Sabe aquele dia em que você sente os olhos inchados, e a realidade despreza todo e qualquer sonho?. Quando até a solidão fica indesejável? Quando parece o despertar um permanecer dormindo, e conviver com o dia como se fosse uma noite? Quando não há dor física, mas um paralelo deslocado que me mostra um outro totalmente inóspito de mim? Quando a espiritualidade resolve fazer uma viagem distante e me larga pagão? Quando nem mesmo me conheço em nada, como se fosse um refugiado de guerra? Ah...condição humana, como consegues apagar-me assim, da noite para o dia? Quando despertarei novamente para aquele eu que mais me conhece, eu despedido de mim?
terça-feira, 10 de abril de 2018
FINAL DE NOITE
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