segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Ubatuba no final de 2013

Após o Natal desci para Ubatuba para passar os dias até a passagem do ano e quem sabe ir até o dia 10 de janeiro.

O calor e o movimento de pessoas e grande.

 Foi-se o tempo em que Ubatuba era uma ciade tranquila.

Sim, o progresso chegou por aqui e se instalou.

Estarei mandando notícias de Ubatuba.

Parece que o mundo parou.

O Schumaker teve um acidente e o anderson Silva quebrou a perna na luta e perdeu.

Grandes notícias.

Se for isto mesmo,o mundo está prestes a ter solução.

Abraço a todos.



quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Próxima estação: UBATUBA




Este Pó das Estradas estará à partir de amanhã publicando notícias do dia a dia postado em Ubatuba, cidade litorânea do Estado de São Paulo, Brasil. Um brinco da beleza e agradável. Por hoje, é só viagem.
Vou mostrar-lhes Ubatuba, o paraíso litorâneo de Sampa.

Jesus nasceu!!!! Agora Ele será esquecido.

Imagens do Menino Jesus


Não é assim?

Muita festa, muita alegria, e depois volta tudo ao que era antes?

Os que questionava Jesus por Ele ser um Deus, continuarão.

Os que não acreditavam, e tiveram que participar das festas, continuarão não acreditando.

Os rancorosos continuarão rancorosos, os invejosos idem, e assim vai.

A lista é grande.

Bem, os crentes, isto é os que crêem nele, de todas as religiões e raças, estes continuarão acreditando que Jesus Cristo é o Salvador deste mundo, o Deus Encarnado, que finalmente veio para tirar-nos do pecado, e mostrar-nos um belo caminho em direção a Deus.

O mundo não reconhece a estes, e continua sua tragédia destrutiva em todos os sentidos.

Já os Cristãos, com o menino Jesus em seus braços, estarão caminhando com Ele, tendo-O como referência para todas as situações.

E você?

Já teve aquele encontro pessoal com Jesus Cristo? Conseguiu?

Saiba que isto acontece.

E quando acontece, tudo muda de sentido, de razão de ser.

Prioridades são descartadas, e outras nunca antes consideradas, tornam-se primeiras.

Assim é a vida.

Quem quiser tem condições de descobrir este segredo.

O cristão, com olhos novos, consegue ver claramente quem é de Deus, quem está entregue ao diabo e o quanto se está vivendo a fé.

Tudo pelos olhos, na ação do Espírito Santo que passa a habitá-lo.

Então, que as festas de Natal não tenham passado em vão mas que o Menino Jesus sobreviva, de alguma forma, nos corações e provoque a grande faxina, a grande limpeza da alma do Homem.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Keep calm and Papai Noel não existe!

Não vamos estragar a vida dos nossos filhos se desmitificarmos a magia do Natal, mas sim se os deixarmos crescer sem esperança e sem Deus
Por Robert Cheaib
24 de Dezembro de 2013 (Zenit.org) - O artigo seguinte foi publicado originalmente na edição árabe de ZENIT como resposta a algumas perguntas de leitores. A resposta é bem-humorada, mas aborda "a séria questão da fé em Cristo".
Um leitor nos perguntou: “Vou estragar a infância do meu filho se contar a ele que o Papai Noel não existe?”.
A resposta para esta pergunta não requer uma especialização em teologia, como vocês podem imaginar. Mas vale a pena respondê-la para refletirmos melhor sobre o significado do santo Natal, questionar alguns escrúpulos infundados e salvaguardar o que é essencial.
A minha resposta é sim, revelar que o Papai Noel não existe vai estragar a magia da infância dos seus filhos. Mas só se o Natal, para eles, for apenas uma questão de presentes e de contos e lendas. Vai estragar a infância dos seus filhos se o Papai Noel for "o único mediador" do afeto em família, o único elemento de surpresa e a única novidade que encerra o ano. Vai estragar a infância dos seus filhos se eles foram criados com a ideia de um deus carrasco, inquisidor, inspetor, que tudo vê (ou pior, que só vê os pecados). Um Jesus que vem castigar você de noite, etc. Neste caso, se você matar o “Bom Velhinho”, vai arruinar o último totem do Natal dos seus filhos.
Já se você quiser abrir para eles um "caminho melhor", a minha resposta é não, absolutamente não vai estragar a infância dos seus filhos se contar a eles que o Papai Noel não existe. Vamos imaginar um cenário alternativo: você pode conversar com eles, numa linguagem simples, compreensível e atraente, sobre a beleza de um Deus que amou tanto o mundo, mas tanto, que nos deu de presente não somente todas as coisas, mas também o nosso próprio ser e, acima de tudo, deu a Si mesmo como presente para nós! Nesta conversa, os evangelhos da infância são uma leitura extraordinária para fazer à noite com os filhos.
Há uma imensa magia em contar a verdade sobre o Amor e sobre a sua gratuidade, que não é um mito surreal, mas a "verdade do mundo" e o "coração do mundo". Este é "o amor que move o sol e as outras estrelas".
E por que não explicar aos filhos que os presentes colocados embaixo da árvore são um símbolo minúsculo do grande presente de Deus para a humanidade, o seu próprio Filho, Jesus Cristo?
Por que não explicar que, apesar da crise, os pais, tios e tias, avôs e avós se prodigalizam para dar presentes não tanto pelos presentes em si, mas porque aprendemos de Jesus que há mais alegria em dar do que em receber e porque a fé nos ensina a beleza de estar juntos sob o mesmo teto?
Por que não ajudar a entender que o Papai Noel é um conto útil para nos lembrar de uma realidade muito mais bonita do que a ficção, a dos santos (neste caso, São Nicolau), que abrem os corações à generosidade para com o próximo, porque eles foram visitados e tocados pelo amor de Jesus, que nos amou primeiro?
O santo bispo Nicolau amava as crianças gratuitamente, não como o Papai Noel do meu bairro, que anunciava num cartaz: "Agende no parque da cidade a distribuição dos seus presentes com o Papai Noel!". E completava, em letras menores: "A partir de 3 euros por presente".
Você não vai estragar a infância dos seus filhos se, no lugar do bonachão desconhecido e imaginário, sintonizar a imagem de Deus e a imagem do Menino do presépio, eliminando aquela imagem de Deus como o Grande Inquisidor. Lembre-se: quem vê Jesus, vê o Pai. E falar dessa Criança é usar a melhor palavra para apresentar Deus, que é a Palavra.
Você não vai estragar o Natal se ajudar os seus filhos a terem os sentimentos de uma Teresa de Lisieux, que, antes de se reunir com o Amor na eternidade, escreveu: "Não posso temer um Deus que se tornou tão pequeno por mim... Eu o amo... porque ele é o próprio amor e ternura".
O caso do Papai Noel é uma questão muito pessoal.
No ano passado, eu estava com meu filho de três anos fazendo compras de última hora para o Natal. O pequenino percebeu que havia muitos Papais Noéis por aí, de vários tamanhos e em vários estágios de dieta. Ele próprio ficou em dúvida. Foi uma boa oportunidade de explicar a ele as várias coisas que mencionei acima... E até agora eu não senti a necessidade de mandá-lo para o psicólogo.
Você não vai estragar a vida dos seus filhos se desmitificar o Papai Noel. Não são os mitos que nos dão a vida, a alegria e a serenidade. Vamos estragar a vida dos nossos filhos se os deixarmos viver sem amor, crescerem como se Deus não existisse, como se Cristo fosse apenas um acessório da sua própria festa de nascimento. Vamos estragar a vida dos nossos filhos se eles crescerem sem esperança e sem Deus neste mundo.
Um canto religioso libanês termina assim: "Sem você, a minha felicidade não é plena. Sem você, a minha mesa está vazia". O Pão do Céu, nascido na "Casa do Pão" (que é o significado literal da palavra “Belém”), é o centro e o sentido da festa. Sem ele, os “acompanhamentos” não saciam. Ele é o desejo de todos os nossos desejos. Percebemos a sua importância nestas palavras transbordantes de desejo de Isaías, 9: "O ​​povo que caminhava nas trevas viu uma grande luz; sobre os que habitavam na terra da escuridão, uma luz começou a brilhar. Multiplicaste a alegria, aumentaste a felicidade. Alegram-se diante de ti como se alegram nas colheitas (...) Porque um menino nasceu para nós, um filho nos foi dado (...), o príncipe da paz".

Presos da Papuda só podem ler por duas horas.

Conversa Afiada publica post de Paulo Nogueira, extraído do Diário do Centro do Mundo:

O HORROR QUE É PROIBIR QUE SE LEIA LIVRO POR MAIS DE DUAS HORAS NA PAPUDA



Está no site do PSDB de São Paulo: “Mensaleiros presos na Papuda perdem regalias”.

É a reprodução, bovina e automática, de um texto do Estadão.

Bem, quais as regalias?

A resposta mostra, ao mesmo tempo, a estupidez do Estadão e o desapreço que existe no Brasil pelo hábito da leitura.

A grande regalia subtraída é, acredite, poder ler. Segundo o Estadão, os presos do PT agora só poderão ler duas horas por dia, e na biblioteca.

Isso quer dizer que os presos na Papuda – não estou falando de Dirceu e Delúbio – estão submetidos a um regime no qual lhes é proibido ler além de duas horas, e não na cela.

Não se incentiva a leitura. Ela é cerceada como uma coisa má.

Que idiota estabeleceu aquela regra? E por que os editores do Estadão – e todos os demais que replicaram a perda das “regalias” – não denunciaram esta violência do Estado?

É tão grande a preocupação do Estadão em construir uma imagem monstruosa de Dirceu que se agarra a uma desumanidade – pois que outra coisa é proibir ler? – como se fosse um ato de justiça exemplar.

Visitei, na Noruega, o presídio de Bastoy, em que os detentos são tratados como seres humanos. Moram em chalés decentes, recebem familiares todo final de semana, têm à sua disposição um campo impecável de futebol, andam a cavalo quando querem – e podem ler 24 horas, caso desejem.

Conversei em Bastoy com assassinos, traficantes, estupradores. Estão lá, confinados dignamente, para cumprir suas penas. A lógica em Bastoy, como em toda a Noruega, é recuperar as pessoas.

Anders Breivik, o assassino de dezenas de jovens, não está em Bastoy. Mas vi, em detalhes, suas acomodações. Ele está num apartamento de dois cômodos. Tem um laptop para escrever e aparelhos de ginástica para se exercitar. Pode ler todos os livros que quiser, na hora em que desejar.

Isto se chama civilização.

Na Papuda os presos só podem ler duas horas? E a mídia não fala nada? E quando descobre, por acaso, não percebe a monstruosidade disso?

Pobre o país que tem uma mídia tão ruim.

Outra regalia, ficamos sabendo, é possuir livros. Isso quer dizer que os “mensaleiros” são coagidos a doar seus livros para uma biblioteca cujo uso é estritamente limitado.

Vai demorar para sermos a Noruega, se é que um dia seremos. Mas não temos que ser o oposto. Não há razão para tratar os presos da  Papuda – ou de qualquer outra prisão – como animais.

Daqui a pouco podem impor limites para as respiração, ou para o uso de banheiro.

Um dia, vamos olhar para trás – para a mídia e para as condições a que são submetidos os presos da Papuda, se é verdade o que o Estadão deu – e vamos nos perguntar: “Deus, como isso pode ter acontecido?”

Agora, de olhos voltados para Ele

O Evangelho da Infância


Menino Jesus1

Quando nos colocamos para verificar a infância de Jesus nos evangelhos, percebemos que apenas dois evangelhos falam deste momento, Mateus e Lucas, e destes dois, o evangelho de Lucas é o que mais detalha o seu nascimento e infância.

Dizem os estudiosos biblistas que o evangelho da infância, em Lucas foi colocado posteriormente, isto é, após o evangelho ter sido escrito, e corresponde também ao grau de preocupação dos primeiros cristãos.

Após terem levado o nome de Jesus por todo canto da Terra, começou-se a perguntar, afinal, quem era Jesus, como nasceu, quem eram seus pais, como viveu a infância?

Tudo isto depois.

O Evangelho de Marcos, o mais antigo dos sinóticos, nada diz desta época.

O de Mateus faz uma Anunciação de José, seguindo os costumes de uma comunidade cristã judaica, ressaltando a importância do pai.

Segundo o frei Ranieri Cantalamessa, que atualmente é o pregador do Vaticano, provavelmente o Evangelho da Infância buscou a fonte de informação nas mulheres que seguiam a Jesus e entre elas a própria Maria, mãe do Senhor.

Lembremos que um grupo grande de mulheres seguiam a Jesus por onde fosse.

O fato é que neste Evangelho se tem notícia de sua Divindade, que se coloca a Encarnação de Deus.

O Deus que tudo pode, por amor ao Homem, abre mão de sua condição Divina, e assume a humanidade corpórea de um ser humano.

É neste Evangelho também que se coloca o papel desempenhado por Maria, a que diz "sim" a este projeto de salvação da Humanidade, trazido pelo Arcanjo Gabriel.

Deus acaba sendo apresentado ao homem, como um pobre, simples, indefeso, em tudo como um de nós, e dependente de nós, precisando de nosso afago, nossa proteção.

Mais tarde Jesus dirá: "Quem é a minha mãe?". Note-se, que mesmo adulto, Jesus Cristo abre as portas para ser recebido por mães...

No Evangelho da Infância os protagonistas são pastores e Reis, vacas e Anjos, uma corte celestial, e o anúncio de uma grande noticia, o nascimento do Salvador.

Em Maria se precipita o Pentecostes, que mais tarde, após a ressurreição, será o guia mestre, pela ação do Espírito Santo, a dirigir os Cristãos pelo Mundo.

Ela fará a educação do Deus homem, que, em boa medida o lembrará de sua Divindade a ser assumida,  desperto na carne, como fez nas Bodas de Caná, introduzindo-o antecipadamente na vida pública.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Royal Choral Society: 'Hallelujah Chorus' from Handel's Messiah

For Unto Us A Child Is Born (best viewed in HD)

Sou um poeta menor

Sou um poeta menor.

Não circulo entre
os notáveis,
não sei exaltar
mostrar interesse
só para aparecer.

Sou um poeta
desconhecido.

Meus versos
calam-se
diante
dos
movimentos
e escolas
literárias.

São simples
como a água
 e o fogo.
Falam
às claras
sem emprestar
outras 
realidades,
subjetividades.

Por isso
estão
fora da
moda.

São antigos
superados
desprezados
desconsiderados,
sem patronos.

Sou um poeta menor.

Irrecitável,
desculpe
a invenção.

Síria: milícias islâmicas usam morteiro contra uma igreja, provocando 12 mortes

Voluntários estavam no local distribuindo cestas básicas para a população
23 de Dezembro de 2013 (Zenit.org) - Combatentes armados dispararam vários tiros de morteiro contra uma igreja da província de Daraa, sul da Síria, no momento em que um grupo de voluntários distribuía cestas básicas para os moradores locais, provocando 12 mortes e deixando muitos feridos. As informações são do canal televisivo governamental Al-Ekhbarieh.
A agência de notícias Xinhua relata o incidente e comenta que “os cristãos sírios representam 10% da população do país, que tem maioria muçulmana sunita. A população cristã tem sido alvo de ataques de rebeldes radicais. O mais recente aconteceu no começo deste mês, quando fundamentalistas islâmicos tomaram o controle do povoado cristão de Maaloula, ao norte da capital, Damasco".
Em Maaloula, rebeldes islâmicos sequestraram doze freiras do mosteiro ortodoxo grego de Santa Tecla, no dia 3 de dezembro. Os únicos habitantes que restam no povoado são muçulmanos. Até o sequestro, também permaneciam as 40 freiras do mosteiro de Santa Tecla, que não saíram de Maaloula durante os conflitos porque estavam cuidando das dezenas de crianças que a guerra deixou órfãs.
O embaixador da Palestina na Espanha, Musa Amer Odeh, se ofereceu dois dias depois do sequestro como refém no lugar das doze religiosas, afirmando que "não existe nenhuma religião no mundo que permita o sequestro de religiosas que ajudam os mais necessitados". O embaixador aproveitou para exigir também a libertação dos dois bispos que foram sequestrados em abril na cidade de Aleppo.
Cinco pessoas morreram na manhã de ontem, 22, após mais um ataque com morteiros no distrito de Hamadanyeh, também na província de Aleppo.

Bagdá: governo declara o Natal "feriado nacional"

Autoridades aceitam o pedido do Patriarca Caldeu para reconhecer oficialmente a data. Mar Sako: "Jesus não veio apenas para os cristãos, mas para todos"
Por Redacao
23 de Dezembro de 2013 (Zenit.org) - O governo iraquiano aceitou o pedido feito pelo Patriarca Caldeu Mar Louis Raphael I Sako, e estabeleceu que 25 de dezembro será um dia de festa e feriado nacional para todos os cidadãos do país. Conforme relatado pela agência Asia News trata-se de um novo e importante reconhecimento de uma minoria religiosa, muitas vezes, perseguida. Há alguns dias, em Bagdá, foi montada uma árvore de Natal de cinco metros, às margens do rio Tigre, localizada no bairro de Karrada, no lado leste do rio, onde convivem pacificamente cristãos e muçulmanos xiitas e sunitas.
Na semana passada Mar Sako enviou uma carta ao primeiro-ministro Nouri al -Maliki, pedindo-lhe para declarar 25 de dezembro "feriado para todos os iraquianos". Uma forma de reconhecer o valor e a importância de uma comunidade que, por séculos, contribui ativamente para o desenvolvimento da nação. Na carta – refere a agência - o Patriarca Caldeu lembrou que "Jesus não veio apenas para os cristãos, mas para todos"; ele também destacou o “especial respeito" que os muçulmanos "têm por ele".
Em resposta, na manhã de ontem, o Conselho de Ministros reuniu-se em Bagdá e, presidido pelo primeiro-ministro al -Maliki, tomou esta "importante decisão”. Além disso, as autoridades da capital montaram árvores decoradas em diferentes bairros para "demonstrar respeito e proximidade" à comunidade cristã, durante estes dias de festa. Após a invasão dos Estados Unidos, recorda a Asia News, em 2003, os extremistas islâmicos tomaram como alvo esta minoria religiosa, matando centenas de pessoas, entre eles um bispo, padres, empresários, médicos e políticos. Tal situação fez com que milhares de cristãos fugissem do Iraque, passando em 10 anos, de mais de dois milhões para menos de 300 mil.
(Trad.:MEM)

Tempo de espera, não de barulho e de compras

Papa Francisco exorta a estarmos, como Maria, vigilantes e preparados para a vinda do Senhor
Por Luca Marcolivio
23 de Dezembro de 2013 (Zenit.org) - Estes dias são dias de espera. Dias em que, junto a Maria, estamos à espera de um parto. Como todas as mulheres, a mãe de Jesus sente essas “percepções interiores em seu corpo, em sua alma”, de que o filho está chegando. Destacou papa Francisco durante a homilia por ocasião da missa em Santa Marta.
Nós, como Igreja, recordou, “acompanhamos Nossa Senhora neste caminho de espera” e quase “queremos apressar este nascimento” de Jesus.
O nascimento que celebramos é duplo: o “nascimento físico” e aquele em que “virá no final para fechar a história”. Mas, como diz São Bernardo, há também uma terceira vinda: “a de cada dia”.
Quando o Senhor visita “cada um de nós”, disse o Papa, “a nossa alma se assemelha à Igreja, a nossa alma se assemelha a Maria”. Os Padres do deserto dizem que Maria, a Igreja e a nossa alma são femininas, portanto, a nossa alma também está à espera, nesta expectativa pela vinda do Senhor; uma alma aberta que chama: “Vem, Senhor!”.
Estar “vigilante, à espera”, destacou o Pontífice, significa ser “peregrino” e não simplesmente “errante”. É a diferença entre estarmos “seguros em um albergue, ao longo do caminho”, à espera do Senhor, abrindo caminho para Ele, e não para as "compras" e para o "barulho" dos dias de hoje.
“A nossa alma está aberta, como está aberta a Santa Mãe Igreja, e como estava aberta Nossa Senhora? Ou a nossa alma está fechada e colocamos na porta um aviso, muito educado, que diz: 'Por favor, não perturbe!'”, perguntou o Santo Padre.
O mundo, concluiu o Papa, “não acaba conosco, nós não somos mais importante que mundo”, então, disse ainda, “que nós fará bem repetir” a invocação: “Ó Sabedoria, o chave de Davi, o Rei das nações, vem”.
(Trad.:MEM)

Continuam os preparativos de Natal

Hoje já piquei  as castanhas do Pará, as nozes as ameixas, juntei as passas, deixando preparados alguns dos condimentos que comporão a farofa de Natal.

Bacalhau em cozimento, batatas em rodelas também em cozimento.

Tenho que sair para o supermercado porque faltaram alguns ingredientes de última hora.

Hoje a missa éa as 18H00 e temos que deixar a ambrosia pronta, o bacalhau também, o presunto tender igualmente.

Ah tem a rabanada que não pode faltar.

Estou saindo.

Um grande abraço a todos cristãos, budistas, islamitas, induístas, ateus, espíritas.

Que o dia 25 de dezembro de 2014 seja a grande festa.

Como o Pai nos convida para o banquete no céu, aqui também convidamos a todos para festejarmos o nascimento de Jesus.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

O Natal é a maior notícia já proclamada na Terra!

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Como o Natal é lindo e sereno.

 Cheio de paz, da presença de Deus, da alegria, da esperança entre os povos, da fé.

Momento mágico que a Humanidade esperava, imersa em guerras, discórdias, mentiras.

O Deus bebê encontra um  ventre puro para sua vinda.

Inimaginável!

Como Deus pode fazer isto, sair de sua condição celestial e encarnar-se como um de nós?

Deus deveria permanecer em seu trono celestial observando o homem perder-se cada vez mais?

Não é de Deus esta atitude egoísta, muito pelo contrário. A humildade de Deus é exemplo para nós igualmente buscarmos ser os últimos.

Jesus nasce de uma virgem, Maria, muito combatida pelo demônio até hoje.

Mulher simples, adoradora de Deus, mergulhada em orações, recebeu o privilégio de receber o Salvador em seu ventre.

O mundo é outro com a vinda de Jesus.

E este Jesus criança, do Evangelho da infância, nos coloca superiores a Ele, que precisa de nós para viver, de nossa proteção, nosso carinho, nossas orações.

Tornado Homem, ficou frágil e dependente.

Os fortes, os rancorosos continua a perseguição até hoje.

Não se conformam com esta paz infinita invadindo sua privacidade terrena, egoísta.

Negam-se a abrir-lhe as portas de seus corações.

Por isso permanecem duros e secos, sem sabor e sem luz.

Mas Jesus é paciente e aguarda por um encontro com os pecadores e espera de nós uma ajuda nisto.

Vejam, Ele está aí, na manjedoura dando o primeiro exemplo.

Alegria!

Paz!

Verdade!

Justiça!

Aldona Butkuviene no Báltico

Sinais misteriosos intrigam moradores de pequena cidade catarinense


saiu no IG

Desenhos geométricos surgem em plantações há seis anos em Ipuaçu (SC). Perito diz que figuras não são humanas

A pequena cidade de Ipuaçu, no Estado de Santa Catarina, localizada a 560 km de Florianópolis, virou ponto turístico e de estudo para os amantes da ufologia, o estudo de fenômenos causados por Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs). E o que tem atraído os olhos dos especialistas são as recorrentes aparições de misteriosas figuras geométricas nas plantações de trigo e triticale da cidade. Para eles, Ipuaçu recebe visitantes “não terrestres” entre os meses de outubro e novembro, desde 2008, quando o primeiro agroglifo foi visto.
Agroglifo que foi visto no dia 2 de novembro. Fenômenos aparecem desde 2008 em Ipuaçu (SC) entre os meses de outubro e novembro; significado ainda é uma incógnita . Foto: Divulgação / Ademar Gevaerd
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Os últimos sinais foram registrados no dia 2 de novembro, por volta das 8h, em um campo de trigo. A primeira imagem é de uma espiral com 13 faixas no sentido horário com 54,6 metros de diâmetro. O segundo era composto por um círculo com um hexágono com os mesmos 54,6 metros de diâmetro. Para o ufólogo Ademar Gevaerd, os sinais são mensagens que precisam ser traduzidas. “Nenhum outro local do Brasil já registrou o fenômeno. Essas figuras carregam uma mensagem ainda não decifrada”, explica.
Há 20 anos atuando como perito do Instituto de Criminalística (IC) do Paraná, Inajar Antonio Kurowski visitou Ipuaçu e escreveu um relatório sobre o caso. Curioso pelo tema desde criança, ele relatou no documento que os desenhos “geométricos, simétricos e harmônicos" não poderiam ser realizados por força humana. “A estética até pode ser reproduzida e falsificada, mas não há explicação para as alterações físicas de plantas e solos e a mudança do campo eletromagnético dentro das figuras”, defende.
Assista aos registros do ufólogo Ademar Gevaerd:

O prefeito de Ipuaçu, Denilso Casal, conta que lutou contra o próprio ceticismo, em 2008, quando pisou em uma área com um símbolo. “Acho que não estamos preparados para esse contato [com seres extraterrestres]. No começo, não acreditava. Mas depois de seis anos não dá para ignorar”, diz. Para Casal, o evento ainda é uma incógnita, mas é claramente realizado por uma inteligência superior.
O político acredita que o mistério acabou rendendo bons frutos para a cidade com quase 7 mil habitantes, que virou rota turística dos amantes da ufologia. E cita que no ano passado chegou a ser alvo de um boletim de ocorrência registrado por uma moradora. “Ela achou que eu poderia ter mandado fazer o desenho para promover a cidade, mas é humanamente impossível”.

Vamos democratizar as informações?

22 DE DEZEMBRO DE 2013 - 8H17 

O financiamento da mídia alternativa e a revolução silenciosa


Não há novidade nenhuma em afirmar que os meios de comunicação no Brasil são extremamente concentrados nas mãos de algumas poucas famílias. A surpresa que nos atinge está em saber que é justamente o dinheiro público do governo federal e dos governos estaduais e municipais o principal patrocinador dessa concentração. 

Por Theófilo Rodrigues*, no Correio do Brasil


No caso do governo federal é a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, dirigida pela ministra Helena Chagas, a responsável por esse repasse de verbas para os grandes meios de comunicação. Nesse momento alguém poderia se perguntar: “Mas Helena Chagas, aquela jornalista da Globo?” Sim, a própria.

Esse repasse de verbas da Secom é a principal fonte de sobrevida dos grandes meios de comunicação no Brasil. Para termos uma ideia do montante, apenas em 2012 cerca de R$ 10,8 bilhões foram repassados para os quatro grandes canais de televisão: Globo, Record, SBT e Band, sendo que 70% dessas verbas foram repassadas apenas para a Rede Globo.

Outro exemplo costumeiro é o da Editora Abril – responsável pela revista (semanal de ultradireita) Veja, entre outras – no Estado de São Paulo. Os paulistanos sabem que há anos o seu governo estadual vem patrocinando fortemente a editora da família Civita sem que haja qualquer transparência sobre as vantagens que tal parceria traz para o bem público. A coincidência entre a linha editorial da Abril e o programa político do partido que dirige o governo de São Paulo não parece ser fruto do acaso.

O interesse público depende da diversidade de fontes para a produção da informação. Uma sociedade que possui apenas poucas possibilidades de acesso a novos conteúdos torna-se refém sem sequer saber que suas mãos estão acorrentadas. É necessário que haja fontes diversas e plurais para que possamos confrontá-las e produzirmos nossas próprias opiniões.

No entanto, se por um lado os governos não manifestam desejo em alterar a estrutura da comunicação no país, por outro lado os movimentos sociais e a sociedade civil subalterna começam a reivindicar mudanças estruturais que venham de baixo para cima. Aí estão os exemplos dos milhares de jornais de bairros, rádios e tvs comunitárias e blogs alternativos que surgem diariamente. A indignação com as narrativas monocórdicas materializam-se assim nas mídias alternativas. E essas mídias alternativas querem recursos para sobreviver e cobram justa e legitimamente que mudanças sejam feitas nas prioridades dos governos.

O debate no Congresso Nacional
Na Câmara dos Deputados o debate sobre a necessidade do financiamento para a mídia alternativa tem ocorrido na Subcomissão Especial da Câmara dos Deputados sobre Mídia Alternativa presidida pela deputada federal Luciana Santos (PCdoB-PE). A subcomissão funciona no âmbito da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática desde dezembro de 2011 e ao longo desse período ouviu uma série de especialistas sobre o tema. O relatório final dos trabalhos da subcomissão foi aprovado em 13 de novembro de 2013 e agora será transformado em projeto de lei para seguir em votação no plenário da Câmara dos Deputados.

O relatório final apresentado pela deputada Luciana Santos é formado por 17 itens que, em síntese, afirmam ser responsabilidade do governo federal e de suas agências o fomento das mídias alternativas e a pluralidade e diversidade na distribuição das verbas oficiais de publicidade. De forma concreta o relatório propõe que 20% da publicidade oficial do governo federal sejam apenas para a mídia alternativa.

Brasília dá o primeiro passo

Brasília deu na semana passada o primeiro grande passo no sentido de democratizar o financiamento da mídia alternativa. A Proposta de Emenda à Lei Orgânica 51/2013 indica que 10% das verbas de publicidade dos poderes locais deverão ser repassados para veículos da blogosfera e da imprensa comunitária.

A proposta da deputada distrital Luzia de Paula (PEN) foi aprovada por unanimidade na Câmara Legislativa do Distrito Federal e será aceita com tranquilidade pelo governador Agnelo Queiroz (PT).

No Rio de Janeiro proposta está na Alerj

No Rio de Janeiro a deputada estadual Enfermeira Rejane (PCdoB-RJ) apresentou na Assembleia Legislativa no dia 23 de maio de 2013 o projeto de lei nº 2248/2013. A proposta da deputada comunista é a de que 20% da publicidade oficial do governo do Estado do Rio de Janeiro seja destinado à mídia alternativa como jornais comunitários, rádios e Tvs comunitárias e blogs.

Mas no Rio de Janeiro a proposta já indica que encontrará maiores obstáculos. Na semana seguinte à apresentação do PL na ALERJ, o gabinete da deputada Rejane recebeu a visita de advogados da Editora Abril para apontar o descontentamento da família Civita com a redistribuição das verbas para a mídia alternativa.

Ao contrário de Brasília que é governada por um histórico militante da esquerda, o Rio de Janeiro possui como governador o peemedebista Sérgio Cabral. E as boas relações de Cabral com a mídia carioca são bem conhecidas. Não passa pela cabeça de ninguém imaginar que Cabral permitirá que sua base na ALERJ aprove facilmente o PL 2248/2013.

Da revolução silenciosa para a revolução barulhenta
Aprovar mudanças na distribuição da publicidade oficial dos governos não é pouca coisa. No dia em que jornais de bairros, blogs, rádios e Tvs comunitárias passarem a receber uma parte do bolo, uma grande mudança se iniciará em nossa sociedade. Uma mudança de sotaque, uma mudança de cor, uma mudança de cultura. Uma nova narrativa de baixo para cima emergirá e verdades que hoje são absolutas passarão a ser contestadas. A revolução silenciosa passará então a ser barulhenta. Esse dia chegará.

*Theófilo Rodrigues é cientista social e coordenador da seção fluminense do Centro de Estudos da Mídia Independente Barão de Itararé.



Preparativos de Natal: Já compramos os pães da rabanada.

Faremos rabanada para o povo que virá para o almoço de Natal.

Fui à padaria onde havíamos reservado os pães e compramos 3.

Agora faremos a rabanada com leite acúcar e canela, fritos e depois cobertos de acúcar novamente, mas peneirado.

O pessoal da padaria telefonou-me dizendo que haviam cobramos a mais pelos pães. É que eles confundiram-se com a rabanada propriamente diata, que lá, é mais cara, 100% a mais.

Não pelo dinheiro devolvido, porque achei também caro e reclamei com no caixa sobre o preço, mas a sinceridade deles conquistou-me.

Tem um valor superior ao pão, a rabanada, a tudo.

Enfim, bom mesmo é comer a rabanada no dia seguinte, depois do almoço de Natal.

Parece que ela fica mais macia e saborosa.

O Natal para o cristão é a segunda maior festa do ano, depois da Páscoa.

Menos no nordeste onde as Festas juninas superam as demais.

Questão cultural.

Sem discriminação, porque adoro as festas juninas no NE.

Como gostamos de fazer tudo mais cedo, não teremos muito trabalho, porque vai sendo feito aos poucos.

Dessalgar o bacalhau do Pereira.

Bacalhau está sendo dessalgado. Faremos o lombo com alecrim, fica com um sabor diferenciado. Faremos a ambrosia à tarde. amanhã será a vez  da rabanada. Como os amigos podem ver estamos em pleno trabalho para reunir a família cristã dia 25. amém! Meus poemas estão sendo gerados nas comidas. Trará grande satisfação. Vou agora à padaria pegar os pães de rabanada que encomendei.

domingo, 22 de dezembro de 2013

ZÉ RAMALHO CHÃO DE GIZ

Coo vai?

Ah, como é bom o domingo.

Não ter nada o que fazer.

Será que Deus também descansou?

Não consigo vê-Lo descansando...mas desejo que Ele possa.

Sei que tem tantas responsabilidades com as pessoas, principalmente com as que o desprezam.

Como é bom o domingo, ouvindo chorinhos...doce de coco, receber no peito este vento quente de verão.

Conversar coisas fúteis sem dar importância aos assuntos.

Fazer uma refeição diferenciada e nada especial, porque no domingo também não se faz muito.

Beijar e um abraçar na mulher, puxá-la perto, dar-lhe uma fungada no cangote e vê-la sorrir.

Depois ir à igreja porque é preciso educar a alma para a eternidade, com alegria.

Dormir à tarde, com o ventilador ligado e o cachorro aos pés, ouvindo um som bem brasileiro.

Ah, domingo.

Não há dia igual, com sua calma íntima liberdade.

Estão chegando

 Eles estão chegando.

Ocorre que está tudo lotado por aqui.

Será que não há uma pensão, um quartinho que seja para este casal.

Eles vieram de longe, e são do interior.

Estão muito cansados porque fizeram grande parte o trajeto à pé.

A moça, inclusive, parece que está grávida, e deve ter sido difícil locomover-se neste estado.

Deram-lhe apenas um jumentinho, onde ela pode aconchegar-se quando estava mais fatigada.

É verdade que ninguém ouviu uma reclamação deles.

A preocupação agora é por um lugar para eles. 

sábado, 21 de dezembro de 2013

Foram criados 47 mil novos empregos no mês de novembro no Brasil

21 DE DEZEMBRO DE 2013 - 9H32 

A criação de empregos formais no país em novembro alcançou saldo de 47.486, um crescimento de 0,12% em relação ao mês anterior, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Esse é o melhor resultado para o mês de novembro dos últimos três anos. As admissões no mês passado atingiram 1.618.426 e as demissões, 1.570.940.


Reprodução
Foram criados 47 mil novos empregos no mês de novembro no Brasil 
Em 2013 foram criados 1.546.999 novos postos de trabalho no Brasil
De acordo com o Ministério do Trabalho, a expansão de três dos oito setores pesquisados pelo Caged sustentou o crescimento dos postos formais de trabalho. Destaque para o comércio, com mais 103.258 pontos de trabalho, e o setor de serviço (44.825). Somados, os dois setores superam a queda de posto de trabalho em outros setores, especialmente na indústria da transformação (menos 34.266).

No acumulado do ano, o emprego teve crescimento de 3,91%, com o acréscimo de 1.546.999 postos de trabalho formais. No período de janeiro de 2011 a novembro de 2013, a criação de empregos, de acordo com o Caged, alcançou 11,20%, o que corresponde a um aumento de 4.937.357 de postos formais de trabalho.

Fonte: Agência Brasil


Declaração dos Direitos Humanos faz 65 anos e nossa TV despreza

21 DE DEZEMBRO DE 2013 - 16H17 

“King Kong, um macaco que, depois que vai para a cidade e fica famoso, pega uma loira. Quem ele acha que é? Jogador de futebol?”, afirmou Danilo Gentili na TV. A um telespectador, que contestou o caráter racista da frase pela rede social, respondeu de forma a deixar ainda mais claro o seu preconceito: “Quantas bananas você quer para deixar essa história pra lá?”


Por Lalo Leal, na Rede Brasil Atual


O moço é reincidente. Sobre a polêmica da futura estação do metrô paulistano no bairro de Higienópolis, habitado por muitos judeus, disse: “Entendo os velhos de Higienópolis temerem o metrô. A última vez que eles chegaram perto de um vagão foram parar em Auschwitz”. Desculpou-se depois, mas o estrago já estava feito.
O que esse e tantos outros apresentadores na TV brasileira fazem é violar os direitos humanos, lembrados anualmente no dia 10 de dezembro – data da publicação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, e que não é apenas comemorativa. É um momento importante para lembrar direitos ainda violados pelo mundo, entre eles o do respeito à dignidade humana e a não discriminação.

A TV, que poderia ser um instrumento na defesa desses direitos, tornou-se, no Brasil, o seu oposto. Basta assistir aos programas policialescos em rede nacional incentivando a violência ou àqueles regionais que, na hora do almoço, tripudiam sobre a desgraça alheia. Sem falar no desprezo com a dignidade da mulher, transformada em objeto nos auditórios, novelas e propagandas, e as recorrentes piadas em torno da homossexualidade.

Correndo solta, sem qualquer regulação, a TV se vê livre para atacar direitos humanos impunemente. Não existem, como na Europa, órgãos reguladores com poder para impor limites às emissoras. Não se trata de censura. Eles agem sempre a posteriori, a partir de demandas do público. A pesquisadora Bia Barbosa realizou um importante trabalho sobre as violações de direitos humanos e a regulação de conteúdo da TV no Brasil, comparando com o que ocorre na França e no Reino Unido. Analisou casos de preconceito e ofensa contra grupos minoritários, violação dos direitos das mulheres, discriminação religiosa, banalização da violência e linguagem depreciativa. As conclusões são desoladoras.

No Brasil, cabe ao governo de turno aplicar as poucas regras que existem, dispersas por vários ministérios e ultrapassadas historicamente, como é o caso do Código Brasileiro de Telecomunicações, de 1962. Mesmo assim, as normas são pouco aplicadas, à medida que os governos evitam, por interesses políticos, atritos com os proprietários das empresas de TV. Na França e no Reino Unido os mecanismos de regulação são ágeis e as violações, punidas com rigor. As multas são calculadas em função do faturamento dos canais. No Reino Unido, há um teto de 250 mil libras ou 5% da receita do canal. Na França, podem chegar a 3% da renda de uma operadora, e a 5% em casos de reincidência.

Bia Barbosa colheu exemplos interessantes: o Believe TV, um canal pago inglês dedicado a mostrar soluções de problemas financeiros e de saúde por meio da fé, com pastores receitando sabonetes milagrosos, foi multado em 25 mil libras e obrigado a parar com o charlatanismo. Em 2012, outro canal religioso recebeu multa de 75 mil libras por realizar campanha dizendo que em troca de doações de mil libras, oferecia um “presente especial” e uma oração para a saúde, a prosperidade e o sucesso.

Em meados deste ano, o inglês Channel 4 exibiu uma série de programas em que a apresentadora Daisy Donovan percorre vários países do mundo revelando como é a televisão local. Um dos episódios tratou do Brasil. Daisy mostrou os programas Miss Bumbum, veiculado pelo canal pago Multishow – do sistema Globosat; Pânico, pela RedeTV!; e o policial Na Mira, da TV Aratu, filiada do SBT na Bahia. Depois de se surpreender com o concurso de beleza, ela perguntou: “Se a TV brasileira é capaz de tratar uma mulher dessa forma, haveria alguma barreira que ela não ultrapassaria?” Não há. É assim que a barreira dos direitos humanos é ultrapassada todos os dias.



Cantora Catolica Ana Paula Zeca - Quero Mais De Ti Senhor - CD Eu Sou Do...

Todos os preparativos prontos para o Grande Dia




Até as rabanadas foram encomendadas na padaria.

Todos sabem que as rabanadas ficam boas mesmo é no dia seguinte, mas tem que estar na mesa de almoço, 25/12, de Natal.

Na noite de Natal irei à missa e voltarei para casa para ficar e meditação sobre a importância imensa desta data, a encarnação de Deus, o nascimento de Jesus, nosso Salvador.

Faremos a ambrosia, o tender, lombo e principalmente o bacalhau do Pereira, seguindo a tradição do pai de minha esposa Meg.

Quero dizer de minha alegria em Cristo, por sua vinda, por enviar o Espírito Santo, que nos acompanha em todos os lugares.

Quero também deixar minha singela oração por todos os padres e até pelo Papa Francisco, para que estejam sempre prontos a dar verdadeiro testemunho de Deus na Terra.

Amém!

Grande é a alegria pelo Deus da vida que está conosco

Reginado Rossi no Cabaret - DVD COMPLETO



O brega chique amado por todos, deixou-nos e foi para a casa do Pai.

Sábado das compras complementares para o Natal.

Sair em busca das complementações dos alimentos e dos presentes que foram lembrados em cima da hora. É o que faremos agora, Meg e eu. Tudo para deixar o almoço de Natal dentro da tradição da família, que vem desde...não sei, sei que minha mãe mantinha, e também continuamos.
Grande é minha alegria de saber que Jesus faz parte já de nossas vidas, e temos uma vida gloriosa com Ele, no Espírito Santo. Como gostaria que todos fizessem parte desta alegria. Jesus Cristo, Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro.
UM FELIZ NATAL A TODOS OS POVOS DA TERRA!  Cheio de Paz e Amor, Verdade e Justiça!

A nota negativa é a total ausência da mídia em noticiar o maior acontecimento e novidade da Terra, o nascimento de Jesus Cristo.

Deixar a decisão do aumento do IPTU para o STF, foi dar munição ao Barbosinha

Todos sabemos que o Barbosa tornou o STF, junto com a mídia golpista, na trincheira da reação às políticas do governo Dilma e aliados.

Assim, não foi novidade a recusa do aumento.

Podemos considerar que houve, isto sim, total inabilidade do senhor Haddad.

Da próxima vez, veja se faz as coisas de maneira mais transparente e com a participação da população , em vez de querer ser o Robin Hood da esquerda.

A revista Veja está em orgasmo pelo acontecimento.

Lembro-e que recentemente, Paulo Sakaf presidente da Fiesp citou Lula  várias vezes como seu incentivador para tornar-se candidato ao governo do Estado.

Pois o Haddad consegue jogar o Skaf para o outro lado com uma facilidade imensa.

Este é um pequeno exemplo da inabilidade do moço.

Não se discute que Haddad seja uma pessoa que queira fazer uma administração limpa.

Mas é preciso mais maturidade.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Golpe do STF livra reajuste maior no IPTU dos mais ricos. Agora todos deverão pagar uma taxa só. Obra do Barbosa.

Haddad: decisão do STF tira liberdade de prefeitoshttp://brasil247.com/+frq79 "Não conseguimos transferir renda dos mais ricos para os mais pobres em virtude da decisão do Supremo", disse hoje o prefeito de São Paulo. Joaquim Barbosa negou suspender liminar que impede o aumento do IPTU na cidade. "É um grau de liberdade a menos", acrescentou Fernando Haddad. Em nota, a Prefeitura informou que os boletos do IPTU de 2014 serão enviados a todos os contribuintes, "sem diferenciação", com correção inflacionária de cerca de 5,6%

Friar Alessandro - Ave Maria - Shepherd's Fields, Bethlehem

'O mistério da Encarnação contemplado com os olhos de Francisco de Assis'.

Por Redacao
20 de Dezembro de 2013 (Zenit.org) - Publicamos a seguir a terceira e última pregação de Advento que o pregador da casa pontifícia, Pe. Raniero Cantalamessa, OFM. Cap. pronunciou hoje ao Papa e à Cúria Romana.
***
O mistério da Encarnação contemplado com os olhos de Francisco de Assis
1. Greccio e a instituição do presépio
Todos nós conhecemos a história de Francisco que, em Greccio, três anos antes de sua morte, deu início à tradição natalícia do presépio; mas é bom recordá-la, brevemente, nesta circunstância. Celano escreve assim:
“Uns quinze dias antes do Natal, São Francisco mandou chamá-lo, como costumava fazer, e disse: "Se você quiser que celebremos o Natal em Greccio, é bom começar a preparar diligentemente e desde já o que eu vou dizer. Quero lembrar o menino que nasceu em Belém, os apertos que passou, como foi posto num presépio, e contemplar com os próprios olhos como ficou em cima da palha, entre o boi e o burro". […].E veio o dia da alegria. O santo vestiu dalmática, porque era diácono, e cantou com voz sonora o santo Evangelho. De fato, era "uma voz forte, doce, clara e sonora", convidando a todos às alegrias eternas. Depois pregou ao povo presente, dizendo coisas doces como o mel sobre o nascimento do Rei pobre e sobre a pequena cidade de Belém.[1]
A importância do episódio não está tanto no fato em si e nem sequer na influência espetacular que teve na tradição cristã; está na novidade que isso revela a respeito da compreensão que o santo tinha do mistério da encarnação. A insistência demasiado unilateral, e às vezes até obsessiva, sobre os aspectos ontológicos da Encarnação (natureza, pessoa, união hipostática, comunicação dos idiomas) tinha feito muitas vezes perder de vista a verdadeira natureza do mistério cristão, reduzindo-o a um mistério especulativo, que deve ser formulado com categorias cada vez mais rigorosas, mas muito distantes do alcance do povo.
Francisco de Assis nos ajuda a integrar a visão ontológica da Encarnação com aquela mais existencial e religiosa. Não importa, de fato, só saber que Deus se fez homem; importa também saber que tipo de homem se fez. É significativo o modo diferente e complementar com o qual João e Paulo descrevem o evento da encarnação. Para João, consiste no fato de que o Verbo, que era Deus, se fez carne (cf. Jo 1,1-14); para Paulo, consiste no fato de que “Cristo, sendo de natureza divina, assumiu a forma de servo e se humilhou a si mesmo fazendo-se obediente até a morte” (cf. Fl 2 , 5 ss.). Para João, o Verbo, sendo Deus, se fez homem; para Paulo “Cristo, sendo rico, se fez pobre" (cf. 2 Cor 8, 9).
Francisco de Assis segue a lógica de São Paulo. Ao invés da realidade ontológica da humanidade de Cristo (na qual ele acredita firmemente com toda a Igreja), ele insiste, até à comoção, na humildade e na pobreza dela. Duas coisas, dizem as fontes, tinham o poder de comovê-lo até as lágrimas, cada vez que as escutava: “a humildade da encarnação e a caridade da sua paixão[2]”.  “Não consegui reprimir as lágrimas, ao pensar na extrema pobreza que padeceu nesse dia a Virgem Senhora pobrezinha. Uma vez, estando sentado à mesa a comer, e tendo um irmão recordado a pobreza da bem-aventurada Virgem e de seu Filho, imediatamente se levantou a chorar e a soluçar, e, com o rosto banhado em lágrimas, comeu o resto do pão sobre a terra nua[3]”.
Francisco recolocou dessa forma “carne e sangue” nos mistérios do cristianismo, muitas vezes “desencarnados” e reduzidos a conceitos e silogismos nas escolas teológicas e nos livros. Um estudioso alemão viu em Francisco de Assis aquele que criou condições para o nascimento da arte moderna da Renascença, enquanto que dissolve pessoas e eventos sacros da rigidez estilizada do passado e lhes dá concretude e vida[4].
2. O Natal e os pobres
A diferença entre o  fato  da encarnação e o modo dela, entre a sua dimensão ontológica e aquela existencial, nos interessa porque lança luz sobre o problema atual da pobreza e da atitude dos cristãos para com ela. Ajuda a dar uma base bíblica e teológica para a opção preferencial pelos pobres, proclamada no Concílio Vaticano II. Se, pelo fato da encarnação, o Verbo, de certa forma, assumiu cada homem, como diziam certos Padres da Igreja, pelo modo em que ocorreu a encarnação, ele assumiu, de uma forma muito especial, o pobre, o humilde, o sofredor, a ponto de se identificar com eles.
É claro que no pobre não se tem o mesmo gênero de presença de Cristo que se tem na Eucaristia e nos outros sacramentos, mas trata-se de uma presença, também essa, verdadeira, “real”. Ele “instituiu” este sinal, como instituiu a Eucaristia. Aquele que pronunciou sobre o pão as palavras: “Este é o meu corpo”, disse essas mesmas palavras também dos pobres. Disse-as quando, falando daquilo que se fizer, ou não se fizer, pelo faminto, o sedento, o prisioneiro, o desnudo e o desterrado, declarou solenemente: “O fizestes a mim” e “Não o fizestes a mim”. De fato isso equivale a dizer: “Aquela certa pessoa esfarrapada, necessitada de um pouco de pão, aquele ancião que morria entorpecido de frio nas calçadas, era eu!”. “Os Padres conciliares – escreveu Jean Guitton, observador leigo do Vaticano II, reencontraram o sacramento da pobreza, a presença de Cristo sob as espécies daqueles que sofrem[5]”.
Não aceita plenamente a Cristo quem não estiver disposto a aceitar o pobre com o qual ele se identificou. Quem, no momento da comunhão, se aproxima cheio de fervor para receber a Cristo, mas tem o seu coração fechado para os pobres, se assemelha, diria Santo Agostinho, a alguém que vê se aproximar de longe um amigo que não vê há anos. Cheio de alegria, corre para encontrá-lo, fica na ponta dos pés para beijar sua testa, mas ao fazê-lo não percebe que está esmagando os seus pés com sapatos com pregos. Os pobres são os pés descalços que Cristo ainda colocou sobre esta terra.
Também o pobre é um “vigário de Cristo”, aquele que faz as vezes de Cristo. Vigário, no sentido passivo, não ativo. Ou seja, não no sentido de que aquilo que faz o pobre é como se Cristo o fizesse, mas no sentido em que aquilo que se faz ao pobre é como se o fizesse a Cristo. É verdade, como escreve São Leão Magno, que depois da ascensão, “tudo aquilo que havia de visível em Nosso Senhor Jesus Cristo passou nos sinais sacramentais da Igreja[6]", mas é igualmente verdade que, do ponto de vista da existência, isso também passou nos pobres e em todos aqueles dos quais ele disse: “o fizestes a mim”.
Tragamos a consequência que deriva de tudo isso em termos de eclesiologia. João XXIII, no Concílio, cunhou a expressão “Igreja dos pobres[7]”. É, talvez, um significado que vai além do que se entende à primeira vista. A Igreja dos pobres não é constituída apenas pelos pobres da Igreja! Em certo sentido, todos os pobres do mundo, sejam batizados ou não, fazem parte. A sua pobreza e sofrimento é o seu batismo de sangue. Se os cristãos são aqueles que foram "batizados na morte de Cristo" (Rm 6, 3), quem é, de fato, mais batizado na morte de Cristo do que eles?
Como não considerá-los, de alguma forma, Igreja de Cristo, se o próprio Cristo declarou que eles são o seu corpo? Eles são "cristãos", não porque se declaram membros de Cristo, mas porque Cristo os declarou membros de si: “O fizestes a mim!”. Se existe um caso em que o polêmico termo "cristãos anônimos" pode ter uma aplicação plausível, é precisamente este dos pobres.
A Igreja de Cristo é, portanto, muito maior do que o que as estatísticas atuais dizem. Não só como modo de dizer, mas verdadeiramente, realmente. Nenhum dos fundadores de religiões se identificou com os pobres como fez Jesus. Nenhum proclamou: “Tudo aquilo que fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes” (Mt 25, 40), onde o "irmão mais pequenino" não  indica somente o crente em Cristo, mas, como é aceito por todos, cada homem.
Segue-se disso que o Papa, vigário de Cristo, é realmente o "pai dos pobres", o pastor deste imenso rebanho, e é uma alegria e uma inspiração para todo o povo cristão ver como este papel tem sido levado a sério pelos últimos Sumos Pontífices e de uma maneira especial pelo pastor que hoje está sentado na Cátedra de Pedro. Ele é a voz mais respeitável que se eleva na defesa deles. A voz dos sem voz. Realmente não se “esqueceu dos pobres”!
O que escreve o Papa, na recente exortação apostólica, sobre a necessidade de não ficar indiferente ante o drama da pobreza no mundo globalizado de hoje, me fez pensar em uma imagem. Temos a tendência de colocar entre nós e os pobres, vidros duplos. O efeito dos vidros duplos, muito utilizado hoje na construção, é que ele impede a passagem do frio, calor e do ruído, suaviza tudo, atenua, abafa tudo. E, de fato, vemos os pobres mover-se, agitar-se, gritar por trás da tela da televisão, nas páginas dos jornais e das revistas missionárias, mas o seu clamor nos chega como de longe. Não nos penetra o coração. Falo-o para a minha própria confusão e vergonha. A palavra: “os pobres” provoca, nos países ricos, aquilo que provocava nos romanos antigos o grito “os bárbaros”!: o choque, o pânico. Eles se preocupavam por construir muros e enviar exércitos às fronteiras para mantê-los afastados; nós fazemos a mesma coisa, de outras maneiras. Mas a história diz que é inútil.
Choramos e reclamamos – e com razão! – pelas crianças que são impedidas de nascer, mas não devemos fazer o mesmo pelas milhões de crianças nascidas e condenadas à morte pela fome, doenças, crianças obrigadas a ir para a guerra e matar-se entre si por interesses que não são estranhos a nós dos países ricos? Não será porque a primeira pertence ao nosso continente e têm a nossa própria cor, enquanto a segunda pertence a outro continente e tem uma cor diferente? Protestamos - e mais do que com razão! – pelos idosos, os doentes, os deformados ajudados (às vezes forçados) a morrer com a eutanásia; mas não deveríamos fazer o mesmo pelos anciãos que morrem congelados de frio ou abandonados à sua sorte sozinhos? A lei do liberalismo econômico do "viver e deixar viver” nunca deveria transformar-se na lei do “viver e deixar morrer”, como está acontecendo em todo o mundo.
É claro que a lei natural é santa, mas é precisamente para ter a força de aplica-la que temos necessidade de recomeçar da fé em Jesus Cristo. São Paulo escreveu: “O que era impossível à Lei, porque enfraquecida pela carne, Deus tornou possível, enviando o seu próprio Filho” (Rm 8, 3). Os primeiros cristãos, com os seus costumes, ajudaram o estado a mudar as próprias leis; nós cristãos de hoje não podemos fazer o contrário e pensar que seja o estado com as suas leis que têm o dever de mudar os costumes do povo.
3. Amar, socorrer, evangelizar os pobres
A primeira coisa a ser feita, com relação aos pobres, é, portanto quebrar os vidros duplos, superar a indiferença e a insensibilidade. Devemos, como, aliás, o Papa nos exorta: "Dar-nos conta” dos pobres, deixar-nos tomar por uma preocupação saudável pela sua presença no meio de nós, muitas vezes, a uma curta distância da nossa casa. O que precisamos fazer em concreto por eles, pode ser resumido em três palavras: amá-los, socorrê-los, evangeliza-los.
Amar os pobres. O amor pelos pobres é um dos traços mais comuns da santidade católica. No próprio São Francisco, como vimos na primeira meditação, o amor pelos pobres, a partir de Cristo pobre, vem antes do que o amor pela pobreza e foi esse que o levou a casar-se com a pobreza. Para alguns santos, como São Vicente de Paulo, Madre Teresa de Calcutá e muitos outros, o amor para com os pobres foi, de fato, o seu caminho para a santidade, o seu carisma.
Amar os pobres significa antes de tudo respeitá-los e reconhecer a sua dignidade. Neles, por causa da falta de outros títulos e distinções secundárias, brilha com uma luz mais brilhante a radical dignidade do ser humano. Em uma homilia de Natal realizada em Milão, o cardeal Montini dizia: “A visão completa da vida humana sob a luz de Cristo vê em um pobre algo mais do que um necessitado; vê neles um irmão misteriosamente revestido de uma dignidade, que exige pagar-lhe reverência, recebê-lo com cuidado, compadece-lo além do mérito[8]".
Mas os pobres não só merecem a nossa piedade; também merecem a nossa admiração. Eles são os verdadeiros campeões da humanidade. São distribuídos anualmente taças, medalhas de ouro, de prata, de bronze, ao mérito, à memória ou aos vencedores de competições. E talvez só porque foram capazes de correr em uma fração de segundos menos do que os outros, os cem, duzentos ou quatrocentos metros com barreiras, ou de saltar um centímetro mais alto do que os outros, ou de vencer uma maratona ou uma corrida de slalom.
Contudo, se alguém observasse de quais saltos mortais, de quais forças, de quais slalom, são capazes, às vezes, os pobres, e não uma vez, mas durante toda a vida, o desempenho dos mais famosos atletas nos pareceriam joguinhos de crianças. O que é uma maratona em comparação, por exemplo, ao que faz um homem-riquixá de Calcutá, que no final de sua vida andou a pé o equivalente a várias voltas ao redor da terra, no calor mais extenuante, puxando um ou dois passageiros, por estradas ruins, entre buracos e poças d'água, deslizando-se entre um carro e outro para não ser atropelado?
Francisco de Assis nos ajuda a descobrir uma razão ainda mais forte para amar os pobres: o fato de que eles não são simplesmente os nossos "semelhantes” ou o nosso “próximo”: são nossos irmãos! Jesus tinha falado: “Um só é o vosso Pai celeste e vós sois todos irmãos” (cf. Mt 23,8-9), mas esta palavra foi compreendida até agora como direcionada somente aos discípulos. Na tradição cristã, irmão no sentido estrito é somente aquele que compartilha da mesma fé e recebeu o mesmo batismo.
Francisco retoma a palavra de Cristo e dá a ela um sentido universal que é aquele que certamente tinha em mente também Jesus. Francisco colocou “todo o mundo em estado de fraternidade[9]”. Chama irmãos não apenas os seus irmãos e companheiros de fé, mas também os leprosos, os ladrões, os sarracenos, ou seja, crentes e não-crentes, bons e maus, especialmente os pobres. Novidade, esta, absoluta, que estende o conceito de irmão e irmã também às criaturas inanimadas: o sol, a lua, a terra, a água e até mesmo a morte. Isso, evidentemente, é poesia, mais do que teologia. O santo sabe bem que entre essas criaturas e os seres humanos, feitos à imagem de Deus, há a mesma diferença do que entre o filho de um artista e as obras criadas por ele. Mas é que o senso de fraternidade universal do Pobrezinho não tem fronteiras.
Isso da fraternidade é a contribuição específica que a fé cristã pode dar para fortalecer a paz no mundo e a luta contra a pobreza, como sugere o tema da próxima Jornada Mundial da Paz "Fraternidade, fundamento e caminho para a paz”. Pensando bem, esse é o único fundamento verdadeiro e não irrealista. Que sentido, de fato, falar de fraternidade e de solidariedade humana, se começarmos de uma certa visão científica do mundo que conhece, como únicas forças de ação no mundo, “o acaso e a necessidade”?  Se se parte, em outras palavras, de uma visão filosófica como aquela de Nietzsche, segundo a qual o mundo só é vontade de poder e toda tentativa de opor-se a isso é somente sinal de ressentimento dos fracos contra os fortes”? Está certo quem diz que "se o ser é apenas caos e força, a ação que busca a paz e a justiça permanecerá inevitavelmente sem fundamento[10]”. Falta, neste caso, uma razão suficiente para se opor ao liberalismo desenfreado e à iniquidade fortemente denunciada pelo Papa na exortação Evangelii gaudium.
Ao dever de amar e respeitar os pobres, segue aquele de socorrê-los. Aqui nos ajuda São Tiago. Para que serve, diz ele, compadecer-se diante de um irmão ou uma irmã sem roupa ou comida, dizendo-lhes: “Pobrezinho, como sofre! Ide em paz, aquecei-vos e saciai-vos”, e não lhes der o necessário para a sua manutenção? A compaixão, como a fé, sem obras é morta (cf. Tg 2, 15-17). Jesus não dirá no juízo: “Estava nu e tivestes pena de mim”; mas “estava nu e me vestistes”. Não devemos culpar a Deus pela miséria do mundo, mas a nós mesmos. Um dia vendo uma criança tremendo de frio e que chorava de fome, um homem foi tomado de revolta e gritou: “Oh, Deus, onde estás? Porque não fazes nada por esta criatura inocente?”. Mas uma voz interior lhe respondeu: “Claro que fiz algo. Te fiz!”. E compreendeu imediatamente.
Hoje, no entanto, já não é suficiente só a esmola. O problema da pobreza se tornou planetário. Quando os Padres da Igreja falavam dos pobres pensavam nos pobres da sua cidade, ou, no máximo, naqueles da cidade vizinha. Não conheciam nada mais, a não ser muito vagamente e, além do mais, embora conhecessem, enviar ajuda teria sido ainda mais difícil, em uma sociedade como a deles. Hoje sabemos que isso não basta, embora nada nos dispense de fazer aquilo que possamos também a nível individual.
O exemplo dos muitos homens e mulheres do nosso tempo mostra-nos que há muitas coisas que podem ser feitas para socorrer, cada um de acordo com os seus meios e possibilidades, os pobres promover-lhes a elevação. Falando do “grito dos pobres”, na Evangelica testificatio, Paulo VI falava especialmente a nós religiosos: “Isso faz com que alguns de vocês cheguem aos pobres em seu estado, compartilhem com eles as suas preocupações amargas. Convida, por outro lado, não poucos dos vossos institutos a reconverter em favor dos pobres algumas das suas obras[11]".
Eliminar ou reduzir o injusto e escandaloso abismo que existe entre ricos e pobres no mundo é a tarefa mais urgente e mais ingente que o milênio que apenas terminou entregou ao novo milênio no qual entramos. Esperemos que não seja ainda o problema número um que o presente milênio deixará em herança para o próximo.
Finalmente, evangelizar os pobres. Esta foi a missão que Jesus reconheceu como a sua por excelência: “O Espírito do senhor está sobre mim, me ungiu para evangelizar os pobres” (Lc 4, 18) e que indicou como sinal da presença do Reino aos enviados pelo Batista: “Aos pobres é anunciado a boa nova” (Mt 11, 15). Não devemos permitir que a nossa má consciência nos leve a cometer a enorme injustiça de privar da boa nova aqueles que são os primeiros e os mais naturais destinatários. Talvez, acrescentando à nossa desculpa, o provérbio que “barriga vazia não tem ouvidos”.
Jesus multiplicava os pães e também a palavra, na verdade administrava primeiro, às vezes por três dias seguidos, a Palavra depois se preocupava também dos pães. Não só de pão vive o pobre, mas também de esperança e de cada palavra que sai da boca de Deus. Os pobres tem o direito sagrado de ouvir o Evangelho na sua totalidade, não em edições reduzidas ou polêmicas; o evangelho que fala de amor aos pobres, mas não de ódio aos ricos.
4. Alegria no céu e alegria na terra
Terminemos com outro tom. Para Francisco de Assis, Natal não era somente a ocasião para chorar a pobreza de Cristo; era também a festa que tinha o poder de fazer explodir toda a capacidade de alegria que estava no seu coração, e era muito grande. No Natal ele fazia literalmente loucuras.
"Queria que neste dia os pobres e os mendigos fossem saciados pelos ricos, e que os bois e os burros recebessem uma ração de comida e de feno mais abundante que o normal. Se pudesse falar ao imperador – dizia – suplicarei a ele de emitir um decreto geral, pelo qual todos aqueles que têm possibilidades, devessem espalhar pelas ruas trigo e grãos, para que em um dia de tanta solenidade os pássaros e especialmente as irmãs cotovias tivessem em abundância[12]”.
Transformava-se como que em uma dessas crianças que estavam com os olhos cheios de admiração diante do presépio. Durante a celebração do natal em Greccio, narra o biógrafo, quando pronunciava o nome ‘Belém’ enchia a boca de voz e de muito afeto, produzindo um som parecido ao balido das ovelhas. E cada vez que dizia: ‘Menino de Belém’ ou ‘Jesus’, passava a língua sobre os lábios, como para saborear e reter toda a doçura daquelas palavras”.
Há uma canção de Natal que expressa perfeitamente os sentimentos de São Francisco, diante do presépio e isso não surpreende se pensarmos que foi escrita, letra e música, por um santo como ele, Santo Alfonso Maria de Ligorio. Escutando-o no tempo de natal, deixemo-nos comover pela sua mensagem simples mas essencial:
Tu desces das estrelas ó Rei do
céu,
e vens em uma gruta no frio,
e no gelo...
A ti que sois do mundo o Criador,
faltam os pães, o fogo, oh meu
Senhor.
Caro eleito bebezinho, quanta
esta pobreza
mais me apaixona, já que te fizeste
amor pobre ainda.
Santo Padre, Veneráveis ​​Padres, irmãos e irmãs, Feliz Natal!
(Tradução Thácio Siqueira / www.zenit.org)
[1] Celano, Vida Primeira, 84-86 (Fontes Franciscanas, 468-470)
[2] Ib. 30, (FF 467).
[3] Celano, Vida Segunda, 200 (FF 788).
[4] H. Thode, Franz von Assisi und die Anfänge der Kunst des Renaissance in Italien, Berlin 1885.
[5] J. Guitton, cit. da R. Gil, Presencia de los pobres en el concilio, in “Proyección” 48, 1966, p.30.
[6] S. Leão Magno, Discurso 2 sobre a Ascensão, 2 (PL 54, 398).
[7] In AAS 54, 1962, p. 682.
[8] Cf. Il Gesú di Paolo VI, organizado por V. Levi, Milano 1985, p. 61.
[9] P. Damien Vorreux, Saint François d’Assise, Documents, Parigi 1968, p. 36.
[10] V. Mancuso, in La Repubblica, Venerdì 4 Ottobre 2013.
[11] Paulo VI, Evangelica testificatio, 18 (Ench. Vatic., 4, p.651).
[12] Celano, Vida Segunda,  151 (FF  787-788).