Está se aproximando mais uma vez o Natal. É um tempo que traz um componente de tristeza e alegria mesclados. Algo que nem se alegra totalmente, embora alegre: nem se entristece completamente, ainda que percebamos a permanência de algo triste. Conhecedores de Cristo Jesus, ao olharmos sua encarnação, vemos o quanto Deus nos amou e ama, a ponto de enviar seu filho amado, que subiu à cruz quebrando todos os paradigmas aceitáveis para um Deus. Sua fragilidade sendo sua força. Assim ele se som a a nós, na identidade da fragilidade e pequenez, diante de um mundo dos fortes e dos poderosos. De outra parte, olhando no relógio do tempo, lembro meus pais festejando comigo, meu irmão, meus tios, primos e primas. Todos já se foram. E recordo como a alegria era grande, e, hoje, esta ausência.. O Natal é uma resistência anual, uma chamado à esperança na alegria. Como festejar assistindo a tantas dificuldades e sofrimentos...
o cotidiano contado e meditado