As expressões falam
mais que as palavras,
impossível escondê-las
em livros.
Pesquiso no silêncio das faces
suas curiosidades indescritíveis,
arqueologia dos olhares,
respondem mais
que grandes tratados.
Posso ver nestes
o cansaço
da condição humana,
sujeita ao vulgar,
esquecida dos mistérios,
tão claros.
Volto com duas versões
meus caminhos por aí,
pondero mais,
ao final,
o que vejo.
Assim,
vou refreando as vozes,
de seus desvarios incontroláveis,
sobrepostos,
no contorno dos olhares,
sua concordâncias,
afabilidades.
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