi declarado em 1978 como Patrimônio Natural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

domingo, 24 de junho de 2012

Vitória da Irmandade Muçulmana acende um pavio de fósforo no Oriente Médio

A vitória da Irmandade Muçulmana no Egito coloca num horizonte de médio para longo prazo um acirramento dos confrontos no Oriente Médio. Israel não será mais ignorado, e um confronto de grandes proporções não pode ser desconsiderado. As expectativas que se tinham de que os estados que surgiriam da primavera árabe seriam laicos caem por terra.
Agora se implantará a sharia para todos,  e os cristãos estarão nas mãos de normas e leis islâmicas. Os sindicatos e partidos políticos  deverão se conformar à religião do estado, senão serão igualmente perseguidos.
Há um nítido interesse do império em incentivar o surgimento de conflitos que possam desembocar em um grande conflito que envolva o Irã.
Ressurge a polarização do mundo novamente, com o posicionamento obrigatório da Rússia e da China, em face da tragédia que foi a Líbia. Por causa do que aconteceu com a Líbia, Rússia e China se vêem obrigados a se posicionarem contra qualquer intervenção na Síria.

PSB se movimenta em busca de espaço. Objetivo é chegar forte para eleições presidenciais

O PSB está mostrando a que veio. Já é um dos partidos mais representativos no Congresso e está se emparelhando com o PMDB. O rompimento com o PT em Recife e Fortaleza é uma clara sinalização de que é chegada a hora de se por diante do voto quem é quem.
O PT, acostumado a liderar e impor condições aos demais partidos, está encarando esta novidade com surpresa, e disputará eleições com partidos do mesmo campo de lutas. Daí se entende a novidade da relação com Maluf.
O PSDB está acéfalo, excetuando-se São Paulo e Paraná. Seu projeto é Aécio, que buscará namorar os socialistas do PSB, quando das eleições presidenciais.
Igualmente o PC do B está também buscando o seu lugar ao sol, principalmente no Rio Grande do Sul, com Manuela Dávila, mas também em outros estados como em Santa Catarina.
O que se disputa é o protagonismo nas eleições presidenciais de 2014, ou de quem será a aliança mais expressiva que o PT fará, com o PMDB ou com o PSB. Isto parece sem importância, mas pode significar uma guinada à esquerda nas alianças e um avanço ainda maior na implementação de políticas populares. É ver para crer.

Porto Solidão - Jessé



A voz mais bonita que conheci até hoje: Jessé, falecido prematuramente. Somos todos um porto solidão. Não conseguimos entender o estar só nos vários momentos da vida, mesmo acompanhados. Não passa pela nossa compreensão o desentendimento constante e o esquecimento da paz. 

casa no campo/ caçador de mim/ espanhola



Para  limpar a alma do excesso de repouso e pouca obra, próprio de um fim de domingo, despertando a ansiedade interior da busca pelos valores principais, que estão à espera na semana que entrará.

Aceitação do crime organizado deixa PM vulnerável em Sampa

A política de segurança dos tucanos no Estado de São Paulo foi sempre a de evitar o confronto com o crime organizado, do tipo, "eu deixo você traficar e você me deixa em paz".
No Rio de Janeiro de Cabral e Paes, os órgãos de segurança foram para o confronto e estão estabelecendo zonas livres, também chamadas de "pacificadas".
O crime organizado em sampa hoje têm grandes negócios em várias áreas, como a de transportes coletivos, e vai se ingerindo em outros setores.
De vez em quando a polícia mata um traficante do PCC e não dá outra, os policiais vão sendo mortos às pencas, numa demonstração da fragilidade da segurança tucana.
Em contrapartida, devido ao fato de qualquer policial que matar um bandido ser preso, e ir para julgamento, pela justiça, como se também fosse um bandido, estão voltando os chamados Esquadrões da Morte, tão comuns antigamente. Era previsível.
Geraldo Alckmin e Serra são os responsáveis por esta desordem na segurança. Eles que fizeram vistas grossas e fingiram, ocultando da população, de que tudo estava e está bem.
Vã ilusão.
O povo paulista está à mercê dos bandidos de toda ordem.
Melhor para o Datena, sequioso por tragédias, que lhe valem grande Ibope televisivo.

sábado, 23 de junho de 2012

Ética Idealista X Ética Dialética

O abraço de tamanduá de Maluf em Lula está gerando comentários, passados já vários dias.

Os que mais se revoltaram com este fato são curiosamente os que nunca votaram em Lula, mas certamente já votaram em Maluf.

O que importa é mostrar o "escândalo" desta foto conjunta, e desmoralizar o peão.

Alguns meses atrás, estes mesmos diziam: porque o Lula não se utiliza do SUS para tratar de seu câncer, em vez de ir para o Hospital Sírio Libanês?

Tenho a dizer para as pessoas que lêem este blog, como Giordano Bruno, que o mundo se move.

Tudo está em mudança no mundo.

Uma verdade em um momento, pode tornar-se uma mentira em outra situação.

Se eu, entretanto, vejo tudo sempre da mesma maneira, e não considero que tudo está em mudança, então será um crime esta aliança Maluf e Lula.

Em outros tempo, Luiz Carlos Prestes fez aliança com Getúlio Vargas, porque o Getúlio ditador da década de trinta era qualitativamente diferente do Getúlio de 1950, democrata e nacionalista.

O Próprio Prestes foi ficando diferente com tempo, até aceitar as mudanças na URSS.

Por isso deve-se considerar a existência de uma ética dialética, que se adeque ao tempo, diferentemente da idealista que insiste que as pessoas são iguais, não importa o tempo.

O Maluf hoje é um líder decadente, sem força, e obrigado a aliar-se com o PT que ele também odeia.

Ele só não é burro, e vê que precisa agarrar-se numa tábua de salvação.

Política não é para os "puros", ou melhor os que "se acham puros".

O que se deve perguntar é se o Maluf é quem vai determinar a política do PT. Vai?

Claro que não.

As mudanças iniciadas com Lula continuarão com Dilma e com Haddad, tenha Maluf junto ou não, porque o Brasil está mudando.

Para os "puros" ninguém presta. Nen eles.

O "novo" Presidente paraguaio Federico Santos deveria chamar-se FEDE RICO Santos

Este excremento escolhido no meio do lodo do Congresso paraguaio é mais um traidor das causas do povo e um golpista disfarçado de democrata. O medo do latifúndio paraguaio de perder suas terras porque Lugo, ainda que sem muita força, iniciou uma reforma agrária no país, foi a razão do golpe branco travestido de Impeachment.
Agora veremos até onde Fernando Lugo tem apoio popular. Estranha a posição brasileira, de um comedimento que Lula não teria. Já expus várias vezes minha crítica à política externa do Governo Dilma, subalterno aos interesses dos EUA. Falta coragem, como se diz no popular, culhão.
E este títere, este espasmo de nada chamado FEDE RICO SANTOS,  deve ser devidamente escorraçado do território nacional, se por aqui puser a suas patas.
Devemos, isto sim, receber LUGO como chefe de Estado, como estadista.
É de se ressaltar sua serenidade e espírito pacífico ao responder com esperanças, em seu discurso de deposição.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Síria: palavras do Papa são ajuda para a paz. Bispo caldeu de Aleppo retribui apoio de Bento XVI


 sexta-feira, 22 de junho de 2012 (ZENIT.org ) - O bispo caldeu de Aleppo, na Síria, comentou as recentes palavras do papa em defesa da paz no país: “As palavras do papa são uma ajuda para buscarmos caminhos de paz”.
“A urgência para nós é uma reconciliação nacional. A situação é grave, é necessário ativar o diálogo. A Síria sempre foi um exemplo de convivência e agora tem que encontrar de novo o seu rosto pacífico de terra árabe, cristã e muçulmana”. Dom Antoine Audo, SJ, bispo católico caldeu de Aleppo, comentou durante uma entrevista com a agência Fides o apelo de Bento XVI pela paz na Síria, lançado na assembleia da ROACO (Reunião das Obras de Ajuda às Igrejas Orientais), que inclui as agências humanitárias católicas que trabalham em prol das Igrejas orientais.
O bispo jesuíta declarou: “O chamamento do papa é muito interessante e comovente. Como cristãos sírios, nós nos sentimos profundamente tocados. As palavras dele refletem um profundo desejo de paz. O papa usou a palavra 'perseverar': para nós, ela significa não ter medo das dificuldades e procurar com determinação os caminhos da paz. É um grande estímulo. Pedimos o fim da violência e rezamos pela paz. Confiamos na ajuda da Santa Sé para que a comunidade internacional promova a paz na Síria”.
Sobre os cristãos do país, o bispo lembra que “a nossa presença como Igreja de língua árabe e cultura oriental, capaz de conviver com o islã, é muito importante para o Oriente Médio e para a Igreja universal”.  
(Tradução:ZENIT)


É preciso acabar urgentemente com o terrorismo instigado de fora pelas grandes potências mais a Arábia e a Turquia, para desestabilizar a Síria. Estão utilizando as divisões entre sunitas e chiitas para criar um ambiente de guerra que se alastre por todo o Oriente Médio e alcance o Irã, a Palestina, o Egito. A possibilidade de um confronto de proporções mundiais estão cada vez mais fortes. Os amantes da PAZ DEVEM O QUANTO ANTES FAZER VALER A SUA VOZ PARA IMPEDIR QUE ACONTEÇA UMA TERCEIRA GUERRA MUNDIAL

América Latina envergonhada com golpe parlamentar no Paraguai contra Fernando Lugo

Que o povo paraguaio se levante contra os golpistas latifundiários.

Que a farsa seja desvendada para toda a população.

Ditadura parlamentarista.

Um país que ainda não rompeu com seu passado golpista.

Usaram de um morticínio de sem terras para acusar o Presidente Fernando Lugo  por algo que ele não fez.

Seu erro, se isto for um erro, o que não é, foi o de defender o pequeno.

Golpistas engravatados, estercos humanos, deputados fazendeiros, legislando em causa própria.

O golpe logo será abortado, porque o povo paraguaio sabe muito bem a baixeza de suas atitudes.

O sol brilhará um dia, novamente no Paraguai, porque o sonho de Lugo está se tornando realidade.

Qual sonho se mantém?

Muitos são os sonhos em vida:
o desejo de ter uma mulher
de formar-se um uma grande profissão,
arrumar um bom emprego
ver o seu time vitorioso,
comprar "aquele" carro, 
"aquela" casa.

No decorrer do tempo da vida
alguns destes sonhos
são alcançados
enquanto outros 
aguardam a oportunidade
para acontecer.

Passa mais tempo ainda
e notamos que não nos realizamos
completamente
em nenhum deles;
houve uma satisfação
imediata,
seguida de pequena frustração
por não ser aquilo tudo
desejado.

Há uma insatisfação
constante
nos projetos,
resultados
conquistas.

Há uma busca
ainda não
encontrada,
uma questão
não formulada,
que responde
a estas insatisfações.

Porque
não sei o que procuro
embora saiba
que não me sacio.



quinta-feira, 21 de junho de 2012

21/06/12 - São Paulo frio e com garoa permanente

Tento manter o ânimo elevado.

A contusão em meu ombro direito retirou-me uma semana de importantes atividades, e, repentinamente percebo como somos facilmente substituíveis.

Desaparecer não impactará a continuidade do que vem acontecendo.

Talvez seja um pouco de pessimismo, talvez não, mas este tempo parado me aguça a sensação de humildade, esquecida no dia a dia das vaidades que se somam.

São Paulo hoje está frio e cinza, bem paulistanamente.

O paulista se cobre todo nestes dias, e busca o cafezinho para se aquecer.

As pessoas perdem o humor e ficam sisudas e bem arrumadas.

Engorda-se, esquece-se das academias de ginástica, o frio não convida.

Lê-se, janta-se em restaurantes.

O inverno mostra a cara.

Amanhã devo retirar  tipoia, mas sinto que já não preciso mais dela.

O anti-inflamatório, entretanto, traz uma sonolência permanente combinada com um cansaço de não sei o quê.

A inatividade retira-me também a disposição.

Leio o jornal, e estranhamente, encaro as notícias como algo envelhecido.

Parece que já sei qual será o resultado dos acontecimentos, das reuniões, das guerras.

O ser humano não se entende.

Quer obrigar o seu oponente a desistir pela força.

Só conhece a linguagem da força.

Creio que somente com a volta de Jesus Cristo, mostrando sua exuberante divindade será capaz de paralisar a malignidade humana.

Mas isto não sei como nem quando se dará.

Portanto, vou como vou, acreditando que posso realizar algo neste interine. 

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Netinho reafirma candidatura, apesar de especulações contrárias



O pior é ver-se surpreendido por notícias estranhas ao seu projeto, vindo não sei de onde, nem por quem...

Sintratel rebate as declarações preconceituosas de jornalista da Globo

Sintratel rebate as declarações preconceituosas de jornalista da Globo

de Lilian Wite Fibe

O que está por trás da McDonald's photo shoot



O "sanduiche" da MacquiaDonald's muda da realidade para a propaganda, tornando-se bem maior e apetitoso. Confira.

Queda deixou-me com o braço direito lesionado


Peço desculpas aos leitores deste PÓ pela escassez de notícias. É que ando escrevendo apenas com a mão esquerda, pois tive uma queda no domingo que provocou a perda de alguns movimentos, e o braço direito em uma tipoia. O ortopedista diz que o problema é o músculo "manguito". Perdoem a ausência forçada. Muitas matérias passaram por minha cabeça e ficaram retidas. Estava precisando lembrar minha condição humana e retornar à humildade que esquecera, e uma enfermidade me repõe neste leito. Dou graças a Deus por isto.

Corinthians está prestes a superar trauma histórico

O Esporte Clube Corinthians é um time que reúne amor e ódio ao mesmo tempo.

Ao longo dos anos trouxe um sentimento de libertação que logo transformou-se em suntuoso desejo de monopólio sentimental.

Com isto atraiu par si a oposição de todos, por tentar ser o melhor de todos.

É neste contexto que a Taca Libertadores se coloca.

A falta deste título sufoca esta sensação de poder e lhe rende o título de igual a todos.

Vamos ver se o Coringão consegue ganhar e ser humilde.

Tarefa difícil.

Há uma Mulher a Morrer Sentada


Poeta místico português morto aos 28 anos.
Há uma mulher a morrer sentada 
Uma planta depois de muito tempo 
Dorme sossegadamente 
Como cisne que se prepara 
Para cantar 

Ela está sentada à janela. Sei que nunca 
Mais se levantará para abri-la 
Porque está sentada do lado de fora 
E nenhum de nós pode trazê-la para dentro 

Ela é tão bonita ao relento 
Inesgotável 

É tão leve como um cisne em pensamento 
E está sobre as águas 
É um nenúfar, é um fluir já anterior 
Ao tempo 

Sei que não posso chamá-la das margens 

Daniel Faria, in "Dos Líquidos"

terça-feira, 19 de junho de 2012

Jornal Nacional - reparando em apenas 28 segundos a perseguição a Orlando Silva, ex-Ministro dos Esportes

CIDADÃO MAL FORMADO É CALDO DE CULTURA PARA O TOTALITARISMO E CORRUPÇÃO INSTITUCIONAL


Impressionante a clareza de visão do autor. Matéria obtida do blog luso-brasileiro. Interessante distinção entre ensino e educação.
Domingo, 17 de Junho de 2012
18 de setembro de 2009 (atualizado em 19/05/2012)


A formação do cidadão, no Brasil, é uma das piores do mundo. Não adianta ficar pondo a culpa nas escolas ditas “de ensino superior”, se o ensino fundamental e o médio são de péssima qualidade. Crianças, mal educadas e mal ensinadas, passam de ano como se a finalidade da escola fosse apenas exarar um certificado ao final dos cursos. O sistema educacional em vigor é equivocado e criminosamente mantido por uma seara acadêmica de professores mal preparados, mal pagos, estressados, sem segurança funcional e com alunos que passam de ano com aproveitamento ruim e abaixo do que se poderia conceber como nível de corte para isso.


A educação, quase sempre não recebida em casa ou na escola, favorece o crime, o uso de drogas, a rebeldia contra os valores morais e civilizacionais cristãos e estabelece condutas de agressão e desrespeito aos semelhantes. A competência profissional não é o escopo e o mercado de trabalho por si só não consegue melhorar o nível da oferta de mão de obra qualificada. A sensação que se tem, é que a ignorância, a incompetência, a imoralidade, e a desonra são cultivadas, hoje em dia, como espécies de ‘virtudes’ republicanas e sinais de ‘esperteza’ e inteligência.
O primeiro grande absurdo no sistema escolar brasileiro é a não distinção entre educação e ensino. São coisas díspares, embora complementares, na formação de um cidadão socialmente participativo, ou seja, capaz de formar suas opiniões, e de funcionar de forma política e economicamente ativa (e, pois, socialmente) na manutenção da sua comunidade, estado e nação.
No meu entender, a educação é um conjunto de valores culturais e civilizacionais que a família e não a escola deveria passar para os seus dependentes. Todavia, há que se considerar a realidade de uma possível maioria de famílias desestruturadas, fragmentadas e por muitos motivos – entre os quais se sobressai o acúmulo de gerações mal educadas e mal ensinadas – incapazes de educar quem quer que seja. Então, a escola tem que educar essas pessoas, essas famílias, fazendo-as compulsoriamente alunos para a formação de uma cidadania melhor.
O ensino é o conjunto conhecimentos teóricos e procedimentos práticos cujas técnicas pedagógicas visam o resultado de fazer o aluno aprender tudo aquilo do qual dependerá a qualidade da sua futura vida profissional. O ensino tem que ter como horizonte, a capacitação profissional e a educação deve ter como horizonte a capacitação cultural e a assimilação dos valores morais de nossa cultura judaico-cristã, além de se esmerar na construção de um cidadão democrático, que valorize o mérito e capaz de entender a vida que o cerca, os acontecimentos que se sucedem na sua comunidade, no seu estado, no seu país, e no mundo.
Como se consegue isso?
Primeiramente, adotando essa conceituação básica de diferenciar essas duas partes importantíssimas na formação da cidadania. O próprio conceito de cidadania deve mudar. Há um contingente, ainda minoritário, de pessoas capazes, adimplentes, probas, honradas, e cujas ações devem ser consideradas parâmetros a serem estabelecidos para a formação de um brasileiro melhor.
A cidadania, pois, não deve levar em consideração a faixa etária, mas sim a escolaridade educacional e de ensino. Se transformarmos o certificado de conclusão do segundo grau num chamado ‘DIPLOMA DE CIDADÃO BRASILEIRO’, já estaremos dando um passo gigantesco para criar no Brasil um povo-potência, condição legítima para termos a seguir, como consequência natural, um Brasil-potência. Um país não é rico porque tem um estado totalitário e rico, mas porque tem um povo educado, competente, e, por conseguinte, rico. A falta de educação e a ignorância são preceptoras da pobreza e da miséria. O cidadão mal formado é caldo de cultura para o totalitarismo e a corrupção institucional.
É claro que, a partir daí, todas as pessoas que não tivessem a conclusão do segundo grau não poderiam ser considerados “cidadãos” e, por tal razão, teriam que ser consideradas “dependentes”. Esse grande contingente, ainda majoritário, de dependentes, estaria vinculado às quatro molas propulsoras da sociedade civil:
- o cidadão;
- os grupos de cidadãos;
- as empresas;
- o estado.
O cidadão, em tese, teria sob seus cuidados os seus próprios dependentes, nas pessoas de seus filhos e parentes entregues à sua tutela, que ainda não tivessem terminado o segundo grau. Caso a família fosse formada por pessoas não qualificadas para exercer a cidadania, elas deveriam estar aos cuidados de grupos de cidadãos (associações, sindicatos, ONGs, etc.) que a sociedade civil estimularia para se dedicarem a essa atividade social básica e pioneira.
Tais pessoas, também, poderiam ser adotadas culturalmente e pedagogicamente por empresas nacionais ou internacionais com investimento considerável no país, pois elas são, em tese, as principais interessadas em sua futura ‘mão de obra qualificada’.
Finalmente, caso as três instâncias acima não conseguissem educar e ensinar todas as pessoas dependentes e fazer delas cidadãos qualificados conforme os conceitos acima, o estado assumiria o que sobrasse, a partir do município, depois do estado e finalmente em âmbito federal.
As pessoas em formação, os dependentes, não seriam em nada 'inferiores' aos cidadãos como pessoas humanas, assim como os nossos filhos não são inferiores a nós, seus pais e responsáveis. Apenas seguiríamos a lógica de não lhes exigir o cumprimento dos deveres e responsabilidades inerentes ao exercício da cidadania, ao passo que elas, em contrapartida, enquanto ainda não preparadas para tal, obviamente não usufruiriam os direitos que lhes são consubstanciados.
Os dependentes, enquanto nessa condição, não teriam nenhuma participação política, não poderiam ser proprietários, não pagariam impostos, e exerceriam atividades apenas como aprendizes, mesmo que, por isso, viessem a receber algum tipo de ajuda de custo. Não poderiam, pois, receber salários nem qualquer tipo de honorários profissionais, uma vez que somente os cidadãos educados e profissionais, a partir da conclusão do segundo grau, teriam o direito a isso.
É preciso, também, que os cursos educacionais sejam ministrados paralelamente, mas não misturadamente, com os cursos de ensino de formação profissional. Aí, então, reside o problema dos pedagogos e profissionais de educação e de ensino, em estabelecer quais as matérias ou disciplinas pertencem a cada tipo de formação.
Apenas como ilustração, atrevo-me a dizer que, na minha concepção, as matérias de educação seriam, por exemplo, a Educação moral e cívica, a Educação artística, a Urbanidade, a Leitura e interpretação de textos, a Higiene alimentar e vida saudável, a História do Brasil e Geografia histórica brasileira, a História Universal e geografia histórica da humanidade; a Filosofia; a Educação religiosa; a Estética e Sociabilidade; as Noções de direito e de dever, etc.
Os cursos de ensino profissional abrangeriam, então, as matérias que todos necessitarão nas suas vidas profissionais, tais como: Matemática, Línguas, Ciências Naturais, Ecologia e climatologia, Física, Química, Biologia, Genética, Informática, Administração pública e privada, Matemática financeira, Estudo das Profissões, e outras mais, todas direcionadas à formação de profissionais de nível médio, que é o que o país mais necessita.
O nosso desemprego decorre muito mais da falta de mão de obra qualificada do que da falta de vagas no mercado de trabalho. Vivemos num mundo altamente competitivo onde as pessoas que não estão preparadas para terem uma atividade produtiva, fatalmente terão uma atividade destrutiva.
Cabe aos cidadãos e as suas instituições de representatividade democrática, privadas e públicas, a responsabilidade de zerar o déficit educacional e de ensino que existe de forma alarmante na nossa sociedade.
Dentro desta perspectiva, salta ao entendimento que o interesse geral da cidadania e do estado passaria a ser a formação dos seus dependentes, da melhor maneira e da maneira mais rápida possível, transformando-os e cidadãos de uma qualidade muito melhor à que temos hoje.
A sedimentação de valores éticos e culturais cristãos criaria uma mística de honestidade, honradez e probidade que parece, hoje, estar perigosamente se desvanecendo, se é que, algum dia, tenha existido em nosso país de modo efetivo, principalmente após o advento da república.
Está lançada a ideia. Devemos trabalhá-la para fazê-la prosperar.
O Brasil merece isso!


FRANCISCO VIANNA  -    Médico, comentador político e jornalista  - Jacarei, Brasil

Continua o derramamento de sangue cristão no norte da Nigéria


31 mortos em atentados contra cinco igrejas
Godonu Anthony Gbenayon
Segunda-feira, 18 de junho de 2012 (ZENIT.org) - Os cristãos do norte da Nigéria continuam sendo sacudidos pelas explosões das bombas dos jihadistas islâmicos do grupo Boko Haram. Neste domingo, cristãos que estavam em cinco igrejas do estado de Kaduna foram atacados a bomba quando se reuniam para exercer a liberdade religiosa no culto de domingo, o que resultou em pelo menos 31 mortos e vários feridos.
A agência de gestão de emergências nacionais, NEMA, afirmou que duas das explosões ocorreram nos distritos de Wusasa e Sabon Gari de Zaria. “Houve dois ataques simultâneos com bombas contra igrejas em Nassarawa e Barnawa, ao sul de Kaduna, na manhã de hoje. Ainda estamos reunindo informações sobre as vítimas”, disse o porta-voz da NEMA em Kaduna, Aliyu Mohammed. Uma terceira explosão aconteceu na cidade de Kaduna, capital do estado.
Wusasa é o lugar em que foi construída a primeira igreja do norte da Nigéria. Dados não confirmados da agência AFP afirmam que houve explosões contra duas outras igrejas do estado, elevando o total a cinco. Entre as igrejas afetadas está a catedral católica de Cristo Rei e a igreja da Boa Nova, em Kaduna.
Uma mulher ferida na igreja de Wusasa, que está hospitalizada, relata que “muita gente na igreja ficou ferida, mas não vi mortos”.
“Fui até a igreja, mas não pude chegar perto por causa dos policiais e militares que estavam lá”, disse a AFP o residente Mahmud Hamza. “De onde eu estava, vi a igreja completamente destruída, ainda pegando fogo. É claro que tinha mortos, por causa da dimensão dos estragos e do fogo”.
Outros residentes falaram de corpos arrastados para fora das ruínas e relataram que duas bombas no sul da cidade provocaram protestos nas ruas, por parte de jovens cristãos. A multidão teria feito barricadas em Trijania, Gonin Gora e Sabon Tasha, atacando os motoristas que parecessem muçulmanos.
É o terceiro domingo em que cristãos são assassinados enquanto celebram o culto em suas igrejas. O Boko Haram reivindicou os atentados, em sua campanha pela adoção da lei islâmica na Nigéria, especialmente na parte norte.
O governo federal parece ter perdido a noção de como enfrentar os incessantes atentados contra cristãos por parte dos jihadistas islâmicos, dado que pouco ou nada foi feito desde o atentado a bomba de dezembro do ano passado, quando muitos mortos e feridos ensanguentaram as celebrações de natal.
(Tradução:ZENIT)

sábado, 16 de junho de 2012

Kitaro - Matsuri (喜多郎-祭り) Um pouco de paz

Evangelizar um soldado dominado pelas forças do mal

Hoje vou falar sem dar nomes aos bois, mas contar uma situação que aconteceu entre eu, um grupo da Igreja e um soldado que estava no local.

Estávamos reunidos para iniciar o nosso trabalho pastoral e havia um soldado por perto.

Convidamos o mesmo para reunir-se junto a nós pois iríamos iniciar o trabalho pastoral com a leitura do evangelho do dia, muito comum na Igreja Católica.

Antes disto, identificamo-nos para este policial, como integrantes da Pastoral da Saúde, e ele nos disse que estava protegendo o seu Sargento que havia perdido a perna numa ação policial.

De fato ele descrevera a situação de tal forma, que o seu Sargento, que estava protegido, acabara atingido pelo carro dos bandidos que, ao se verem cercados em uma estrada, subiram por uma ribanceira, exatamente onde estava o seu superior, e o atingiram, decepando-lhe imediatamente a perna.

Este soldado nos questionava porque isto acontecera:  alguns, que estavam mais expostos ficaram bem, e o seu superior, que estava protegido, fora acidentado de forma violenta. Senti uma insinuação de que o seu superior protegera-se, deixando os soldados expostos

O Evangelho do dia de domingo lido foi o de Marcos 4, 26-33 que assim diz:

" E dizia:
- Acontece com o Reino de Deus o mesmo que com o homem que lançou a semente: ele dorme e acorda, de noite e de dia, mas a semente germina e cresce sem que ele saiba como. A terra por si  mesma produz fruto: primeiro a erva, depois a espiga e, por fim, a espiga cheia de grãos. Quando o fruto está no ponto, imediatamente se lhe lança a foice, porque a colheita chegou".

E dizia:
- Com que compararemos o Reino de Deus? Ou com que parábola o apresentaremos?  É como o grão de mostarda que, quando é semeado na terra - é a menor de todas as sementes da terra - mas, quando é semeado, cresce e torna-se maior que todas as hortaliças, e deita grandes ramos, a tal ponto que as aves do céu se abrigam à sua sombra.

Anunciava-lhes a Palavra por meio de muitas parábolas como essas, conforme podiam entender, e nada lhes falava a não ser em parábolas. A seus discípulos, poré, explicava tudo em particular."


Após a leitura deste evangelho, pedi para uns e outros falarem.

Como ninguém se manifestou, passei a refletir sobre a passagem do Reino de Deus, sobre o abrirmos o nosso coração para que Deus fizesse uma morada em nós.

E o soldado começou a dizer que que se uma pessoa fizesse o mal, o mal cresceria.

Logo percebi que ele estava reproduzindo as palavras do inimigo e parti para uma forte evangelização, combatendo fortemente as argumentações maliciosas, pois bem sabia quem ali se manifestava "racionalmente".

Interpelei que este é o reino das trevas, e não o Reino de Deus.

Ele logo disse que de vez em quando bebia e depois dirigia a sua moto.

Tudo provocações.

Disse também ser maçônico.

Revestido dos ensinamentos da Igreja fiz o combate, e na primeira oportunidade coloquei o soldado no meio do grupo e lhe fizemos uma oração de libertação. Agora é com Deus.

Os soldados da Polícia Militar, devido ao tipo de vida que levam, podem facilmente se deixar levar pelas sementes do mal, que uma vez instaladas produzem frutos semelhantes aos dos bandidos.

Por isto devemos rezar com frequência por todos eles, para que Deus os proteja e os liberte da escravidão de satanás.


O Baile dos Namorados

Esta noite de sexta 15/06/2012, estive com minha esposa Meg no Baile dos Namorados, que aconteceu no Cemur, salão da Prefeitura do Taboão da Serra. Algumas pessoas me diziam que a festa era chata e cansativa, e que era melhor não ir. Por um tempo deixei-me influenciar, mas como o convite vinha de um casal de amigos que gostamos  muito decidimos ir, mesmo cansados.
O resultado foi surpreendente. Logo vieram as músicas. Os arranjos das mesas eram bem feitos. Quando percebemos já estávamos dançando com todos.
Pensamento da noite: Deixar-se levar pelo coração que é o lugar que Deus escolhe para nos aconselhar.
Lá, à noite, soubemos de muitas articulações políticas para as eleições municipais, mas isto não falo.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Rubem Alves

Sexta-feira, nada de novo no front

O  s afegãos continuam morrendo por soldados americanos que se suicidam, a crise européia não dá sinais de recuperação, o Brasil continua sendo um país da esperança.
Saio ainda noitinha pelas ruas da Barra Funda, São Paulo, com meu pitbull, pois é o único horário que me resta. Deixo-o livre, sem a coleira, o que o torna mais altivo e independente, cheirando o que quer, aonde quer, e quando quer.
A Lua é crescente e algumas estrelas conseguem se apresentar entre a neblina matutina.
Faço o meu tradicional sinal da cruz, por reconhecimento a Deus de que lhe dependo em tudo.
Hoje irei a um baile do dia dos namorados no Taboão da Serra.
Não sei se me divertirei. Vou esquecer o formalismo da festa e tentar lembrar-me de que tudo é bom. Fazer como Deus após cada dia da criação - gostar de tudo.
Meu time ganhou(Tricolor do Morumbi), vitória magra de  1 X 0 contra o Coxa, e o jogo de volta será muito difícil.
Daqui a pouco tomo um banho e me apronto para o trabalho.
O mundo continua igual em sua ganância e destruição de tudo.
Penso nas futuras gerações, como será?
Não sobra tempo para fazer nada para impedir este desastre, nem a RIO + 20, mas vamos torcer e torcer.
Sinto-me um inútil diante da grandeza da destruição.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Cardápio Rubem Alves

imagem 2

 imagem


Endereço: Rua Madre Cabrini, 36
(ao lado do Metrô Vila Mariana)
Estacionamento: R. Madre Cabrini, 270


 Ingresso: $ 20,00

terça-feira, 12 de junho de 2012

INACREDITÁVEL. A QUANTIDADE DE SUICÍDIOS DE SOLDADOS NORTE-AMERICANOS NO AFEGANISTÃO


Há mais suicídios que mortes em combate nas tropas dos EUA


Em 155 dias, foram reportados 154 suicídios


O número de soldados norte-americanos que morreram por suicídio desde o início deste ano já ultrapassa o número de tropas mortas em combate na guerra do Afeganistão em 2012, confirmam números oficiais disponibilizados pelo Departamento da Defesa dos Estados Unidos.

Nos primeiros 155 dias do ano, foram reportados 154 suicídios de soldados americanos no activo, o que quer dizer que, em média, entre Janeiro e Junho de 2012 o Exército norte-americano perdeu uma pessoa por dia.

No mesmo período, o número de tropas que morreram no Afeganistão foi inferior: menos 50%, de acordo com o Pentágono; 139, segundo o site icasualties.org, que reúne a contabilidade das mortes em combate.

Os dados do Pentágono
apontam uma subida extraordinária da taxa de suicídio de tropas, que se encontra agora num nível histórico – face aos valores do período homólogo de 2011, a taxa de suicídio disparou 18%, e 25% quando comparada com 2010. Nunca, na última década em que os Estados Unidos estiveram envolvidos em duas guerras (no Iraque e Afeganistão), o ritmo de suicídios entre militares foi tão elevado.

O Departamento de Defesa manifestou extrema preocupação com a tendência de subida do número de suicídios, que se tem verificado desde 2006, até atingir um pico em 2009 e novamente agora. Antes de ter sido feita a contagem do primeiro semestre do ano, o próprio secretário da Defesa, Leon Panetta, tinha alertado as chefias para a questão, escrevendo numa nota interna que “o suicídio de militares é um dos problemas mais complexos e urgentes” a necessitar de atenção e soluções.

Exército combate estigma

“Há que continuar a trabalhar para eliminar o estigma de quem sofre de stress pós-traumático ou outros problemas mentais para que esses indivíduos procurem ajuda especializada”, dizia o documento, citado pela Associated Press.
Panetta escreveu ainda que os comandantes têm uma responsabilidade adicional e “não podem tolerar qualquer acção que leve à menorização, humilhação ou ostracização de qualquer indivíduo, principalmente daqueles que necessitem de tratamento”.

Num esforço para gerir os problemas individuais e sociais provocados pelo esforço de guerra da última década — além do aumento dos suicídios, verifica-se também uma subida nos casos de toxicodependência, de violência sexual e doméstica e de outros crimes praticados por soldados —, o Exército norte-americano lançou programas de saúde mental, de prevenção do abuso de álcool e drogas, assim como de aconselhamento jurídico e financeiro para os soldados e as suas famílias.

Como comentava o director-executivo da associação de Soldados Veteranos da América e do Afeganistão, Paul Rieckhoff, o número de suicídios entre militares no activo é apenas “a ponta visível do icebergue” — um inquérito conduzido junto dos 160 mil membros da sua organização revelava que 37% tinha conhecimento pessoal de alguém que tinha posto fim à própria vida.

As causas para o problema estão identificadas: os estudos realizados pelo Pentágono com o seu pessoal demonstram que os anos de destacamentos sucessivos para o teatro de guerra elevam a probabilidade dos soldados desenvolverem um quadro de stress pós-traumático. Especialistas dizem que a situação económica dos Estados Unidos também poderá estar a contribuir para o aumento da angústia e desespero das tropas americanas e respectivas famílias. 

Fonte: Público PT

Bancada evangélica é “mais ausente, inexpressiva e processada”

12 DE JUNHO DE 2012 - 17H54 

Comentando dados divulgados pelo portal Transparência Brasil sobre a bancada evangélica no Congresso Nacional, o jornalista Joel Bento Carvalho criticou a conduta dos parlamentares religiosos, definindo a bancada evangélica como “a mais ausente, inexpressiva e processada”.


Segundo Carvalho, “fica difícil defender a chamada bancada dita Religiosa ou Evangélica”, com a divulgação dos dados, segundo os quais, os parlamentares da Frente Parlamentar Evangélica constam dos mais faltosos e processados do Congresso Nacional.

O jornalista afirma que muitos dos parlamentares parecem usar o cargo público apenas para promoção pessoal: “Pelo que se vê a locupletação é ampla, geral e irrestrita. Parecem ter percebido outro veio fácil de enriquecer além da religião. Aliás, não tem nada de evangélica . Evangelizar é o ato de levar o evangelho às ovelhas”.

Referindo-se às igrejas protestantes tradicionais como exemplo, o jornalista questiona o motivo de igrejas apoiarem candidatos: “Por que essas que são igrejas seculares não entram na política? Por que só alguns padres, alguns militantes da Opus Dei e os pastores das igrejas não alinhadas entram para a política?”, questiona.

Joel Bento Carvalho afirma ainda que não se deve vincular fé com política: “Qualquer um pode se candidatar a cargos eletivos, mas sem usar a religião. Um religioso verdadeiro mantém distância da política: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, citando o Evangelho. “Se não for isso, é falcatrua usando a religião ou será Deus um pulha também?” indaga.

Projeto Excelências
O projeto
Excelências daTransparência Brasil traz informações sobre todos os parlamentares em exercício nas Casas legislativas das esferas federal e estadual, e mais os membros das Câmaras Municipais das capitais brasileiras, num total de 2368 políticos. Os dados são extraídos de fontes públicas (as próprias Casas legislativas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tribunais estaduais e superiores, tribunais de contas e outras) e de outros projetos mantidos pela Transparência Brasil.

O projeto disponibiliza espaço para que os políticos retratados apresentem argumentos ou justificativas referentes a informações divulgados no projeto, como noticiário que os envolvam, ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas, informações patrimoniais e outras. Para providenciar o registro de algum eventual comentário, solicita-se que o político entre em contacto com a Transparência Brasil.

Fonte:
Portal Luis Nassif

Outro domingo de sangue na Nigéria contra cristãos


Retirei do Zenit. O cristianismo também já produziu muito fanatismo, menos hoje. Infelizmente o islamismo está hoje infestado de fundamentalismos de toda espécie, obrigando outras religiões a terem de se enquadrar um sua doutrina ou retirar-se. Isto se dá em grande parte do Oriente Médio. Depois perguntam porque os cristãos não estão do lado da oposição na Síria? Dá para entender agora? 
A nova violência anti-cristã atacou duas igrejas em Jos e Biu
Godonu Anthony Gbenayon
 terça-feira, 12 de junho de 2012(ZENIT.org ) – Na Nigéria, continua a violência contra os cristãos, domingo, 10 de junho, foram duas igrejas: a primeira situada na cidade de Jos e a segunda na cidade de Biu, no nordeste do país mais populoso da África, provocando alguns mortos e muitos feridos.
Na cidade de Jos, local do Estado Central de Plateau, um atentado suicida explodiu a entrada da Lord´s Chosen Church,em Rukuba Road, matando além do suicida uma mulher.
Na represália por parte dos jovens da região, foram mortas outras cinco pessoas, segundo a força de segurança da Special Task Force(STF).  De acordo com a nota da declaração assinada por um funcionário do STF, Mdheyla Marcus, 28 fiéis foram feridos na explosão, que causou o desabamento do prédio.
Outro ataque aconteceu na cidade de Biu, no estado de Borno, um grupo de homens assaltou uma igreja matando diversos fiéis. “Três homens armados entraram no perímetro da igreja e começaram a disparar contra as pessoas fora da igreja, antes de entrar no edifício principal para finalizar os assassinatos”, disse a testemunha ocular, Hamidu Wakawa, que no momento dos fatos estava na igreja. “Muitas pessoas foram mortas e feridas”, acrescentou.
Domingo, 3 de junho, um terrorista suicida entrou com o carro contra uma igreja na cidade de Yelwa, no estado de Bauchi, matando pelo menos 12 pessoas.
Ao mesmo tempo, a temida semana islâmica Boko Haram reivindicou a responsabilidade pelos últimos ataques e ameaças de novas violências contra os cristãos. Em uma conversa telefônica de um pressuposto porta voz, o grupo teria dito aos jornalistas da cidade de Maiduguri: “ Nós somos responsáveis pelo ataque contra uma igrejaem Biu. Lançamosestes ataques para demonstrar que a segurança nigeriana erra e para dissipar o anunciado de que fomos enfraquecidos pela repressão militar”. Os militantes da seita anti-ocidental mataram até agora mais de 1000 pessoas, dentre elas muitos cristãos.

O esquartejamento da vida

O que significa uma ex garota de programa esquartejar o seu marido, um grande empresário da yoki?

 É possível fazer-se um estudo de caso deste acontecimento tenebroso e buscar-se uma generalização para a análise de um novo tipo de relações que está crescendo em nosso país?

Creio que, guardando-se as proporções, é possível partir de um caso particular singular para entender as relações sociais mais amplas.

O empresario esquartejado separou-se de sua esposa para viver com a Elisa,  o mesmo motivo que ela alega para o crime e o esquartejamento: dele tê-la traído com uma outra garota de programa. Triste sina

O gene da traição acompanha como um estigma, uma maldição que continua permanentemente.

De fato, o empresário não se casou mas fez um festim econômico de mercantilização da mulher.

Em poucas palavras, prostituição matrimonial.

Poderia terminar em um casamento feliz?

Sim poderia, entre outras milhares de possibilidades de não dar certo, uma vez que a relação estabelecida não parece ter sido fundada no amor, mas nos valor $. Estou sendo piegas, ou realista?

É a banalização do casamento dos dias atuais, graças à secularização da vida, onde a satisfação material assume papel divino e definitivo, mas não resolve.

Mantém-se as aparências que escondem novas formas de falsas relações. Mas vocês poderão contra-argumentar: mas isto sempre houve desde os tempos antigos

E  o que significou o esquartejamento?.

O esquartejamento provavelmente tem várias explicações: a de que o marido era um verdadeiro estranho, pior, alguém que a feriu muito com o poder sexual e econômico, que foi descontado membro a membro cortado, depois devidamente empacotado e jogado no lixo.

Vejo no esquartejamento uma resposta a muitas agressões, correspondentes às partes estirpadas.

Triste sociedade brasileira, falsa, metida a nobre mas sendo uma grande prostituta.

Porque as prostitutas têm mais moral que esta sociedade fétida, que mente para si mesma achando-se o máximo, e gastando tudo em jantares e festas escondidas, nada que ninguém perceba.

Sociedade onde o comércio prevalece em tudo, o que não é novidade, mas com um componente de alta degradação.


segunda-feira, 11 de junho de 2012

Os católicos são homofóbicos?


Saiu no zenit
Análise feita pelo especialista em Bioética, Pe. Hélio Luciano

Nas últimas semanas temos acompanhado novas discussões sobre leis contra a homofobia – discussão que volta à tona pelo seminário organizado pela Senadora Marta Suplicy sobre o Projeto de Lei da Câmara 122/2006 (mais conhecido como PLC 122) e pelas propostas para o novo Código Penal Brasileiro. Com base nessas discussões, poderíamos perguntar-nos, qual é a posição dos católicos em relação à homofobia?
É já ideia comum entre os não-católicos – e infelizmente entre muitos católicos também – pensar que nós, católicos, somoshomofóbicos. Nada mais equivocado. Atitudes de violência física ou moral, ridicularizações – ou o famoso bullyng, que agora está de moda – são tão contrários à doutrina católica como qualquer outro pecado contra a caridade. Sendo assim – repito para deixar bem claro – não somos e jamais seremos homofóbicos se queremos seguir a Cristo.
Ao mesmo tempo somos também contrários aos atuais projetos de lei propostos e já citados. Por sermos homofóbicos? Não. Mas por diversas outras razões. A primeira delas é por ser um projeto legislativamente desnecessário. Contra a violência – seja física ou moral – e contra a discriminação, já existem leis às quais as pessoas que se sintam injustiçadas podem recorrer. Não é necessário criar uma nova lei, mas sim fazer que as leis já existentes se apliquem de fato. Porque estamos vivendo em uma tendência de multiplicar leis que já existem?
Em segundo lugar, a lei apresentada é contrária à liberdade de expressão e à liberdade religiosa. É verdade que a liberdade de expressão não é e não pode ser absoluta – por exemplo, ninguém nunca pode incitar à violência recorrendo à liberdade de expressão. Mas também é verdade que, com a nova lei, os limites do que poderá ser interpretado como agressão ou não-agressão – do ponto de vista moral – serão muito frágeis. Se um pastor protestante ou um sacerdote católico lerem ou pregarem sobre a 1ª Carta de São Paulo aos Corintios – Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os ladrões herdarão o reino de Deus – não poderá alguém recorrer à “nova” lei por sentir-se agredido? Se um sacerdote negar a comunhão a um “casal” homossexual, estes não poderiam acusar ao sacerdote de “homofóbico”?
Queremos apenas a liberdade de poder afirmar aquilo em que acreditamos. De poder dizer claramente, sem nenhuma pretensão de ofender a ninguém, que uma pessoa que vive atos homossexuais está ofendendo a Deus. De poder oferecer ajuda – somente àquelas pessoas que queiram e acreditem que precisam ser ajudadas – a que vivam o amor de Deus em plenitude. Queremos ser livres, sem ofender a ninguém, mas ser de fato livres para pensar.
Em um artigo escrito há aproximadamente dois anos sobre este mesmo tema, fui acusado em um blog – por pessoas que não me conhecem – de ser pedófilo, pederasta, homossexual, etc. Tudo isso pelo simples fato de ser sacerdote. Como sabemos, a discriminação atual contra a Igreja e contra os sacerdotes não são casos isolados – somos os únicos que não temos mais direito à liberdade. Devemos criar então uma lei de “sacerdociofobia” ou “eclesiofobia”por causa disso? Não. Por que então reivindicam que para os grupos homossexuais é necessária uma lei específica?
**Pe. Hélio é graduado em filosofia e teologia pela Universidade de Navarra, na Espanha, Mestrado em bioética pela mesma Faculdade; Mestrando em Teologia Moral pela Pontifícia Universidade da Santa Cruz (PUSC), na Itália, doutorando em bioética pela Faculdade de Medicina do Campus Biomedico di Roma (UNICAMPUS), na Itália e Membro da Comissão de Bioética da CNBB. Concedeu uma entrevista à ZENIT no dia 18 de Abril, sobre o tema As causas da Aprovação do Aborto do Brasil (Confira a entrevista aqui: www.zenit.org/article-30101?l=portuguese).

sábado, 9 de junho de 2012

Dom Waldyr Calheiros: "A luta armada foi uma guerra justa".wmv

É necessário recompor-se

É necessário recompor-se de tantos sorrisos, excesso de sins.
Porque moldura a face e desnaturaliza as relações.
Um bom isolamento que traga de volta a identidade socializada nos clientes, fornecedores, amigos, todos. Porque o excesso de convívio provoca um "desvívio".
Por isso um lago com peixes e gansos, em vez de canetas, Laptop, projetos.
Em vez de escrever, descrever. Mais, contemplar, silenciar.
No lugar do pensar, o deixar ser.

Há um eremita em cada ser social, escondido em meio à multidão.
Eremita social à busca de uma caverna ocasional.
O ponto é a busca do equilíbrio interior, que compense um falso equilíbrio exterior.
Porque... há uma só equilíbrio? Ou vários...dependentes das circunstâncias.
Ou um volume incontável de ambiguidades...
Só o silêncio refaz. Somente a paz refaz.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Homossexual fobia também tem cura

Daqui a pouco o homem que não der o seu bumbum será um homofóbico, tal é o andamento da inversão de valores.

Hoje haverá a parada gay em São Paulo com o lema HOMOFOBIA TEM CURA.

Os gays com isto abrem margem para que possamos analisar o homossexualismo, o que é bom, pois não estamos neste mundo para nos omitirmos, mas para nos posicionarmos diante das realidades que se apresentam diante de nós.

Os homossexuais têm o direito de se defender e participar da vida política do país, sendo mesmo uma conquista da democracia a garantia destes direitos.

Isto não significa que estejam com a verdade, nem que tenham o direito de impor seus costumes aos heterossexuais.

Muito ao contrário, a democracia deve fazer avançar este debate da convivência entre pessoas diferentes, garantindo o direito de ambas.

Mas vamos à análise: o homossexualismo é um anacronismo nas funções básicas do ser humano.

O órgão que expele as fezes do corpo não assume as funções de órgão reprodutor nem que queira. Neste sentido a homossexualidade fere o direito natural. Como tudo, na natureza também se encontram estas disfunções e em porcentagem muito menores, não se caracterizando, nem de longe, um hábito predominante.

Uma relação sexual que se utiliza deste expediente faz uma violência à natureza humana, sendo esta prática causadora de diversas enfermidades em ambas as partes, agente e paciente da ação.

Há uma fantasia entre os homossexuais em querer a todo custo tornar o seu homossexualismo algo que venha desde o nascimento, como se a tendência homossexual tenha existido desde cedo na vida.

Uma análise da família, das relações dos pais entre si e dos filhos, da forma como se dá a educação destas pessoas é suficiente para se  identificar causas psíquicas e físicas que geraram esta violência contra si mesmos.

Por mais que tentem destruir a estrutura familiar não conseguem, porque ela sim, é origem e estrutura de funcionamento de toda a sociedade, e é nela que os homens se apoiam e convivem.

Os homossexuais estão também convidados a sair de seu gueto e virem para a convivência familiar.

Porque a autodiscriminação que os homossexuais se impõem é maior do que a sociedade hoje faz, não se justificando responsabilizar a sociedade pelo todo discriminatório.

Porque o homossexual se desajusta por vontade própria. Em suas justificativas vai até formular a crítica à sociedade familiar a qual ela não consegue contrapor-se , pois veio dela, e ao defender o contrário, fecha definitivamente as portas de sua própria redenção.

Mas o homossexual, por seu lado, pode retornar à vida social, se quiser.

O homossexual pode autodominar-se, educar-se interiormenete, e recebendo apoio de amigos desinteressados, se possível com orações,  atingir a libertação deste estado de ser (Catecismo da Igreja Católica).

Basta controlar ou abandonar esta forma de vida e de relações sexuais.

Tudo é possível ao ser humano.

É mais uma mazela dizer-se que o homossexual não pode reverter a sua tendência e voltar a ser heterossexual.

Sim o homossexualismo tem cura.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Chove em tudo

Chove em tudo, com tantas denúncias, muito.

Nem meus pensamentos escapam.

Estão todos molhados, encardidos, embolorados.

Queria um pouco de sol que secasse a tristeza de ver estas mazelas da vida brasileira.

Mas não, a cachoeira é grande, e carrega a quase todos.

Os crimes molharam, e agora são amplos, gerais e irrestritos.

Procuro uma luz, e vejo a névoa dos que escondem  negócios escusos. Mas é possível ver.

Sementes de esperanças germinam, paradoxalmente, mas logo incham por excesso d'água, e morrem, nos partidos que primavam por algo que não fizeram, nos negócios que poderiam crescer, na esperança sempre renovada, que se cansa.

Ninguém se atreve a sair às ruas para denunciar.

O tempo não deixa, é torrencial.

Sair, significa ser envolvido nas águas , e caminhar para o afogamento.

Chove como nunca.

Os ônibus param, o trabalho para, a igreja suspende o culto, os amantes não se vêem, a família agradece.

O Brasil sofre, o povo, atônito, reflete.

Novos caminhos são pensados, novos e velhos paradigmas são estabelecidos.

Enquanto isto se espera o novo, a verdade, a justiça.

Enquanto isto se seca para ver se é possível seguir assim mesmo.

Queria os bolinhos de chuva de minha mãe, mas ela não está mais comigo.

Então escrevo para distrair-me e fingir que sou puro.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Chuva constante

Chove bastante em São Paulo, nesta antevéspera de feriado.

 As pessoas também chovem, e deixam de procurar empregos, contatos, de participar de reuniões, sob a alegação de que o congestionamento, as dificuldades do trânsito, etc, dificultam a presença.

Também chovo em mim, molhado por dentro, buscando esconder-me de tantas tempestades, chuviscos, tormentas.

Um céu claro inteiror é o melhor tempo da vida.

Aprender a viver independente dos ventos e das marés é o caminho que buscamos.

Que saudade dos bolinhos de chuva de minha mãe.

Como nos alegrava a chuva, os bolinhos.

Como se alegrava minha mãe, em nós, com os bolinhos.

Vejo-a diante do fogão fritando-os, e depois secando e revestindo-os de acúcar.

Que chuvas doces tinha.

Uma pequena livraria cristã na terra dos Talibãs

Retirei do Zenit. Experiências das irmãs Paulinas, na divulgação editorial do cristianismo de forma legal em um país muçulmano.

O testemunho da Irmã Daniela Baranchelli, 80 anos,

 Karachi. Em Saddar, uma das capitais mais movimentadas e caóticas do ex-Paquistão, há uma pequena livraria cristã gerenciada pelas Filhas de São Paulo. “Vender Bíblias, catecismos e sobretudo audiovisuais num bairro como este é perigosíssimo” explica a irmã Daniela Baronchelli, 80 anos, fundadora das primeira comunidades Paulinas no Paquistão.

Os Talibãs acusam as irmãs de terem materiais proibidos pelo Corão, entre os quais filmes e imagens dos profetas, e fazem circular por todo o bairro bilhetes com escritos: “ou vocês fecham ou morrem”. “Aquilo que nos dizem é terrível, mas nós continuamos com paz e amor a nossa missão – Afirma a religiosa nascida em Brescia – Somos conscientes do risco que corremos, mas é um risco que se extende a toda a cristandade. Porque hoje, no Paquistão, podemos falar abertamente de perseguição”.
Em 2005 a polícia realizou uma batida na livraria, depois que saiu no Jornal Nacional "Nawa-i-Waqt" que extremistas locais acusaram os cristãos de venderem CDs contendo desenhos sobre a morte de Maomé. Alguns líderes muçulmanos tinham até mesmo emitido uma fatwa – veredito de condenação – contra os filmes e pedido a abertura de uma causa por blasfêmia. “Apreenderam tudo e  nos impediram de trabalhar por todo um dia”, diz a irmã Daniela. Desde então o governo colocou um guarda na frente da loja que acaba atraindo mais a atenção.
A livraria tem vários livros sobre religião, terços, catecismos em Urdu e Inglês e é o único centro de distribuição da Bíblia católica. "Uma grande alegria para nós que somos as irmãs da Bíblia, as mensageiras de Deus". Infelizmente, porém, as enormes dificuldades econômicas proibem aos fiéis até mesmo a compra de um simples livro. “A pobreza aqui está se tornando miséria. Os cristãos não encontram trabalho porque são discriminados e as famílias não têm nem sequer o dinheiro para comprar comida ou para enviar os filhos para a escola”. A contribuição de Ajuda à Igreja que Sofre tem permitido às irmãs venderem as Bíblias por apenas 10 rúpios (8 centavos de euros).
"Estou no Paquistão há 30 anos – diz a religiosa Bresciana – e sempre colaboro com AIS. Graças à sua inestimável ajuda podemos apoiar a forte fé dos cristãos Paquistaneses e temos chegado a muitas crianças e famílias”. A livraria, porém, não é o único compromisso da Irmã Daniela e das suas 4  coirmãs paquistaneses que chegam às paróquias dos diversos subúrbios de Karachi – para ensinar os catecismo às crianças e explicar para as mães a importância de educar os próprios filhos na fé. “Admiro muito essas mulheres. São mães que têm um grande coração e uma capacidade de sofrimento inimagináveis”. Com os párocos as irmãs Paulinas recolhem também ajudas para as famílias mais pobres e numerosas. “Elas não conseguem sozinhas, algumas têm até mesmo 12 crianças - exclama – Mas recebo os maiores sorrisos quando lhes digo que na Itália existem pessoas que rezam por eles. Então é quando sabem que são amadas, não somente perseguidas”.
"Para maior segurança, as irmãs se vestem como Paquistanesas: um vestido tradicional shalwar kameez azul celeste e um amarelo branco, a dupatta, que usam para cobrir o rosto na estrada. "Na realidade, todos sabem quem somos” diz a Irmã Daniela que conta à AIS aquele dia em que no mercado de Saddar não tinha se dado conta de que a sua cruz estava aparecendo fora do vestido. "Felizmente, um muçulmano que me conhecia me alertou rapidamente dizendo “cuidado irmã, para vocês esta cruz é um testemunho, mas para a minha gente é vista como uma acusação”. É verdade, aqui não se brinca. Uma palavra pode ser tida como blasfêmia. E uma blasfêmia é causa de morte”.

domingo, 3 de junho de 2012

Que tal trocar o Mano Meneses?

O Mano não tem nenhuma condição de ser o técnico da seleção brasileira. Ao começar esta turnê o Mano deu uma declaração dizendo que o Lucas não tinha o mesmo nível técnico do Neymar. Com isto conseguiu apagar mais uma vez a estrela do jovem atacante tricolor. Porquê Mano Meneses não se cala? Põe logo o Murici Ramalho e vamos acabar com esta palhaçada

Talvez o Galvão Bueno me tire o tesão de ver a seleção

Já não basta o linfático do Mano como técnico, e tenho que ouvir o Galvão com aquelas opiniões globais? Seleção de expatriados.

Mídia aproveita problema na Delta para interromper as obras o PAC

Vai ficando cada vez mais claro que a grande mídia, os golpistas, estão fazendo campanha contra a Delta para interromper as obras do PAC e depois dizerem que o Governo Dilma é inoperante.

Canalhice de primeira.

Quando é com os deles, não fazem nada.

Veja o caso do Metrô de São Paulo, onde se descobriu grande falcatrua entre as empreiteiras que se uniram para dividir as obras, e depois foram descobertas.

Tem o dedo do Governo do Estado no trololó, mas não se parou nenhuma obra, como querem fazer com o Governo Dilma. Turminha sem-vergonha.

Não sei se já havia escrito isto

Tenho sempre a impressão de que já escrevi o que acabo de editar.

Sensação desagradável que me atinge, como se uma amnésia constante me dissesse que não trago novidades, mas reedições do mesmo.

Ataca-me inconscientemente uma consciência de limites, de falta de criatividade, que me impede de voltar a dizer algo novo.

Em meu silêncio pergunto-me se agreguei algo a quem me leu, o que me torna ainda mais incomodado, porque escrever por escrever...é preferível ficar sem fazer.

Pedaços de mim aparecem aqui e ali, como um retalho sempre a costurar de seus rasgos, constantes rasgos, em todos os planos, espirituais, religiosos, políticos, familiares, comunitários. Até nos amigos existem rasgos exigindo costuras.

Como o tecido é renascido em Cristo, a costura mantém-se forte.

Hoje reflito sobre como fui ontem e me refaço.

Busco um enfermo por quem orei e o encontro são.

De alguma forma fiz de mim alguém além palavras, o que é salutar.

Não desejo viver de palavras.

Afinal as palavras circunscrevem-se nas atitudes, ou fora das atitudes, no plano das intenções?

De qualquer forma tenho esta impressão de estar repetindo aqui e acolá um eu antigo, repaginado, retrabalhado.

 Preocupa-me esta falsidade comigo mesmo.

Sinistro.