domingo, 30 de junho de 2013

Agora, chega de briga. Vamos Brasil!!!!

BRASIL!!!!!!!!!

Vamos derrotar a Espanha.

Que o mundo faça suas disputas como este jogo, de forma civilizada e esportiva, reconhecendo-se diferentes.

Os baderneiros, entretanto continuam querendo provocar um golpe de estado.

O Brasil, entretanto passará sobre isto.

É importante fazer uma reflexão sobre a corrupção, longe da intencionalidade que se lhe dão hoje

O corrupto é aquele que foi um passo além: perdeu a noção do bem e do mal
Análise do termo técnico corrupção, que no mundo jurídico tem alguns sentidos muito precisos
Por Paulo Vasconcelos Jacobina
BRASíLIA, 24 de Junho de 2013 (Zenit.org) - Há certas palavras que vão tomando, no vocabulário comum, acepções mais amplas do que têm em sua significação mais técnica. Uma delas é o termo “corrupção”, que, no mundo jurídico, tem alguns sentidos muito precisos; significa, por exemplo, adulterar a qualidade de alguma coisa, tornando-a maléfica ou imprestável. É o caso do tipo penal do art. 271 do Código Penal: corrupção de água potável; ou ainda o art. 272, corrupção de substância ou produto alimentício.
Num sentido mais próximo do vulgar, mas ainda bem restrito, fala-se, no Código Penal, em “corrupção” como o crime daquela pessoa que oferece ou promete vantagem indevida a funcionário público, para determiná-lo a praticar, omitir ou retardar ato de ofício: é o art. 333. A lei criminaliza ainda o servidor público que aceita tal vantagem ou promessa no art. 317.
O sentido, aqui, é, no entanto, ainda muito mais restrito que o sentido vulgar: para considerar alguém corrupto, é necessário provar que houve efetivamente uma oferta ou promessa de vantagem indevida, que o recebedor era servidor público, que a vantagem tinha relação com suas funções e que ele, em qualquer medida, tinha, ao menos em tese, o poder de praticar o ato que se visava alterar pela oferta da vantagem.
É também neste sentido que a Constituição Federal usa a palavra na única vez que a menciona no seu texto: é o art. 14, § 10, que considera impugnáveis os mandatos eletivos obtidos mediante abuso do poder econômico, corrupção ou fraude.
Não é neste sentido preciso, mas no sentido muito mais largo do seu uso popular, que o clamor “contra a corrupção” vem mais uma vez se elevando nas ruas. O uso que se faz ali do termo “corrupção” é muito mais amplo e abrangente do que o sentido do “nomen juris” de um tipo penal. É preciso ouvir e compreender essas vozes, para as quais o termo “corrupção” parece significar, imprecisamente, todo exercício de poder que se desgarra da sua finalidade republicana de buscar o bem comum.
Neste sentido, no brado “contra a corrupção”, o sentido do termo parece aproximar-se muito mais daquilo que a Constituição denomina de “improbidade administrativa” (art. 15, V, e art. 37, § 4º da CF 1988), vale dizer, o desvio de finalidade existente naqueles atos praticados por agentes políticos, públicos ou delegados, que deixem de observar os princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, para buscar a simples vantagem pessoal, para si ou seu grupo. O sentido jurídico da improbidade e sua repressão estão na lei federal n.º 8.429/92, conhecida como “lei da improbidade administrativa”; e ela não pertence à esfera penal propriamente dita: suas sanções estão na área administrativa, política e civil; envolvem multas, suspensão de direitos políticos e do direito de contratar com a Administração, cassação de mandatos, ressarcimento dos cofres públicos e inelegibilidade, dentre outras. Isto tudo sem prejuízo, quando for o caso,de que os agentes ímprobos sejam também processados e condenados pelos crimes que cometerem, inclusive a corrupção em sentido estrito.
Seria um absurdo querer ou imaginar que os clamores do povo fizessem a distinção deste tipo de tecnicismo jurídico. As pessoas, de modo geral, desconhecem estes detalhes. Não cabe à população procurar os termos jurídicos para expressar: cabe aos dirigentes e agentes públicos e políticos compreender as vozes populares e encontrar os meios jurídicos para expressá-la e torná-la efetiva.
Este é, em grande medida, o problema da chamada “PEC 37”, que cria um monopólio de investigação criminal nas mãos da polícia. Ela torna mais estreita e burocrática a possibilidade de investigar os crimes de corrupção. “O mal feito é da conta de todos”, diz um velho ditado popular que esta PEC parece desconhecer. E foram exatamente as manifestações populares a captar o sentido pouco democrático da proposta, veiculada neste Projeto de Emenda Constitucional, da criação de um “monopólio de investigação” das condutas antirrepublicanas criminosas em um único órgão (a Polícia), excluindo diversos outros órgãos administrativos da legitimidade para investigar. Ver um assunto aparentemente tão técnico e restrito a especialistas virar bandeira popular foi talvez o mais inesperado e emocionante para os agentes públicos que lidam profissionalmente com o assunto.
Há, certamente, algo mais no clamor das ruas do que o simples grito pela efetiva aplicação das sanções jurídicas a corruptos e ímprobos. Há uma ansiedade, uma pressa, pela efetiva melhoria da vida, uma sensação difusa de insatisfação com uma classe dirigente que parece incapaz de captar os anseios populares e concretizá-los. Há uma indignação com a corrupção num nível muito mais profundo que o ordenamento jurídico atualmente em vigor é capaz de responder.
Neste sentido, há uma homilia do Papa Francisco, de 04 de junho de 2013, que pode ajudar muito a pensar a corrupção numa dimensão mais profunda, guiando os operadores jurídicos e, em especial, os legisladores e os membros do Ministério Público para um discernimento mais profundo sobre o que são, de fato, as pessoas corruptas. Fazendo uma meditação sobre a diferença entre pecado e corrupção, o Santo Padre aponta para a intuição de que, se por um lado somos todos pecadores, o corrupto é aquele que foi um passo além: perdeu a noção do bem e do mal. Já não sabe o que é o pecado. “Conhecemos o nosso interior e sabemos o que é um pecador. E se algum de nós não se sente pecador, procure um bom ‘médico espiritual’, porque "alguma coisa está errada", ensina-nos o Papa.
Os corruptos, no entanto, ensina-nos o Papa, querem "apropriar-se da vinha e perderam o relacionamento com o dono dela", que "nos chamou com amor, que zela por nós e também nos dá a liberdade". Assim, lembra ele, a relação com o Bem está impressa no código genético do ser humano, mas os corruptos procuram negá-la. Assim,os corruptos fazem de si mesmo o único bem, o único sentido: negando-se a reconhecer a Deus, sumo Bem, “fazem para si um Deus especial: são Deus eles mesmos".
"Judas começou, de pecador avaro e terminou na corrupção. O caminho da autonomia é um caminho perigoso: os corruptos são grandes desmemoriados, esqueceram este amor, com o qual o Senhor plantou a vinha...". Os verdadeiros e maiores corruptos, ensina o Papa, são aqueles para quem eles mesmos são a única origem e o único fim,ainda que sejam hipócritas o suficiente para enganar a todos em nome de um bem comum que juram defender, mas já não reconhecem. Fingem amar aos demais, mas amam somente a si mesmos. "Cortaram a relação com este amor!”, diz o Papa. “E eles se converteram em adoradores de si mesmos. Quanto mal causaram os corruptos nas comunidades cristãs! Que o Senhor nos livre de escorregar neste caminho da corrupção".
A responsabilidade que os jovens, nas ruas, estão nos legando, é grande. Grandes mobilizações populares demonstram grandes anseios, que podem lastrear grandes avanços democráticos e sociais, mas também podem ser sequestrados pelos próprios corruptos – aqueles que forem hipócritas o suficiente para prometer mudanças rápidas e eficazes naquilo cuja construção é, em si mesma, lenta e penosa. Cabe-nos utilizar não somente o instrumental jurídico atualmente em vigor, mas também aperfeiçoá-lo, para ampliar o combate contra a corrupção naquilo que ela tem de mais profundo: seu poder de sugar a esperança do povo.

GOLPE MILITAR EM ANDAMENTO! ATENÇÃO POVO BRASILEIRO

Esta noite de São Pedro e São Paulo teve muita chuva em Sampa. A cidade chora as conquistas que o povo brasileiro está para jogar no lixo, por total falta de discernimento, de clareza política.

E assim de manipulação em manipulação o povão vai entregando o seu suor diário gratuitamente às aves de rapina, gananciosas na exploração do pobre.

De fato, há um despertar ainda por acontecer, quando aqueles que exploram o pobre e expandem a miséria aos rincões mais longínquos do país, virem a verdadeira libertação dos humildes e humilhados.

Por total falta de respeito à democracia, as elites estão arrastando o país novamente ao totalitarismo, uma vez que não conseguem fazer bem a lição democrática.

Somente a maioria da população é que verdadeiramente apoia e precisa da democracia.

Agora grupos golpistas inventaram uma greve geral para amanhã, para derrubar Dilma.

Não colocaram nenhuma proposta para esta greve, não perguntaram às Centrais Sindicais se elas apoiavam, simplesmente tentam levar parcelas da população às ruas para favorecer um golpe de estado que está em gestação.

Atenção, POVO BRASILEIRO  AO PERIGO DE UM GOLPE MILITAR!

NÃO ENTREM NESTA JOGADA.

VIVA O POVO BRASILEIRO!

sábado, 29 de junho de 2013

Sábado de visita pastoral no HC

O agente de Pastoral da Saúde não tem como obter notoriedade, nem se tornar o líder de algum movimento, porque ele não tem esta pretensão.

O Agente de Pastoral é alguém que resolve ir onde poucos vão, poucos gostam de ver.

Visitei vários quartos, mas bastava um que entrei para considerar ter feito minha missão.

Pelo contrário, estimulou-me a ficar mais.

Passando pelo corredor vi uma senhora num quarto para dois pacientes. Estava porém só.

Entrei e cumprimentei-a, dizendo-lhe que era da Pastoral da Saúde da Igreja.

Ela alegrou-se com minha presença e disse que estava sozinha e que um parente viria depois das 5 hora.ém

Sentei ao seu lado e a convidei para rezarmos juntos o terço, e começamos a rezá-lo com toda a paciência e  introspecção necessárias.

No último mistério gozoso, não é que as enfermeiras trouxeram outra paciente que fora operada, da UTI, para ficar naquele quarto. Compreendi como Deus não deixa faltar nada para os seus filhos.

Ao final, fui ao quarto da Eliana e do Paulo, pois o Pe. Cristian me pedira que assim fizesse. Claro que visitaria de qualquer jeito, porque gosto de ambos.

Encontrei também um jovem que esmagara uma mão e e recolocou a outra que fora extirpada. Seu colega morreu no acidente.  Devo procurar o Pe. Anísio, para pedir que leve a comunhão, porque ele quer comungar.

Voltei para casa feliz, num ônibus Campo Limpo apertado, no ponto da Rebouças.

Louvado seja o Nosso Senhor Jesus Cristo!

Para sempre seja louvado!

Tempo fechando

Vou saindo para fazer a Pastoral da Saúde no HC. Na volta conto como foi. Fui.

Sábado de sol em Sampa

Hoje, 29 de junho de 2013 São Paulo amanheceu com um dia lindo de sol, depois de uma semana nublada de frio e chuva. Até o movimento social deu um refresco devido ao tempo. Não só, as bandeiras muito específicas, que não questionam as estruturas, acabam deixando sem perspectivas o movimento social, e ele pode refluir. A não ser que bandeiras maiores sejam lançadas. Mas o Impeachment de dila está descartado, porque ele é presidenta eleita legitimamente pelo voto popular, e apesar das elites não darem a mínima pela democracia, o movimento social organizado e as massas populares dão.
Assim vamos assistindo bandoleiros e bons mocinhos andarem juntos e fingindo que não tem nenhum a ver co o outro. Me engana que eu gosto.
Fui ao supermercado. Minhas prateleiras de alimentos e a geladeira estava vazia, e estourei o meu limite. Mas estamos na véspera do salário e isto não vai comprometer o meu orçamento. Já apanhei muito com cartão de crédito para fazer besteira novamente.
Vontade de sair com meu clarinete na varanda e tocar uns chorinhos, apesar de acordar a vizinhança.

Marina, a bonitinha, está formando a REDE, com base evangélica

Os "militantes" da REDE estão hoje coletando assinaturas na chamada Marcha para Jesus.

Esta marcha é dirigida pelo Apóstolo Hernandes, aquele que escondeu dólares em uma "Bíblia falsa" em um aeroporto dos EUA, permanecendo preso, ele e a sua esposa.

Mas como a questão da corrupção passa por fora do mundo evangélico, lá está a bonitinha coletando assinaturas para o seu partido "puro", que não tem nada a ver com o que está aí.

Ela, que gosta de usar com frequência a palavra "lamentavelmente" para criticar o desmando dos governantes, está agora evitando o mundo gay e das lésbicas, pois não foi coletar assinatura na chamada "Parada gay". Na marcha para Jesus sim, porque ela é evangélica.

Ela deve estar exultante com a queda da popularidade de Dilma.

Imagino se este movimento tivesse estourado sob um regime tucano.

Ia comer o pau, com a repressão.

Como é com a Dilma, com o seu passado de lutas, não pode ela agora investir contra a multidão.

Ao contrário, Dilma irá, mesmo despencando nas pesquisas, procurar faturar conquistas populares com este episódio.

O futuro, certamente, resgatará a sua figura impar, caricaturada a todo instante pela imprensa golpista.

Já a REDE EVANGÉLICA de Marina, a bonitinha, procurará mostrar que é um partido "moderno", que segue as opiniões dos internautas faceboquianos e tuiteiros, para disfarçar seu caráter homofóbico e evangélico.

O Brasil que queremos passa muito longe disto.

Desde quando começaram as manifestações de rua, protagonizadas inicialmente pelas classes médias  altas, e sustentadas pela ideologia da grande imprensa que dita o temário político, o PIG - Partido da Imprensa Golpista, já era visível o desgaste da presidenta.

Não se trata da Dilma. Trata-se de um ciclo político que está se esgotando, e que recebe a contra ofensiva social.

O que se avizinha pela frente não é  uma solução através de uma Reforma política. Esta é bem vinda, mas não acalmará os ânimos. Ela é necessária, mas não será através dela que ocorrerá a concórdia novamente.

O Brasil que se desenvolve quer agilidade, presteza, competência. O Brasil de agora profissionalizou-se e quer que o mesmo ocorra com a estrutura de poder.

A denúncia da corrupção, ultrapassa o aspecto golpista, e se iguala a um ato que nas empresas obriga fazer uma auditoria.

Como pode Renan Calheiros vir a dirigir o Senado, depois de tantos fatos irregulares denunciados? Como pode o PMDB sustentá-lo? E Sarney?

Hoje se realiza o resultado da política da grande imprensa, de atacar ministro após ministro de Dilma, por corrupção. Foi enchendo o balde da paciência, em ver que uma aliança tão expressiva como a do governo iria deixá-lo vulnerável a esta questão.

Transbordou a paciência em atos difusos mas muito claros.

Não adianta o movimento organizado vir com as suas bandeiras, que são verdadeiramente importantes, neste momento, porque a problemática não mudará devido a isto.

Eu diria que o momento é de se saber fazer um recuo organizado, para não comprometer as conquistas populares alcançadas até agora.

Talvez apoiar o candidato do PSB à presidência?

Não sei. O que sei é que o quadro mudou e exige independência de opiniões, sem a paixão, mas com a razão.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Movimento social espontâneo mantém-se, com menos intensidade e movimento organizado começa a mostrar a cara.

É o que estamos observando estes dias: a diminuição da presença de gente no movimento espontâneo, o que não significa que ele não poderá voltar com mais força, e o surgimento do movimento organizado, ainda que de forma dispersa.
Aparentemente ambos movimentos não se excluem, mas há de se admitir que a intencionalidade de ambos é diferente.
Alguns produtos pode já estar acontecendo:

- Não há mais a certeza da reeleição de Dilma.

- Caso a Reforma política passe, não há mais a certeza da reeleição. O PT defende a aplicação já em 2014 da reforma, porque pretende lançar Lula novamente, uma vez que o nome de Dilma está muito desgastado.

- O Governo deu-se conta, tardiamente, de que deixou de lado os setores populares que lhe deram base de apoio, sem sequer mobilizá-lo, quando podiam. Agora amargam ter o papel de coadjuvante no movimento.

-  As estruturas partidárias tradicionais ou mudam ou adequam-se para agilizar suas estruturas, em face da rapidez do movimento espontâneo via internet.

- Conquistas engavetadas, estão sendo requentadas e aprovadas em toque de caixa, para resgatar a imagem tanto do executivo quanto do legislativo. Coo sempre o judiciário passa como bom mocinho, sendo que ainda está no império.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Seu chefe é um bom líder? Conheça seis estilos de liderança

Seu chefe é um bom líder? Conheça seis estilos de liderança

Pesquisa mostra que 63% dos chefes brasileiros não conseguem mesclar estilos diferentes de liderança para criar um clima harmonioso em suas equipes

Murilo Aguiar - iG São Paulo | 27/06/2013 05:55:00
Você já sentiu que não recebeu o reconhecimento merecido quando atingiu uma meta imposta por seu chefe ou realizou uma tarefa com sucesso? E, no entanto, quando você comete um erro, o seu líder não demora nem um minuto para criticar o seu modo de trabalho? Pois saiba que esta situação é mais comum do que se pensa.
Segundo estudo da consultoria global de gestão de negócios Hay Group, realizado a partir de um banco de dados com informações de 95 mil líderes de mais de 2.200 organizações ao redor do mundo, a maioria dos chefes cria climas desmotivadores entre seus colaboradores. No Brasil, 63% de 3.089 dos líderes pesquisados não conseguem criar um clima harmonioso em suas equipes.

 SXC
No Brasil, 63% dos líderes criam climas desmotivadores em suas equipes
A consequência da liderança inflexível é um desempenho organizacional abaixo do que seria alcançado caso a equipe fosse motivada por um chefe eficiente. A consultoria utilizou como base para o estudo a pesquisa realizada pela Universidade de Harvard, que definiu seis estilos de liderança predominantes entre os chefes – o coercitivo, o dirigente, o democrático, o afetivo, o modelador e o treinador.
Os seis estilos
Coercitivo – Conhecidos como mandões, são os chefes que dizem à equipe o que fazer. Sempre vigiando o resultado, tendem a criticar o que está sendo feito errado, mas não são bons em elogiar os colaboradores quando estes alcançam o objetivo traçado. Este estilo, porém, é importante em situações em que a empresa esteja passando por controle de custos, momentos de austeridade e necessite de respostas rápidas. O chefe coercitivo é abrupto, mas assertivo.
Dirigente – São os líderes que focam no resultado em longo prazo e fazem questão de criar climas positivos, conquistando e motivando a equipe, para que os colaboradores deem o seu melhor. São chefes importantes em situações em que a clareza, o propósito e a criação de uma aspiração para o time é requerida. Esse é o estilo da direção.
Afetivo – Carinhosos, estes líderes criam harmonia na equipe e tendem a dar mais atenção às pessoas que às tarefas que elas realizam. Para eles, tratar bem os colaboradores é garantia de lealdade e bom desempenho. O estilo afetivo é ideal para momentos de baixa moral, em que o time esteja sofrendo por alguma razão, como perda de pessoas ou resultados.
Democrático – Este estilo de liderança tenta dividir as responsabilidades entre a equipe, envolvendo os membros nos processos de tomada de decisões para alcançar o objetivo. O líder democrático é importante em situações em que as pessoas precisam de espaço para falar, como momentos em que a empresa requer inovação e reinvenção de um modelo de atuação.
Modelador – Inflexível, o líder modelador acredita que a sua forma de trabalhar é a melhor e tende a dar instruções detalhadas para que sua equipe realize o serviço à sua maneira, sem abertura para opiniões alheias. Este estilo é necessário em situações em que as pessoas precisam produzir com rapidez e em alto padrão de qualidade. O chefe modelador ensinará exatamente o que tem que ser feito, para o alcance rápido do resultado.
Treinador – Este líder põe em risco o desempenho em curto prazo para alcançar bons resultados em longo prazo, investindo tempo para entender quais são os pontos fortes e fracos de cada indivíduo de sua equipe para distribuir as tarefas adequadas às características de cada um. O chefe treinador vai garantir que esteja formando pessoas para o futuro da organização.
O chefe ideal
De acordo com Glaucy Bocci, gerente e líder da Prática de Liderança para América Latina do Hay Group, para que um chefe crie um clima motivador dentro de sua equipe, é preciso que ele saiba usar de quatro a mais estilos de liderança, já que cada um deles pode ser utilizado em diferentes situações de trabalho.
 Divulgação
Glaucy Bocci: “Um estilo não é o suficiente para gerar um impacto poderoso no clima [do ambiente de trabalho]"
“Tipicamente, a combinação dos estilos dirigente, democrático, treinador e afetivo tende a gerar um clima considerado de alto desempenho”, aponta Glaucy. Para a executiva, estes quatro reúnem as melhores características de uma liderança. O chefe que consegue mesclar esses estilos lidera com clareza, consegue dar direção à sua equipe, dá retornos positivos e negativos quando necessário, abre espaço para a participação de seus colaboradores e dá atenção à criação de um ambiente de trabalho mais harmônico.
“Um estilo não é o suficiente para gerar um impacto poderoso no clima [do ambiente de trabalho]. Qualquer um deles, sozinho, é pobre”, conta a gerente, que lembra que a cultura da organização também acaba ditando alguns padrões de liderança, tornando mais difícil para o chefe a utilização dos diferentes estilos.
Outros fatores que também podem ditar o estilo de liderança de um chefe são suas características pessoais. “Se eu tenho um traço mais autoritário, por uma questão de educação familiar, é possível que eu reproduza isso no ambiente em que eu estou e me torne um líder mais coercitivo e modelador”, conta Glaucy.
A gerente também aponta que a cultura do ambiente na qual a organização está inserida influencia a maneira de chefiar das pessoas. “Tipicamente, não só o brasileiro, mas o latino de uma forma geral traz características muito forte de filiação. O estilo afetivo acaba sendo fortemente percebido em nossa cultura. O lado bom disso é a boa receptividade e a criação de um ambiente amistoso. Por outro lado, nós temos uma característica muito forte de evitar conflitos e não conseguimos separar muito bem a pessoa da performance, o lado profissional do lado pessoal. A gente prefere reclamar pra um terceiro do que falar para quem deveríamos falar, para não romper vínculos”, esclarece ela.
É possível mudar o seu estilo de liderança
De acordo com Glaucy Bocci, existem maneiras de um chefe reconhecer que não está liderando sua equipe de forma eficaz. Além da análise dos resultados, é preciso tomar conhecimento sobre os diferentes estilos de liderança e as situações em que eles são necessários, para tentar identificar em si mesmo qual estilo já domina e qual não está sendo aplicado.
Outra alternativa é pedir que seus colaboradores diretos façam um relatório sobre seu estilo de liderança, apontando as características positivas e negativas de seu comando. Assim, o chefe pode tentar adaptar os pontos negativos e praticar no seu dia a dia os diferentes estilos de lideranças. “O coercitivo, por exemplo, manda fazer sem dar muito sentido e nem direção. O dirigente também manda fazer, mas cria um contexto, um propósito e uma direção. À medida que eu conheço esses conceitos e eu percebo essa linha tênue, eu tento substituir e incorporar comportamentos novos”, conta a gerente.

Em organizações onde o diálogo entre os empregados é permitido, o próprio colaborador que sentir que seu chefe não está sendo assertivo pode ser transparente e dialogar sobre o que não está gostando. “Por mais difícil que isso seja, [nesta situação] eu sentaria com meu chefe e diria ‘Estou vendo coisas aqui que não fazem sentido, como eu posso te ajudar?’. Oferecer-se para ajudar é uma coisa boa, porque você não simplesmente critica, mas estende a mão e mostra que está disponível”, conclui Glaucy.

Perseguição aos cristãos na Nigéria

Nigéria: Uma viagem ao fundamentalismo religioso
A constante ameaça da seita Boko Haram aos cristãos
Por Daniele Trenca
 27 de Junho de 2013 (Zenit.org) - No leste da Nigéria, há um pequeno lugar onde está presente a diocese mais perigosa do continente. A doença e a fome são problemas que existem, mas para tornar ainda mais quente o clima do estado mais populoso da África não está ali apenas o sol escaldante ou a poeira da rua, mas a praga do fundamentalismo islâmico.
O fantasma da seita Boko Haram está sempre presente, e é um perigo constante para todos os habitantes do lugar, principalmente para os cristãos. O ambiente nigeriano é uma bomba-relógio prestes a explodir a qualquer momento. Aqui, o terrorismo é constante, brutal e preferem a faca ao Kalashnikov, tornando ódio contra os cristãos a força motriz desta seita fundamentalista.
Do ponto de vista sócio econômico a Nigéria é um importante ponto de intercâmbio. Foi evangelizada por missionários irlandeses no século passado, e a coexistência pacífica entre as religiões foi por conseguinte sempre verificada.
Boko Haram rima com ódio fanático, uma vez que este grupo tem como objetivo dividir e desestruturar, de uma vez por todas, esta compatibilidade religiosa que dura, segundo eles, muito tempo. Os muçulmanos devem abraçar o fanatismo, caso contrário, eles se tornam alvo dos guerrilheiros, enquanto que os cristãos devem sumir, ou se converter. Quem não se dobra a esse dualismo feroz é morto ou vive com o terror da violência a qualquer momento. De acordo com o Boko Haram a cultura nos torna livres e é pecado. É por isso que eles querem que o jovens cresçam na ignorância, sendo assim, mais fácil de manipular.
O grupo funciona muito como o Talibã afegão, mas seu verdadeiro objetivo é estabelecer um Estado islâmico na Nigéria.
Diante disso a Igreja dá a sua contribuição: os padres e bispos permanecem no lugar deles. Eles têm ideias claras e recusam escolta e carros blindados, eles mantêm-se fiéis à missão de não abandonar os fiéis, enquanto houver almas para cuidar.
O ex-bispo da capital Abuja, agora cardeal John Onaiyekan, que encontramos em novembro passado, pouco depois de ser nomeado pelo Papa Bento XVI, nos falou da necessidade e da contribuição que os meios de comunicação podem dar para as pessoas da Nigéria, a fim de difundir uma mensagem de esperança e paz para o povo do seu país.
Sendo um local de luta constante, um dos problemas mais comuns são os atentados, como o que ocorreu em 25 dezembro de 2011, durante a Santa Missa de Natal.
Jean Paul Kayihura, chefe continental da Rádio Maria na África, que naquela época estava na capital nigeriana, nos contou sua experiência. Foram cinco explosões que causaram centenas de mortes, “eu estava em uma igreja próxima ao local do ataque. Fiquei profundamente chocado, porque as pessoas tinham ido lá para rezar, eram inocentes, pois nessa situação não há e não deve haver nenhuma manifestação de violência. Provavelmente, existem outras razões para estes grupos de fanáticos muçulmanos, que usam a religião para disfarçar. Todas as vezes que acontece um ataque, todos os líderes religiosos condenam.”
De acordo com o representante da rádio católica, muito ativa na África, a solução poderia vir do estado: "É preciso garantir a segurança - continua – é preciso amplificar a mensagem de paz até que todos os nigerianos se sintam envolvidos na busca pela paz, a fim de evitar que um pequeno grupo perturbe a comunidade ou o desenvolvimento do país. Somente a segurança permite o desenvolvimento. Para isso, devemos insistir na educação para a paz de todas as religiões”.

Manhã nublada e sem chuva...ainda

Manhã de quinta-feira com tempo frio e nublado, o Brasil chorando seus filhos que saem às ruas desejando mais mudanças. É preciso uma nova construção democrática, dentro da que já existe, extirpando o que é indesejável.

Um Cristão, se não é revolucionário, neste tempo, não é Cristão

Cristo está no coração daqueles que desejam mudanças  para melhorar as  condições de vida da população
Uma reflexão sobre os protestos no Brasil a luz da revolução proposta por Francisco
Por Alexandre Varela
SãO PAULO, 26 de Junho de 2013 (Zenit.org) - No discurso aos participantes da Assembleia Diocesana de Roma, na semana passada (17/06/2013), o Santo Padre nos falou sobre a grande Revolução de Cristo, da qual todos devemos participar. Mas por uma incrível “coincidência” (o Espírito sabe das coisas), coincidiu com a onda de protestos aqui no Brasil. E, como não poderia deixar de ser, muitos utilizaram a declaração do Papa apenas como chamado para as passeatas que vimos acontecer nas principais cidades do país.  Mas a verdadeira revolução é muito maior.  
“Um cristão, se não é revolucionário, neste tempo, não é cristão" (Papa Francisco)
Essa frase circulou pela internet e serviu de base para muitos discursos inflamados em que, sobretudo os jovens, conclamavam os católicos a saírem às ruas em apoio aos protestos que ocorreram quase diariamente.  E toda essa mobilização tinha um ponto de partida muito justo: o imenso desejo de verdade e justiça dentro do coração de todos nós.  Toda aquela multidão que lotou as ruas do país nestes dias históricos trazia em cada cartaz, em cada palavra de ordem, a esperança de encontrar uma resposta que respondesse a todos estes anseios.  Era, no fundo, um grande grito de milhares de corações desejosos de algo maior.
E justamente por isso, vale a pena contextualizar melhor esta declaração e entender que Francisco nos pedia muito mais do que simplesmente protestar.
“Houve muitos revolucionários na história, tantos, mas nenhum teve a força desta revolução que nos trouxe Jesus: uma revolução para transformar a história, uma revolução que muda em profundidade o coração do homem” (Papa Francisco)
Essa é a verdadeira revolução! Aquela que muda por dentro. E a partir daí, muda o mundo inteiro. A revolução de Cristo é aquela que dá sentido ao vazio que todos sentimos no peito e que tentamos preencher com tantas e tantas distrações, incluindo aquelas ideologias que nos fazem ir às ruas para salvar o mundo, só pra perceber que não salvamos nem a nós mesmos.
Revolução significa mudança de direção. Exatamente o mesmo sentido de outra palavra bem conhecida de todos nós: “Conversão”. A Revolução de Cristo significa Conversão. E se um Cristão não se converte todos os dias, se não é capaz de perceber a presença de Cristo na vida e na realidade, se não se sente tocado por isso, não é Cristão.
Essa é a revolução a partir da qual tudo muda. É por isso que a Igreja Católica é a maior organização de caridade do mundo. É por isso que nossos missionários formam o maior exército de auxílio aos necessitados da África e de diversos campos de refugiados. É por isso que, dentro da sua paróquia, existem tantas pastorais e serviços cuja única função e ajudar o próximo. Não é porque somos bonzinhos. É porque sabemos o verdadeiro valor de cada pessoa. É porque sabemos onde está o verdadeiro sentido da vida e da realidade. E não está nas ideologias, mas em Cristo.
É Cristo que nos tira da mediocridade e nos faz grandes. É Ele que abre nossos olhos para a realidade e para nós mesmos.
É por isso que a Igreja Católica mudou o mundo nestes 2000 anos. Muito mais do que qualquer partido político ou ideologia. Essa é a verdadeira revolução. 
Alexandre Varela é catequista de Crisma, coordenador do Vozes Católicas Brasil e, junto com sua esposa, Viviane da Silva, é fundador e editor do blog: O Catequista. (www.ocatequista.com.br).

Os Bispos não devem ser "Príncipes".

Zenit

Os Bispos não devem ser 'príncipes', mas, próximo do povo!Na véspera do concerto, Francisco disse que os bispos deveriam ser "próximos do povo" e não ter "a mentalidade de um príncipe". Francisco: 'próximos do povo' e não ter 'a mentalidade de um príncipe'Por Philip PullellaO não comparecimento do papa Francisco a um concerto em que ele teria sido o convidado de honra enviou outro sinal claro de que ele fará as coisas à sua maneira e de que não gosta do estilo de vida luxuoso do Vaticano. O concerto de gala de música clássica, no sábado, foi agendado antes de sua eleição em março. Mas a poltrona papal branca, erguida na suposição de que ele estaria ali, permaneceu vazia.Minutos antes do início do concerto, um arcebispo disse à plateia, composta de cardeais e dignitários italianos, que "um compromisso urgente que não podia ser adiado" impediu a presença de Francisco.Os prelados, assegurados de que a saúde não foi o motivo para o não comparecimento, pareceram desorientados, percebendo que a mensagem que ele queria enviar era a de que, com a Igreja em crise, ele -e talvez eles- tinha trabalhos pastorais demais para comparecer a eventos sociais."Pegou-nos de surpresa", disse uma fonte do Vaticano na segunda-feira. "Ainda estamos em um período de adaptação. Ele ainda está aprendendo a ser papa e nós ainda estamos aprendendo o modo como ele quer fazer isso", disse."Na Argentina, eles provavelmente sabiam que não deveriam organizar eventos sociais como concertos para ele porque ele provavelmente não iria", disse a fonte, que falou sob anonimato porque não está autorizada a discutir a questão.A imagem da cadeira vazia foi utilizada por vários jornais, com o Corriere della Sera na segunda-feira descrevendo sua decisão como "uma demonstração de força" para ilustrar o estilo simples que quer que as autoridades eclesiásticas adotem.Desde a sua eleição, em 13 de março, Francisco, o ex-cardeal Jorge Bergoglio da Argentina, não passou uma única noite nos opulentos e espaçosos apartamentos papais.Ele preferiu viver em uma pequena suíte em uma movimentada pousada do Vaticano, onde faz a maioria das refeições em um salão de jantar comunitário e reza a missa todas as manhãs na capela da pousada, em vez de na capela privada do papa no Palácio Apostólico.Na véspera do concerto, Francisco disse que os bispos deveriam ser "próximos do povo" e não ter "a mentalidade de um príncipe".No sábado, enquanto o concerto acontecia em um auditório a poucos metros de distância, Francisco supostamente trabalhava em novas nomeações para a Cúria, a problemática administração central do Vaticano.A administração foi responsabilizada por alguns dos contratempos e escândalos que atormentaram o mandato de oito anos do papa Bento antes de ele renunciar em fevereiro.Francisco herdou uma Igreja que luta para lidar com o abuso sexual de crianças por padres, a suposta corrupção e rixas internas na Cúria, e o conflito sobre o funcionamento do banco do Vaticano, atolado em escândalos.Reuters

quarta-feira, 26 de junho de 2013

São João Batista era sem ideologia, mas proclamava livremente


O papa nos lembra a vocação da Igreja: "ser voz" da Palavra de Deus e proclamá-la "até o martírio"
Por Redacao
Zenit, 25 de Junho de 2013 (Zenit.org) - São João Batista era uma "lua", cuja luz mostra o caminho para quem está no escuro, mas começa a diminuir à medida que nasce o sol do Cristo ressuscitado.
É sugestiva a imagem que o papa Francisco propôs ontem na missa da Casa Santa Marta, no dia de São João. O "profeta" é um símbolo da vocação da Igreja, chamada a anunciar, servir e proclamar até o martírio, não para aparecer ela própria, mas para divulgar a verdade do Evangelho.
Antes de iniciar a homilia, o papa saudou a todos os homens chamados “João”. Um nome importante, disse ele, porque nos lembra uma das principais figuras do cristianismo. Uma figura "nem sempre fácil de entender".
Se olharmos para a vida de João Batista, prosseguiu o papa, parece que “tem algo que não fecha”: ele é um homem "que foi grande" desde o seio materno, que foi saudado como "profeta" e, no fim, "termina como um coitado". A grandeza de João, no entanto, se distancia de qualquer concepção humana, e consiste em ser "uma voz no deserto", como ele mesmo se define. Ele "é uma voz sem Palavra, porque a Palavra não é ele, mas Outro". Ele "nunca se apodera da Palavra", porque o "sentido da sua vida é apontar para Outro", observou o pontífice.
Não por acaso, a Igreja escolheu comemorar a sua festa na época do ano em que, no hemisfério norte, os dias são mais longos e "têm mais luz", disse Bergoglio. Um aspecto que ressalta o ser de João como um "homem da luz", que "portava a luz".
Não uma luz própria, mas uma "luz refletida", como a da lua, que "começou a se apagar" com o início da pregação de Cristo. "Essa é a vocação de João: aniquilar-se", disse o papa. E quando "contemplamos a vida deste homem, tão grande, tão poderoso", a tal ponto que todos pensavam era ele o Messias, mas que se aniquila "até a escuridão do cárcere", estamos contemplando "um grande mistério".
"Nós não sabemos como foram os últimos dias de João", continuou o papa. "Sabemos apenas que ele foi morto, que a cabeça dele foi colocada em uma bandeja, como um grande presente de uma dançarina para uma adúltera". Sabemos que na prisão ele sofreu todo tipo de dor, de angústia e de dúvida: ele mesmo chamou os seus discípulos e os mandou até Jesus para lhe perguntar: “É você ou devemos esperar por outro?”. Nem isto “lhe foi poupado”, disse Bergoglio, acrescentando: "Eu não acho que seja possível descer mais ainda, aniquilar-se. Esse foi o fim de João".
Mas, como todo martírio, também o de João Batista não aconteceu em vão, porque tem iluminado na Igreja o caminho a seguir, feito de sangue, pregação e verdadeira fé. "A figura de João me faz pensar muito na Igreja", disse o pontífice. Ela "existe para proclamar, para ser a voz de uma Palavra, do seu Esposo, que é a Palavra". "João podia se fazer de importante, podia falar de si mesmo", mas ele apenas "indicava, ele se considerava uma voz, não a Palavra".
Este é o "segredo" de João. É por este motivo que ele é santo. "Porque ele nunca, nunca tomou uma verdade como sua própria", nunca "quis ser um ideólogo", mas, ao contrário, "negou a si mesmo, para ressaltar somente a Palavra".
Seguindo o seu exemplo, exortou Francisco, "nós, como Igreja, podemos pedir hoje a graça de não ser uma Igreja ideologizada", mas uma Igreja "que é o mysterium lunae, que tem luz porque ela vem do seu Esposo, e que deve diminuir para que Ele cresça"; uma Igreja que "está sempre a serviço da Palavra" e que "nunca toma nada para si mesma".
“Oremos”, pediu o papa Francisco, “para que o Senhor nos conceda o dom de ser a voz dessa Palavra, de pregar essa Palavra", imitando João, "sem ideias próprias, sem um evangelho usado como propriedade nossa", "até o martírio".

Movimento popular tradicional e a rede informal internética

Um novo contexto de disputa no movimento social parece estar surgindo, onde dois tipos de movimentos sociais se confrontos ainda que com palavras amistosas. De fato pouco se entendem e se aceitam, porque os valores de uma contrapõe-se claramente aos da outra. Uma é rápida e difusa. A outra é lenta e centrada. Uma empresta bandeiras de todos os lados. Outra depura a luta numa direção. Uma não se organiza. Outra prima pela organização. A médio prazo elas irão se encontrando e não crio numa conversão de um dos lados. Penso que o que se insurgiu, em algum momento votará a adormecer, exatamente como eles colocara nos cartazes: O gigante acordou!. A outra está dormindo até agora e reluta e acordar. Hão de se encontrar em algum momento. No descenso de uma e ascensão de outra. Ocorrerão conflitos? Penso que sim. Este bloco que governou até agora está se esfarelando, e a aliança se desfará. Sobrará o movimento organizado. Grande é a chance de retrocesso nas conquistas sociais alcançadas até agora. É ver para crer. Dilma? Bem, penso que ela é carta fora do baralho nas próximas eleições.

Chuva fina atravessa a madrugada

São Paulo viverá outro dia de chuva fina com frio. Casaco fino também para não ter de carregar tranqueira nas mãos. MPL pretende fazer manifestação na cidade. País começa a ficar com pressa de mudanças que não ocorrem com tanta pressa.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Chuva arrefece movimento, mas dia 11 de julho haverá greve geral.

Chega por hoje. Amanhã tudo volta a se movimentar mas com esta chuva não foi possível fazer qualquer movimento. Agora é a vez das Centrais Sindicais entrarem em ação. Dia 11 de Julho o Brasil vai parar. Já os manifestantes dizem que irão parar o país no dia 01/07.

Chove em São Paulo

A chuva já dura bem umas 16 horas ininterruptamente. Não é uma chuva forte, mas é constante e vai complicar o trânsito da capital. O frio veio junto. O cachorro sequer saiu para o número 1, e o 2 vai esperar.
Muita atividade hoje. Espero que os coxinhas não me atrapalhem o trânsito desta vez, porque perdi minha viagem no final de semana. 

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Imposto Justo - Assine para mudar



Enquanto tantas pessoas, nestas manifestações levantam bandeiras esdrúxulas, que tal começarem a ver propostas importantes para o conjunto da sociedade.

Vai ser fascista na vida.

É o que estão fazendo com a juventude brasileira, fascistizando-a.

As manifestações só aceitam um partido político: o PIG Partido da Imprensa Golpista.

Agem no subterrâneo da consciência ditando falsas verdades, enquanto a realidade que precisa ser mudada está  de lado.

É preciso fazer o povo acordar, isto sim, mobilizá-lo.

O Brasil viverá de confrontos de grupos, como já começa a viver.

Dilma dificilmente vencerá as próximas eleições, e a oposição também.

O falso novo deve ganhar

domingo, 23 de junho de 2013

As manifestações tem domingo?

Porque não?
Não virá o Dops te pegar em casa.
Muito menos você será sequestrado pela Operação Bandeirantes.
Nem telefonarão ameaçando a ti e à sua família.
Você poderá sentar-se à mesa com os seus familiares, e comentar como depredou patrimônio público, só para desgastar o governo.
Lá eles se exultarão porque o Congresso foi invadido.
Tudo regado com aquele banquete.
Criticarão o Bolsa Família porque favorece a vagabundagem, chamarão a Dilma de Terrorista, e os políticos de corruptos.
Falta pouco, muito pouco para pedirem ao exercito que dê um golpe de estado.


Anoitecemos

Nós que sempre anoitecemos
e olhamos distantes os acontecimentos com os olhos do passado,
perdemos a lógica do tempo.

Onde foi a vida ao não viver a periferia,
não diversificar-se.

Quão difícil construir uma verdade sempre relativa.
Quantos não me a apresentam agora, e surpreendo-me?

O tempo convive com o tempo,
e escorre um passado teimoso.

As vozes que se levantam disformes
despertam o outro lado
de minha ordem subversiva.

As vozes que gritam separadas
são como orações evangélicas,
dissonantes e juntas.

Guardo o grito por enquanto
porque se perde na solidão humana.
Quero algo maior, inimaginável
inaceitável
.

Nós que sempre anoitecemos
e olhamos, distantes, os acontecimentos.

sábado, 22 de junho de 2013

EM DEFESA DA DEMOCRACIA! NÃO AO GOLPE DE ESTADO EM GESTAÇÃO!

Quem incutiu o pensamento de que partido político não presta? O PIG, Partido da imprensa Golpista (Folha, Estadão, Veja, Isto é, Globo, etc). Vocês já viram alguma nação sem partido político? Coisa de burguês  anarquista.

Quem tornou a PEC 37 uma questão maior nas necessidades do povo brasileiro? O PIG. Sendo que o judiciário brasileiro ainda é imperial e mal chegou à democracia. Você votou para a escolha de algum juiz ou desembargador? Você sabia que os salários de muitos desembargadores atinge R$ 500.000,00 por mês, ou mais. Vide no Rio de Janeiro matérias de mais de um ano.

Quem tornou o o Deputado Marco Feliciano com a aprovação do "cura gay" na Comissão de Direitos Humanos um dos maiores problemas do povo brasileiro? O PIG

E o chamado "mensalão", que condenou várias pessoas sem provas evidentes, tornando o STF instrumento do PSDB? O PIG.

O criticado dinheiro "gasto" (financiado e com retorno) em construção de estádios, e não de hospitais e estradas, quem fez esta comparação maldosa, e tornou este um problema nacional,como se não trouxesse emprego para muitos? O PIG

Quem está levantando a questão da corrupção como bandeira principal, para esconder conquistas sociais? O PIG. Em 1964 eles fizeram desta bandeira o mote para o golpe de estado militar que fez trevas sobre o país por décadas

O que era necessário vir antes, para capitalizar para si o movimento?

R$ 0,20 de aumento no preço do transporte público. Ué, o PIG não batia em cima deste aumento!

Aproveitaram-se  do MPL, Movimento do Passe Livre, para crescerem, pois já haviam feito várias tentativas no Vão do MASP reunindo sempre 50  a 100 pessoas.

Porque não se fala de 100% do dinheiro obtido no Pré-sal para a Educação? Porque o PIG não defende. Isto não é de interesse nacional?

Porque não falam do Bolsa Família que tirou da pobreza milhares de famílias brasileiras.

Porque não falam do pleno emprego no país?

Porque não falam em defesa do SUS, Sistema Único de Saúde que precisa da ajuda e do apoio crítico de todos, lembrando que os EUA não possuem um sistema assim, deixando à míngua os pobres americanos que só são atendidos se tiverem como pagar.

De onde vem as idéias dos participantes das manifestações? Do PIG

Porquê não falam das conquistas sociais atingidas nestas décadas por milhares de categorias de trabalhadores, com seus sindicatos fortalecidos e atuantes? As Centrais Sindicais estabelecidas e reconhecidas?

Visto tudo isto concluímos que está em curso no país uma tentativa de golpe de Estado com a finalidade de derrubar Dilma e estabelecer um novo governo. O Exército será chamado a "oferecer" o seu "Poder Moderador" de acabar com os partidos. O Congresso Nacional será fechado porque os políticos serão considerados corruptos, os sindicatos serão fechados porque prejudicam a paz social e são comunistas, os estudantes voltarão a ter de enfiar a viola no rabo.

É ISTO QUE SE DESEJA PARA O BRASIL QUE ESTÁ CRESCENDO E DANDO OPORTUNIDADE A TODOS?

É PRECISO FAZER UM GRANDE MOVIMENTO DE REPÚDIO A ESTA TENTATIVA DE GOLPE

O BRASIL PARA OS BRASILEIROS!

NÃO AO PIG!

NÃO A TENTATIVA DE GOLPE DE ESTADO!

DEMOCRACIA É O MELHOR REGIME DE VIDA

Centrais sindicais estão se dando conta de que um Golpe de Estado está em andamento pela mídia instigando os militares.

logo ctb webMais de um milhão de pessoas, jovens em sua maioria, ocuparam as ruas do país ao longo dos últimos dias em atos de protesto cujo objetivo inicial era conquistar a redução das passagens ou transporte público de qualidade e gratuito. O movimento sindical apoiou as manifestações, em larga medida espontâneas, que angariaram amplo respaldo e apoio popular e resultaram em vitórias com a redução dos preços das tarifas de ônibus e Metrô em várias cidades.  

A CTB, em aliança com as demais centrais sindicais, compreende que a mobilização popular é essencial para que o país possa avançar em direção a transformações sociais mais profundas que o povo reclama, com destaque para serviços essenciais de saúde, educação, moradia, transporte e para as justas reivindicações da classe trabalhadora.

Todavia, o movimento vem saindo do seu trilho original, sob a influência de forças obscuras de direita e da mídia golpista, que buscam manipular as manifestações espontâneas das massas imprimindo-lhes um sentido político reacionário com o objetivo de isolar e desmoralizar os partidos e organizações progressistas e desestabilizar o governo Dilma, abrindo caminho para o retrocesso neoliberal.

É visível a infiltração de provocadores de direita no movimento, o recurso a depredações e à violência gratuita para criar um clima de caos e ingovernabilidade; as hostilidades grosseiras contra bandeiras de partidos e centrais sindicais. Na quinta, 20, em Brasília, o Itamaraty, que pratica e defende uma política externa soberana e democrática, foi alvo de vandalismo e de uma tentativa de invasão. Alguém duvida de que isto serve a interesses antinacionais?

Em função do novo e perigoso rumo que as manifestações vêm tomando o próprio Movimento pelo Passe Livre (MPL) em São Paulo, que convocou os atos pela redução da tarifa e transporte gratuito, anunciou a suspensão dos atos denunciando a infiltração da direita e a presença de neofacistas agredindo manifestantes. “É inconcebível esta onda oportunista da direita para tomar os atos para si”, disse Rafael Siqueira, ativista e membro do MPL desde 2006.

Certamente não é por amor à democracia e ao povo que a mídia golpista, liderada pela Rede Globo, vem ajudando a convocar as manifestações ao mesmo tempo em que instiga o ódio popular contra os partidos políticos e a política em geral, organizações dos movimentos sociais, governos e instituições. A direita neoliberal, reiteradamente derrotada nas urnas, quer pescar em águas turvas, manipulando o movimento espontâneo das massas no momento em que este está sem rumo e sem direção.   

Os problemas sociais no Brasil, alguns deles seculares, são gigantes e, apesar dos avanços registrados nos últimos dez anos, demandam solução urgente. É esta a leitura que devemos fazer do sentimento de revolta popular. O movimento sindical não deve sair das ruas nem abdicar da luta, pois só com mobilização e luta conseguiremos avançar na direção de um novo projeto nacional de desenvolvimento com soberania, democracia e valorização do trabalho. Mas não vamos ser cúmplices nem fazer o jogo da mídia golpista. 

É nossa obrigação alertar a classe trabalhadora para os riscos de retrocesso e lutar para desmascarar e derrotar as forças de direita que se dedicam a manipular e desvirtuar o movimento espontâneo do nosso povo por um Brasil melhor, com mais democracia, igualdade e justiça.    

São Paulo, 21 de junho de 2013

Wagner Gomes, presidente nacional da CTB

As manifestações de rua e a minha paciência se esgotando.....esgotou!

A manifestação hoje era na Radial Leste e em Guarulhos.

 Eu e minha esposa estávamos saindo para Ubatuba.

Pegamos a marginal Pinheiros e depois a marginal Tietê, para sairmos na Airton Senna.

Quem estava na Radial e ia para a zona Leste, foi para a Marginal Tietê,  e quem ia para Guarulhos pela Dutra tinha que pegar também a marginal Tietê.

Acontece que a Dutra estava interditada pela manifestação, como a Radial.

Este fato provocou um afunilamento do trânsito na Airton Senna.

A entrada para o Aeroporto de Cumbica estava também interditado.

Aconteceu um engarrafamento monstro nos deixando presos na Marginal Tietê e no início da Airton Senna, antes da entrada para o Aeroporto, por 6 horas.

Conclusão: agora eu sei o que estes grafininhos, filhinhos de papai estão fazendo.

Eles estão provocando o caos, para que os militares intervenham e dêem um golpe de Estado.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Pensamento anarco-pequeno burguês predomina nas manifestações

Não querer partidos políticos nas manifestações expressa o mais puro sentimento anarquista combinado com a rejeição tradicional da burguesia contra os partidos políticos. Expressa também a incapacidade dos partidos legais atuais de conseguir atingir uma permeabilidade social que escapou pelos dedos das mãos. Se formos fazer um retrospecto, nos lembraremos que os setores conservadores tentaram várias vezes conseguir provocar manifestações e não pegava. A mídia conservadora bombardeou com campanhas o tempo inteiro até que pegou. E o governo "popular" não mobilizou a massa desde a vitória nas eleições e agora paga o preço da desmobilização. Quando Maduro quase perdeu as eleições na Venezuela, estava claro que ele só ganhou porque o governo manteve uma mobilização popular permanente. Como aqui não houve isto, o governo Dilma está refém do movimento popular. Creio que Dilma já perdeu as eleições de 2014 desde já. Está desfeito todo seu projeto e porquê? Por causa da coexistência com alianças espúrias, em aceitar a corrupção. Este processo pode desembocar num questionamento do governo Dilma. O movimento , baseando-se em outros países que passaram por processos semelhantes tem folego para 2 a 3 meses no mínimo. Dilma tem que iniciar um processo de mobilização popular de sua base de apoio, senão pode, cair sim.

Cresce o catolicismo no Brasil

De acordo com dados do Departamento Central de Estatística da Igreja, o 84, 5% da população é fiel à Igreja de Roma
Por Jill Carnà
 19 de Junho de 2013 (Zenit.org) - Uma série de estatísticas atualizadas no dia 31 de dezembro de 2011, mostram muitas mudanças na Igreja Católica no Brasil. O dossiê, editado pelo Departamento Central de Estatísticas da Igreja, foi divulgado em vistas da próxima Jornada Mundial da Juventude, a ser realizada no Rio de Janeiro (23-28 julho de 2013).
Hoje é católico o 84, 5% da população: para ser exato 165 milhões de cidadãos brasileiros de 195 milhões.
A Igreja Católica no Brasil tem demonstrado um alto grau de vitalidade e de funcionalidade: ela mostra números em crescimento e outros em declínio. Com a mudança das próprias estruturas (dioceses, paróquias e agentes de pastoral) a Igreja soube adaptar-se às novas exigências.
Comparado com o ano 2001, a densidade paroquial, ou seja, o número dos católicos por paróquia, caiu de 16.444 para 15.255. O número médio de sacerdotes por paróquia pelo contrário cresceu de 1,88 no 2001 para 1,92 no 2011. Em todo o Brasil existem 10.802 paróquias e mais de 20.000 sacerdotes no total.
Ao longo da última década, também os resultados alcançados no campo das vocações e ordenações sacerdotais relataram mudanças. Com um crescimento de 1,41%, em 2011, havia 8.956 seminaristas. Esta evolução também se reflete nos 547 neosacerdotes diocesanos em 2011 (eles são 28,7% a mais do que em 2001).
Também na vida civil, social, educativa e administrativa do País, a Igreja Católica tem uma grande influência. Em 2011, 6.882 escolas católicas de todos os níveis e ordens trabalhavam juntas com cerca de dois milhões de alunos. No total, havia 1.940.299 de estudantes de todos os níveis de educação pertencentes ou administrados por eclesiásticos.
O número de centros sociais e de caridade, tais como hospitais, clínicas familiares ou casas de anciãos, era de 8597.
Tradução Thácio Siqueira

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Os jovens da classe média alta foram às ruas

Em meio às difusas e específicas reivindicações vai se delineando o perfil de quem comanda as manifestações dos últimos dias: Os jovens da classe média alta.
O caráter apartidário é um destes elementos identificadores, o uso das redes sociais idem, a rejeição aos partidos que surgiram na onda, também.
Suas reivindicações não contestam os governos, destoando de suas ações massivas.
Deixam, entretanto à descoberto a precariedade da inserção dos partidos formais no mundo informatizado, mesmo dos governos, que descobrem que uma forma representativa se formava por fora deles, mostrando que estão, de alguma forma envelhecidos, se responder às novas demandas sociais.
Os deputados precisam descer do palanque de onde se acham deuses, e até os partidos precisam se desburocratizar, porque a nova realidade os mostra isto.
Penso que se avizinha o surgimento de novos partidos políticos, seguindo esta onda. Marina, ao formar a REDE, pode tentar capitalizar este movimento para si.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Angelina Jolie e a sociedade do medo

Retirado da Gestão da incompetência de Gabriel Ginebra
El pasado 14 de mayo la mastectomía de Angelina protagonizaban la portada de todos los periódicos serios. Se había extirpado sus dos senos sanos para evitar que enfermaran. Una decisión calificada de valiente, generosa y hasta de heroica. Pero para mí algo no cuadra. Mi madre (de doce hijos) se murió el 4 de mayo, y uno de sus consejos para la supervivencia familiar era dejar de preocuparse por lo que no llega a pasar.
Me diréis que mi madre no sabía estadística. Que Angelina, por la mutación genética BRCA1 tenía –según la versión oficial- un 87% de probabilidades de desarrollar un cáncer de mama y un 50% de ovarios (que todavía no se los ha tocado). Otras versiones reducen su riesgo al 43%. En todo caso mantendrá un 5% de posibilidades de desarrollar cáncer de mama. ¿Dónde está el límite?.

Trotskismo e anarquismo se assemelham no movimento do passe livre

Com grande "liberdade de imprensa" a imprensa golpista tem anunciado os "movimentos de protesto" que ocorrem nas capitais do país. Reivindicam o "passe livre", e criticam o lucro dos empresários do setor. Com isto, na prática, se aliam aos setores burgueses da sociedade, ligados aos imperialismo, para desgastar o Governo Dilma.
Ao querer mostrar Dilma como sendo uma representante burguesa, acabam se enlameando de suas críticas, e fornecem munição pesada a àqueles que se encontram  fora do governo, na oposição.
Sua virulência é igualmente burguesa, pois bem lembramos, na época da ditadura, o quanto enfiaram o rabo embaixo das pernas, enquanto os revolucionários morriam nas perseguições.
Mas hoje, com um discurso aparentemente progressista, querem fazer crer que são socialistas de fato, quando sabemos que não o são. Não existe nação trotskista no mundo, e não me recordo de ter visto alguma. Eles sempre criticam, criticam,criticam. Saídas populares, seja a nível institucional, seja nos marcos de um processo de transformação social, não trazem nada de prático. Ficam no discursos inflamado. Os anarquistas adoram eles, e se põem a seu lado esperando a hora de provocar depredação.
quando sai o quebra quebra, vem a repressão. Aí tornam-se vítimas, e a elite excluída simplesmente adora porque atinge o governo Dilma em cheio. Pergunte-se o que eles estão fazendo de progressista nos sindicatos dos metalúrgicos de São José dos Campos. Estão isto sim, provocando o fechamento das grandes fábricas. E em são Caetano? É hora de enfrentar a oposição "de esquerda" de forma mais contundente.
Contenção dos preços no transporte e melhoria da qualidade dos mesmos é a reivindicação que se deve por hoje à tona. E acumular forças.

domingo, 16 de junho de 2013

"Na Cúria existem pessoas santas, mas... "

Retirado do Zenit
"Na Cúria existem pessoas santas, mas... "
De acordo com um site chileno, em uma audiência com os religiosos da América Latina, o Papa Francisco teria confirmado a presença de um lobby gay no Vaticano
Por Salvatore Cernuzio
ROMA, 12 de Junho de 2013 (Zenit.org) - Em três meses de Pontificado, o Papa Francisco pronunciou várias expressões originais, discursos eficazes, catequeses profundas. Porém, bastaram duas palavrinhas publicadas por um desconhecido site chileno para fazer ressoar uma frase do Santo Padre em todos os cantos do globo: "lobby gay". Dentro do Vaticano por acréscimo.
A expressão fatídica, de acordo com o site Reflexion y Liberación, teria sido pronunciada pelo Papa durante a audiência de cerca de uma hora com os delegados da Confederação dos Religiosos da América Latina e do Caribe (Clar), no passado dia 6 de junho, depois de ter sido interrogado sobre a sua vontade de reforma da Cúria Romana. Uma medida invocada de forma unânime por todo o colégio dos Cardeais durante as Congregações gerais que preparavam o Conclave.
Para esssa questão, Papa Francisco teria respondido: “Sim, é difícil. Na Curia há pessoas santas, santas realmente. Mas existe também uma corrente de corrupção, também esta existe, é verdade. Fala-se de um lobby gay e é verdade, está lá... Agora temos que ver o que podemos fazer sobre isso”.
"Não posso ser eu que faça a reforma, trata-se de questões de gestão e eu sou muito desorganizado, nunca fui bom nisso”, acrescentou o Papa, justificando portanto a sua decisão de instituir uma equipe de cardeais para que o ajudassem nesta difícil missão. Sobre isso – sempre em base às informações do site chileno – o Santo Padre teria destacado: “Ali (na comissão dos cardeais) temos Rodriguez Maradiaga, que é latinoamericano, e que dirige a orquestra, está também Errazuriz, e são muito ordenados. Também aquele de Mônaco da Baviera (Reinhard Marx) é muito ordenado: eles saberão levá-la adiante”.
Não é a primeira vez que se fala de homossexualidade nos Palácios Sagrados. Há anos que essas vozes passeiam por dentro e por fora dos muros leoninos. E aumentou de forma considerável quando alguns insiders teriam confirmado que a questão ocupava boa parte das 300 páginas do Dossiê entregue a Bento XVI pelos três “cardeais 007” contratados pelo mesmo Papa emérito: Julián Herranz, Josef Tomko e Salvatore De Giorgi.
Para “colocar mais lenha na fogueira” acrescentaram ainda rumores que diziam da forte presença de um suposto "lobby gay" na Secretaria de Estado.Um fato que estimulou o apetite jornalístico – se não a fantasia – de vários meios de comunicação, que diziam que a descoberta tinha chateado Ratzinger, ao ponto de levá-lo a renunciar ao ministério petrino, como dito pelo próprio Papa ao irmão Georg, alguns meses antes do escândalo Vatileaks.
Até à data, a Santa Sé não confirmou ou negou nada sobre o assunto. Questionado sobre os fatos, o padre Federico Lombardi, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, comentou: "Foi um encontro de caráter privado. Portanto, não tenho nenhuma declaração a fazer sobre o conteúdo da conversa".
Uma resposta veio, no entanto, da Presidência da CLAR, que disse que "lamenta profundamente a publicação de um texto com referência à conversa mantida com o Santo Padre Francisco" e "a confusão que pôde provocar".
A conversa, disse a presidente irmã Mercedes Leticia Casas Sanchez, FSpS ", “se desenvolveu a partir de perguntas feitas ao Papa pelos presentes”. Naquela circunstância, refere o comunicado da Confederação, “não foi feita nenhuma gravação da conversa, mas logo depois foi elaborado um resumo da mesma em base ao que os participantes lembravam”.
Tal resumo, no entanto, "não inclui as questões colocadas ao Santo Padre" e "foi destinado à memória pessoal dos participantes e por nenhum motivo à publicação, para a qual, de fato, não foi pedida nenhuma autorização”. Com base nisso, portanto, “não é possível atribuir ao Santo Padre, com certeza, as expressões singulares contidas no texto, mas apenas o seu sentido geral”.
O espírito e a alegria do Papa Francisco trouxeram, em menos de 100 dias de Pontificado, nova luz sobre a Barca de Pedro. Parecia que já se tinham passado vários anos de quando se falava do Vaticano somente pelos seus escândalos internos. Mas sabe-se, o demônio, o “príncipe do mundo”, que Bergoglio nomeia muitas vezes, não está parado, “anda por aí como leão rugente procurando alguém para devorar", como diz São Paulo.
O próprio Papa Francisco na Audiência geral desta manhã afirmou: “A presença do mal existe, o Diabo atua”. Porém, disse em voz alta o Santo Padre: “Deus é mais forte! Porque Ele é o Senhor, é o único Senhor!”.
Traduçao Thácio Siqueira

Padre brasileiro é nomeado bispo em Moçambique

13 de Junho de 2013 (Zenit.org) - Na quarta-feira, 12 de junho, o Papa Francisco nomeou o brasileiro  Pe. Luiz Fernando Lisboa, C.P., como novo Bispo de Pemba, em Moçambique.
Dom Luiz Fernando Lisboa nasceu em 23 de dezembro de 1955, em Marques de Valença (RJ). Em agosto de 1975 entrou no Seminário S. Gabriel dos Missionários Passionistas em Osasco (SP) e fez o noviciado na cidade de S. Carlos (SP).
Estudou Filosofia e Sagrada Liturgia e foi ordenado sacerdote em 10 de dezembro de 1983. Em Moçambique de 2001 a 2007 foi pároco e superior na Diocese de Pemba; de 2007 a 2010 foi superior, formador e vigário e assistente do curso de teologia para leigos. Atualmente, era pároco da paróquia Santa Teresinha de Lisieux na cidade de Colombo, estado do Paraná, Brasil.

sábado, 15 de junho de 2013

Pastoral da Saúde durante o Jogo da Seleção

Fiz a Pastoral hoje durante o primeiro tempo do jogo. Os doentes estavam vendo o jogo, mas me receberam com alegria, e em alguns quartos me perguntaram se não faria alguma oração, como quê desprezando o jogo. Isto trouxe mais alegria ao ambiente, porque às vezes no meio da oração, com um olho em Jesus e outro na TV, pudemos brincar um bocado, sem deixar de manter a atenção. Conheci o Rafael, a Sarah, e outros pacientes da ortopedia. Valeu ter ido.

As manifestações contra a Construções de Estádios serão engulidos pela Copa das Confederações

O povo brasileiro não está nem aí para as manifestações de protesto contra a construções de estádios e irá apoiar o time nacional durante a Copa das Confederações. Felipão parece mais à vontade do que ficava Mano Meneses nas entrevistas. O time parece estar acertando, mas ainda tenho a pulga atrás da orelha com o time que entra em campo, deixando Hulk em vez de Lucas.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Polícia de Alckmin é gorila!

Inaceitável a forma que o governador tucano agiu contra os manifestantes do passe livre. Quero deixar o meu mais profundo protesto por este ato gorilesco dos tucanos, relembrando os tempos de ditadura. Lugar da polícia militar é pegando bandidos ou nos quartéis. 

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Trens da CPTM páram! GREVE!

Passei pelas estações do Tatuapé e os trens estavam todos amontoados uns nos outros. Depois que o sindicato "de esquerda" dos metroviários capitulou perante o Governo Estadual, coube aos ferroviários recuperarem um pouco a dignidade dos maquinistas, e entrarem em greve. De volta do trabalho ouvi do autofalante da linha amarela que estava normalizada a linha para o Grajaú. Ouvi comentários que os chefes estavam dirigindo as locomotivas. A briga vai comer feio. São Paulo tem o segundo movimento em dois dias: a luta contra o aumento das passagens e a greve dos trens.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

A contrarrevolução esquerdista e o aumento as passagens de ônibus

A Globo deu todo o destaque que podia para o movimento contra o aumento do preço das passagens de R$3,00 para R$3,20 em São Paulo. Pouco tempo antes a maioria da Centrais sindicais fizeram grande manifestação em Brasília e ....nada de divulgação pelo PIG (Partido da Imprensa Golpista). Conclusão: o PSTU mais o PSOL estão mais uma vez fazendo o jogo da direita, e pior, achando-se "revolucionários".
O puristas, voltaram só que atacando o PT na prefeitura. Para eles é a mesma coisa. Paciência. Partiram para a depredação de tudo o que aparecia pela frente, fosse ou não ligado a passagem de ônibus. Isto tudo com farta divulgação dos meios de comunicação da elite brasileira, ávida em desgastar Haddad.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

O PIG JÁ ELEGEU AÉCIO( OU BONITINHA), DERROTANDO DILMA

Nada mais triunfalista antes do tempo do que as pesquisas do Datafolha. Dilma já pode renunciar, porque pelo Datafolha só se Lula sair para Presidente, porque Dilma está sendo fritada. Enquanto isto, em resposta aos belos estádios que foram construídos para a Copa, vários internautas saem dizendo que os estádios não tem utilidade nenhuma. A sacanagem é grande e tem por objetivo solapar todo o bloco governista. Mas a seleção com Felipão ganhou, e pode mudar a história em seu final. Vamos ver.
A propósito: Dilma, pare de fazer leilão com o Pré-sal. e concessão nos aeroportos. Assim você se iguala aos tucanos mais a bonitinha da Rede de enganação, e verá a frente de esquerda reduzida a você e ao PT somente.  Se a intenção é tornar-se um Labor Party, então, com licença, que eu vou com o meu barquinho para outras margens.

Céu com nuvens, e um pouco de frio

Assim começa a segunda feira, 10 de junho, em Sampa. A Folha traz uma queda considerável na aprovação do governo Dilma. Se as eleições fossem hoje ela ainda assim ganharia com 51% dos votos. A vantagem foi bem maior, quase 10%. Penso sobre o que provocou esta queda, não pelos resultados da pesquisa, mas pelo senso comum. São os pequenos deslises, as políticas de favorecimento do grande empresariado, notadamente na concessão dos portos e no leilão do pré-sal. Vão surgindo situações que fazem as pessoas verem que existem semelhanças cada vez maiores entre este governo e o dos tucanos. Nada como o usufruto do poder para desfazer sonhos. Vamos observar, afinal as eleições serão no ano que vem.  

domingo, 9 de junho de 2013

Quermesse junina




Estivemos ontem à noite, sábado, 8 de Junho, na Igreja de Santo antônio do Caxingui, no primeiro dia de festas de Santo Antônio.  Esta Igreja está em plena Avenida Francisco Morato, Vila Sônia, Caxingui. Lá tinha de tudo Sanduíche de pernil, cachorro quente, vinho quente, churrasco, música. Surpreendeu-me o fim social da festa, colocando frente a frente os jovens da região, como no ambiente rural. Uma ruralização urbana, vejam só, em plena revolução tecnológica, onde todos tem acesso a qualquer lugar do mundo, ainda assim é necessária a criação de oportunidades de encontro. Em plena festa de Santo Antônio, casamenteiro. Eu e Meg, minha esposa, por lá estivemos. Não entramos no bingo, nem no jogo da sorte, e outros que chegamos a ver, mas valeu a pena.

sábado, 8 de junho de 2013

AMADO PORTUGAL AO QUE CHEGASTE!

CLARISSE SANCHES 












Ao que chegaste, Amado Portugal!
Ano após ano, vais empobrecendo.
Vão despindo-te a “roupa”, o teu bragal
E cada vez mais “frio”, tu, vais tendo.


Vês muitos filhos teus já sem moral,
Uns corruptos, vadios esquecendo
Que a vida tem de ser mais fraternal
Mais enérgica e digna, assim vivendo. 


Sumiram-te a justiça meritória,
A terra não produz para comer
E choras vendo filhos já com fome…


Não tens quem te acarinhe em suma glória!
Endividam-te, Pátria, do meu ser…
Poderosos desonram o teu nome!






Clarisse Sanches – Góis - Portugal


quinta-feira, 6 de junho de 2013

Bebês praticam choro dentro do útero, diz estudo

Como ficam os defensores do aborto?
DA BBC BRASIL
Pesquisadores britânicos afirmam que bebês fazem caretas, praticam choro e expressões faciais de dor ainda quando estão dentro do útero.
Os especialistas, das Universidades de Durham e Lancaster, acreditam que, ao fazer isso, eles vão aprendendo como devem se comunicar após o parto.
"É essencial para os bebês poderem demonstrar expressões de dor ou desconforto assim que nascem para que possam se comunicar com a mãe", afirmou a pesquisadora Nadja Reissland.
Os cientistas analisaram ultrassonografias em 4D de oito fetos femininos e sete masculinos e observaram que durante o crescimento intrauterino, eles desenvolvem desde expressões simples, como um sorriso, a movimentos mais complexos, como o franzir das sobrancelhas e do nariz.
SENTIMENTOS
Nadja Reissland diz que poder entender melhor o desenvolvimento normal dos bebês durante a gravidez pode ajudar os médicos a identificar problemas.
"Não está claro se os fetos podem de fato sentir dor e também não sabemos se as expressões faciais estão ligadas aos seus sentimentos", disse Reissland.
O estudo indica que os movimentos faciais podem estar mais ligados à maturidade do cérebro do que aos sentimentos, acrescentou a pesquisadora.
O trabalho se segue a uma pesquisa anterior que sugere que expressões faciais de fetos saudáveis se desenvolvem e se tornam mais complexas durante a gravidez.

A época em que fazíamos a Revolução.


Che Guevara: de revolucionário a ícone da indústria cultural


Ainda sinto o cheiro do chumbo,
passados tantos anos.

Tínhamos o semblante da vitória
estampado nos sorrisos
desprezando o perigo.

Tudo era possível
sem precisar
de um deputado.

Minhas veias,
não suportam
este meio de campo
democrático”
enquanto a dor
continua
nos rostos
perdidos,
explodem
em minha cara.

Cantava a beleza da vida
com um ardor
superior
em versos
e prosa,
proseando
companheiros e
companheiras
vendo cristalino
o alvorecer
da Humanidade.

Não mais o sofrimento!
Não mais a exploração!
Não mais a perseguição e a morte!

Muito mais a vida plena,
para ser vivida!
Muito mais o canto
indo para o centro
do coração!

Quando fazíamos a revolução
o medo varria
como ventania
as nossas ações,
mas fazíamos
incontroláveis
missões
diante de imensas
barreiras e batidas.

Caía um
levantava-se outro.

A Liberdade não era uma bandeira vã,
era intrínseca, veia, músculo e carne.

A multidão amorfa
foi se dando conta
da paralisia
e despertou.


Grandes conquistas alcançamos.

Um país democrático
com mobilidade social
ascendente,
etc e tal,
mas confesso
que atormentam-me
as noites mal dormidas
pela perda
daquele sonho primeiro
tão puro
irrefreável
de virar isto tudo
de cabeça para baixo,
pondo lá em cima o peão
e destronando
o mandão.
Ocupando mansões
para os favelados
universidades
para os filhos
dos operários
e respeito,
muito respeito
ao doente pobre
dos corredores
hospitalares
sem atendimento.

Tínhamos aquele alvorecer.

Procuram-me convencer
que alcançamos aquele patamar.

Não a mim!
Não enterrei o sonho!
Ele atormenta-me nas madrugadas
em meio a gritos de todos os tipos
de dores
 fome
 doença
frio.

Tenta acordar-me
e ao acordar
tenho sonolência.

Vivo num meio
de tudo,
partido,
repartido.

Assalta-me sempre
nas noites,
aquela época
em que fazíamos
a revolução,
como uma obsessão
pregada no corpo
que não sai
não sai.