Assim começa a segunda feira, 10 de junho, em Sampa. A Folha traz uma queda considerável na aprovação do governo Dilma. Se as eleições fossem hoje ela ainda assim ganharia com 51% dos votos. A vantagem foi bem maior, quase 10%. Penso sobre o que provocou esta queda, não pelos resultados da pesquisa, mas pelo senso comum. São os pequenos deslises, as políticas de favorecimento do grande empresariado, notadamente na concessão dos portos e no leilão do pré-sal. Vão surgindo situações que fazem as pessoas verem que existem semelhanças cada vez maiores entre este governo e o dos tucanos. Nada como o usufruto do poder para desfazer sonhos. Vamos observar, afinal as eleições serão no ano que vem.
Eu que moro na Lopes Chaves , esquina com Dr.Sérgio Meira, bebendo atrasado do ambiente onde Mário de andrade viveu, e cuja casa é hoje um centro cultural fechado e protegido a sete chaves (que ironia) por "representantes" da cultura, administrada pela prefeitura... Uma ocasião ali estive, e uma "proprietária da cultura" reclamou que no passado a Diretoria da UBE - União Brasileira de Escritores, da qual fiz parte, ali se reunia, atrapalhando as atividades daquele centro(sic). Não importa, existem muitos parasitas agarrados nas secretarias e subsecretarias da vida, e quero distância desta inoperância. Prefiro ser excluído; é mais digno. Mas vamos ao importante. O que será que se passava na cabeça do grande poeta Mário de Andrade ao escrever "Quando eu morrer quero ficar". Seria um balanço de vida? Balanço literário? Seria a constatação da subdivisão da personalidade na pós modernidade, ele visionário modernista? Seria perceber São Paulo em tod...
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