Não há como olhar este mundo e não verter algumas lágrimas.
Seria como recitar grandes poemas, e as pessoas nada sentirem, indiferentes.
Tudo pertence a um endurecimento do coração, voltado a si mesmo, visão particular egoísta do mundo, como terreno de guerra particular como solução dos problemas.
Não paro de verter lágrimas. Ainda somos os mesmos de sempre, falsos e desonestos, belicosos e cheios de ódio.
O que esperar disto, senão guerras e destruição?
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