Aos sábados, à tarde, costumo reunir-me com um grupo da Pastoral da Saúde da Igreja Católica, persistente no serviço da visita dos enfermos. Nesta pequena caminhada, insuficiente para o tamanho do contingente dos doentes e de dores, fazemos o nosso mínimo, cientes de nossa inutilidade, do nadar permanente contra as demandas deste mundo injusto. Antes de iniciarmos as visitas, normalmente, fazemos a leitura e reflexão de um texto do evangelho, conforme a liturgia do dia, da Igreja. Depois, nos dirigimos aos quartos, não sem antes fazermos nossas orações pedindo ao Espírito Santo que nos encaminhe aos locais certos onde possamos ser úteis aos enfermos, e darmos verdadeiro testemunho do evangelho. Curioso foi termos refletido sobre uma nova evangelização, conforme nos lembra o Papa Francisco nas Alegria do Evangelho , sua exortação apostólica. Vivemos novos tempos, novas linguagens e formas de expressão. O primeiro quarto que entramos foi o de uma jovem, que tinha as duas pernas eng...