domingo, 11 de janeiro de 2026

PONDERACOES NOTURNAS

 


A humildade esconde-se

sabendo de tudo. 


A sala vazia aguarda 

importantes visitas, 

nunca vem...


Na porta 

um silêncio de esperanca...

não se abre.


Tão difíceis passos 

que não se dão. 


Tempestades ao fundo

clamam por revoluções, 

muitas...


A paz distrai 

a consciência, 

que não dorme, 

os jardins 

a mantém desperta, 

com fortes argumentos.


Os dias passam...

a vida passa...

as dores nunca passam

servem de ervas, 

não fluem

desafiam, 

impregnadas 

ao coração 


Do silêncio 

afloram intervalos, 

abrem compreensões. 


Quem chama, 

de tão longe, 

mal escuto, 

tão profundo 

escuro de mim?


Aceito-me

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