Estou rompendo...
optei
por todos
estranhamentos...
cruzei
os dedos...
estou parindo
meu póstumo
inimigo.
As fontes
do mar
são fozes
que trazem
o cheiro
das matas
a peixes
cheios
de si,
de lume,
de frio
O mundo
não se acaba,
desaba
por cima
de tudo,
nem coito
cuida
de mim,
arfago
vago...
Perco o ar
das manhãs
estéreis,
absorvendo
frescores
nos telhados
do meu peito
vazio.
Observo...
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