quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Nem por isso deixei de ser brasileiro.


Estar acostumado com o aperto, sinal vermelho dos bolsos, esperas colossais. Cigarras entre chuvas e Sol, algazarras de crianças, nós em gravatas. Canta e reza, preza o coração, antes da razão. Devastam...A paisagem usurpada confunde verde, amarelo, pátria, traição, humanidade, exclusão.
Dedos rítmicos respondem compassos novos, entrelinhas de respostas. Um horizonte multicor aguarda maturidade, Fome e vida permeiam idéias, sede de espaços proibidos. O presente requer olhares abrangentes,(menos seletivos), bocas roucas, ouvidos amplos e compreensíveis. E caminhar, caminhar.