Parece óbvio, mas não é. Estar na rua já às 04:45 h com o cachorro, que gosta, não eu. Porque vou à luta todo santo dia? O que me torna tão abnegado e responsável? Meus pais que já se foram? A Deus, certamente? Espanto-me comigo mesmo e sigo o frio cortante como se fosse um sol de verão. Hoje o céu está estrelado com alguma névoa, indicando que haverá sol. As centrais sindicais farão mais um movimento no dia 06 de agosto. Será que terão crescido? O que os faz também partir agora para a luta, os jovens de junho?
quarta-feira, 31 de julho de 2013
terça-feira, 30 de julho de 2013
Papa Francisco deixou uma lição de paz para o Brasil
A JMJ foi o contraponto de toda movimentação social que tem ocorrido no país. Desanuviou o ambiente bélico que estava se instalando e proporcionou uma bela reflexão sobre a vida a todos, inclusive e principalmente para a Igreja. É preciso sair da casca, da vida religiosa intrauterina, e ir ao encontro do necessitado. Não que a Igreja não faça isto. Mas é preciso bem mais. Também o papa deu uma lição de humildade a tantos sacerdotes que renovam o ano de seu carro, diante de fiéis menos agraciados. Enfim. Valeu mais pela lição interna que Francisco trouxe. Rompeu primeiro as amarradas de um papado prisioneiro dos hábitos seculares e introduziu, isto é, continuou o seu modo de viver de antes. Sampa tem frio menor, mas ainda cortante.
sábado, 27 de julho de 2013
A cidade continua fria
Hoje, sábado 27 de julho, Sampa continua frio, apesar da meteorologia. As pessoas acompanham o clima e ignoram-se. Temo pela falta de paciência, esta chuva rala que vem constantemente até nos deixar estranhos uns com os outros. Brigam por nada, um passo na frente de uma longa fila do metrô, que terminará no mesmo vagão apertado.
Vou romper com o comodismo e aceitar que a situação está pior, depois das melhoras.
Vou romper com o comodismo e aceitar que a situação está pior, depois das melhoras.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
São Paulo com muito frio
Está um frio comparável a outro de 40 anos atrás. Saí agora cedo com meu cão, por obrigação e insistência do mesmo e experimentei um frio de 11 graus. Meu time perdeu outra vez. Acho que o tricolor vai amargar a segunda divisão. Afinal, todo campeão também tem seu período de derrota. Veja o Corinthians. O IPapa parece que trouxe novos ventos ao país. Vento da paz e da alegria. Bom para o Brasil dos mansos, e pior para o Brasil dos mascarados. Até a Presidente Dilma tomou uma carona neste barco e resgatou um pouco da sua imagem.
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Papa francisco entre os jovens que querem transformar o mundo
Faltam poucas horas para a chegada do Papa Francisco
A cidade do Rio de Janeiro já está preparada e de braços abertos
Por Thácio Lincon Soares de Siqueira
RIO DE JANEIRO, (Zenit.org) - Às 16hs de hoje, 22/07/2013, o Papa Francisco chegará ao Brasil e será recebido pela presidente Dilma Roussef, que acompanhará a sua chegada da Base aérea do Galeão, juntamente com os ministros Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral), Antônio Patriota (Relações Exteriores) e Gleisi Hoffman (Casa Civil).
Do aeroporto do Galeão, segundo a nova agenda do Papa, o pontífice seguirá em papamóvel aberto - e não blindado - até o Palácio do Guanabara seguindo um percurso preparado pelas autoridades locais (Veja o percurso aqui).
A cidade maravilhosa já se encontra multicolor. Bandeiras de todos os países desfilam pelas ruas nas costas de peregrinos e voluntários. A praia de Copacabana - símbolo do Brasil - tornou-se uma nova Praça de São Pedro, local de encontro e símbolo também de renovação da Igreja. “Esta é a experiência de uma Igreja que se reúne”, disse a ZENIT o argentino Jaime Cántaro.
“Gosto do Papa Francisco porque ele nos ensina a amar os pobres, porque se queremos chegar a um nível melhor, temos que ajudar os que estão abaixo”, disse Francisco Cabrera, jovem peregrino proveniente dos EUA, e que não pôde participar da última JMJ por motivo de saúde.
A começar pelos cartazes espalhados por toda a cidade, a hospedagem que milhares de cariocas estão dando aos peregrinos, todos os detalhes da organização, os grandíssimos cenários para os eventos principais, também é possível experimentar a hospitalidade generalizada do povo carioca. Como relatou a ZENIT Elizabete, moradora do Rio de Janeiro: “Nós queremos acolher a todos com os braços abertos porque para nós é muito importante ver tanta gente de bem reunida para um evento dessa magnitude”.
Some-se a essa hospitalidade, os 60 mil voluntários de diversos países, 14 mil militares - de acordo com o Ministério da Defesa - e até mesmo os 100 confessionários montados para que os jovens se confessem durante o evento.
A cidade do Rio de Janeiro já está preparada para acolher o Papa Francisco amanhã com os braços abertos do Cristo Redentor, do Povo Brasileiro e dos peregrinos de todo o mundo.
A barbárie dos bebês arrancados das mães, na ditadura
História de menina criada Belém pode esclarecer casos de crianças desaparecidas nas mãos de militares no Araguaia
Lia Cecília da Silva Martins, uma microempresária que vive na cidade de Catalão, em Goiás, é o elo perdido que pode esclarecer um dos mais escabrosos crimes da ditadura militar: o desaparecimento forçado de bebês e crianças filhos de militantes do PCdoB fuzilados no Araguaia.
retirado do IG

A tia Sandra (esquerda) é a mais parecida com Lia, que reencontrou a família do pai morto em 2009
Sequestrada com poucos meses de idade e levada para um internato em Belém, no Pará, hoje aos 39 anos, Lia é um desses bebês cuja sobrevivência assusta os militares que tentaram eliminar todos os vestígios da guerrilha, sumindo inclusive com os órfãos do conflito. Há informações que levam ao desaparecimento de oito crianças pelas mãos de militares. Os indícios mais fortes rondam três casos.
Lia, o mais forte deles, ao ser entregue por dois homens que se apresentaram como autoridades (um como delegado e o outro como militar) ao orfanato Lar de Maria, um centro espírita no bairro São Brás, em Belém, em junho de 1974, tinha o corpo cravejado de picadas de mosquito e estava esquálida. A instituição, à época, era dirigida por um coronel do Exército, Oli de Castro, seu fundador.
Pelos fragmentos de história que chegam a Lia, antes a dupla teria tentado internar o bebê numa creche conhecida por Berço de Belém, da igreja católica, no mesmo bairro, mas as freiras que geriam a instituição não aceitaram o inusitado pedido.
A criança foi então deixada com o casal Sandoval e Eumélia Martins, que cuidavam do centro espírita e do orfanato, com a promessa de apanhá-la de volta. Nunca mais foram vistos. Afeiçoada ao bebê, Eumélia a registrou clandestinamente como filha do casal no dia 1º de julho de 1974 no cartório mais próximo.
Investigações: Presidente da CBF volta a negar relação com morte de Herzog
Lia soube que havia sido adotada aos nove anos de idade, mas só em 2009 se interessou pela história ao ler uma reportagem publicada no jornal O Estado de S. Paulo. Era o relato de um dos guias dos militares, José Maria Alves da Silva, o Zé Catingueiro, apontando a existência de “um bebê branco” retirado da mãe pelos militares e que poderia ser filho de um guerrilheiro.

Lia e tia Maria Eliana se encontram em restaurante em Brasília
“O relato tinha detalhes parecidos com os da minha vida. Decidi então entrar em contato com o jornal”, diz ela. Os episódios seguintes mudaram a vida de Lia e dos Castro, uma família cearense que há quase duas décadas andava atrás de vestígios do ex-estudante de farmácia e bioquímica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Antônio Teodoro de Castro, quadro do PCdoB, conhecido entre os militantes por Raul, desaparecido no Araguaia.
Traços faciais e DNA
Um a um, ela foi conhecendo os oito irmãos de Raul. Primeiro a advogada Mercês, depois Maria Eliana, Paulo, Roberto, Vitória, Socorro, Laura e Sandra. Num restaurante em Brasília, onde se encontrava com Maria Eliana, veio a testemunhar um fato curioso: um amigo da família Castro foi ao encontro de Maria Eliana e, depois de um abraçá-la, estranhou o distanciamento de Lia: “poxa Sandra, você nem me cumprimentou”, disse, dirigindo-se a Lia, que reagiu com certa perplexidade. Lia é parecida com as irmãs do guerrilheiro, mas a semelhança mais notável é com Sandra, com a qual foi confundida em outras ocasiões.
Em 2010, Lia decidiu tirar a limpo sua história. Um primeiro teste, de comparação dos detalhes faciais com as tias tornaria desnecessário prosseguir a investigação, mas ela aceitou fazer um teste de DNA. O laudo apontou 90% de coincidências entre seu código genético e os de seis de seus tios. Os outros 10% poderiam ser eliminados se os restos mortais de Raul fossem encontrados.
“Não temos dúvida de que a Lia é filha de nosso irmão”, afirma Maria Eliana. Para confirmar oficialmente a paternidade, ela solicitou que a Comissão de Mortos e Desaparecidos da Secretaria Especial de Direitos Humanos (CMD-SEDH) faça o mesmo teste através do banco de sangue de familiares de desaparecidos.
O pedido, encaminhado numa petição de 24 páginas assinada pelo ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto e pela advogada Camila Gomes de Lima, ao qual o IG teve acesso com exclusividade, pode desvendar o último segredo da história de Lia.
Filha da guerrilha
“Gostaria de saber quem é minha mãe”, diz ela. “Me falaram que era estrangeira, que se incorporou à guerrilha e que fazia também observações sobre o movimento de pássaros”, afirma. A petição requer três informações: a função e legislação que rege o banco de sangue criado pela SEDH; o resultado dos exames de amostras de sangue deixados por Lia e seus prováveis tios; e, o mais importante, que os mesmos códigos de DNA sejam cruzados com os de familiares de 12 guerrilheiras desaparecidas que conviveram com Antônio Teodoro de Castro durante o período em que ele esteve no conflito, entre 1972 e final de 1974.
Existem muitas lendas sobre o “bebê branco” sequestrado pelos militares. A primeira, a de que seria filha de Raul com uma moça da região, conhecida por Regina; a segunda, a de que seria resultado do romance do guerrilheiro com a tal estrangeira; e, por último, que seria filho de Raul com uma das militantes do PCdoB que morreram no Araguaia.

Mercês foi a primeira tia, irmã do pai guerrilheiro, que Lia conheceu
“É plausível que a Lia seja filha de Theó (com o guerrilheiro era chamado em família) com uma das guerrilheiras. Se não for, pelo menos descartaremos uma das hipóteses”, diz Eliana. “Nos relatos nada é exatamente preciso. Por isso é razoável que se faça o confronto com as guerrilheiras”, afirma a advogada Camila. Ela reclama da morosidade da CMD-SEDH que, segundo afirma, tem adotado uma postura dúbia sobre casos do gênero. As amostras de sangue estão com o órgão há mais de um ano.
A jornalista Myrian Alves, que há duas décadas pesquisa a guerrilha, diz que diante da inconsistência das duas primeiras hipóteses, é mais provável que Lia seja filha de Raul com outra militante do PCdoB.
Porta da esperança
Maria Eliana conta que o coordenador CMD, Giles Gomes, justificou a inércia do governo argumentando que o caso é delicado por envolver a privacidade de familiares e sugeriu a alternativa de quem não quer incômodo: que as amostras sejam colhidas depois de uma negociação com parentes das guerrilheiras. A sugestão foi aceita.
“
Nunca deixei de buscar os meus pais verdadeiros. O que me contaram é que fui arrancada dos braços de minha mãe na prisão. Agora que sei quem é meu pai, um homem de caráter e idealista, vou ajudar a encontrá-lo. Quero dar a ele um enterro digno
O requerimento dos advogados é uma primeira tentativa de convencer o governo federal a cumprir sua obrigação, prevista na Constituição e nos tratados internacionais. O documento foi protocolado no dia 1º de abril, mas mesmo que a lei determine resposta em até cinco dias, até hoje a CMD não respondeu.
Caso a demora persista, a família de Raul pretende recorrer à mesma Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), da Oranização de Estdos Americanos (OEA), que já condenou o estado brasileiro por graves violações no caso da Guerrilha do Araguaia. Ela seguiria o precedente adotado num caso semelhante pela família Maria Mascarena Gelman, no Uruguai, que recorreu a CIDH e obrigou o governo de seu país a identificar seus pais.
Lia viveu por 30 anos o mistério de sua origem, mas só decidiu mergulhar mesmo na busca depois que seus pais adotivos morreram. Ela guardou segredo sobre os contatos com os prováveis tios por mais de um ano e só aceitou fazer o teste de DNA depois que Sandoval faleceu, em 2010, aos 89 anos. Antes, quando tinha 16, um dos seis irmãos da família adotiva, Paulo, chegou a sugerir que procurasse o apresentador Silvio Santos e levasse sua história para o quadro Porta da Esperança, do SBT. Desistiu ao perceber que Sandoval se sentira constrangido e inseguro.
Arrancada da mãe
“Meu pai adotivo me amou muito e tinha medo de me perder. Também o amo e decidi então que enquanto vivesse não tocaria no assunto. Mas nunca deixei de buscar os meus pais verdadeiros. O que me contaram é que fui arrancada dos braços de minha mãe na prisão. Agora que sei quem é meu pai, um homem de caráter e idealista, vou ajudar a encontrá-lo. Quero dar a ele um enterro digno”, diz.
Lia é uma mulher simples, mas sua visão de mundo é de uma objetividade e resignação raras para quem a vida não para de provocar os sobressaltos. Durante as buscas pelo pai verdadeiro, apaixonou-se pelo também microempresário Márcio Carneiro, dono de uma empresa de capacitação de recursos humanos em Catalão. Do casamento, nasceu Cecília, a neta do guerrilheiro que, por um daqueles golpes do destino, depois de uma luta paralela travada pelo casal, faleceu de leucemia aos 14 meses de idade em 2011.
Ao seu tempo
“Minha história é forte, mas tenho preparo espiritual. Fui criada dentro de um centro espírita e sei que tudo vai acontecer no seu tempo” diz, resignada. “A Lia é um a dádiva”, afirma Maria Eliana, emocionada com as descobertas.
A busca pela mãe, mais uma luta, é um mosaico cujas peças já teriam sido juntadas ou descartadas se não fosse a negligência do Estado brasileiro e do PCdoB. A família encaminhou à SEDH uma lista de doze guerrilheiras que conviveram com Raul até este ser preso e fuzilado em 1974.
“
Não temos dúvida de que a Lia é filha de nosso irmão.
O pedido prioriza os testes de DNA com familiares de cinco guerrilheiras: Sueli Yomiko Kanayama; Lucia Maria de Souza, conhecida por Sônia; Luiza Augusta Guarlippe, a Tuca; Dinalva Conceição Teixeira, a Dina – guerrilheira mais famosa do Araguaia –; e Telma Regina Cordeiro Correa, cujo apelido, Lia, por coincidência, foi um dos prenomes de batismo da órfã que chegou ao Lar de Maria.
Como segunda opção, foram incluídas na lista encaminhada a SEDH os nomes das guerrilheiras Maria Célia Corrêa, Helenira Rezende de Souza Nazareth, Jana Moroni Barroso e Walkiria Afonso da Costa, fuzilada em 25 de outubro de 1974, a última personagem da guerrilha capturada viva e executada pelos militares.
Os casos Osvaldão e Dina
O esclarecimento do caso Lia deve levar os familiares a pressionar pela busca de outras crianças desaparecidas no Araguaia. Um deles é conhecido como o caso do “menino negro”, de três anos de idade, cujos relatos apontam para a possibilidade de tratar-se de mais um filho de Osvaldo Orlando da Costa, o Osvaldão, um militante de dois metros de altura, militar, engenheiro, lutador de boxe e o mais caçado dos guerrilheiros. Foi também o que mais laços – amorosos e de amizade – criou com os camponeses da região. Chegou lá em 1966 como dono de garimpo e mariscador (caçador que vende pele de animais) e, como Dina, faz parte das lendas do Araguaia.
O suposto filho de Osvaldo, segundo os moradores, teria sido retirado da mãe, Maria Castanheira, em Araguarina, e nunca mais foi visto. Da mesma cidade teriam sido levadas outras crianças, entre elas Lia. Abalada pela perseguição, Maria teria morrido “dos nervos”, segundo relato de camponeses. “José Reis, um dos oficiais que estiveram no comando da repressão no Araguaia me contou que o filho de Osvaldo foi adotado por um militar que o levou para Fortaleza”, conta jornalista Myrian Alves. O menino, segundo ela, chama-se Giovani e seu desaparecimento é amplamente conhecido na região.
O outro caso envolve Dina. Ao ser presa por Curió em julho de 1974, junto com Tuca, dizem os moradores, ela estava grávida e, antes de ser executada, teria dado a luz a uma menina. Os pesquisadores dizem que os casos dos bebês e crianças desaparecidas no Araguaia fazem parte de uma história oral, sem documentos de comprovação. Os rastros podem estar em orfanatos – como o de Belém –, destinos frequentes de órfãos de oponentes executados pelas Forças Armadas ao longo dos conflitos ocorridos no Brasil.
domingo, 21 de julho de 2013
Para quem gosta de paz e revitalização, Ubatuba é o lugar
Como Ubatuba é bom. Estivemos, eu e Meg, minha esposa, este fim de semana nesta maravilhosa cidade. Para sair de São Paulo foi um inferno. A marginal Tietê sentido zona leste estava tão congestionado que levamos 01:30 h, num eterno sai e pára. Somente depois da entrada para o Aeroporto de Cumbica é que o trânsito foi melhorando. Fomos por Taubaté porque as obras de duplicação da Tamoios para Caraguá é sempre uma temeridade.
Uma vez em Ubatuba, via Taubaté, pela Osvaldo Cruz, chegamos pelas 11 da noite.
Mas...o SÁBADO, o SÁBADO estava simplesmente delicioso. Clima ameno com sol. Saímos à pé e fomos andando até a praia de Perequê-Açú. Os mais sofisticado acham que esta é uma praia de pobre. Como não nos consideramos ricos achamos ótimo. Na ida à pé à praia, passamos pelo mercadão de peixes e ali encontramos um artesão, "Seu João", meu xará vendendo peças muito interessantes, juntamento com outras bem pouco interessantes. Acabamos comprando uma onça feita com um caule, e um peixe feito de um pedaço de madeira, e transformado e bandeja.
Na praia, como sempre, paramos no quiosque do Japa, que sempre faz ua porção muito boa de cação frito em pedacinhos, ou pastel de camarão ou ainda bolinhos de mandioca, de carne de sol. Muito bom.
Entramos na água, e saímos andando pela areia da praia rezando o terço e agradecendo a Deus pelo mundo maravilhoso que Ele nos dá.
No domingo tentamos ir à missa às 7 da manhã, as devido a festa do Divino, só teria missa às 19H30. Assim compramos pão e voltamos para casa para tomar um café da manhã.
A vida é muito boa quando temos simplicidade e enxergamos a presença de Deus em tudo. Saímos para Sampa às 11:00 h e chegamos às 16:00 h.
Estamos prontos para enfrentar a cidade grande com os seus desafios novamente. Ah...não posso deixar de comentar a nossa parada, na volta, pelo Fazendão, na Tamoios. O espetinho de frango, deixa o seu concorrente do "Frango Assado" no chinelo. E o café com leite deles. Simplesmente delicioso.
Viva Ubatuba!
Viva a vida!
Uma vez em Ubatuba, via Taubaté, pela Osvaldo Cruz, chegamos pelas 11 da noite.
Mas...o SÁBADO, o SÁBADO estava simplesmente delicioso. Clima ameno com sol. Saímos à pé e fomos andando até a praia de Perequê-Açú. Os mais sofisticado acham que esta é uma praia de pobre. Como não nos consideramos ricos achamos ótimo. Na ida à pé à praia, passamos pelo mercadão de peixes e ali encontramos um artesão, "Seu João", meu xará vendendo peças muito interessantes, juntamento com outras bem pouco interessantes. Acabamos comprando uma onça feita com um caule, e um peixe feito de um pedaço de madeira, e transformado e bandeja.
Na praia, como sempre, paramos no quiosque do Japa, que sempre faz ua porção muito boa de cação frito em pedacinhos, ou pastel de camarão ou ainda bolinhos de mandioca, de carne de sol. Muito bom.
Entramos na água, e saímos andando pela areia da praia rezando o terço e agradecendo a Deus pelo mundo maravilhoso que Ele nos dá.
No domingo tentamos ir à missa às 7 da manhã, as devido a festa do Divino, só teria missa às 19H30. Assim compramos pão e voltamos para casa para tomar um café da manhã.
A vida é muito boa quando temos simplicidade e enxergamos a presença de Deus em tudo. Saímos para Sampa às 11:00 h e chegamos às 16:00 h.
Estamos prontos para enfrentar a cidade grande com os seus desafios novamente. Ah...não posso deixar de comentar a nossa parada, na volta, pelo Fazendão, na Tamoios. O espetinho de frango, deixa o seu concorrente do "Frango Assado" no chinelo. E o café com leite deles. Simplesmente delicioso.
Viva Ubatuba!
Viva a vida!
ESPERA INDEFINIDA
A cama está a espera... reluto. Uma ânsia indefinida mantém os olhos abertos. Um examinar tudo permeia o silêncio. Todos dormem... tamb...
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O caso da advogada Mércia Nakashima está bastante esclarecido, mas onde está o truculento Mizael Bispo, ex namorado da Pobre Mércia. Estar...
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julho 23, 2024 A verdade dói, quisera não dizê-la. Calar-me? Não posso, a maioria não suporta. A verdade exclui seus defensores, mata-...
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Sou pequeno... tenho apenas duas mãos... mal comportam meu sofrimento. Diante do mundo, o que penso é um grande nada enigma disfarçado...