quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Últimos dias de campanha em Sampa está recheado de calúnias.

Os tucanos se perguntam porque o eleitor não se indignou com o resultado do processo do chamado mensalão?
À primeira vista minha impressão é a de que o processo no STF tem conotação nacional, e o eleitor está com os olhos na problemática local, daí uma certa distância.

Acredito também que o PSDB poderia ter lançado outros candidatos mais jovens, até para renovar o seu quadro de líderes que, cá entre nós, está com o prazo de validade vencido.

Observando os números preliminares desta última pesquisa apresentada esta noite, observo que Serra teve um crescimento de 2% entre o eleitorado que estava indeciso.

Parece que o eleitorado de Haddad não se alterou.

Isto significa que o quadro parece consolidado.

Mas eleição só se sabe quando as urnas são abertas.

Cansei de ver resultados nas urnas diferentes daqueles apresentados pelos institutos de pesquisa.

Vejo também que o PT e os demais partidos populares estão bastante enraizados na periferia, já de longa data, como se pode notar nas eleições passadas.

O papel de Lula não pode ser de nenhuma forma descartado. ele colocou Haddad e o promoveu, e o resultado está aí. Isto com a laringe e tudo afetados.

A vitória de Haddad coloca o PSDB de Minas na frente do de SP na escolha do candidato a Presidente: Aécio Neves.

Surge a possibilidade real  de um namoro do PSDB com o PSB para 2014, que deve provocar uma reviravolta no alinhamento do bloco de apoio de Dilma desde já, no sentido de impedir que isto ocorra.

O lugar do PMDB é que está na ordem do dia.

A impressão que se tem é que o arco de apoio a Dilma é tão grande que pode acabar não contentando os interesses seja ao PMDB seja ao PSB.

Será necessária muita habilidade política para refrear este processo em curso.

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