Minha consciência
é sempre um outro
olha-me
como se estivesse
de fora,
subdividido em mim.
Pensar substitui
o estar
certo dormir
certo despertar.
Dos caminhos
me esqueço
das palavras
despeço.
Talvez um grito,
lampejo,
permaneça
circunspecto/
um beijo
desejo!
Mas não!
Caminho imemorial
jogando sombras
no passado
somatizando em ética.
.
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