Corro por fora,
na disputada
estrada da vida...
Deixo entrever
que vou embora,
como se entrasse
em uma saida,
algo que demora,
e nunca visse acontecer.
Corro como se nunca
ultrapassasse,
deixasse confortável
o enlace dos preferidos
Perco sempre
os meus passos,
sem sonhos,
um compasso
medido e metido,
porque, afinal,
faço e desfaço.
Estrada sem caminho,
cheia de deuses superiores,
eu nestes estertores,
pareço estar
com o copo vazio
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