Cada um, a seu modo, faz a construção.
Alguns erigem castelos, outros, altares, outros ainda, relações.
No caldo social da vida, por vezes misturam-se, tomando partes, uns dos outros.
Agir é inerente, motor humano diante do mundo.
Não é, entretanto, o valor maior, muitos escondem-se atrás deste, e perdem-se.
Desconhecem que tudo subordina-se ao interior do homem, sua humanidade.
Caso não olhe ao redor, e envolva-se com a vida toda construção ruirá, não importa quão elevada e bela esteja.
Trabalhar o coração, aprender-se peça de um grande mecanismo social, com sua parcela de responsabilidade, envolver-se além de si, no nós é o fim, que muitos não vêem, e perdem o principal.
Abrir-se ao mundo com alegria é a grande realização. Abraços gerais
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