Ah, meu bem,
teu despertar
permanente,
consequente,
me apruma
na tua serena luz .
Ah.. que me deito
em tua guarita...
O mundo nos persegue,
quem nos deixou
livres para amar?
Sou teu vigia,
a postos,
pela madrugada,
examinando
teus percursos noturnos,
quando o etéreo
se faz presente,
envolve-se na realidade.
Observo teus gemidos solitários,
terias voltado à infância
se perdido de teus pais?.
Venha criança,
encoste-se em mim...
que eu seja,
neste escuro,
o baluarte
onde te proteges do mundo.
Tuas montanhas
tem montarias aladas...
descem noite afora
para a desforra.
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