As estruturas tão grandes eu tão pequeno. Se grito, quem me ouve? Um mundo tão cheio de opressão e eu um nada submerso na profunda exploração. Um povo tão grande que não fala, e uma minoria que ladra sem parar. Queria ardorosamente o inverso deste tudo, a revolução... Mas fico silencioso, com minhas pequenas dores em assistir este circo de horrores.
o cotidiano contado e meditado