A humildade esconde-se
sabendo de tudo.
A sala vazia aguarda
importantes visitas,
nunca vem...
Na porta
um silêncio de esperanca...
não se abre.
Tão difíceis passos
que não se dão.
Tempestades ao fundo
clamam por revoluções,
muitas...
A paz distrai
a consciência,
que não dorme,
os jardins
a mantém desperta,
com fortes argumentos.
Os dias passam...
a vida passa...
as dores nunca passam
servem de ervas,
não fluem
desafiam,
impregnadas
ao coração
Do silêncio
afloram intervalos,
abrem compreensões.
Quem chama,
de tão longe,
mal escuto,
tão profundo
escuro de mim?
Aceito-me
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