segunda-feira, 28 de agosto de 2017

A latrina de Temer

Na latrina da cabeça de muitos, o amor deu lugar ao fratricídio, o que provocou um entupimento da água da descarga, e um refluxo de excrementos vaso à fora.
Xingamentos escorriam, junto com o linchamento dos gêneros.
Pareciam hipnotizados.
A propaganda diária massacrante moldou um super verme fétido e asqueroso que se alimentava de rodiasol.
O Sol recusava-se a sair, e a lua envergonhava-se por não encantar mais os casais.
A marcha unida se fez moda, e não paravam o desfile eterno e vazio, sem ter onde, nem porquê. Mesclaram amorosidade familiar com imbecilidade anedótica.
Fedem fedem fedem.
Não se mostram, e atacam às escondidas, como um bom covarde, um bom Temer.